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Ver Versão Completa : SUGESTÃO DO DIA



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Texturas
09-02-2007, 03:50
Prudence Johnson é uma cantora de voz contralto, com um fraseado irrepreensível que presta, através dos seus trabalhos, um tributo à duas das vertentes mais belas do cancioneiro americano: o swing e o folk

Suas gravações, sempre cercada de cuidados audiófilos, são além de um deleite técnico de captação e mixagem, um prazer aos ouvidos para quem gosta de cantoras como June Christy, Rosemary Clooney ou Blosson Dearie, cantoras de jazz que sempre trazem um acento cool na sua forma de interpretar.

Tudo isso embladao com muita delicadeza e elegância:

para conhecer mais sobre: http://www.prudencejohnson.com/

minha indicação pessoal:

http://www.prudencejohnson.com/images/cd_dreamer_250.jpg

Progger58
10-02-2007, 15:24
Minha sugestão de hoje (especialmente para os proggers da área):

http://www.progreviews.com/reviews/images/LDF-Forse.jpg

Grupo: LOCANDA DELLE FATE
Álbum: Forse le lucciole non si amano più
Ano: 1977
País: Itália
Gênero: Rock Progressivo

Formação:
Giorgio Gardino – Bateria, vibrafone
Luciano Boero – Baixo, Hammond
Oscar Mazzoglio – Teclados
Ezio Vevey – Guitarras, vocal, flauta
Alberto Gaviglio – Guitarras, vocal
Michele Conta – Teclados
Leonardo Sasso – Vocal

Faixas:
1. A volte un istante di quiete — 6:32
2. Forse le lucciole non si amano più — 9:49
3. Profumo di colla bianca — 8:27
4. Cercando un nuovo confine — 6:42
5. Sogno di Estunno — 4:42
6. Non chiudere a chiave le stelle — 3:35
7. Vendesi saggezza — 9:38
8. New York — 4:35

Responsável por um dos melhores discos de todo o progressivo italiano, o Locanda Delle Fate teve sua origem a partir do encontro de três músicos (Oscar Mazzoglio, Luciano Boero e George Gardino) que tocavam em bares e boates da região de Piemonte, em meados dos anos 70. Tendo começado a compor músicas próprias, eles foram pouco a pouco arregimentando outros integrantes até finalmente gravarem seu disco de estréia, após haverem estabelecido contato com Niko Papathanassiou (que, para quem ainda não reconheceu o sobrenome, é irmão do famoso tecladista grego Vangelis), o qual ficou absolutamente fascinado com a música do grupo, tendo o disco sido originalmente lançado pela Polygram italiana, em 1977.

Este é um trabalho absolutamente impecável da primeira à última faixa, unindo com muita originalidade e incrível maestria belíssimas melodias a complexas e inesperadas estruturas rítmicas (marca registrada no som do LDF), numa perfeita interação harmônica de todos os instrumentos. Afinal são dois tecladistas, dois guitarristas, sete músicos ao todo, mas o que se nota claramente é que ninguém acaba se sobressaindo em relação aos demais, ou seja, existe uma perfeita alquimia entre todos eles. A primeira faixa, por exemplo (a única do disco que é completamente instrumental), começa com ótima participação de grand piano, evoluindo na seqüência para brilhantes performances de todos os demais instrumentistas. É bem verdade que grand piano e flauta parecem ter presença bastante marcante ao longo de todo o álbum, mas no geral o que se nota é realmente um belíssimo equilíbrio instrumental em todas as faixas. As performances de guitarras são muito parecidas com o estilo típico do Steve Hackett (Genesis) e a partir da segunda faixa temos ainda a participação do excelente vocalista Leonardo Sasso, com sua voz extremamente marcante e emotiva. :aplauso: :rever1:

Para aqueles ávidos por comparações com outras bandas, apesar da dificuldade em estabelecer comparações no presente caso (dado o ótimo nível de originalidade deste grupo), eu diria que o som do LDF me lembra eventualmente uma deliciosa mistura de PFM e Maxophone com alguns dos primeiros trabalhos do Genesis. Àqueles colegas já familiarizados com as bandas Alusa Fallax e Genfuoco (igualmente italianas), eu diria que existe bastante similaridade também. :legal:

Difícil apontar faixas favoritas em um disco tão maravilhosamente coeso e equilibrado como este, mas eu destacaria com especial ênfase as músicas "A volte un istante di quiete", "Forse le lucciole non si amano più", "Profumo di colla bianca", "Sogno di Estunno" e "Vendesi saggezza" como algumas das minhas prediletas. :tu:

Uma grande pena que a banda tenha iniciado carreira justamente numa época de total declínio para o rock progressivo em geral (segunda metade dos anos 70), de maneira que, a despeito do enorme potencial do grupo, não houve condições reais de continuidade de seu trabalho, tendo a banda, após uma curta turnê, encerrado atividades. Em 1999 a banda voltou a reunir-se para a gravação de um segundo disco (Homo Homini Lupus), o qual não tive ainda a oportunidade de checar mas que, a julgar pelos comentários que eu tenho lido, fica bem distante do brilhantismo do trabalho de estréia.

Progger58
11-02-2007, 13:39
Mais uma sugestão progressiva para hoje:

http://www.progreviews.com/reviews/images/Cam-Nude.jpg

Grupo: CAMEL
Álbum: Nude
Ano: 1981
País: Inglaterra
Gênero: Rock Progressivo

Depois de haver lançado autênticas pérolas progressivas ao longo da década anterior (a exemplo dos magníficos Mirage, The Snow Goose e Moonmadness), o Camel chega aos anos 80 contando apenas com dois membros remanescentes da formação original: o guitarrista Andrew Latimer e o baterista Andy Ward (por sinal este disco marca também a última participação do Ward como membro efetivo da banda).

Nude é mais um dos diversos discos conceituais do Camel (esta é definitivamente uma das bandas que mais discos conceituais lançou ao longo de sua prolífica carreira), sendo inspirado na história real de um soldado japonês da 2ª Guerra Mundial que acabou desgarrando-se de sua unidade durante uma batalha, ficando esquecido pelos seus companheiros em uma ilha deserta do Pacífico, dado como morto, ali permanecendo por 29 anos defendendo como bom soldado que era aquele pequeno pedaço do Império, sem saber que a guerra havia terminado. Resgatado e aclamado como herói, ele não consegue mais se adaptar à vida moderna, preferindo retornar à vida de isolamento em sua ilha.

O disco descreve passo a passo toda a trajetória de Nude, desde a vida pré-guerra do soldado, na música "City Life" (uma faixa com apelo meio pop, mas muito bonita realmente), seu destacamento para o exército, em "Drafted" (uma música simplesmente belíssima, a minha predileta do disco, com inspiradíssimos solos de guitarra de Latimer), sua ida à guerra, na faixa "Docks" (totalmente instrumental, com tons bastante sombrios e dramáticos), o momento em que foi deixado para trás, em "Beached" (também instrumental, com ótimos solos de Latimer), sua vida na ilha ("Landscapes" e "Changing Places", as duas igualmente instrumentais, sendo a primeira extremamente suave e melancólica, com ótima presença de flauta, e a segunda bem mais ritmada e alegre, com algumas pitadas de sons tropicais), a rigorosa observância de seu dever de soldado naquele pequeno pedaço do Império ("Pomp & Circumstance", também instrumental, com marcante presença de teclados e flauta), a sua localização, resgate e retorno como herói à terra natal ("Please Come Home", "Reflections", "Captured" e "The Homecoming", esta última com sua atmosfera bastante festiva e marcial, representando a parada de boas vindas da cidade para receber o seu soldado herói), os seus sentimentos e reflexões ao se dar conta de quanto tempo de sua vida perdeu por uma causa inútil e de que a invencibilidade do Império não era verdade, em "Lies" (outra boa faixa com ótima presença dos solos de Latimer e de vocais), e finalmente, em sua festa de aniversário de 50 anos ("The Birthday Cake"), convencido de que não tem mais como viver em sociedade, ele decide retornar à vida de isolamento que tinha antes na mesma ilha ("Nude's Return").

As músicas em Nude são quase todas interligadas, como convém a todo bom álbum conceitual, alternando-se entre faixas de pura suavidade e melancolia (perfeitamente integradas ao tema de solidão e isolamento proposto, com especial ênfase para as belíssimas "Drafted", "Landscapes", "Changing Places", "Pomp & Circumstance" e "Nude's Return") e outras bem mais rock, mais ritmadas, com destaque para as excelentes "City Life", "Docks", "Beached", "Captured" e "Lies". :legal:

Este é um álbum com poucas intervenções vocais (das quinze faixas do disco, onze são totalmente instrumentais) e, com exceção apenas da música "Please Come Home" (escrita por Latimer), as demais foram escritas por Susan Hoover, que viria a tornar-se esposa do Latimer e também letrista de diversos álbuns seguintes da banda.

Nude pode até não ser considerado um clássico do nível de pérolas como Mirage, The Snow Goose e Moonmadness, mas ainda assim é um ótimo disco, com seus momentos de pura inspiração do Latimer em melodias arrebatadoras e solos de guitarra e flauta de encherem o coração da gente. :aplauso:

Dagoberto
11-02-2007, 17:57
Minha sugestão:http://i.s8.com.br/images/cds/cover_tn/img8/pq1734308.jpg (http://www.submarino.com.br/cds_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=2&ProdId=1734308&ST=SR)

Mutantes - Tudo foi feito pelo sol.





Abs.

Dagoberto

Progger58
12-02-2007, 08:26
E mais uma sugestão progressiva para a galera: ;)

http://progmusique.ledico.free.fr/images/imagecom-redsand.jpg

Grupo: RED SAND
Álbum: Mirror of Insanity
Ano: 2004
País: Canadá
Gênero: Neo-Progressivo

Este é o álbum de estréia do grupo canadense Red Sand, liderado pelo excelente guitarrista Simon Caron. O grupo lançou em 2005 um segundo trabalho (Gentry), que não tive ainda a chance de checar.

Composto por três longas faixas e uma de curta duração, Mirror of Insanity é um verdadeiro achado para apreciadores de boas descobertas dentro do gênero Neo-Prog. À primeira audição o disco nos remete quase que imediatamente ao Marillion (era Fish), tanto em função das harmonias quanto em razão dos belos timbres de guitarra, bem no estilo do Steve Rothery. O timbre do vocalista é muito parecido com o Peter Hammil (Van Der Graaf Generator), conferindo um caráter de dramaticidade bastante peculiar ao som da banda. O disco tem a incrível capacidade, no entanto, de nos parecer soar melhor a cada nova audição, à medida em que vamos descobrindo que, a despeito de nos evocar tanto o Marillion, o som da banda é realmente muito bonito e cativante, com melodias arrebatadoras e arranjos muito bem elaborados, além de uma execução bastante primorosa. :legal:

Pena que o disco seja tão curto (40 minutos de duração apenas), pois quando termina fica aquele gostinho de quero mais realmente.

Progger58
13-02-2007, 08:52
Poxa, parece que escasseou mesmo? :Preoc: :Pens:

Enquanto isso, segue mais uma boa sugestão:

http://mendengarkan.files.wordpress.com/2009/01/mew-and-the-glass-handed-kites.jpg

Grupo: MEW
Título: And the Glass Handed Kites
Ano: 2005
Origem: Dinamarca
Gênero: Post-Rock, Progressivo

Músicos:
Jonas Bjerre – Vocais, guitarra, teclados
Bo Madsen – Guitarra, vocal
Johan Wohlert – Baixo, vocal
Silas Utke Graae Jorgensen – Bateria

Músicos adicionais:
Bo Rande – Trompete, flugelhorn
Lasse Mauritzen – Trompa
Rebecca Stark – Soprano
Damon Tutunjian – Guitarra

Nova sensação do rock alternativo/progressivo dinamarquês, o grupo Mew deve seu início ao encontro de três colegas de escola (Jonas, Bo e Johan), os quais, como parte de um trabalho artístico, decidiram fazer um filme sobre a destruição do planeta pelo homem, tendo eles próprios composto e executado a respectiva trilha sonora, lançando assim as bases para a formação da banda (Silas, na época também aluno da mesma escola, viria juntar-se ao grupo pouco tempo depois). Após um período de ensaios e entrosamento, a banda foi oficialmente formada em 1995, lançando seu primeiro trabalho em 1997 (A Triumph for Man) e depois um segundo disco em 2000 (The World Is Watching Me), no entanto estes dois primeiros trabalhos tiveram distribuição apenas na Dinamarca. Finalmente um terceiro trabalho (Frengers, de 2003) teve distribuição internacional, proporcionando assim ao resto do mundo a oportunidade de conhecer o som mágico e cativante do Mew.

And the Glass Handed Kites, quarto trabalho do grupo, é uma autêntica pérola de um gênero que eu classificaria como post-rock com ótimas influências de rock progressivo, hard rock e dream pop. Riffs poderosos de guitarra à la Radiohead, The Mars Volta e Oceansize unem-se aos vocais angelicais de Jonas Bjerre e a belíssimos arranjos orquestrais à la Flaming Lips para formar um todo harmônico e melodioso, numa ótima alternância de faixas e passagens bastante ruidosas com outras bem mais atmosféricas e viajantes. Para aqueles ávidos por comparações, portanto, algo como um caldeirão de influências as mais diversas como The Mars Volta, Sigur Rós, Dredg, Radiohead, Oceansize, Arcade Fire, The Flaming Lips, M83 e My Bloody Valentine. Para deleite da audiência progressiva, praticamente todas as faixas são interligadas, fazendo da audição deste álbum uma experiência realmente gratificante. :aplauso:

Difícil estabelecer quais as melhores faixas, já que o disco é todo muito bom realmente, mas eu destacaria com especial ênfase as músicas "Apocalypso", "Special", "The Zookeeper's Boy" e "Chinaberry Tree", bem como a belíssima balada "White Lips Kissed", como minhas prediletas. Se tivesse que escolher apenas duas, no entanto, eu indicaria as seguintes, nesta ordem: "White Lips Kissed" (faixa 13) e "Apocalypso" (faixa 5). Simplesmente arrasadoras. :rever1:

Towerhillsantos
13-02-2007, 11:39
Bem , uma opção de boa qualidade para quem gosta da geração "Trama " de MPB , é o DVD lançado já a algum tempo do Simoninha em parceria com a MTV com músicas do Jorge Bem . Comprei meio que por acaso quando fazia compras no Carrefour de Santos por um preço bem baixo - R$ 9,90 .
Bem acompanhado por músicos de qualidade e palhinha de gente como Toni Garrido , Max de Castro etc...
Custo x benefico = :aplauso:

Andremnr
13-02-2007, 11:56
http://www.dprp.net/reviews/images/200567moonsafari.jpg

Grupo: Moon Safari
Título: A Doorway to Summer
Ano: 2005
Origem: Suécia
Gênero: Progressivo

Um dos melhores álbuns de estréia da história do progressivo. Pode ser exagero, mas toda a crítica especializada foi unânime em enaltecer as qualidades deste belíssimo álbum desta banda sueca. A produção e participação especial nos teclados do tecladista do Flower Kings.
Recomendado.

Progger58
13-02-2007, 14:09
Grupo: Moon Safari
Título: A Doorway to Summer
Ano: 2005
Origem: Dinamarca
Gênero: Progressivo

(...)mas toda a crítica especializada foi unânime em enaltecer as qualidades deste belíssimo álbum desta banda sueca.
Decida-se logo, hômi!!! :riso:

Brincadeiras à parte, como seria mais ou menos a sonoridade dessa banda? A julgar pela participação do tecladista do Flower Kings, deve ser coisa muito boa realmente. :legal:

Andremnr
13-02-2007, 14:30
Caro Demétrio,

Devidamente corrigido. Que olho heim?

Depois faço uma descrição do som da banda.

André

Progger58
13-02-2007, 19:22
Maravilha, André, fico então no aguardo de informações mais detalhadas sobre o Moon Safari. :legal:

arcarneiro
14-02-2007, 12:32
http://www.metalstorm.ee/images/awards/24.jpg
Grupo: Dol Ammad
Título: Ocean Dymanics
Ano: 2006
Origem: Grécia
Gênero: Atmospheric / Symphonic Electronic / Metal / Progressive (ou qq coisa no meio disso)
Site Oficial (http://www.dolammad.com)
MySpace (http://www.myspace.com/dolammad) com 4 músicas

"Electronica Metal Progressive" é o gênero que a própria banda definiu, e é o que mais reflete o som desta banda. Quer ter mais ou menos uma idéia de como a banda soa??? Pense numa mistura entre Ozric Tentacles e Therion que vc está chegando perto...
A banda foi criada pelo compositor grego Thanasis Lightbridge, que juntou o metal com a música eletrônica e um coral de 14 vozes (7 homens e 7 mulheres).

"Ocean Dynamics" é o segundo álbum da banda, onde os destaques (NMO) são: Thalassa Dominion I - IV, Solarwinds e Liquid Desert.


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Sobre o Moon Safari, realmente é uma banda supimpa!!! :legal: Ótima recomendação, Andremnr. Uma ótima notícia é que o novo álbum, BLOMLJUD, deve sair nesse ano. (E por falar nisso, o ano de 2007 promete ser muito bom para o prog em geral!!! :feliz:)

Progger58
14-02-2007, 13:17
André (o Carneiro), parece ser muito boa realmente essa sua dica aí, heim? Vou ter que dar uma checada nesse Dol Ammad logo, logo. :legal:

Aproveitando o ensejo, segue minha sugestão de hoje:

http://www.youthink.ca/reviews/cds/1Feb06CDs/Pilotdrift.jpg

Grupo: PILOTDRIFT
Título: Water Sphere
Ano: 2005
Origem: USA
Gênero: Post-Rock, Progressivo

Músicos:
Kelly Carr – Vocais, piano, guitarra acústica
John David Blagg – Guitarra
Jay Budzilowski – Baixo
Ben Rice – Bateria
Eric Russell – Guitarra, eletrônicos

Músicos adicionais:
Micah Dorsey – Guitarras, teclados
Kevin Garinger – Trompete
Stephanie Rice – Trompete
Audrey Easley – Flauta
DeeJay CeePee – Percussão
Bi-State Childens Choir – Vozes


Originário do Texas, o quinteto americano Pilotdrift estreou em 2004 com o disco Iter Facere, sendo este Water Sphere, portanto, o segundo trabalho da banda. Este álbum viria a tornar-se o primeiro lançamento do selo Good Records, de propriedade de Tim DeLaughter and Julie Doyle (The Polyphonic Spree).

