Ver Versão Completa : O maior subwoofer do mundo!
http://www.royaldevice.com/custom3.htm
Esse é pura ignorância!!!
Vai deixar o Marcelo com inveja... :D:D
P.Q.P.:queixo:
Esse LITERALMENTE vai balançar as fundações.
Dennis,
Ah se eu ganhasse na Mega Sena!! :D :D :D
Você poderia me esclarecer que tipo de amplificador sem "feed-back" é esse que ele tanto defende?
Interessante também como ele defende o uso de caixas sem crossover.
Abraços,
Filipe Rangel.
Carlos Dantas
07-11-2002, 12:32
Meus amigos
Que coisa horrível. E ainda dizem que somos nós os malucos. Eles devem ter construído esta engenhoca para simular terremotos de máxima intensidade. Eles tocam notas cuja fundamental está abaixo de 10 Hz. Acontece que nenhum instrumento musical é capaz de gerar notas tão graves e nem nosso ouvido consegue escutá-las. Isto vai dar é enjôo de estômago. A eficiência é brutal. Qualquer amplificador valvulado que gera alguns míseros watts é capaz de derrubar as paredes.
Quanto as vantagens da falta de realimentação negativa nos powers esta é outra destas teorias feitas sobre velhos conceitos que ressurgem das cinzas só para criar polêmica ou atender os fanáticos por amplificadores valvulados.
Abraços
Dantas
Pessoal,
Não sei se vocês notaram, mas os valvulados usados na sala parecem muito com os Audiopax! Posso estar enganado, mas se parecem muito.
Abraços,
Filipe,
Complementando as palavras do Dantas, o feedback foi introduzido nos amplificadores no início do século (1927), principalmente para compensar o envelhecimento das válvulas. Conforme passa o tempo, as válvulas vão perdendo suas caracterísitcas "padrão", logo o som do amp muda. Paralelamente, descobriu-se que o feedback era essencial na minimização das distorções inerentes aos amplificadores, e foi largamente utilizado, mesmo quando os transistores substituíram as válvulas. O princípio de funcionamento é o mesmo: uma amostra do sinal de saída é trazida "de volta" (daí o termo feedback) à entrada e comparada com esta, visando eliminar distorções.
Aí veio um finlandês chamado Matti Otala, que no início dos anos 70 (1973) publicou um artigo sobre tipos de distorção gerados num amplificador e até então desconsiderados, e sugeriu o uso de feedback zero ou mínimo como forma de compensar essas distorções. Assim, há vários caminhos que um projeto de amplificador pode seguir. Muitos argumentam que sem feedback o amp soa mais natural, "rápido", "detalhado", etc. Outros crêem o contrário. Essa é mais uma daquelas intermináveis argumentações audiófilas... :D
Segue um trecho de um texto muito bacana retirado do site da Electrocompaniet (www.electrocompaniet.com), fabricante norueguês que parece ter sido o primeiro a adotar a filosofia de baixo feedback. Note como ele comenta que, como sempre, a solução de compromisso é a ideal: nem zero feedback, nem 100 dB de feedback. A propósito, TIM = Transient Intermodulation Distortion e THD = Total Harmonic Distortion. O artigo do Dr. Otala trata justamente da TIM, "ignorada" até então.
"Dr. Otala's theorems on TIM very often came out as an attack on high-feedback amplifiers. Although it is correct that high-feedback amplifiers are more prone to TIM than low-feedback amplifier, there is no magic here. The main goal of any amplifier is to reproduce the incoming music as perfectly as possible, not adding nor subtracting anything. TIM is just one type of distortion, it will not help to exchange one type with another. It is true that some types of distortion are harsher to the ear than others, but there still is a balance to be done. If 0.1% of TIM equals 1% of THD in audibility, then an amplifier with 2% THD and 0.07% TIM will sound worse than an amplifier with 1% THD and 0.1% TIM.
So, we realised than the balance of distortions were the essential factor to consider. Not only do you have to balance THD against TIM, but also low frequency distortion against high frequency distortion, frequency and phase response against non-linear distortion in general, and so on."
Abraço.
Marcelo T
07-11-2002, 22:32
Eu já tinha visto essa pagina. Vcs precisam ver tambem os subwoofers IB (infinite baffle) q são colocados no porão embaixo do HT e usa o o volume do porão inteiro como caixa. Tem louco para tudo..
Carlos Dantas
08-11-2002, 10:24
Prezado Dennis
Gostei muito do seu comentário sobre realimentação negativa em amplificadores de pota~encia para audio. Este é um destes assuntos que está se tornando polêmico devido ao retorno dos amplificadores valvulados. Nesta polêmica válvula x estado sólido os defensores da válvula vieram com o argumento que realimentação negativa é uma coisa ruim e quanto menor a realimentação melhor é o amplificador. Este argumento foi levantado porque os amplificadores em estado sólido usam doses de realimentação muito maiores do que os valvulados .Na verdade este argumento esconde o fato que amplificadores valvulados não podem usar doses grandes de realimentação pois apresentam sérios problemas de instabilidade e não porque realimentação seja uma coisa ruim. É uma falácia. Para mergulhar fundo neste assunto eu recomendo fortemente a leitura de um livro escrito por um dos mais famosos projetistas de amplificadores de potência de audio chamado Douglas Self. Este engenheiro e Mestre em Ciências inglês escreveu um livro que é a bíblia dos projetistas de amplifificadores de potência e que se chama " Audio Power Amplifier Design Handbook", terceira edição, da Editora Newnes. A Livraria Cultura traz o livro para quem quizer tê-lo. Existe um capítulo todo dedicado a realimentação negativa e seus efeitos. Eu vou só reproduzir aqui uma pequena frase Que diz o seguinte " É desejável que o amplificador tenha um pequeno fator de realimentação negativa - isto é mentira ; um fator global de realimentação negativa só faz tudo ser melhor, e o único efeito provocado por excesso de realimentação é uma oscilação em frequência elevada, ou uma resposta pobre a transientes nas vizinhanças desta instabilidade. Estes efeitos são facilmente detetados nos testes e fáceis de serem evitados a não ser que haja algo de muito errado no projeto do amplificador. " Recomendo que quem gosta de amplificadores de potência que comprem este livro. Assim como o Sr. Self tambem acredito que a realimentação negativa está apenas servindo de argumento falacioso por aqueles que pretendem ver ressurgir das cinzas os amplificadores valvulados.
Abraços
Dantas
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