São características marcantes na música do Pilotdrift os vocais eminentemente operísticos e os elaborados arranjos orquestrais, com sutis reminiscências de compositores como Danny Elfman e Andrew Lloyd Weber e de bandas como Pink Floyd, Queen, Radiohead, Flaming Lips e Mercury Rev, além de – acreditem – elementos até de Bossa Nova. Em suma, uma paleta extremamente diversificada de influências, como convém a qualquer boa obra progressiva. :legal:

Aqui a banda destila sua nítida vocação sinfônica logo na faixa de abertura, "Caught in my Trap", uma intricada peça operística/orquestral que assume uma sonoridade um pouco mais ruidosa ao final, com poderosos riffs de guitarra. Excelente faixa.

"Bubblecraft" (faixa 2) apresenta uma sonoridade com nítidos elementos de Bossa Nova, acompanhada de suaves arranjos orquestrais e de ótimo trabalho de bateria também.

"Passenger Seat" (faixa 3) contém sutis reminiscências indie rock, com alguns experimentalismos e boa presença de elementos eletrônicos.

"Late Night in a Wax Museum" (faixa 4) é outra predileta, uma faixa bastante experimental, com ótima presença de guitarra e vibrafone.

"Jekyll and Hyde Suite" (faixa 5), a mais longa (9min47seg) e talvez a melhor deste álbum, é uma mini-suite de características extremamente teatrais, dividida em vários movimentos, começando num tom bastante soturno, proporcionado por sons de órgão de igreja, evoluindo em seguida para passagens mais experimentais e vocais operísticos, assumindo a partir da metade características eminentemente sinfônicas, inclusive com um bonito crescendo ao final.

"Elephant Island" (faixa 6) começa bem semi-acústica, com vocais operísticos, violão e piano, evoluindo em seguida para passagens mais pesadas.

"Rings of Symbols" (faixa 7), outra com boas reminiscências indie rock, sem perder contudo as características operísticas sempre presentes nos vocais.

Outra favorita, a curta "Comets" (faixa 8) é extremamente melancólica, etérea, contemplativa, com belíssima presença de coral.

E finalmente a faixa 9, "So Long", outro destaque do álbum, começa com retumbante trabalho de percussão e nos remete a arranjos vocais e orquestrais com reminiscências de Vangelis, Mercury Rev e The Flaming Lips, evoluindo para riffs de guitarra e magnífico trabalho de percussão ao final. Ótima faixa de encerramento para um álbum igualmente extraordinário.

Como se pode eventualmente deduzir do exposto acima, a música do Pilotdrift é bastante complexa, hipnótica, surreal, mas ao mesmo tempo extremamente bonita e convidativa. Na minha opinião, um disco com enorme potencial para agradar tanto aos fãs do rock progressivo sinfônico tradicional quanto aos apreciadores de estilos mais modernos, tais como post-rock e indie rock. :aplauso: :rever1:

Progger58
15-02-2007, 23:42
Sugestão do dia:

http://progmusique.ledico.free.fr/images/imagecom-iona1.jpg

Grupo: IONA
Álbum: The Book of Kells
Ano: 1992
País: Inglaterra
Gênero: Rock Progressivo

O grupo inglês Iona deve sua origem à iniciativa de dois músicos, David Fitzgerald (sax, flautas) e Dave Brainbridge (guitarra, teclados), os quais decidiram formar uma banda com forte inspiração na música cristã das ilhas britânicas depois que David retornou fascinado de uma viagem que fez, em 1988, a algumas ilhas da costa oeste da Escócia, dentre as quais Lindisfarne e a pequena ilha de Iona, lugares de profundo significado na história do cristianismo daquele país (daí a razão de haverem escolhido justamente o nome de uma dessas ilhas para batizarem a banda). Com a entrada, algum tempo depois, da vocalista Joanne Hogg (também teclados), estava constituído o núcleo básico inicial do grupo, sendo finalmente lançado o primeiro álbum (homônimo) em 1990, com a participação de músicos convidados.

The Book of Kells, segundo trabalho da banda (lançado em 1992), é inspirado em um manuscrito medieval, de mesmo nome, produzido por monges celtas e considerado uma relíquia histórica da Irlanda, contendo iluminuras e textos dos quatro evangelhos em latim. Neste disco, além de David, Dave e Joanne, também fizeram parte do line-up os músicos Nick Beggs (baixo, stick, címbalos) e Terl Bryant (bateria, percussão), auxiliados por músicos convidados, dentre eles Troy Donockley (gaita-de-foles, whistles), que viria a tornar-se membro efetivo da banda a partir de 1995.

Como já mencionado alhures, o Iona tem uma fortíssima inspiração na música cristã das ilhas britânicas, inclusive inúmeras músicas com letras inspiradas em hinos religiosos tradicionais. São características marcantes no som dessa banda o vocal solene e angelical da Joanne Hogg e as belíssimas paisagens sonoras proporcionadas por teclados, complementados por instrumentação típica como harpa celta, gaita-de-foles, whistles, etc. Algo como que uma deliciosa fusão de rock folk celta à la Clannad com as conhecidas paisagens sonoras do Robert Fripp (o qual, por sinal, é um grande admirador e incentivador do grupo, já tendo inclusive participado de alguns de seus trabalhos, como músico convidado). :legal:

Este álbum é definitivamente um dos melhores dentro da excelente discografia do Iona, com faixas realmente magníficas do início ao fim. Dentre estas, eu destacaria com especial ênfase as seguintes: "Matthew – The Man" (faixa 3), uma mini-suíte de quase 12 minutos de duração, dividida em três movimentos, sendo a primeira parte caracterizada por interessantes alternâncias entre passagens mais fortes, comandadas por percussão, e outras mais serenas e contemplativas, proporcionadas por paisagens sonoras de teclados, a segunda parte tendo como destaque os vocais angelicais da Joanne Hogg, bem como a presença de flauta e violão, e a última parte caracterizada por intervenções vigorosas de percussão e riffs de guitarra; a também belíssima e etérea "The Arrest – Gethsemane" (faixa 10), totalmente instrumental, uma autêntica viagem sonora proporcionada por maravilhoso trabalho de teclados e sax; e a vigorosa "Kells" (faixa 13), comandada por magnífico trabalho de percussão. :aplauso:

Em suma, Book of Kells é um disco que nos evoca a todo instante paisagens imaginárias de uma ilha remota, de noites chuvosas, de plena paz espiritual, através de belíssimos tapetes sonoros proporcionados principalmente por teclados, flautas e sax. Uma feliz união de pop, progressivo e ambient à música religiosa britânica e a elementos da música tradicional celta. :rever1:

arcarneiro
16-02-2007, 12:23
Bem legal essa sugestão do Iona, Mestre Demétrio! Estou ouvindo as músicas presentes no MySpace (http://www.myspace.com/ionauk) da banda e estou gostando bastante do som, a levada folk é bem legal... Acabei de escutar a "Matthew - The Man" numa rádio e me lembrou um pouco o Proto-kaw, muito bom!!!! já tinha visto essa banda "por ai" mas nunca tinha prestado muita atenção... muito obrigado!!! :legal:
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http://mitkadem3.homestead.com/files/reviews/pics/mindgames.actors.200x200.jpg

Grupo: Mindgames
Título: Actors in a Play
Ano: 2006
Origem: Bélgica
Gênero: Neo-prog
Site Oficial (http://www.mindgames.be/)

Esse é o segundo álbum da banda, apresentando uma evolução e mais originalidade em relação ao anterior, com um Neo-prog de ótima qualidade!!! O álbum é conceitual e conta a estória de várias personalidades diferentes.
As composições são longas (6 faixas com um tempo total de 66:54) com belas e melodiosas passagens instrumentais. Os teclados de Tom Truyers estão fortemente presentes, de forma muito agradável, e o guitarrista Rudy Vander Veken por diversas vezes traz um som mais "rocker" para a banda, fazendo desta uma ótima combinação
Uma coisa que me desagradou no início, mas agora já estou acostumado, é o vocalista Bart Schram, que me parecia que queria cantar mais rápido do que a música, como se estivesse lendo uma frase sem levar em conta os "espaços". Mas depois de algumas ouvidas, acostumei com ele.
Apresenta algo totalmente inovador??? Não, mas isso não impede de proporcionar momentos altamente agradáveis. Um álbum que está entre os meus top 2006 :legal:
Minhas músicas favoritas são: "Statues" e "Royalty & Jeopardy" (mas todas são bem legais).

Progger58
16-02-2007, 14:29
Beleza, André, fico feliz em saber que minha indicação serviu para despertar um maior interesse de sua parte no IONA, assumidamente uma de minhas bandas prediletas atuais. :legal:

Obrigado também por sua dica. Já conheço o trabalho anterior do Mindgames, do qual gostei bastante, de forma que também fiquei deveras interessado em conhecer esse segundo trabalho deles. :tu:

Rodrigues
16-02-2007, 16:09
Graças à indicação do amigo Demétrio Enid Progger e outro amigo não forista, tive a felicidade de ser apresentado ao maravilhoso trabalho de um músico fenomenal, chamado Jeff Golub. E eu com a minha humilde ignorância, achando que o, não menos fantástico, Larry Carlton reinava absoluto neste gênero. :D

Portanto, está aí a minha sugestão do dia:

Jeff Golub
Álbum: Temptation
http://ec2.images-amazon.com/images/P/B00094ASTU.01._SS500_SCLZZZZZZZ_.jpg

A capa parece meio suspeita :riso: mas este review da cdnow resume bem o que é este músico e especificamente este álbum: :aplauso: :aplauso: :aplauso:

Editorial Reviews
Product Description
A little groovy, a little sexy, and a whole lotta cool, TEMPTATION is the powerful Narada Jazz debut from top-selling guitarist Jeff Golub. Including a nod to one of his influences, Wes Montgomery, Golub continues to make his mark on contemporary jazz with these 11 new tunes featuring his blues-drenched guitar lines, pop/rock sensibilities, and chilled-down grooves.
Weaving his signature bluesy style with European-chill marks a new direction for the guitarist. This direction wasn't planned; it resulted from the meeting of two distinct artistic minds - Golub's and Grammy(r)-winning producer Paul Brown (Boney James, George Benson, Al Jarreau). "Paul has a strong track record as a producer, and what he brought to TEMPTATION sounds different from the approach I used on my previous records," says Golub. "At the same time, as guitarists, there are a lot of similar things that we like to hear in music. By combining a European-chill type sound on some of the tracks with my bluesy guitar, it gave us an interesting feel that sounds like me, yet different from what you generally hear in smooth jazz."

Progger58
16-02-2007, 19:21
Grande Rodrigues,

Fico imensamente feliz em saber que minha sugestão de um disco do Jeff Golub, postada aqui mesmo neste tópico há algum tempo atrás, acabou contribuindo para a sua descoberta desse magnífico artista. :legal:

Não se esqueça de também checar estes outros dois maravilhosos discos dele:

http://images.amazon.com/images/P/B00004SST7.01._AA240_SCLZZZZZZZ_.jpg


http://ec3.images-amazon.com/images/P/B00005UW1G.01._AA240_SCLZZZZZZZ_.jpg

Progger58
17-02-2007, 11:44
Minha sugestão de hoje:

http://www.progarchives.com/progressive_rock_discography_covers/660/cover_5461323102008.jpg

Grupo: BRAND X
Álbum: Manifest Destiny
Ano: 1997
País: Inglaterra
Gênero: Jazz-Rock Fusion, Progressivo

Um dos grupos mais tradicionais de jazz-rock fusion/progressivo, o Brand X encontra-se na estrada desde a metade dos anos 70, apresentando formações diversas ao longo de sua prolífica carreira (inclusive contando com o cantor e baterista Phil Collins em alguns de seus primeiros trabalhos), mas sempre mantendo o seu núcleo básico girando em torno do guitarrista John Goodsall e do baixista Percy Jones (isto pelo menos até o final da década de 90, já que o Percy Jones também acabou deixando a banda, em 1999, sendo substituído por Mick Stevens).

Em Manifest Destiny, de 1997, além de Goodsall e Jones, também fizeram parte do line-up o tecladista Marc Wagnon e o baterista Frank Katz, bem como os músicos convidados Franz Pusch (teclados) e Danny Wilding (flauta). Trata-se, na minha opinião, de um dos trabalhos mais consistentes do Brand X, caracterizado por uma marcante presença de seção rítmica (bateria, baixo, percussão), boas variações e interessantes elementos de world music em algumas passagens. :legal:

O disco abre com a excelente "True to the Clik", uma típica peça jazz-rock com uma introdução meio soturna e algumas reminiscências crimsonianas ao longo de seu desenvolvimento, reminiscências estas também presentes na faixa seguinte, "Stellerator". "Virus" (faixa 3), a mais longa do álbum (quase 8 minutos), é talvez a minha predileta de todas, com ótimas variações e algumas experimentações vocais interessantes. O disco prossegue com "XXL" (faixa 4) e "The Worst Man" (faixa 5), ambas com uma batida meio funk e alguns elementos eletrônicos, enquanto que "Manifest Destiny" (faixa 6) e "Drum Ddu" (faixa 8 ) retornam às características eminentemente jazz-rock do álbum, com boa presença de riffs de guitarra. A tranqüila "Five Drops" (faixa 7) tem características acústicas, com boa presença de solos de guitarra flamenca e vibrafone, enquanto que "Operation Hearts and Minds" (faixa 9), outra predileta, também apresenta reminiscências tipicamente jazz-rock, com ótima presença de guitarra e vibrafone. O disco fecha oficialmente com "Mr. Bubble Goes to Hollywood", uma faixa bem curta (2:56), constituída apenas de um solo de bateria com sutil acompanhamento de baixo.

Na minha opinião, como dito alhures, um dos melhores trabalhos do Brand X, recomendado sem reservas a todo fã da banda e do gênero fusion/progressivo em geral. :aplauso:

Rodrigues
17-02-2007, 13:19
Prezado Demétrio,


Grande Rodrigues,

Fico imensamente feliz em saber que minha sugestão de um disco do Jeff Golub, postada aqui mesmo neste tópico há algum tempo atrás, acabou contribuindo para a sua descoberta desse magnífico artista. :legal:

Não se esqueça de também checar estes outros dois maravilhosos discos dele:


Checarei, tão logo for possível.

Progger58
18-02-2007, 11:23
Minha sugestão de hoje:

http://images.amazon.com/images/P/B00000737X.01._SCLZZZZZZZ_.jpg

Artista: CHRIS REA
Título: Dancing with Strangers
Ano: 1987
Origem: Inglaterra
Gênero: Pop / Blues-Rock

Na estrada desde o final dos anos 70 (na verdade ingressou na música em meados daquela década, ao substituir David Coverdale numa banda chamada Magdalene, lançando-se em carreira solo a partir de 1978), o compositor, cantor e guitarrista britânico Chris Rea é um dos artistas mais perfeccionistas de que tenho notícia. Alguns de seus discos são referências em termos de qualidade sonora, denotando extremo apuro e cuidado nos elaborados arranjos, bem como na sua execução e processo de gravação propriamente dito. Ele também é considerado um virtuose em seu principal instrumento, a guitarra (notadamente a slide guitar), com uma técnica bastante apurada. Dono de um timbre vocal inconfundível, sua voz é meio rouca, soando como um misto entre Mark Knopfler (Dire Straits) e Bruce Springsteen – mas canta melhor que os dois.

Dancing With Strangers, lançado em 1987, conta com os músicos convidados Kevin Leach (órgão, piano), Eoghan O'Neil (baixo), Martin Ditcham (bateria, percussão), David Spillane (guitarra, gaita-de-foles, whistles) e Jerry Donahue (guitarra, gaita-de-foles, whistles), enquanto Chris Rea responde por toda a parte vocal, banjo, acordeon, harmônica, cordas, piano, teclado e, claro, sua especialidade, as magníficas intervenções de guitarras (notadamente slide guitar).

Como convém a todo e qualquer trabalho musical de qualidade, este também apresenta uma paleta bastante diversificada de variações: sonoridades tipicamente blues-rock em "Joy of Christmas", "Gonna Buy a Hat", "Curse of the Traveller" e "Donahue's Broken Wheel", faixas cheias de suingue em "Windy Town" e "Let's Dance", elementos de música celta na etérea "Josie's Tune" e de sonoridades caribenhas na dançante "Que Sera", além das belíssimas baladas "Loving You Again" e "September Blue", da folk "I Don't Care Any More" e da instrumental "Danielle's Breakfast". Todas excelentes, mas se eu tivesse que escolher apenas duas estas seriam com certeza as faixas "Curse of the Traveller" e "Loving You Again". Arrasadoras. :aplauso: :rever1:

Comparado com outros trabalhos do artista lançados na mesma época, Dancing With Strangers é um disco de características um pouco mais pop e, na minha opinião, um dos melhores trabalhos de sua carreira (no mesmo nível, por exemplo, dos também extraordinários The Road to Hell, de 1989, e Auberge, de 1991), afinal aqui também estão presentes todos aqueles ingredientes que fazem da música do Chris Rea um verdadeiro bálsamo para os nossos ouvidos: melodias cativantes e arrebatadoras, magnífica interpretação vocal e solos maravilhosos de slide guitar, além do habitual apuro e cuidado nos elaborados arranjos, na sua execução e gravação em estúdio. Um disco perfeito para levantar o astral depois de um longo e extenuante dia de trabalho ou para curtir durante sua próxima viagem de carro. :legal:

Tecnicamente este disco também pode ser apontado como digno de constar em qualquer boa coleção audiófila. Transparência e um ótimo palco sonoro são apenas alguns dos atributos deste álbum, fazendo dele uma excelente opção em termos de boa música dentro do gênero Rock/AOR com qualidade técnica à altura de bons sistemas de áudio (coisa que, como sabemos, nem sempre se consegue equacionar a contento). :tu:

Progger58
18-02-2007, 23:13
Tendo passado todo o dia de hoje curtindo a música contagiante do Chris Rea, segue então minha segunda sugestão do dia através de outro sensacional disco seu:

http://images.uulyrics.com/cover/c/chris-rea/album-auberge.jpg

Artista: CHRIS REA
Título: Auberge
Ano: 1991
Origem: Inglaterra
Gênero: Pop / Blues-Rock

Auberge, lançado em 1991, completa a trilogia de melhores trabalhos do Chris Rea (pelo menos dentre os que eu tive a grata oportunidade de conhecer até agora), juntamente com os magníficos The Road to Hell, de 1989, e Dancing With Strangers, de 1987. Aqui aparecem como convidados os músicos Max Middleton (Rhodes, grand piano, arranjos de cordas), Robert Ahwai (baixo) e Martin Ditcham (bateria, percussão), além de orquestra conduzida por Gavin Wright, enquanto Chris Rea responde por toda a parte vocal, órgão Hammond, harmônica e, claro, sua especialidade, as magníficas intervenções de guitarras (notadamente slide guitar).

A exemplo de outros trabalhos do artista, este também apresenta uma paleta bastante diversificada de estilos: levadas roqueiras em "Auberge" e "Red Shoes", reminiscências blueseiras em "You're Not a Number" e "Set Me Free", e até uma levada meio reggae em "Every Second Counts", além das deliciosamente tranqüilas "Gone Fishing", "Heaven", "Sing a Song of Love to Me", "Looking for the Summer", "And You My Love" e "The Mention of Your Name". Todas excelentes, mas se eu tivesse que escolher apenas duas estas seriam com certeza as faixas "Heaven" e "Looking for the Summer". Simplesmente arrasadoras. :aplauso: :rever1:

Comparado com outros trabalhos do artista lançados na mesma época, Auberge é um disco mais introspectivo, nostálgico, melancólico. Um disco perfeito para relaxar depois de um longo e extenuante dia de trabalho ou para curtir durante sua próxima viagem de carro. :legal:

Tecnicamente este disco também é um primor, apresentando, dentre outros atributos, uma incrível transparência e ótimo palco sonoro. Um disco, portanto, digno de constar em qualquer boa coleção audiófila, com qualidade técnica à altura de bons sistemas de áudio. :tu:

Progger58
21-02-2007, 13:27
Minha sugestão de hoje:

http://progbrasil.com.br/artwork/MarcoPolo.jpg

Artistas: ALESINI & ANDREONI
Título: Marco Polo
Ano: 1995
País: Itália
Gênero: Progressivo

Este disco, lançado em 1995, é resultado de um projeto encabeçado pelo duo italiano Nicola Alesini (sax, clarinete, teclados, percussão) e Pier Luigi Andreoni (piano, teclados, percussão), contando com um seleto time de músicos convidados, dentre os quais David Sylvian (vocais), Roger Eno (piano, teclados, vocais), Harold Budd (piano) e David Torn (guitarra). É, como o próprio título sugere, um disco conceitual, inspirado na mítica jornada do aventureiro italiano Marco Polo, no século XIII, em direção ao então desconhecido Extremo Oriente, saindo de Veneza/Itália, no ano de 1271, e finalmente chegando à China, na corte de Kublai Khan, em 1275, descobrindo uma rota terrestre ligando o Ocidente ao Oriente que viria a ficar depois conhecida como a "Rota da Seda".

O disco abre com a letárgica "Come Morning", que parece nos evocar paisagens de um alvorecer preguiçoso, de momentos que antecedem o início de uma longa jornada em direção a terras distantes e desconhecidas, mas uma jornada calma, sem pressa alguma, apenas pelo prazer de mais uma interessante descoberta a cada nova colina adiante. A viagem musical prossegue através de paisagens as mais exóticas, em faixas como "Quinsai, La Citta' Del Cielo", "Yangchow", "The Golden Way", "Sumatra", "Maya", "Buchara", "Kubilay Khan" e "The Valley of Pamir", sempre mantendo sua marcante característica de uma certa letargia e torpor ao longo de todas as faixas, para isto contribuindo enormemente o estilo vocal característico do David Sylvian, os hipnóticos solos de sax e clarinete e as belíssimas paisagens sonoras proporcionadas por teclados. O David Sylvian (ex-Japan e com diversos trabalhos lançados em parceria com o Robert Fripp) é mestre realmente em criar climas e sonoridades assim, o mesmo podendo ser dito em relação a outros colaboradores ilustres como Roger Eno, Harold Budd e David Torn. :aplauso:

Um disco belíssimo, com enorme potencial para agradar em cheio àqueles que eventualmente já conhecem e apreciam a discografia solo do David Sylvian, bem como a todos aqueles que também apreciam trabalhos progressivos dentro das características acima descritas. :legal:

Progger58
22-02-2007, 09:03
Mais um disco do magnífico grupo IONA como sugestão:

http://www.christianbits.co.uk/shopimages/OPENVP3CD.jpg

Grupo: IONA
Álbum: Beyond These Shores
Ano: 1993
País: Inglaterra
Gênero: Progressivo Folk/Sinfônico

Beyond These Shores, terceiro trabalho do excelente grupo inglês de folk progressivo Iona, é inspirado na mítica viagem do monge irlandês St. Brendan através do Oceano Atlântico, séculos antes da expedição comandada por Cristóvão Colombo, durante a qual veio ele a descobrir terras exóticas e desconhecidas, conforme descrições contidas em um escrito antigo intitulado Navigatio Sancti Brendani, sendo-lhe por muitos atribuída a descoberta do Novo Mundo. Neste disco o grupo já não conta mais com o membro fundador David Fitzgerald, o qual deixara a banda, um ano antes, a fim de dedicar-se integralmente ao seu curso de graduação em música, sendo o line-up aqui constituído por Joanne Hogg (vocais, teclados, guitarra acústica), Dave Brainbridge (guitarras, piano, teclados), Mike Haughton (sax, flauta, whistles, vocais), Nick Beggs (Chapman stick, baixo) e Terl Bryant (bateria, percussão), contando ainda com a ilustre participação do guitarrista Robert Fripp (King Crimson) e de outros músicos convidados, dentre os quais Troy Donockley (gaita-de-foles, E-bow guitar, whistles), Petter Whitfield (violinos, viola), Frank Van Essen (violino), Debbie Brainbridge (oboé), Fiona Davidson (harpa celta) e de um grupo de cordas.

A exemplo de outros trabalhos do Iona, este também apresenta um misto bastante interessante de pop, folk-rock e progressivo à la Clannad em algumas faixas (como em "Treasure", "Brendan's Voyage", "Edge of the World", "Today", "Beachy Head" e "Brendan's Return") e de paisagens sonoras etéreas e viajantes proporcionadas por violinos, flautas, sax e teclados em outras (como em "Prayer on the Mountain", "View of the Islands", "Bird of Heaven", "Adrift", "Machrie Moor" e "Beyond These Shores"), além de belíssimas intervenções de instrumentação típica como harpa celta, gaita-de-foles e whistles ao longo de todo o álbum. As músicas, com sua atmosfera toda peculiar, têm a incrível capacidade de nos evocar paisagens imaginárias perfeitamente condizentes com o tema em questão. Dentre as melhores faixas do disco, eu destacaria com especial ênfase a melancólica "Beachy Head", a instrumental "Machrie Moor" e a extremamente emotiva faixa título, a última do disco, na minha opinião uma das músicas mais bonitas já feitas pelo Iona. :aplauso:

Beyond These Shores é um disco que eu particularmente colocaria numa faixa intermediária entre muito bom e excelente, na verdade um disco quase tão magnífico quanto seu predecessor, The Book of Kells (1992). Só a faixa título, na minha opinião, justifica por si só a aquisição deste trabalho, pois é realmente belíssima. :legal:

SILVERLEMON
23-02-2007, 11:36
Sugestão do dia, excelente para se ouvir pós carnaval.

http://image.allmusic.com/00/amg/cov200/drh300/h315/h31579p1e9h.jpg

Resenha (não tão bem detalhada quanto ao colega Demétrio, a.k. Progger)

ARTISTA: Mark Knopfler & Emyllou Harris
TITULO: All The Roadrunning
ANO DE PRODUÇÃO: 2006
GÊNERO: Country Rock
PAÍS DE ORIGEM: USA

Disco perfeito para se ouvir e relaxar num final de tarde, com a interação perfeita entre os timbres de guitarra do Mark Knopfler, aliados a sua bela voz de baladeiro e a grande interpretação complementar da voz country da Emyllou Harris. Na linha de "Comes a Time" do Neil Young, este trabalho nos enche de alegria e entusiasmo de ainda existir grandes compositores e intérpretes na veia country dos EUA, mas ligados ao Rock na medida certa. Um trabalho digno de nota 10 em todos os sentidos e altamente recomendavel para os apreciadores do gênero. :aplauso:

Abraço a todos !

SILVERLEMON
23-02-2007, 14:42
Mais uma sugestão para estes dias pós carnaval:

http://www.rocksinfonico.com/sitebuilder/images/tangerine-248x248.jpg

Artist : Tangerine Dream (Edgar Froese & Ralf Wadepfuhl)
Album : Blue Dawn
Source : CD
Year : 2006
Genre : New Age
Label : Eastgate
Tracklisting
------------
01 Where Dreams are Large and Airy (6:19)
02 Riding the Wind (4:35)
03 Thunderheads (7:25)
04 Eagle's Crest (5:35)
05 Food for the Gods (8:21)
06 Without a Bad Conscience (6:00)
07 Cardamom Route (5:00)
08 A World Away from Gagaland (7:03)
09 Native Companions (4:12)
10 Blue Dawn (7:01)

Playing Time : 61:31

O material deste album foi composto durante uma turnê pelos Estados Unidos entre os meses de agosto e setembro de 1988, semana após semana, em aviões, hoteis e várias locações e fez com que os dois musicos tivessem a oportunidade de ter musicalmente uma performance diferente no palco.
O planejado era realizar as composições durante as viagens e lança-las como um "Tour Album" no ano seguinte. Como estavam na estrada durante o verão norte-americano, o "tempo" em sí foi de grande influencia nas composições, demonstrando muita eloquência e transpirando cores vivas principalmente pelo uso de guitarras (com grandes solos) coisa pouco comum no TD que costuma usar apenas teclados dos mais diversos.
O álbum foi completado no final da excursão e finalisado na casa de amigos em Los Angeles, mas vários motivos impediram o lançamento do album que ficou guardado por longos 17 anos e que agora é finalmente apresentado ao público.:feliz:
Enfim, um belíssimo trabalho que finalmente é oferecido aos amantes da boa musica do TD, nota 10. Recomendo.:aplauso:

Progger58
23-02-2007, 19:50
http://www.rocksinfonico.com/sitebuilder/images/tangerine-248x248.jpg
Ôpa, não tenho este ainda. Já pra wish list!!! :legal:

Dessa mesma época (final dos anos 80), um outro magnífico trabalho do Tangerine Dream que eu também recomendo bastante é o "Optical Race". Sensacional. :aplauso:

Abcoon
23-02-2007, 20:50
Albuns que escutei hoje e adorei para começar bem o fim de semana , bem ZEN .Dificil definir o estilo , porem musica de qualidade agradavel na minha opinião imperdivel.O chato e que aqui (BR) não consegui encontrar os CD e tive que recorre a Mula.

Lovespirals - Free and Easy

http://ec1.images-amazon.com/images/P/B000BNMDPQ.01._SS500_SCLZZZZZZZ_.jpg

Editorial Reviews
About the Artist
Lovespirals began in 1999 as an outgrowth of multi-instrumentalist Ryan Lums previous band incarnation, Love Spirals Downwards. Following the release of his 10,000+ selling electronica/ethereal rock hybrid album, Flux, Lum began working as a drum 'n' bass DJ and dance track producer, collaborating with jazzy chanteuse, Anji Bee, and the members of Subliminal Records funky deep house duo, Monkey Bars. By 2001, Lovespirals had released a number of drum n bass and downtempo tracks on various artist compilations, including Chill Out in the City and Chill Out Lounge Vol. 2 on Water Music Records, and a jazz step remix of Claire Voyant for their album Time Again on Metropolis Records. 2002 brought the release of Lovespirals first full-length album, Windblown Kiss, on Projekt Records, as well as tracks on 2 popular Hot Topic compilations. Lovespirals return in 2005 with Free and Easy, an album which blends the many elements of their previous work into a truly cohesive whole. Over time, Lovespirals have evolved from a dance format to a more pop sound, highlighting Bees versatile vocal work and Lums mastery of guitar. From track to track, and even within each tune itself, the duo culls their favorite aspects of every genre those most beautiful, haunting, or groovy to create a unique hybrid of electronica, soul, jazz, blues, and pop, with dashes of world, folk, and rock or whatever else tickles their fancy. Lovespirals have performed all across North America with a semi-live set featuring guitar, sax, and vocals over a backing track on laptop. Lum as also appeared in Los Angeles and San Francisco clubs with traditional DJ sets, often including dub plates of their material.

Product Description
Free & Easy is the culmination Lovespirals 3-year exploration of fusing myriad musical interests into a satisfyingly smooth sound they refer to as electro-acoustic pop. While Windblown Kiss cleverly disguised Lovespirals' digital recording techniques with its focus on organic sounds and more traditional songwriting styles, Free & Easy embraces the bands electronic origins, offering a balanced blend of elements from their earlier dance-oriented material as well as their more rock-based pop offerings. Every track on Free & Easy has its own unique feel; the title track and album opener, "Free and Easy", is laid-back Morcheeba-esque downtempo flavored with old-school R&B stylings, including melodious Rhodes piano and wah guitar. "Hand in Hand" takes an earlier jazz-step single, slows it down to a relaxed liquid funk pace, then builds it up with heartbreakingly sweet vocal harmonies, a light, jazzy mix of acoustic and electric guitars, and a smatter of saxophone by special guest musician, Doron Orenstein. "Deep in my Soul", the funkiest of the bunch, is an upbeat deep house track featuring soulful vocals and gritty wah work, ending on a spiritual note with soaring hammond organ chords. The album takes another unexpected turn with, "Habitual", whose sparse arrangement and hushed tone recalls some of the late 60's, early 70's music that inspires the band. Album closer, "Sandcastles", further amplifies this retro rock influence in the form of an extended guitar jam breakdown and dramatic gospel-style closing. Throughout this 43-minute collection of electro-acoustic downtempo, deep house, and jazzy-yet-rock-infused chill out, Lovespirals traverse many genres while maintaining a recognizably dreamy, sensual vibe courtesy of the smooth, soulful guitar and Rhodes piano of Ryan Lum, enhanced by the seductive vocals and romantic lyrics of Anji Bee.

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Goldfrap - Felt Mountain

http://ec1.images-amazon.com/images/P/B00004XSS2.01._SS500_SCLZZZZZZZ_.jpg

Editorial Reviews
Amazon.com
You might expect the debut album from a woman who has collaborated extensively with Tricky and Orbital to be both wondrous and strange--and you'd be right to. What you might not expect is the depth of Alison Goldfrapp's beguiling, distracting 21st-century noir visions on Felt Mountain. She and her fellow composer Will Gregory can mix in Brechtian cabaret; classical instrumentation; left-of-field electronics; decadent, Gainsbourg-style French pop; and the odd piece of whistling on just one track ("Felt Mountain"). "Oompa Radar" almost reaches Tom Waits heights of infamy, the way familiar instruments come together in such a simultaneously comforting and alienating style. The baroque "Paper Bag," meanwhile, uncannily recalls Joe Meek's toy-town visions of 1960s grandeur. All this and a seductive vocal to die for. --Everett True

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Gare du Nord - In Search of Excellounge

http://ec2.images-amazon.com/images/P/B00005Q6G3.01._SS500_SCLZZZZZZZ_.jpg

"Customer ReviewsAverage Customer Review:

wow!!!, May 2, 2005 Reviewer: Deep (Paris, FR) - See all my reviews

wow!!! that's all I can say.. amazing music.. you must also get their other album, KIND OF COOL..
wow, this is simply beautiful/chilling/lounge/relaxing music.
cheers.


great funky cd. the guy at a&b suggested it when he saw the pile of cd's i was buying.
from french electronic, disco to deep south blues this group knows how to kick back... and groove. if you like cafe del mar stuff or zero 7 id pick this one up too.
enjoy"

piupa
23-02-2007, 22:45
Dessa mesma época (final dos anos 80), um outro magnífico trabalho do Tangerine Dream que eu também recomendo bastante é o "Optical Race". Sensacional. :aplauso:

Para quem gosta do Tangerine Dream, como eu, uma dica: no canal 100 da TVA Digital está passando diariamente um show do TG muito bom, com imagens muito legais..... uma viagem :legal:

Abraços,
Adilson.

piupa
23-02-2007, 22:53
Minha sugestão para hoje (ganhei de aniversário :D )

DVD Peter Gabriel - Still Growing Up: Peter Gabriel Live and Unwrapped
http://images.americanas.com.br/produtos/item/298/2/298229gg.jpg

DVD Duplo
Áudio: DD 2.0; DD 5.1 e DTS (muito bom)

Vídeo: 16:9 anamórfico

Músicas

1.The Feeling Begins
2. Red Rain
3. Secret World
4. White Ashes
5. Games Without Frontiers
6. Burn You Up, Burn You Down
7. The Tower That Ate People
8. San Jacinto
9. Digging in the Dirt
10. Solsbury Hill
11. Sledgehammer
12. Come Talk to Me
13. Biko

Vários extras e no Disco 2, 'Unwrapped' - dirigida por sua filha Anna Gabriel, com a colaboração de Hamilton - é um documentário de 83 minutos que explora o mundo por trás das canções. Com legandas em Português :tu:

Foi um "belo" presente :legal:

Abraços,
Adilson.

Progger58
24-02-2007, 14:38
E eis a minha para hoje:

http://rockprogressivo.com.br/canais/rev/images/capacamel.gif

Grupo: CAMEL
Álbum: Rajaz
Ano: 1999
País: Inglaterra
Gênero: Progressivo Sinfônico

O deserto, lugar de solidão e mistérios, por onde há milhares de anos caravanas vêm e vão, sempre caminhando no mesmo ritmo e compasso: o ritmo e compasso do camelo. Em tempos remotos, versos cantados na cadência desses passos ajudavam a estimular caravanas a superarem a longa e extenuante jornada através do deserto e atingirem seu destino final. A essa forma peculiar de poesia dava-se o nome de "Rajaz", ou seja, "o ritmo do camelo".

Sob a inspiração desse tema mágico da solidão do deserto e seus mistérios, o Camel (grupo seminal do rock progressivo inglês, responsável por autênticas pérolas progressivas ao longo dos últimos trinta anos, tais como Mirage, The Snow Goose, Moonmadness, etc.) chega ao seu 13º trabalho de estúdio contando apenas com o guitarrista Andrew Latimer da formação original. Neste disco, lançado em 1999, Latimer responde pelos vocais, guitarras, flauta, teclados e percussão, contando com a colaboração dos músicos convidados Colin Bass (baixo), Tom Scherpenzeel (teclados), Dave Stewart (bateria, percussão) e Barry Phillips (violoncelo).

O disco abre com a instrumental "Three Wishes", uma faixa com introdução meio floydiana (à la "Shine on You Crazy Diamond"), evoluindo em seguida para variações canterburianas muito interessantes, bem nas características habituais do Camel, com ótima presença de guitarra e teclados (algumas reminiscências de álbuns como Mirage, Moonmadness e Breathless podem ser aqui identificadas), além de algumas levadas flamencas em uma determinada passagem também.

"Lost and Found" (faixa 2), a primeira do disco com vocais, apresenta interessantes variações rítmicas em seu andamento, com o habitual brilhantismo dos solos de guitarra do Latimer e uma ótima presença de teclados (me lembrei de "Lady Fantasy" ouvindo esta música).

"The Final Encore" (faixa 3) começa com uma parte instrumental bem prolongada, num tom bastante soturno e misterioso proporcionado por teclado, riffs de guitarra e uma batida marcante e cadenciada (como a cadência dos passos de um camelo). Mesmo após a entrada da parte vocal, a música prossegue no mesmo ritmo cadenciado inicial, apresentando excelentes intervenções de guitarra e teclados ao longo de seu desenvolvimento, além de algumas reminiscências de música árabe em uma determinada passagem. Uma música bastante exótica, que nos evoca a imagem mental de uma caravana através da vastidão de um grande deserto, ao "ritmo do camelo".

"Rajaz" (faixa 4) apresenta uma introdução semi-acústica, com ótima presença de violoncelo e flauta, evoluindo em seguida para algumas levadas blueseiras nos riffs de guitarra do Latimer.

Achei a faixa 5, "Shout", um pouco inferior ao restante do álbum, mas ainda assim é uma boa faixa (certamente bem melhor do que a média contida, por exemplo, no álbum The Single Factor, de 1982).

As três últimas faixas do disco são excelentes: "Straight to my Heart" (faixa 6), com algumas levadas blueseiras, a instrumental "Sahara" (faixa 7), com suas deliciosas reminiscências jazzísticas e inspirados solos do Latimer, e finalmente a faixa de encerramento do álbum, a belíssima "Lawrence", uma música que nos evoca em determinadas passagens a doce melancolia de clássicos de outrora como "Ice" e que parece capturar com perfeita precisão o sentimento de alguém sozinho no deserto ao fim do dia.

Este é mais um disco dentro das características musicais do Camel, notadamente no que concerne à incrível capacidade do Latimer de criar melodias belíssimas e arrebatadoras e letras de intensa carga emocional (salientando que, das oito faixas do disco, quatro são de autoria do Latimer sozinho e as outras quatro co-escritas por sua esposa Susan Hoover). Dentre as músicas prediletas, eu destacaria com especial ênfase as belíssimas "Three Wishes", "The Final Encore", "Sahara" e "Lawrence". :aplauso:

Jeaudium
24-02-2007, 15:15
Adilson:aplauso:
Tenho este DVD ele e realmente ótimo:bD
Ja o havia recomendado tambem aqui http://www.htforum.com/vb/showthread.php?t=20952&page=9

Progger58
26-02-2007, 13:11
Minha sugestão de hoje (em homenagem ao colega ACDEMORAES):

http://www.musicaldiscoveries.com/artwork/fawsfc.jpg

Grupo: MOSTLY AUTUMN
Álbum: For All We Shared
Ano: 1998
País: Inglaterra
Gênero: Rock Progressivo

Uma das melhores revelações do selo Cyclops/GFT, o grupo inglês Mostly Autumn surgiu no final dos anos 90 com uma fórmula que – me recordo muito bem – conquistou uma enorme legião de fãs como que num piscar de olhos: a feliz união de rock pop e progressivo com fortíssimas influências de Pink Floyd (notadamente no vocal e guitarra à la David Gilmour) e de elementos de música folk/celta, através da notável utilização de instrumentos típicos como bodhran, flautas, whistles e violino em perfeita interação com guitarra, teclados, baixo e bateria, além da marcante presença do bonito vocal feminino da musa Heather Findlay, que normalmente se alterna nos vocais com o líder da banda, o guitarrista Bryan Josh. Uma fórmula arrebatadora realmente.

Em For All We Shared, seu trabalho de estréia (lançado em 1998), o grupo é um octeto formado por Bryan Josh (guitarra, violões, e-bow guitar, vocais), Heather Findlay (violão, pandeirola, vocais), Iain Jennings (teclados, vocais), Liam Davison (guitarra, violões, vocais), Bob Faulds (violino), Stuart Carver (baixo), Kev Gibbons (whistles) e Allan Scott (bateria), contando ainda com dois músicos convidados: Angela Goldthorpe (flauta) e Chè (djembê).

O disco abre com "Nowhere to Hide", cujos sons iniciais parecem nos evocar a imagem mental de um dia chuvoso e aconchegante, a sensação de um vento frio soprando em nossa face. Após essa intensa sensação inicial, a música enfim toma forma numa boa faixa pop-progressiva, bastante ritmada e com ótimas intervenções de guitarra, além de boa presença vocal do Bryan Josh.

"Porcupine Rain" (faixa 2) começa bem viajante, com riffs hipnóticos de guitarra e um tapete suave de teclado, assumindo em seguida uma pegada mais rock, com boa sessão rítmica e interessante presença vocal do dueto Josh/Findlay.

"The Last Climb" (faixa 3), uma das mais longas do álbum (8 minutos), é uma música suave, iniciando com cantos de pássaros e riffs esparsos de guitarra e teclado, depois vocais em dueto do Josh e Findlay, evoluindo em seguida para uma longa e belíssima passagem instrumental proporcionada por guitarra e violino.

"Heroes Never Die" (faixa 4), outra também bastante longa (9:34), é um tributo de Josh a seu falecido pai (cuja foto aparece na capa do disco). Com uma letra de intensa carga emocional e repleta de harmonias belíssimas ao longo de seu desenvolvimento, constitui um dos momentos mais sublimes deste trabalho, apresentando solos avassaladores de guitarra do Josh em sua parte final.

A instrumental "Folklore" (faixa 5) começa extremamente alegre e festiva, comandada por violino e por um ritmo contagiante (como numa típica festa folclórica escocesa), assumindo características mais sinfônicas em sua parte final, inclusive com boa presença de guitarra.

"Boundless Ocean" (faixa 6) é uma bonita balada folk, com forte presença de flauta, violino e whistles, cantada em dueto por Josh e Heather.

A instrumental "Shenanigans" (faixa 7) apresenta evidentes características folk-rock celta, com marcante presença de violino e whistles.

"Steal Away" (faixa 8) é uma bonita canção folk cantada pela Heather Findlay, acompanhada por violão, teclado, flauta e bateria, assumindo características sinfônicas com fortíssimas reminiscências floydianas em sua parte final.

A instrumental "Out of the Inn" (faixa 9) apresenta características folk em sua primeira parte, com forte presença de flauta, violino e percussão típica, evoluindo para levadas roqueiras em sua segunda metade, sob o comando de guitarra e bateria.

E finalmente "The Night Sky" (faixa 10), a mais longa do disco (10:25), começa bem suave e melancólica, com vocais em dueto, teclado e flauta, evoluindo para uma longa passagem instrumental com ótimas reminiscências floydianas, comandada por violino, bateria e belíssimos solos de guitarra do Josh.

Há uma magia toda especial na música do Mostly Autumn, capaz de nos arrebatar com toda intensidade logo na primeira audição de um disco seu: é uma música que consegue nos evocar paisagens pastorais extremamente tranqüilas e agradáveis, de dias chuvosos e aconchegantes, ou de atmosferas alegres e festivas, ou mesmo de uma doce melancolia em certas passagens. Este primeiro trabalho da banda, em particular, é riquíssimo no que concerne a estas características todas e, musicalmente, também constitui um dos melhores discos de estréia que eu conheço. Um disco realmente excelente, com músicas belíssimas do início ao fim, destacando-se dentre elas as magníficas "The Last Climb", "Heroes Never Die", "Folklore", "Steal Away" e "The Night Sky". :aplauso: :rever1:

Progger58
27-02-2007, 13:23
Mais uma sugestão para a galera prog:

http://progmusique.ledico.free.fr/images/imagecom-tale.jpg

Grupo: TALE MUSIC GROUP
Álbum: Elysium Fields
Ano: 1998
País: África do Sul
Gênero: Neo-Progressivo

Uma das poucas representantes do gênero rock progressivo em seu continente, a banda sul-africana Tale Music Group estreou em 1994, com o álbum Riverman Vol. 1 (na época com o nome simplificado apenas para Tale). A banda tem nos músicos Rob Granville e Michael Stodart seus dois mentores, sendo este o seu segundo trabalho de estúdio.

Elysium Fields, lançado em 1998, é um disco conceitual, tendo como fio condutor de sua temática as alucinações de um doente terminal em coma (nome fictício Joe Boliero), em um leito de hospital, fantasiando sua lenta jornada para a morte e sua busca por um paraíso chamado Elysium Fields. Suas fantasias transcorrem em um mundo subterrâneo com cidades exóticas, trens animados e outras estranhezas (incluindo um encontro amedrontador com o tinhoso) e, em sua árdua procura por Elysium Fields, ele acaba efetivamente morrendo e sua fantasia se tornando uma desejada realidade.

As faixas são todas interligadas e o disco inicia com o som bastante sugestivo de um respirador hospitalar e vozes esparsas ao longe, seguindo-se uma introdução musical bastante enérgica, comandada por bateria e dedilhados de órgão Hammond, seguida de boa intervenção de guitarra. A partir da faixa 2 começa a jornada sombria e misteriosa do personagem, traduzida musicalmente através de faixas não muito complexas, mas repletas de atmosferas bastante soturnas e melancólicas, com ótimas reminiscências de Supertramp e Alan Parsons Project, evidenciando-se uma marcante presença de piano ao longo de praticamente todo o álbum (notadamente nas faixas 2, 3, 5, 7, 9, 11, 13 e 14), além de ótimas intervenções de sax, teclados, guitarra e orquestra e de belíssimas harmonias vocais.

Em suma, este é um disco que consegue conciliar (e maravilhosamente bem, diga-se de passagem) a "simplicidade" prog de um Alan Parsons Project ou Supertramp com as texturas melódicas de um Genesis e as atmosferas soturnas e misteriosas de um Pink Floyd, emergindo desse caldeirão de influências um trabalho muito bonito e interessante. :tu:

arcarneiro
27-02-2007, 14:03
vixi, esse pessoal não parou nem no carnaval para descansar e tomar uma cervejinha.... :D

http://www.grande-rock.com/SiegesEvenTheArtOfNavigatingByTheStars.jpg

Artista: Sieges Even
Título: The Art Of Navigating By The Stars
Ano: 2005
Origem: Alemanha
Gênero: prog-metal (+/-)
Site Oficial (http://www.siegeseven.com/start.htm) (possui 2 músicas ao vivo e mais alguns samples)
MySpace (http://www.myspace.com/siegesevenofficial) (com 3 músicas inteiras)

Tracklisting:
Intro: Navigating By The Stars (0:29)
Sequence I: The Weight (10:13)
Sequence II: The Lonely Views Of Condors (6:14)
Sequence III: Unbreakable (8:59)
Sequence IV: Stigmata (8:22)
Sequence V: Blue Wide Open (5:13)
Sequence VI: To The Ones Who Have Failed (7:26)
Sequence VII: Lighthouse (7:41)
Sequence VIII: Styx (8:55)

Sexto álbum que marcou o retorno da banda após 8 anos "dando um tempo", e com nova formação e de certa forma uma mudança no estilo do som. O que antes era um "simples" technical-Prog-Metal-encaixando-o-máximo-de-notas-possível-em-cada-música agora é um som pesado mas não totalmente prog-metal, é melodioso mas não é prog-rock "raiz", é técnico mas não é frenético.
O álbum é composto de uma intrudução e oito sequências (como descrito no encarte), que estão todas ligadas entre si através de alguns temas, dando a forma de uma música de 63 minutos.
O trabalho extremamente coeso dos irmãos Alex e Oliver Holzwarth (bateria e baixo) e os lindos vocais de Arno Menses (o novo integrante da banda) são os pontos altos do álbum para mim!!! A guitarra fica por conta de Markus Steffen, tocando sem exageros. A guitarra não tem aquela presença costumeira (no prog-metal) de ser o principal instrumento, tomando a frente de todos os outros... não há aqueles riffs pesadissimos nem solos extremamente mirabolates e velozes...
O instrumento que mais aparece (ou ao menos é o que mais me chamou a atenção) é o baixo, de forma muito bem tocada.

Destaque para todas as músicas, até a baladinha Blue Wide Open!!!

Um álbum que eu acho simplismente LINDO e que figura entre os melhores que eu tenho!! !:rever1: vale ser conferido!!!

Uma boa notícia, para os que gostam da banda, é que o novo álbum, Paramount estará saindo esse ano, no final de Setembro!!!:feliz:

Progger58
28-02-2007, 07:01
vixi, esse pessoal não parou nem no carnaval para descansar e tomar uma cervejinha.... :D
Que nada. Tirei pra escutar música e, aproveitando essas audições, recomendar mais uns disquinhos aqui pra turma. :bD A propósito, obrigado pela sugestão do Sieges Even. Parece coisa muito boa realmente, heim? :legal:

ANTUNES CARLOS
28-02-2007, 10:00
Assisti ontem o dvd GRAND OLE OPRY - AT CARNEGIE HALL, um showzaço, que reúne as maiores estrelas da música country. Um show de imagem e de qualidade de aúdio, músicas suaves (Alison Krauss, Trisha Yearwood, Martina McBride), um show que acalma os nervos, vale a pena este dvd:aplauso: :aplauso: :aplauso: .

Progger58
28-02-2007, 12:54
Minha sugestão de hoje é um clássico do rock progressivo:

http://www.progarchives.com/progressive_rock_discography_covers/233/cover_29362117102008.jpg

Grupo: MARILLION
Título: Misplaced Childhood
Ano: 1985
Origem: Inglaterra
Gênero: Neo-Progressivo

Um dos grandes representantes do gênero Neo-Progressivo, o Marillion (inicialmente batizado como Silmarillion, nome inspirado em uma obra de J.R.R.Tolkien) foi formado no final dos anos 70, só vindo porém a lançar seu primeiro registro fonográfico em 1982 (o mini-álbum Market Square Heroes), iniciando uma carreira de muito sucesso e que é comumente separada em duas fases bastante distintas: a primeira de Market Square Heroes a Clutching at Straws (1987), com Fish nos vocais, fortemente influenciada por Genesis (fase Gabriel), e a segunda do álbum Season's End (1989) até os dias de hoje, com o vocalista Steve Hogarth, caracterizada por uma levada mais pop rock (embora com magníficos trabalhos nesta segunda fase também).

Misplaced Childhood, terceiro trabalho de estúdio da banda, foi lançado em 1985, com a seguinte formação: Fish (vocais), Steve Rothery (guitarra), Mark Kelly (teclados), Pete Trewavas (baixo) e Ian Mosley (bateria). Trata-se de um disco conceitual, de certa forma inspirado num drama pessoal vivido pelo próprio Fish na época, mergulhado que estava em problemas com o álcool e em profunda depressão por conta de um relacionamento amoroso em declínio. Assim, partindo de uma temática figurativa sobre a perda da inocência, ou infância perdida (misplaced childhood), Fish e banda compuseram este magnífico trabalho, evocando temas como solidão e isolamento ("Pseudo Silk Kimono"), sofrimento pela perda do primeiro amor – aquele que achamos que vai durar para sempre ("Kayleigh") e a necessidade do indivíduo de renascer, de reconstruir, de redescobrir-se a si mesmo diante de uma grande perda.

As faixas neste álbum são interligadas, constituindo duas grandes partes ou suítes: a primeira formada pelas faixas de 1 a 5 e a segunda pelas faixas de 6 a 10. A seqüência inicial com as faixas "Pseudo Silk Kimono" (1), "Kayleigh" (2) e "Lavender" (3) forma um dos trechos musicais mais lindos que eu já tive a grata oportunidade de ouvir (seja dentro do gênero rock progressivo ou fora dele), com performances arrebatadoras de teclados e seção rítmica, solos inspiradíssimas de guitarra do Rothery, além de uma participação vocal igualmente inspirada do Fish (a faixa 2 dessa seqüência, "Kayleigh", viria a transformar-se no maior hit da banda). "Bitter Suite" (faixa 4), dividida em três partes, tem uma atmosfera bastante sombria e melancólica, com interessantes reminiscências de Pink Floyd e Genesis ao longo de seu desenvolvimento, enquanto que "Heart of Lothian" (faixa 5), dividida em duas partes, apresenta uma sonoridade bem mais enérgica, com ótima presença de guitarra.

A segunda metade do disco abre com "Waterhole" (faixa 6), com sua pegada bastante frenética e roqueira, progredindo para a faixa seguinte, "Lords of the Backstage", ainda com uma boa dose roqueira também, o que viria a dissipar-se na belíssima e melancólica "Blind Curve" (faixa 8), repleta de riffs inspirados de guitarra ao longo de seus cinco movimentos, o mesmo acontecendo na faixa subseqüente a esta, "Childhood's End?", onde o Rothery brilha uma vez mais. "White Feather", faixa de encerramento, também apresenta uma levada mais roqueira, constituindo liricamente uma leve incursão deste trabalho em temas de cunho político-social também.

Misplaced Childhood representa um momento mágico na história do Marillion, de perfeita sinergia entre todos os músicos da banda: Steve Rothery, um dos melhores guitarristas da nova geração progressiva pós-anos 70, inspirado estilisticamente em alguns dos mais seminais guitarristas do prog (notadamente David Gilmour e Steve Hackett), mas criando a partir dessas influências sua assinatura sônica própria, bastante distinta e peculiar (tornando-se ele próprio uma referência para muitos outros guitarristas também); Mark Kelly, tecladista de uma sensibilidade melódica notável, lembrando o também seminal Tony Banks (Genesis); Pete Trewavas (baixo) e Ian Mosley (bateria), em perfeita interação com o restante da banda; e Fish (pseudônimo artístico para Derek Dick, seu nome verdadeiro), no auge de sua capacidade criativa e de interpretação. :aplauso:

Este álbum constitui, em suma, um dos trabalhos mais elaborados de todo o cânon progressivo, uma obra-prima irretocável, absolutamente essencial em qualquer coleção prog que se preze. Impossível não se emocionar profundamente com a singela beleza e profunda melancolia de faixas como "Pseudo Silk Kimono", "Kayleigh", "Lavender", "Bitter Suite", "Blind Curve" e "Childhood's End?" (minhas prediletas do disco). :rever1:

GeraldoLMR
28-02-2007, 13:22
Demétrio,

comecei a ouvir o Marillion por incdicação sua e comprei vários discos deles. De todos, gosto mais desse Misplaced Childhood, que acho uma obra prima.

Outra coisa, você poderia indicar algum grupo que procura usar a voz como se fosse um instrumento musical, isto é, que fica brincando com a voz ?

Um exemplo que eu vejo é o Gentle Giant, de que gosto muito. O próprio Genesis também faz isso em algumas músicas. As variações na entonação, no timbre, no ritmo do vocal chamam a atenção. Essa coisa de cantar como um menestrel, numa forma que pode lembrar cantadores da idade média, que muda para algo de canto lírico e às vezes se prolonga, fundindo-se em um instrumento musical, como flauta, sax ou algo eletrônico.

Você indicaria outras bandas progs com essa característica e discos dessas bandas em que esse recurso fosse usado com maestria ?

Um abraço,
Geraldo.

Progger58
28-02-2007, 13:44
Aí, Geraldo, fico feliz que tenha seguido minha dica sobre o Marillion e gostado do resultado. :legal:

Quanto à sua pergunta pertinente a bandas cujos vocalistas procuram também fazer variações de timbre e entonação, uma que me vem imediatamente à memória é o Van Der Graaf Generator. Dessa banda eu recomendo o excelente Pawn Hearts. :tu:

Vou procurar lembrar-me de outras e irei postando à medida que for me lembrando, ok? ;)

Tunafish
28-02-2007, 14:02
Minha sugestão de hoje é um clássico do rock progressivo:

http://www.the-company.com/images/covers/mchildh.300_300.jpg

Grupo: MARILLION
Título: Misplaced Childhood
Ano: 1985
Origem: Inglaterra
Gênero: Neo-Progressivo


Belíssimo disco, Demétrio! Indispensável em qualquer coleção! :legal:

Progger58
28-02-2007, 23:01
Olá, Tunafish, vejo então que já temos no mínimo duas bandas das quais ambos gostamos muito: Marillion e Bad Company!! :legal: :aplauso:

navemae
01-03-2007, 07:01
Bom dia a todos,eis a minha dica para este dia:

http://www.sonhosesons.com.br/catalogo/capas/saecvla_saecvlorvm.jpg

Nome: saecvla_saecvlorvm
Título do cd: mesmo
Ano: 96 (a partir de originais da década de 70)

Com apenas 5 músicas e pouco mais de 30 minutos.

Formação:

Giacomo Lombardi - Piano
José Audisio - Guitarras
Bob Walter - Bateria
Edson Plá Vieguas - Baixo
Juninho - Baixo
Marcos Viana Violino

Link (http://www.sonhosesons.com.br/pgcatalogo.htm) para ouvir a música Acqua Vitae em mp3


Segue abaixo um review (por Rodrigo Guabiraba )

Banda de vida efêmera e de sonoridade instigante, O Saecula Saeculorum durou pouco mais de 3 anos (74-77) e conseguiu gravar apenas uma fita demo, que virou CD em 96. Liderada pelo violinista, vocalista e tecladista Marcus Vianna (que mais tarde viria a formar o bem sucedido Sagrado Coração da Terra), esta banda mineira soube misturar (e bem) musica clássica, com excelentes arranjos de piano e violino, com o bom e velho rock, bem dentro do progressivo vigente na época. O disco tem cerca de 30 mins. e várias restrições técnicas, visíveis na má equalização de alguns instrumentos. Mas na verdade isso acaba não fazendo muita diferença, dada a tamanha beleza de certas composições. A faixa título é maravilhosa, com lindo piano de Giacomo Lombardi e belo trabalho de violino e guitarra. Um vocal barroco no meio da faixa mostra o potencial desperdiçado pela industria fonogárfica ao não lançar um disco decente na época. "Acqua Vitae" é uma poderosa música, com maravilhoso piano, de alto nivel para o progressivo nacional em meados de 70. A valorização do cello e do violino de Marcus Vianna deixam o som do Saecula bem pessoal em relação à outras bandas. "Eu quero ver o sol" é um progressivo intenso, com letra viajandona é boa guitarra. Pra variar, os teclados são maravilhosos (simples e perfeitos). "Constelação de Aquarius" é um instrumental com vocalizações e um duelo violino X piano, seguido de um andamento forte bem dirigido pelo baixo e bateria. Grande faixa. O disco fecha com "Rádio no peito", um pouco mais convencional que as outras, mas bem elaborada, encerra bem a sequência de clássicos. Dada a dificuldade para recuperar estas músicas e relança-las, o album é mais que sensacional, uma pena realmente não termos oportunidade de apreciar um trabalho mais completo e melhor produzido deste cometa que cruzou os céus das Minas Gerais no final dos anos 70 (como o próprio encarte diz).

Boas audições a todos.

Ps.: a chuva está parando e aos poucos tô voltando :legal:

Jair

Tunafish
01-03-2007, 09:50
Olá, Tunafish, vejo então que já temos no mínimo duas bandas das quais ambos gostamos muito: Marillion e Bad Company!! :legal: :aplauso:

Pode colocar outra na lista então: não dá para não citar o glorioso Genesis! :legal:

Byrd
01-03-2007, 12:46
.....algum grupo que procura usar a voz como se fosse um instrumento musical, isto é, que fica brincando com a voz ?.....

Dois escoceses, dos quais que me lembro agora:

Ian Anderson à flauta, e seu ótimo Jetrho Tull; e Elisabeth Fraser, à frente do viajante Cocteau Twins (não bem prog, mas duca!). :legal:

Progger58
01-03-2007, 20:06
http://www.sonhosesons.com.br/catalogo/capas/saecvla_saecvlorvm.jpg

Nome: saecvla_saecvlorvm
Título do cd: mesmo
Ano: 96 (a partir de originais da década de 70)
Muito bom realmente esse disco aí. :legal: Pena que seja tão curto (pouco mais de trinta minutos apenas). Fica sempre aquele gostinho de "quero mais" ao final da audição. ;)

Progger58
03-03-2007, 21:06
Mais uma boa sugestão:

http://www.magnacarta.net/images/publicity/niacin/TimeCrunch2.jpg

Grupo: NIACIN
Título: Time Crunch
Ano: 2001
Gênero: Fusion / Progressivo

Niacin é um trio norte-americano de Jazz-Rock Fusion instrumental, composto por três virtuoses em seus respectivos instrumentos: Billy Sheehan (baixo), John Novello (teclados) e Dennis Chambers (bateria). A título de curiosidade, "NIACIN" é o nome técnico pelo qual se conhece a vitamina B3, portanto uma clara alusão ao órgão Hammond B3, instrumento de destaque no som desta banda. Apesar dessa sutil predominância de órgão Hammond no contexto geral, a música do Niacin é na verdade um somatório dos três virtuoses acima, num resultado absolutamente extraordinário. :legal:

A exemplo de seus trabalhos anteriores, neste também predomina um certo peso ao longo das composições, uma pegada realmente notável por parte dos três instrumentistas. A única faixa mais suave neste disco é a 8 ("Glow"), as demais são pura energia musical realmente.

Um dos grandes destaques do álbum é a releitura do clássico "Red", do King Crimson (faixa 4). São 8 minutos de puro deleite musical, numa performance verdadeiramente à altura de uma das melhores músicas do Crimson.

Este é indubitavelmente um dos melhores trabalhos do Niacin, inclusive no que concerne ao aspecto técnico também, já que se trata de uma gravação com qualidade acima da média dentro do gênero. :aplauso:

dutchmaster
04-03-2007, 01:18
Dica do dia:

Zona de Impacto(SPORTV) - Surf Sessions Vol. 2
http://img87.imageshack.us/img87/7141/16958494ja1.jpg

Ficha Técnica
Artista: Vários
Ano: 2006
Gênero: Bandas

Sinopse:
Este segundo volume de Zona de Impacto: Surf Sessions é um disco para todas as horas, para transformar qualquer lugar em praia de ondas macias e areia branca. E não pense que o CD destina-se apenas aos surfistas. É perfeito para ouvir na estrada, numa reunião com os amigos ou só de curtição. Esta trilha remete à sensação de liberdade, com 15 faixas fantásticas, incluindo os sucessos "Make You Mine" (Donavon Frankenreiter), "Good Time Boys" (Red Hot Chili Peppers) e "Jane Says" (Jane´s Addiction).

Faixas:
1. Make You Mine - Donavon Frankenreiter
2. Sexual Healing - Ben Harper
3. California - Phanton Planet
4. No Rain - Blind Melon
5. Pawn Shop - Sublime
6. Good Time - Ziggy Marley
7. I I Ever Feel Better - Phoenix
8. Back to You - Jeremy Kay
9. Special K - Placebo
10. Good Time Boys - Red Hot Chili Peppers
11. Jane Says - Jane´s Addiction
12. Black the Sun - Alex Lloyd
13. Make a Choice - Dylan Donkin
14. Summer Smell - Instrumental
15. Bad Trip - Instrumental

Roosevelt
04-03-2007, 22:10
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/a/a9/Police-album-reggattadeblanc.jpg/600px-Police-album-reggattadeblanc.jpg

Grupo: THE POLICE
Título: Regatta de Blanc
Lançamento original: 05 de outubro de 1979
Gênero: Rock com toques de reggae, ska e jazz.

Não me atrevo a fazer uma resenha deste disco, soberbo trabalho dessa banda inglesa formada pelos mágicos Stewart Copeland, Andy Summers e Sting. O melhor a fazer é colocar para tocar! Seja em CD, LP ou cassete. Tanto faz! É maravilhoso de qualquer maneira!!

Será que estou exagerando?
Para um disco que abre com "Message in a bottle", segue com a deliciosa "Reggatta de Blanc" e ainda contém "Bring On The Night", "Walking On The Moon"? Certamente não estou! :tu:

Grande abraço e um ótimo fim de noite.
Roosevelt!

Som_de_Pedreiro
05-03-2007, 00:31
Govt Mule... Deepest End
CD + DVD
Blues Rock, Soul e Hard de primeira. IMPECAVEL !!!
Show com a participação especial de varios musicos, entre eles Bela Fleck, Roger Glover, Jack Cassady, Los Lobos e inumeros baixistas da pesada.:rever1: :rever1: :rever1:

http://www.cduniverse.com/productinfo.asp?pid=1276546&BAB=E

Recomendadíssimo !!!
[ ]s
Alexandre

SILVERLEMON
05-03-2007, 11:25
Salve Alexandre!
Cara, é muito bom saber que pessoas como voce curtem este tipo de som, afinal aqui neste tópico rola 90% só de "rock progressivo" e acho que temos que "variar" um pouco as direções. Eu também tenho este belo CD/DVD do Gov't Mule uma banda espetacular liderada pelo excelente slide guitar Warren Haynes (ex-Allman Bros.). É impressionante a qualidade do trabalho a nível de imagem e som 5.1, DTS, etc, mas temos que tirar o chapéu pros caras que mandam super bem. Este concerto é uma homenagem ao prematuramente falecido Allen Woody que era o baixista da banda, razão pela qual o Warren convidou uma nata de baixistas de primeiríssima linha para gravarem o cd/dvd. Obrigatório para os amantes do rock/blues sulista dos EUA :aplauso:
http://cover6.cduniverse.com/MuzeAudioArt/Large/60/499160.jpg

Tunafish
05-03-2007, 11:31
Assino embaixo a opinião dos golegas: Este CD/DVD do Gov't Mule é simplesmente imperdível. A voz e a pegada de Warren Haynes são matadoras! :rever1:

Progger58
05-03-2007, 12:24
é muito bom saber que pessoas como voce curtem este tipo de som, afinal aqui neste tópico rola 90% só de "rock progressivo" e acho que temos que "variar" um pouco as direções.
A idéia original sempre foi esta, de um tópico o mais diversificado possível. Infelizmente pouca gente vem aqui postar boas sugestões de música, então acabam prevalecendo no tópico, por conseqüência, as tendências musicais daqueles mais assíduos em recomendações, que no caso vêm a ser os fãs de progressivo. ;)

Basta que os fãs de outros gêneros também se apresentem aqui mais assiduamente para equilibrar mais as sugestões. :legal:

Progger58
05-03-2007, 12:38
Minha sugestão de hoje (rock eletrônico, pra variar um pouco :bD ):

http://www.gothtronic.com/Goth/img_/Music1/sub/VAST-Nude.jpg

Grupo: VAST
Título: Nude
Ano: 2004
Origem: USA
Gênero: Electro-rock

Típica banda-de-um-homem-só (apesar de diversas participações de músicos convidados em seus trabalhos), VAST é na verdade um projeto do compositor e multi-instrumentista californiano Jon Crosby, que lançou seu primeiro disco, o aclamadíssimo "Visual Audio Sensory Theater", em 1998.

Nude, lançado em 2004, traz novamente o Jon Crosby à frente de quase todos os instrumentos, bem como produção e vocais, contando com a colaboração de diversos bateristas (Norm Block, Chuck Treese, Dave Allen, Has e Charlie Benante), do veterano baixista Thomas Froggatt em algumas faixas e do saxofonista Dan Myers, além de arranjos e condução a cargo de Suzy Katayama.

A exemplo de seus dois trabalhos anteriores, neste também encontramos uma interessante fusão de rock alternativo e industrial com interessante utilização de elementos eletrônicos. Algo como que uma fusão de Nine Inch Nails com Enigma e U2 (a voz do Jon Crosby é muito parecida com a do Bono). :legal:

GeraldoLMR
05-03-2007, 16:33
Dois escoceses, dos quais que me lembro agora:

Ian Anderson à flauta, e seu ótimo Jetrho Tull; e Elisabeth Fraser, à frente do viajante Cocteau Twins (não bem prog, mas duca!). :legal:

Byrd,

Curioso, eu sempre ouvi falar muito no Jethro Tull, mas nunca ouvi nada deles. Se fosse para ouvir um disco deles em que essa característica de brincar com a voz é mais marcante, qual seria ?

Cocteau Twins eu nunca ouvi falar. Vou dar uma olhada na Amazon para ver se ouço alguma coisa.

Geraldo.

arcarneiro
06-03-2007, 11:30
Mais uma boa sugestão:

http://www.magnacarta.net/images/publicity/niacin/TimeCrunch2.jpg

Grupo: NIACIN
Título: Time Crunch
Ano: 2001
Gênero: Fusion / Progressivo

Já ouvi algumas músicas do primeiro álbum, High Bias (muito bom tb), em rádio on-line, e o mais recente (quinto), Organik, com um amigo meu. Porém, o Time Crunch ainda não chegou aos meus ouvidos, coisa que tenho q corrigir!!!
Aproveitando o ensejo, segue o álbum Organik como minha recomendação de hoje.


http://www.dprp.net/reviews/images/200559niacin.jpg
Título: Organik
Ano: 2005
Site Oficial (http://www.niacinb3.com/)

O álbum apresenta um ótimo jazz-fusion carregado de (:rever1:) hammond B3 e uns toques de blues aqui e ali.
Uma das coisas que mais me chamou atenção e me agradou nessa banda (além do fusion energético) foi a falta, ou melhor dizendo, a não presença de uma guitarra, pois para mim, ela não faz falta!!! Gosto muito de ouvir uma banda que não tem a guitarra como seu ponto principal e todos os outros apenas servirem de "apoio" enquanto o guitarrista brilha com seus solos looooooonnnnnnngggggggooooooosssss e na velocidade da luz.... :D além de não ter uma guitarra, o som não me deixa com um sentimento de: "hmmm, acho q está faltando alguma coisa...."
Destaco as músicas "Hair of the Dog", "Nemesis", e o cover de Frank Zappa track "King Kong" de Frank Zappa.
Um ótimo álbum para os que gostam de fusion e para os que não gostam de puras exibições exageradas de técnica. :legal:

Rodrigues
07-03-2007, 10:02
Sugestão blues rock:

Coco Montoya
Suspicion

http://ec2.images-amazon.com/images/P/B00003OT00.01._SS500_SCLZZZZZZZ_.jpg
Declarado discípulo de John Mayall, Coco Montoya segue a trilha do mestre, mostrando-se um excelente vocalista e exímio guitarrista. Uma ótima mescla de baladas, hard rock e blues, com muita competência e energia. A qualidade do áudio deste CD também é muito bom. :legal:

Byrd
08-03-2007, 06:51
.....eu sempre ouvi falar muito no Jethro Tull, mas nunca ouvi nada deles.....Cocteau Twins eu nunca ouvi falar. .....

Do Jethro Tull, prá começar, iria de 2 clássicos: Aqualung (tem uma edição 25 anos com músicas bônus etc, não sei o $) e Thick as a Brick.
O fauno Ian Anderson já mostrava seus malabarismos com voz e flauta, no início dos '70.

Dos Cocteau Twins, iria do que considero primoroso (e mais palatável, prá quem não tem algo): Heaven or Las Vegas (vá à faixa 8 e boa viagem!).

Abraço,

Byrd

Progger58
10-03-2007, 13:56
Sugestão de hoje:

http://www.aural-innovations.com/issues/issue5/circle02.jpg

Grupo: CIRCLE
Álbum: Pori
Ano: 1997
País: Finlândia
Gênero: Avant-Garde, Progressivo

Banda finlandesa originária de Pori (cidade situada na costa oeste daquele país), o Circle foi formado no início dos anos 90 e já conta com uma discografia bastante prolífica. O grupo tem diversos de seus trabalhos mais recentes lançados pelo selo finlandês Ektro Records, sinônimo de vanguarda em progressivo, eletrônico/industrial e metal (o selo pertence, na verdade, ao líder da banda, Jussi Lehtisalo, através do qual também vêm sendo lançados outros projetos paralelos por ele liderados, como Pharaoh Overload e Ektroverde).

Descrever o som bizarro do Circle não é tarefa das mais fáceis. Predominantemente instrumental, sua sonoridade lembra uma fusão de rock progressivo com space rock, post-rock, jazz-rock, trance, psicodelia e incursões avant-garde, tendo como característica marcante uma textura rítmica eminentemente frenética e monotônica (bem na linha Krautrock), sobre a qual são desenvolvidas sutis variações de andamento ao longo das músicas. Rotulado por alguns de neo-krautrock, chega a lembrar eventualmente uma interessante mistura de Can com Neu, Hawkwind, Brand X e Tortoise, mas com uma assinatura sônica muito particular, bastante original realmente.

Pori, como o próprio nome sugere, é uma homenagem da banda à sua terra natal. O disco abre com uma faixa meio soturna e experimental, "Perustamisasiakiria 8.3.1558", constituída apenas de toques esparsos de violino, violoncelo, flauta, piano e bateria (lembrei-me da introdução da suíte Atom Heart Mother, do Pink Floyd, ouvindo esta faixa). A partir da faixa 2, o disco finalmente engrena dentro daquela característica principal já acima aludida, de cadências rítmicas hipnóticas e repetitivas (à la Can), comandadas normalmente por bateria, baixo e riffs de guitarra. O som é predominantemente denso e frenético ao longo de todo o álbum (exceções para algumas passagens mais suaves), com variações de textura e andamento a cargo de sintetizadores, guitarras distorcidas, bateria e percussão, permeadas por interessantes intervenções vocais (operísticas ou em coro) e de instrumentação sinfônica. Destaque especial para as excelentes "Back to Pori" (faixa 3), bem roqueira e com participação de vocais gregorianos, "Promenaadikeskus" (faixa 6), meio viajante e hipnótica (apesar do ritmo frenético), com bonito vocal feminino e experimentalismos proporcionados por riffs de guitarra e sintetizadores, "Seisomakatsomo" (faixa 8), também muito bonita e interessante, com ótima presença de vocal feminino, violino, flauta, violoncelo e baixo acústico, e "Karhun Kansaa 1" (faixa 9), com magnífica performance de sintetizador, guitarra, bateria e percussão. :aplauso:

A todo aquele que for ouvir um disco desta banda pela primeira vez, um conselho muito importante: não se deixe enganar pela aparente falta de rumo das composições, pelo intenso "girar em círculos" de suas texturas rítmicas. O som do Circle é deliberadamente monotônico mesmo, é sua característica mais marcante (nesse sentido pode-se até dizer que o nome da banda é bastante sugestivo), mas num sentido positivo, de quase hipnose, de indução ao transe. É só entrar no clima e esperar, pois mais cedo ou mais tarde encontrará sutis variações de andamento, de intensa complexidade e beleza. :legal:

Progger58
11-03-2007, 16:42
Mais uma sugestão:

http://images-jp.amazon.com/images/P/B000BBRZUG.09.LZZZZZZZ.jpg

Artista: NILS PETTER MOLVAER
Título: Er
Ano: 2005
Origem: Noruega
Gênero: Electro-jazz

Um dos maiores representantes do chamado "novo jazz europeu" (também Euro-jazz ou jazz eletrônico), o trompetista norueguês Nils Petter Molvaer iniciou sua carreira como membro do grupo de jazz norueguês Masqualero (do qual também fazia parte outro nome importante da cena jazzística européia atual, o baixista Arild Andersen), além de participações importantes em trabalhos de outros artistas do lendário selo alemão ECM, vindo efetivamente a também lançar seus dois primeiros trabalhos (os excelentes Khmer, em 1997, e Solid Ether, em 2000) através deste selo.

Er, seu álbum de 2005, incorpora de forma absolutamente impecável todos aqueles elementos que bem caracterizam a música do Molvaer e sua "nova concepção do Jazz": solos hipnóticos e elegantes de trompete, embalados ao ritmo de uma bateria vigorosa, excelente trabalho de percussão, baixo e guitarras e de batidas eletrônicas de trance, house, trip-hop e drum 'n' bass, além de uma pletora de efeitos eletrônicos como loops e samples e de elementos de música ambiente. À guisa de comparação, algo como que uma mistura de Miles Davis com Brian Eno, Bill Laswell e Thievery Corporation. :rever1:

Este é, como se pode deduzir do exposto acima, um trabalho para quem não teme inovações, portanto se vanguarda musical também é a sua praia, não perca tempo: corra atrás deste e de outros trabalhos do Molvaer que puder encontrar, pois são realmente sensacionais. Basta ter em mente que não se trata aqui de uma simples fusão de música eletrônica com elementos de jazz, mas sim de jazz da melhor estirpe incorporando, de forma bastante parcimoniosa, interessantes elementos da música eletrônica e de outras vertentes musicais como o rock progressivo e a world music, numa paleta bastante diversificada de influências onde o contraste de sonoridades parece ser a tônica dominante. :tu:

Progger58
15-03-2007, 19:28
Mais uma sugestão:

http://www.flipsideweb.com/websiteimagesi-q/pallas-sentinel-lp.jpg

Grupo:PALLAS
Álbum: The Sentinel
Ano: 1984
País: Escócia
Gênero: Neo-Progressivo

Um dos expoentes do gênero Neo-Progressivo, o Pallas foi na verdade formado ainda em meados dos anos 70 (inicialmente batizado de Rainbow, em seguida Pallas Athena, depois simplificado para Pallas), tendo estreado em disco somente em 1981, com o ao vivo Arrive Alive, só vindo entretanto a finalmente lançar seu primeiro disco de estúdio, The Sentinel, em 1984. Trata-se de um disco conceitual, sobre os temores e as incertezas vividas pelo mundo em pleno auge da Guerra Fria (o Muro de Berlim, o espectro de um holocausto nuclear pairando sobre a humanidade, enfim, toda aquela paranóia representada pela "guerra não-declarada" entre as duas grandes potências da época, Estados Unidos e União Soviética), tendo como fio condutor dessa temática a lenda sobre ascensão e queda de Atlantis, com sua destruição pela guerra e o surgimento de um novo mundo a partir de seus escombros.

O disco abre com três petardos de características bem roqueiras, dotados de um certo apelo pop oitentista apesar das evidentes reminiscências progressivas: "Shock Treatment" (faixa 1), com excelente trabalho de teclados, guitarra e bateria, a soturna "Cut and Run" (faixa 2), com algumas quebradas à la Yes (inclusive uma marcante presença do baixo Rickenbacker do Murray), e "Arrive Alive" (faixa 3), com algumas reminiscências de bandas pomp-rock como Saga e Asia. Três faixas bastante representativas das típicas incursões mais pesadas do Pallas, de muito punch realmente, de uma pegada bem mais roqueira que outras bandas neo-prog da época. À guisa de comparação, algo como uma mistura de Rush com Saga, mas com uma assinatura melódica bastante agradável.

A partir da faixa 4, o disco envereda por território mais tipicamente progressivo, de faixas mais longas e de características mais sinfônicas, com texturas melódicas muito bem elaboradas, interessantes variações de andamento, ótima interação entre todos os músicos (com uma sutil proeminência para o trabalho de teclados, valendo salientar que, além dos característicos teclados digitais da época, também constam créditos no disco para o uso de Novatron e grand piano), além de excelentes performances vocais do Euan Lowson e do baixista Graeme Murray (não entendo por que razão o Pallas precisa de um vocalista quando tem um baixista que canta tão bem). Nesta segunda parte do disco encontramos fortes influências de bandas como Genesis, Yes e Pink Floyd, eventualmente ainda associadas com algumas levadas à la Rush e Saga. Destaque especial para as belíssimas "East West" (faixa 5), "March on Atlantis" (faixa 6), "Heart Attack" (faixa 8) e "Ark of Infinity" (faixa 10).

Em suma, um clássico incontestável do gênero Neo-Prog, com excelentes atributos musicais, letras muito bem escritas e uma belíssima arte de capa (a cargo do famoso artista Patrick Woodroffe), além de uma produção também de excelente nível, a cargo de Eddie Offord (Yes/ELP). :legal:

Towerhillsantos
15-03-2007, 21:14
Brian Blade - Fellowship :legal:
Música de excelente qualidade .


http://us.ent1.yimg.com/images.launch.yahoo.com/000/017/427/17427562.jpg

Progger58
16-03-2007, 11:10
Minha sugestão de hoje, pra turma que curte JAZZ:

http://www.musiqueonly.com/disques/super_audio_cd/nouveautes/photos/viaticum_.jpg

Grupo: Esbjörn Svensson Trio
Título: Viaticum
Ano: 2005
Origem: Suécia
Gênero: JAZZ

Trio sueco composto de piano (Esbjörn Svensson), baixo (Dan Berglund) e bateria (Magnus Ostrom). Eu estava curiosíssimo para conhecer o E.S.T., mas quando conseguia encontrar algum de seus cd's em sites internacionais o preço era bem salgado (mesmo para os padrões de lá). Imaginem, então, qual foi a minha surpresa outro dia ao navegar pelo site das Americanas e encontrar uma edição nacional do disco Viaticum, a um preço bastante razoável: R$ 34,90. Bom, desnecessário dizer que comprei na hora, e recomendo aos colegas também fazê-lo, pois vale realmente a pena. :tu:

Eis o link:

http://www.americanas.com.br/prod/287827/CDStore?i=1

Jeaudium
17-03-2007, 13:00
:rever1: http://i68.photobucket.com/albums/i18/jeaudiun/B0000C52ET.jpg:rever1:

Um sampler :D http://www.youtube.com/watch?v=G-TOYfURkLA

"This album is definitely in my top 5. It's not the soft lull of her voice, the perfect instrumentation, or the simplicity of it all--it's all three. Leona is one of those versatile musicians who can try all sorts of sounds and make them all fit together just right. She will make you feel beautiful and sad and wonderful all at once. I'm constantly surprised that more people haven't heard of this lady, but sometimes I'm perfectly happy with not sharing. She continues to make lovely albums without being contaminated by the incessant pressure of what the music industry is made of today".

Progger58
17-03-2007, 14:07
Minha sugestão de hoje:

http://cover6.cduniverse.com/MuzeAudioArt/Large/18/439618.jpg

Grupo: KOOP
Título: Waltz for Koop
Ano: 2001
Origem: Suécia
Gênero: Electrojazz

Koop é um duo sueco formado por Oscar Simonsson e Magnus Zingmark. Oscar é músico de formação jazzística, enquanto Magnus trabalhava antes como DJ, de forma que, quando se conheceram, estava formada a excelente parceria que viria a se tornar o Koop.

Um aviso aos puristas: não se deixem enganar pelo caráter "eletrônico" do som do Koop. Na verdade, quando se escuta o disco pela primeira vez, quase não se percebe a presença de texturas eletrônicas no som desse duo. O que se escuta logo de cara é um jazz suave e envolvente, interpretado por duas vozes belíssimas chamadas Cecilia Stalin e Yukimi Nagano (as quais nos remetem imediatamente ao melhor do gênero Bossa Nova, bem ao estilo Astrud Gilberto, além de texturas melódicas também fortemente reminiscentes desse gênero musical, bem como de outras vertentes jazzísticas), bem como de algumas intervenções de vocais masculinos também. Ou seja, apenas ao sabermos que, à exceção dos vocais e de alguns instrumentos como vibrafone, flautas, bongos e baixo, todos os demais instrumentos e orquestrações são na verdade "sampleados", é que nos damos conta realmente desse detalhe, do qual voltamos novamente a nos esquecer tão-logo botamos o disco pra rodar novamente. :aplauso: :rever1: :rever1: :rever1: :aplauso:

Progger58
19-03-2007, 17:17
Minha sugestão de hoje é este magnífico DVD:

http://www.dragonjazz.com/progrock3/satellite_dvd.jpg

Grupo: SATELLITE
Título: Evening Dreams (DVD)
Ano: 2005
País: Polônia
Gênero: Neo-Progressivo

Informações técnicas:
- Opções de Áudio: Dolby Digital 5.1 e 2.0 Estéreo
- Formato de Tela: Widescreen (16:9)
- Codificação: Codefree (Região 0)
- Duração total: 205 minutos (show principal: 95 minutos)

Grupo formado a partir da dissolução de uma das melhores bandas de rock progressivo já surgidas na Polônia (o inesquecível Collage), o também magnífico Satellite conta com três membros remanescentes da aludida banda: Robert Amirian (vocais, baixo), Krzys Palczewski (teclados) e Wojtek Szadkowski (bateria), este último o líder e mentor do grupo. Completa a formação o guitarrista Sarhan Kubeisi (o qual, na verdade, é baterista de formação, mas toca tão bem guitarra que Wojtek Szadkowski o convidou para ser guitarrista do Satellite quando estava em processo de formação da nova banda).

Esta apresentação, gravada na Polônia em Setembro de 2005, é focada basicamente em músicas do mais recente trabalho da banda, Evening Games, lançado no mesmo ano e que eu particularmente considero até melhor que o já excelente disco de estréia do grupo (A Street Between Sunrise and Sunset, de 2003).

O show captura a banda em grande forma, numa perfeita interação entre todos os músicos, sintetizando, de forma magistral, todos aqueles elementos que tão bem caracterizam a música do Satellite: faixas longas e envolventes, repletas de texturas melódicas belíssimas e sofisticadas proporcionadas por excelente trabalho de teclados, guitarra e bateria, magníficas variações de andamento, o vocal carregado de emoção do Robert Amirian (o qual também responde pelo baixo, numa performance que, se não chega a ser brilhante, pode ser apontada como bastante satisfatória), além da eventual utilização de recursos eletrônicos (notadamente percussivos) em algumas passagens, conferindo um tom interessante de modernidade ao som da banda, mas sempre de forma bem minimalista, bastante parcimoniosa realmente. Em suma, rock progressivo da melhor estirpe, de características sinfônicas com sofisticadas levadas neo-prog, evidenciando-se, como é de se supor, claras influências de Collage (mesmo porque o Satellite é de certa forma uma reencarnação da extinta banda, tendo basicamente em comum o mesmo núcleo criativo, notadamente na pessoa do líder e principal compositor, o baterista Wojtek Szadkowski, que também escreveu ou co-escreveu grande parte das letras e músicas do Collage), além de sutis reminiscências de Marillion e IQ.

A apresentação se desenvolve com uma fluidez extraordinária, evidenciando-se uma ótima presença de palco de todos os músicos, com muita desenvoltura e alto nível profissional (o que se pode atribuir à experiência de todos eles, vez que egressos de uma banda do nível do Collage), além de magnífica interação com o público presente ao teatro, que aplaude calorosa e educadamente a banda ao final de cada música. Ao início da faixa 3 (Fight), depois de uma rápida apresentação dos membros da banda, o vocalista Robert Amirian dedica a música a Tomek Beksinski, descrito como alguém que fôra praticamente um quinto membro do grupo (pelo que pude apurar, Tomek era DJ e foi um dos grandes incentivadores do rock progressivo na Polônia, tendo cometido suicídio há pouco tempo). Os versos iniciais dizem tudo: "Fight, don't lose your hope, don't lose your mind". Da mesma forma, antes de começar a faixa 5 (Beautiful World), ele explica que se trata de uma canção dedicada às crianças mortas no massacre de Beslan (alusão ao ataque de terroristas chechenos a uma escola de Beslan/Rússia, ocorrido em Setembro de 2004, que resultou na morte de 330 pessoas, a maioria delas crianças). Acho impossível alguém não se emocionar com a atmosfera melancólica desta música e com versos do tipo "Now say goodbye to the sun, to the moon, to the stars, and return to your beautiful world". :rever1:

Como já mencionado alhures, o guitarrista Sarhan Kubeisi também é um excelente baterista/percussionista, eventualmente deixando sua guitarra de lado durante trechos de algumas músicas para assumir um segundo set de bateria/percussão convenientemente instalado no palco. Na parte final da faixa 5, por exemplo (Beautiful World), Sarhan assume as baquetas num dueto formidável com o baterista Wojtek Szadkowski, o mesmo acontecendo também na faixa 8 (A Street Between Sunrise and Sunset). Além disso, na parte introdutória da faixa 1 (Never Never), bem como na faixa 7 (Children), ele também colabora com excelente trabalho de percussão. :legal:

Este é um DVD realmente soberbo em todos os aspectos. Rock progressivo da melhor qualidade, com faixas longas e deliciosamente envolventes, uma fotografia igualmente magnífica (da iluminação ao local onde foi realizado o show, um teatro belíssimo), excelente qualidade de áudio, com trilhas Dolby Digital 5.1 e 2.0 (destaque para a extraordinária sensação de ambiência capturada neste DVD, com os aplausos rodeando o ouvinte como se num grande teatro efetivamente estivesse) e de vídeo (formato widescreen, com excelente imagem). Enfim, tudo de que um progger precisa para seu total deleite. Há bastante tempo eu não ficava assim tão satisfeito em assistir a um DVD de progressivo como fiquei assistindo a este do Satellite. :aplauso:

Nos extras do DVD estão incluídos um videoclip (Love is Around You), um documentário (intitulado Satellite Offstage), além de quatro faixas de áudio (On the Run, Now, Rush, Why). A duração do DVD completo é de 205 minutos, sendo que a apresentação principal (o show propriamente dito) não chega a ser tão longo: 95 minutos apenas (digo isto porque, de tão bom, nos deixa com aquele gostinho de quero-mais no final).

arcarneiro
20-03-2007, 10:46
http://www.noname.lu/images/cover-4.jpg

Grupo: No Name
Título: 4
Ano: 2006
País: Luxembrugo
Genero: Neo Prog
Site Oficial (http://www.noname.lu)

Faixas

1. The Curse 10:42
2. Fountains of Dreams 5:25
3. Thoughts Pay No Toll 6:17
4. A Recollection of Dreams 16:49
5. Visitors 10:07
6. Promises 6:26


A banda foi fundada em 1988. O nome No Name se da ao fato de que, quando foram fazer seu segundo show, eles ainda não tinham um nome. Após várias sugestões rejeitadas, a banda ainda não tinha nome (no name). Então a banda foi chamada de "No Name" na sua primeira aparição pública. Este álbum é o quarto da banda (nome sugestivo, não?) que marca um retorno após 8 anos desde o álbum "The Other Side". A banda é composta por Patrick Kiefer (vocais), Alex Rukavina (teclados) [os únicos membros fundadores], Yves DiProspero (guitarra), Iris Sonntag (baixo) e Christian Sonntag (bateria).

O som é um neo prog competente, sólido e sem abusar de suas influências.
Teclados em destaque (com uma boa alternância entre sintetizador e piano), com ótimos "duelos" com a guitarra, que por diversas vezes traz um riff mais "rocker". Baixo e bateria matêm o rítimo sem comprometer, mas também se ser um grande destaque. Músicas energéticas, sinfónicas, melodisas e calmas. Não há "abusos" por parte dos músicos. As composições são bem dinânicas, porem "simples", muitas vezes beirando o art-rock.

Mesmo tendo quase uma hora de duração, quando o álbum acaba, em mim bate um sentimento de "mas já??? apertar o paly novamente...."

Um álbum recomendado para quem gosta do estilo. :legal:

Progger58
20-03-2007, 22:05
Beleza, André, sugestão anotada. :legal:

navemae
21-03-2007, 06:29
Galera este tópico está cada dia melhor, parabéns a todos:legal: e boas audições

Jair

Uncle_Pen
21-03-2007, 18:24
Old And In The Way

Jerry Garcia
John Grisman
Peter Rowan
Vassar Clements
John Kahn

os caras arrebentam no bluegrass

http://www.davidgrisman.com/acd_html/acd19.html

http://img252.imageshack.us/img252/91/bluegrasske8.jpg

Progger58
22-03-2007, 13:40
Minha sugestão de hoje é nada mais nada menos que um dos melhores discos da história do rock progressivo:

http://mitkadem2.homestead.com/files/isildurs_bane_mind_vol_i.jpg

Grupo: ISILDURS BANE
Título: Mind Vol. 1
Ano: 1997
País: Suécia
Gênero: Rock Progressivo sinfônico

Na estrada desde os anos 80, o grupo sueco Isildurs Bane é um dos maiores representantes do mais legítimo rock progressivo sinfônico na atualidade. Com fortíssima inspiração na música de câmara e de vanguarda, sutis reminiscências de bandas como King Crimson, Frank Zappa e Pink Floyd, algumas levadas jazzísticas e harmonias de intensa beleza melódica, a música do IB é uma grata caixinha de surpresas e pode ser muito bem resumida nas palavras do próprio líder da banda, o compositor e tecladista Mats Johannsson: "Ao longo dos anos, nossa música tem reunido elementos das mais diversas vertentes, notadamente do jazz, fusion, erudito e música teatral. Nosso desenvolvimento musical também tem tido muito a ver com novos membros vindos de diferentes formações, tais como rock, funk, clássico e jazz".

Uma banda com muito entra-e-sai de músicos ao longo de sua carreira (girando sempre ao redor do gênio extremamente criativo e vanguardista do Mats Johannsson), o IB chega ao seu oitavo trabalho (o primeiro da série MIND – Music Investigating New Dimensions) com a seguinte formação: Mats Johansson (teclados, sintetizadores, samplers, efeitos), Klas Assarsson (marimba, vibrafone, xilofone, crotales, outros instrumentos de percussão), Jonas Christophs (guitarra), Joachim Gustafsson (violino), Fredrik Emilson (baixo) e Kjell Severinsson (bateria). Além desses, um grande time de músicos convidados, dentre os quais Jonas Albrektson (oboé, trompa), Daniel Bruno (trombones, tuba), Eric Mattisson (trompete), Björn J:son Lindh (flauta), Magnus Gutke (violão clássico), Lars Hägglund (piano, sintetizador), Stefan Isebring (hurdy-gurdy), Peter Schöning (violoncelo) e The Saltstänk Choir, conduzido por Marit Zetterström.

Mind Vol. 1, a exemplo de grande parte dos trabalhos do IB, também é um álbum totalmente instrumental. O disco abre com "The Flight Onward (Phases 1-5)", uma magnífica suíte com 12 minutos de duração, bastante sinfônica, complexa e experimental, repleta de variações ao longo de seu andamento, com ótima presença de instrumentos de sopro (inclusive de flauta à la Jethro Tull), muita percussão (vibrafone, xilofone, sinos, etc.), baixo e bateria, além de boa intervenção de guitarra no final. Uma das melhores faixas do álbum.

"Ataraxia" (faixa 2) é bem suave e sinfônica, essencialmente uma peça de câmara executada por violino com acompanhamento de guitarra, cabaça e vibrafone.

"In a State of Comprehension" (faixa 3) se interliga com a faixa anterior, iniciando-se com riffs suaves de contrabaixo, toques de vibrafone e violino, progredindo em seguida para levadas mais roqueiras, com marcante presença de violino, contrabaixo, guitarra e bateria.

"The Pilot" (faixa 4) começa com vozes estranhas e uma atmosfera meio sombria, depois uma música bem suave comandada por violino, flauta, riffs de guitarra e solos esparsos de bateria e percussão, progredindo em seguida para um ritmo mais enérgico e feroz, com ótima presença de guitarra, bateria e toques de flauta à la Jethro Tull.

"Unity" (faixa 5), a exemplo da faixa 2, é essencialmente uma peça de câmara também, executada por violino e piano.

"Opportunistic Walk [Phases 1-2]" (faixa 6), a exemplo da faixa de abertura, é uma suíte sinfônica bastante complexa e experimental, com 15 minutos de duração, dividida em diversos movimentos, também com presença marcante de instrumentação sinfônica (sopro e cordas) e muita percussão (muita mesmo!!!) ao longo de seu desenvolvimento, além de ótimas intervenções de guitarra, baixo e bateria.

"Holistic Medicine" (faixa 7) é outra magnífica suíte sinfônica de 15 minutos, começando num clima entre sombrio, hipnótico e viajante ao mesmo tempo, numa longa passagem marcada por intervenções esparsas de violino, flautas, elementos percussivos e sintetizadores, depois um riff feroz e visceral de guitarra, seguido de um novo retorno à calmaria proporcionado por solos suaves e melancólicos de violino e flauta, mais uma intervenção de bonitos riffs de guitarra com uma sonoridade meio country, de linhas de baixo e evoluções de sintetizadores, progredindo ao final num clímax sonoro arrasador comandado por bateria, muita percussão e riffs poderosos de guitarra, mas terminando sombria e novamente tranqüila como no início.

"A Blank Page" (faixa 8) encerra esta autêntica obra-prima do progressivo sinfônico com solos melancólicos de guitarra (à la David Gilmour / Andy Latimer), com acompanhamento de teclados, violoncelo, bateria e percussão, apresentando algumas sutis reminiscências de Pink Floyd e After Crying em sua parte rítmica final. Linda demais esta música, mesmo sendo bem curta (3 minutos apenas). :aplauso:

Constitui característica marcante no som do IB, portanto, a farta utilização de instrumentação sinfônica (sopro e cordas) e de elementos percussivos (vibrafone, xilofone, marimba, sinos, chimes, crotales, etc.), sendo o percussionista Klas Assarsson um dos músicos de maior destaque nesta banda – o cara é um verdadeiro monstro nas baquetas e mallets. Outro músico cuja sonoridade também se sobressai bastante é o excelente guitarrista Jonas Christophs, pela incrível beleza e fluidez de seus solos, cristalinos e envolventes como os do David Gilmour (Pink Floyd) e Andrew Latimer (Camel). :tu:

Mind Vol. 1 é um trabalho absolutamente irretocável, na minha opinião o melhor disco da carreira do IB e uma obra-prima fundamental em qualquer coleção progressiva. Constitui tarefa árdua definir, num álbum tão extraordinariamente coeso como este, quais seriam as melhores faixas, de qualquer modo eu arriscaria apontar as três suítes do disco – "The Flight Onward", "Opportunistic Walk" e "Holistic Medicine" –, bem como a belíssima faixa de encerramento, "A Blank Page", como minhas prediletas. :rever1: :rever1: :rever1:

Uma última e importante informação: a qualidade técnica deste CD também é magnífica, com todos os atributos necessários à sua inclusão entre as melhores gravações do gênero. :legal:

Uncle_Pen
24-03-2007, 22:17
baixei o Isildurs Bane en FLAC....

Sonzinho gostoso.....

Progger58
24-03-2007, 22:25
Beleza, Uncle Pen, fico feliz que esteja apreciando a sugestão. :legal:

bpmendonca
25-03-2007, 04:56
Caros amigos , escutei o som desta banda e parece-me muito o estilo musical do anathema / riverside.:)

Talvez valha a pena dar uma "olhada"....:feliz:

http://ec2.images-amazon.com/images/P/B000G1TE14.01._SS500_SCLZZZZZZZ_.jpg


Lacrimas Profundere
Filthy Notes for Frozen Hearts
Product Description
Produced by John Fryer (Him, Paradise Lost, Cradle Of Filth), Lacrimas Profundere’s latest, Filthy Notes for Frozen Hearts is a masterful concoction of bittersweet melodies, heavy rockin’ riffs and the band’s signature sorrowful lyrics; the perfect balance between pure melancholy and absolute anger. At times aggressive but always lively, Lacrimas Profundere are ready to claim the throne of Gothic Rock/Metal! The Ltd. Ed. digipak version contains a bonus track and ‘making of’ the Again It’s Over video.


Espero que vcs gostem ...

Uncle_Pen
25-03-2007, 14:58
Caravanserai - Santana

boa música, apesar dele ter desviado de seu estilo tradicional

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/9/9e/Caravanserai.jpg

Rodrigues
25-03-2007, 18:20
Sugestão Blues Rock:
Kenny Wayne Shepherd
Trouble Is...
http://ec1.images-amazon.com/images/P/B000002L5I.01._SS500_SCLZZZZZZZ_.jpg

Não apenas mais um discípulo de Stevie Ray Vaughan, o jovem guitarrista/compositor americano já deixou de ser apenas uma promessa, ao emplacar a bela canção Blue On Black, uma mistura de folk, hard e southern rock, no melhor estilo Allman Brothers Band. :legal:

Uncle_Pen
25-03-2007, 20:45
pessoal, estou ouvindo pela primeira vez umas músicas do Bela Fleck, estou maravilhado com o estilo do cara. meu deus.

Progger58
25-03-2007, 21:11
Ah, Uncle Pen, Bela Fleck & The Flecktones é bom demais!! :aplauso: Alguns dos meus prediletos são estes:

- Outbound
- Flight of the Cosmic Hippo
- Three Flew Over the Cuckoo's Nest
- Ten from Little Worlds

Só coisa fina realmente. :tu: :rever1: :rever1: :rever1:

Uncle_Pen
25-03-2007, 21:50
Progger, já ouviu o som do Jerry Garcia e David Grisman?

Abcoon
26-03-2007, 01:24
A melhor surpresa do fim de semana:

Christophe Goze - A Beautiful Life - Best Of - 2005

https://www.newworldmusic.com/uk/shopimages/products/normal/GACD829

Description:

'A Beautiful Life' encompases all of the celebrated attributes from previous albums of Christophe Goze. With fourteen tracks emulating and combining loung, chill-out and ambient jazz, it creates the perfect chill-out compilation to wind down and relax.

Features the tracks:

. So Beautiful
. Little Boy
. About Us
. Dream
. Just Like You
. She Said
. Missing You
. Anything We Want
. Mystery
. Mariana
. Sweet Dreams
. The Never Ending Story
. Solitude
. Au Bord de Tai

Rodrigues
30-03-2007, 10:39
Seguindo a sugestão do Samuel sobre o Eric Gales, consegui ouvir ontem o último CD do cara. Muito bom, realmente uma grata revelação do blues-rock. :legal:

Eric Gales
Psychedelic Underground

http://ec1.images-amazon.com/images/P/B000MGVBNC.01._SS500_SCLZZZZZZZ_.jpg

Progger58
02-04-2007, 19:08
Minha sugestão do dia:

http://www.dercho-music.de/catalog/images/156112.jpg

Grupo: NO-MAN
Título: Flowermouth
Ano: 1993
Origem: Inglaterra
Gênero: Dream-Pop, Progressivo

NO-MAN é na verdade um duo, formado pelo multi-instrumentista Steven Wilson (Porcupine Tree) e pelo vocalista Tim Bowness, cujos primeiros trabalhos datam do início dos anos 90, ou seja, trata-se de um projeto que vem se desenvolvendo paralelamente à carreira do já mencionado Porcupine Tree. O duo tem sempre contado com a colaboração de outros músicos importantes em seus diversos trabalhos, mais notadamente do Robert Fripp (King Crimson), com participação em vários discos.

Flowermouth, lançado em 1993, conta com um seleto time de músicos convidados, a saber: Robert Fripp, Richard Barbieri, Ian Carr, Ben Coleman, Mel Collins, Lisa Gerrard, Steve Jansen, Chris Maitland e Silas Maitland.

O som do No-Man nos remete a uma espécie de fusão Porcupine Tree com dream pop/ambient, um som realmente viajandão, sendo este Flowermouth indubitavelmente um de seus melhores trabalhos (senão o melhor). Só a música de abertura, "Angel Gets Caught in the Beauty Trap", já paga por si só este disco. Simplesmente sensacional, com um solo de guitarra do Fripp que é de arrepiar. :aplauso: :aplauso: :rever1: :rever1: :rever1:

navemae
06-04-2007, 03:02
Minha sugestão de hoje: prog metal italiano:bD

http://www.metalyou.com/img/extras/rhapsody_symphony_of_enchanted_lands_2_the_dark_se cret_cover.jpg

Banda: Rapsody of Fire
Título: Symphony of Enchanted Lands II (the dark secret)
Ano: 2004

Segue abaixo um reviw by Merlinus

Rhapsody Of Fire é uma banda italiana de power metal e symphonic metal. Criada em 1993, inicialmente chamava-se Thundercross, em 1995 foi rebatizada com o nome Rhapsody e em 14 de Julho de 2006 mudou seu nome para Rhapsody of Fire devido a problemas de direitos autorais e marca registrada. Em 1997 o Rhapsody of Fire lançou seu álbum de estréia, The Legendary Tales, com o nome Rhapsody. Os co-fundadores da banda Luca Turilli e Alex Staropoli criaram um som épico para essa obra, incorporando elementos da música clássica, música barroca e heavy metal. Tal estilo foi chamado "Hollywood metal" ou "metal trilha sonora", pela sua semelhança com trilhas sonoras. As influências clássicas incluem compositores como Vivaldi, Bach e Paganini. Nos anos seguintes Turilli e Staropoli reuniram-se a Fabio Lione no vocal, desenvolvendo um novo som com os álbuns Symphony of Enchanted Lands (1998), Dawn of Victory (2000), Rain of a Thousand Flames (2001) e Power of the Dragonflame (2002). Escreveram peças como "Emerald Sword", baseada no folclore da Rússia e com elementos da música celta.Turilli é o letrista da banda assim como guitarrista. Sua letras referem-se geralmente a elementos místicos de eras medievais, enfatizando a luta entre o bem e o mal. De Dawn of Victory à Power of the Dragonflame a bateria da banda foi tocada por Thunderforce. Havia um debate sobre se o baterista era uma máquina, mas na realidade era o pseudônimo de um músico que não poderia ser creditado por razões contratuais. Alex Holzwarth, que já estava tocando com a banda em apresentações, foi listado como integrante oficial em tais lançamentos. O músico já estava tocando com a banda desde The Dark Secret. Christopher Lee esteve envolvido no último projeto, narrando parte da história. O álbum Symphony of Enchanted Lands II - The Dark Secret foi lançado em 2004.A banda produziu o single The Magic of the Wizard's Dream em 2005, contando com novas versões para "The Magic of the Wizard's Dream", uma das mais populares canções de Symphony of Enchanted Lands II - The Dark Secret. Ela foi retrabalhada em quatro diferentes línguas, a saber: inglês, alemão, italiano e francês. Em julho de 2006 a banda mudou o nome de Rhapsody para Rhapsody of Fire devido a problemas legais. Em 25 de setembro do mesmo ano a banda lançou o álbum Triumph or Agony na Europa.



Um abraço a todos e boas audições

Jair

Progger58
06-04-2007, 10:16
Olá, Jair, tenho alguns discos do Rhapsody. Muito boa realmente essa banda. :legal:

Segue minha sugestão de hoje:

http://66.116.134.119/locaweb/images/discos/MilesDavis_AuraA.jpg

Quem me conhece suficientemente bem sabe que tenho uma certa mania de remar contra a maré, por isso, quando decidi iniciar a exploração da prolífica discografia desse gênio chamado Miles Davis, eu também decidi que começaria por aquela fase de sua carreira que muita gente adora execrar: a fase dita "moderna", dos anos 80. Até agora não me arrependi do que fiz. Comecei com Doo-Bop, em seguida Aura, e no momento tenho encomendado o Tutu.

Aura, gravado em 1985, é na verdade um projeto de autoria do compositor dinamarquês Palle Mikkelborg, originalmente concebido como um tributo ao Miles Davis e levado a cabo por ele próprio, contando com participações importantes como a do guitarrista John McLaughlin e de orquestra.

Este é exatamente o tipo de disco que eu adoro escutar. Nada de monotonia, nada de mesmice, nada a ver com os padrões estabelecidos do chamado jazz tradicional, mas sim uma paleta extremamente diversificada de variações e estilos, tendo como base o jazz. Excelente!! :aplauso: :rever1:

navemae
12-04-2007, 02:46
Progger

O difícil é encontrar algo que você não tenha :bD ou nunca ouviu falar (só sendo o RedlaW:legal: ).

Minha sugestão de hoje é esta:

http://progmusique.ledico.free.fr/images/imagecom-atoll1.jpg

Banda: Atoll
Disco: l'araignée-mal
Ano: 1975
Gênero Prog sinfônico
País: França
Musicos:
André Balzer: chant, percu
Christian Béya: guit
Jean-Luc Thillot: basse, voc
Alain Gozzo: batterie, percu, débilités vocales
Richard Aubert: violon
Michel Taillet: eminent, clavinet, , percu, débilités vocales

ATOLL foi uma talentosa banda francesa que fez seu próprio som sinfônico misturando alguns aspectos de bandas irmãs tais como ANGE, PULSAR e MONA LISA.


Jair

Progger58
12-04-2007, 22:09
Aí é que você se engana, meu caro Jair. Por exemplo, embora já tenha ouvido falar muito do Atoll, nunca tive a oportunidade de escutar um disco dessa banda até hoje. Depois dessa dica sua, por sinal, acho que já está bem na hora. Afinal, sendo na linha do Ange, Mona Lisa e Pulsar, com toda certeza é coisa fina realmente. :legal:

Progger58
22-04-2007, 15:15
Os amigos aqui conhecem o Oysten Sevag ? www.sevag.com (http://www.sevag.com)
Sou fascinado com a obra desse cara.
Fui na dica do Fred e só tenho a agradecer-lhe pela excelente sugestão.

Acabei adquirindo até agora estes dois CD's: Link e Visual.

Ambos muito bons realmente. :legal:

jewel
23-04-2007, 23:16
DVD audio + CD da Elis & Tom Jobim na DVDWorld por 24,90!

http://dvdworld.com.br/dvdworld.hts?+TR06874+acha


Abraços


Na saraiva, R$16,90:
http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=158344&ID=C95649347D70415102C020781

Fiz o pedido. Espero que a gravação seja boa.

Progger58
24-04-2007, 20:23
Aos amigos amantes da boa música, não deixem de checar esta magnífica sugestão:

http://gutsofdarkness.com/pochettes/3101_7165.jpg

Grupo: THE TREY GUNN BAND
Título: The Joy of Molybdenum
Ano: 2000
País: USA
Gênero: Fusion / Progressivo

Uma das feras da formação atual do King Crimson, o baixista/guitarrista Trey Gunn uniu esforços com os também magníficos Tony Geballe (guitarras, saz) e Bob Muller (bateria, percussão) para formar a TREY GUNN BAND, que já conta com alguns discos lançados.

Em The Joy of Molybdenum, lançado em 2000, além de baixo e guitarra, Trey Gunn também responde por mellotron, theremin e outros instrumentos. A música é uma deliciosa mistura de Fusion com Rock Progressivo, recheada de muito punch, muita dinâmica realmente, associada com uma qualidade de áudio simplesmente extraordinária. Sem dúvida alguma uma das melhores gravações do gênero. :aplauso: :aplauso: :aplauso:

ALTAMENTE RECOMENDADO!!! :rever1: :rever1: :rever1:

ANTUNES CARLOS
24-04-2007, 20:31
Caro Demétrio, já que vc falou em Trey Gunn (eu sou fanático por King Crimson), vc já ouviu a obra prima do Trey Gunn - The Third Star?. Com certeza é um dos melhores cds de todos os tempos:aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso: .

Progger58
24-04-2007, 20:39
Taí, Antunes, esse Third Star eu ainda não tenho!! :baba:

Direto pra wish list!!! :legal: :rever1:

dentesadio
28-04-2007, 14:24
DVD Nazareth - Homecoming - the Greatest Hits Live in Glasgow



http://i.s8.com.br/images/dvds/cover/img8/178918.jpg (javascript:openPopUp('/AllProdsBigImage.asp?Query=MixProductPage&ProdTypeId=6&ProdId=178918&DisableTop=Y','images','width=466,height=450,statu s=no,scrollbars=yes,top=50,left=50'))

Este show foi gravado no intimista "Garage", em Glasgow, um local perfeito para assistir de perto a uma das grandes lendas do rock 'n' roll de todos os tempos.
Faixas:
1. When The Lights Come Down
2. Razamanaz
3. Miss Misery
4. Holiday
5. Dream On
6. Simple Solution
7. My White Bicycle
8. Walk By Yourself
9. Bad Bad Boy
10. Heart's Grown Cold
11. Broken Down Angel
12. Whiskey Drinkin' Woman
13. Hair Of The Dog
14. This Flight Tonight
15. Beggar's Day
16. Love Hurts

Título Original: Homecoming The Greatest Hits Live In Glasgow
Tempo: 144 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2002
Recomendação: Livre
Região do DVD: Multi-Região
Legenda: Espanhol, Português
Idiomas / Sistema de Som:
Inglês - DTS
Inglês - Dolby Digital 5.1
Formatos de Tela: Widescreen

:aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso:

ANTUNES CARLOS
28-04-2007, 15:39
Rodrigo, tem certeza que este dvd do Nazareth é em Widescreen?. Se for Wide vou comprar correndo:legal: :legal: :legal: .

dentesadio
28-04-2007, 16:06
É 16:9 sim ....!!!:legal:


http://www.americanas.com.br/prod/53574/DVDStore?i=1

boottoob
28-04-2007, 20:01
http://ec1.images-amazon.com/images/I/61738X345PL._SS500_.gif

1. The Ballad Of Bill Hubbard
2. What God Wants, Part I
3. Perfect Sense, Part I
4. Perfect Sense, Part II
5. The Bravery Of Being Out Of Range
6. Late Home Tonight, Part I
7. Late Home Tonight, Part II
8. Too Much Rope
9. What God Wants, Part II
10. What God Wants, Part III
11. Watching TV
12. Three Wishes
13. It's A Miracle
14. Amused To Death

Editorial Reviews
Amazon.com
Amused to Death is perfectly titled; it conveys its maker's mordant humor and underlying pessimism. Roger Waters's third solo album allowed a faint but perceptible return to the sound of his estranged former band, Pink Floyd (http://www.amazon.com/exec/obidos/ts/artist-glance/42497/$%7B0%7D). There are moments here ("What God Wants," "Three Wishes") that recall nothing so much as the densely textured sound of Animals (http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/B000024D4R/$%7B0%7D) and The Wall (http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/B000002C1X/$%7B0%7D). And like those works, this is a concept album--the concept (as ever with Waters) being the crappy nature of modern life. Fair enough, but as usual, his satire is blunt and the targets of his scorn obvious. Former Eagle Don Henley (http://www.amazon.com/exec/obidos/ts/artist-glance/10190/$%7B0%7D) duets on "Watching TV," while Jeff Beck (http://www.amazon.com/exec/obidos/ts/artist-glance/69785/$%7B0%7D) contributes taut, lyrical solos to a number of tracks, notably "It's a Miracle." Waters's voice, however, remains the same: a weary whisper, positively dripping with contempt. --Andrew McGuire

Progger58
28-04-2007, 20:07
Discaço esse aí do Reger Waters, heim Boottoob? :legal: :aplauso:

gvcurcio
29-04-2007, 10:05
Discaço mesmo, inclusive ele tocou algumas músicas deste disco no show na Praça da Apoteose no RJ.

Abraços

Jeaudium
29-04-2007, 13:40
Tara MacLean
:rever1: http://i68.photobucket.com/albums/i18/jeaudiun/317ZX3E0CZL.jpg:rever1:
:estrela: :estrela: :estrela: :estrela: :estrela: I wrote a terrible review for this previously, so it's time for something better. Before, I faulted this album for a clunky production that fixed the songs into a rigid form where perhaps they should have felt more unbound and liquid. Seeing the lovely Tara MacLean perform live emphasizes what I mean. With a buoyant live setup, MacLean's music is a little more loose and energetic (her voice is also revealed to be quite powerful live).

But with further consideration, I like the production on this album just as much as a live performance, but in a difference way. The electronic atmospheres of songs like "Passenger" and "Divided" actually work very well in context. With the bouncier songs like "If I Fall", "Jericho", and "Poor Boy", there's a good acoustic base that lets the songs work.

So this album turns out to be quite excellent, I think. The CD is a very good bunch of pop songs, mixing up the electronics and acoustics which include lots of acoustic-guitar and some string quartets. Everything is anchored to the beautiful vocalist. But she's more than a pretty face...her voice is quite gorgeous (even sexy on "Poor Boy") and expressive. She also demonstrates a lot of range throughout (although her vocal fireworks really come out live), especially on the energetic "hidden" track "Shakota". The lyrics show a spiritual bent, but nothing overtly religious for those who are turned off by such themes. I think it shows a good development, as MacLean's first album (Silence) was quite sad lyrically. Also, in contrast to the inward looking Silence, this album shows some more outward looking lyrics. There are themes of forgiveness, drug addiction (I _think_ that's what "Jericho" is about), juvenile violence, and the relationships between people. Passenger brings forth more uplifting lyrics and the spiritual element works positively in that regard. The single "If I Fall" is the de facto uplifting song, with its upbeat guitars and peppy drums -- it's all about picking yourself up after failure and disappointment. Still, some sadness appears in the great, emotional ballad "Settling".

The first three songs are all great single material (I know tracks 2 and 3 were singles), but from there the album mostly slows down and becomes slow and emotional. "Divided" actually may strike one as an odd choice for a single (kinda cool video though), but the slow, watery textures and electronic ambience embraces a clever hook and infectious beats. "Jericho" is insatiably catchy with slammin' drums and an energetic chorus. "Poor Boy" is a dark, steamy, hook-laden pop cut with clever arrangements and a tight electronic understructure. Most of the other songs are pretty laid-back, many of them focusing on acoustics. "Settling", "Dry Land", "Higher", and "Blinded" are all fairly slow without much production, letting them rise with emotion. "Reach" and "Passenger" bring back the electronics, but not too heavily -- the first is delicately melodic until the clomping chorus, and in the latter electronics hover only around the edges to create atmosphere while real instruments do most of the work (with some exotic percussion for flavor).

My French is very lousy (yeah, how about that Canadian bilingual school system?), but I've hung onto enough of it to understand "La Tempete". It means "The Storm", and it is about a woman waiting for her husband to return from sea. It's very emotional with gentle, jazzy drums & bass and elegant piano, and MacLean's French flows more smoothly than your average Canadian francophone. Actually, the song is very similar to Kamelot's "A Sailorman's Hymm", which is about the same thing. Roy Khan and Tara MacLean should do a duet together! Hey, Khan can sing in French too, so how about it? Hopefully someone important is reading this (yeah right). Anyway, I like this kind of song, because the story is a very touching show of devotion.

The final song, "Shakota", is pretty strange in that it doesn't have too much in common with the rest of the album but it fits anyway. It's heavy on the trip-hop rhythmic drive with a strange exotic color and some flaming wordless vocals that really demonstrate MacLean's singing ability.

Erm, yes yes. I like this album quite a lot.

boottoob
29-04-2007, 16:00
Discaço esse aí do Reger Waters, heim Boottoob? :legal: :aplauso:
Demétrio, Guilherme, realmente impecável este disco! :rever1: Para mim os melhores albuns solo do Roger Waters são este e o Prós & Cons.... este aí com uma pequena ajuda do Clapton :D

Aliás, qual o melhor album solo do David Gilmour? Estou ouvindo o último, de 2006 e estou gostando, apesar de meio déjà vu, principalmente os solos de guitarra... é bem light também, no estilo daquele show ao vivo de 2002, que é ótimo... Gosto mais ou menos de um antigão dele (Gilmour), no qual ele está com uma guitarra chumbada na capa, e uma blusa de couro mais surrada ainda... :)

dentesadio
29-04-2007, 16:04
http://i.s8.com.br/images/dvds/cover/img2/1025052.jpg (javascript:openPopUp('/AllProdsBigImage.asp?Query=MixProductPage&ProdTypeId=6&CatId=22148&PrevCatId=17676&ProdId=1025052&DisableTop=Y','images','width=466,height=450,statu s=no,scrollbars=yes,top=50,left=50'))
Como um membro dos Beatles, Paul McCartney ajudou a levar o Rock and Roll a um estágio global. Através de suas músicas, os Beatles levaram esperança e inspiração às pessoas. Em 24 de Maio de 2003, McCartney realizou um concerto na Rússia, eletrificando uma multidão de mais de cem mil pessoas no Red Square de Moscow. O DVD Live in Red Square captura os históricos momentos do concerto de quase três horas que inclui mais de trinta clássicos assim como canções dos Beatles, Wings e canções da carreira solo de Paul McCartney. Entre elas vocês poderão encontrar sucessos como: ´Hey Jude,´ ´Maybe I´m Amazed,´ ´I Saw Her Standing There,´ ´Live And Let Die,´ ´Let It Be,´ ´Back In The USSR,´ ´Band On The Run,´ e muito mais. Além do show no Red Square em Moscow, nesse DVD vocês também encontrarão um inédito show da segunda viagem de Paul McCartney a Rússia, onde ele se apresentou no St. Petersburg Palace Square. Os fãs vão se emocionar com esse ticket exclusivo para assistir a músicas nunca antes vistas, incluindo "Helter Skelter", "Penny Lane" e "I`ve Got A Feeling".

Título DVD: Live in Red Square
Região: 4
Legenda: Espanhol, Inglês, Português
Tipo de Audio: Dolby Digital 2.0, Dolby Digital 5.1 ,DTS 5.1
Formato de Tela: Fullscreen
Extras:
Fornecedor: WARNER




:aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso:

Jeaudium
02-05-2007, 16:10
:aplauso: http://i68.photobucket.com/albums/i18/jeaudiun/61TNFD8EQEL.jpg:aplauso:
Sampler:bD
http://www.youtube.com/watch?v=W8kNE2kOwEI&mode=related&search=
"If you haven't heard of Nerina Pallot, I don't know where you have been. She has had so much media hype and 5 star reviews in all the right places. And for once, the hype can be believed! "Fires" is incredibly good, incredibly strong and you won't be able to get enough of this album. Nerina plays the guitar and piano on the album as well as writing all the songs. She has a crystal clear voice with a great range, which adds oodles of flavor to the album. Her song "Everybody's Gone To War" is simply outstanding. I think we will be hearing much more from Nerina in the future and I thing this is an album well worth owning"

Rodrigues
04-05-2007, 12:08
Craig Chaquico - Acoustic Highway

http://www.ozon.ru/multimedia/audio_cd_covers/1000007489.jpg


Um Jazz-fusion bastante original, mesclando música latina, flamenca, um pouco de rock e essencialmente smooth jazz, calma e relaxante.
Excelente! :aplauso: :aplauso: :aplauso:

Abcoon
06-05-2007, 02:50
Uma grata surpresa(não conhecia): Mike Francis -Best of :

http://ec1.images-amazon.com/images/I/414WJC6198L._SS500_.jpg

Vale uma conferida , nota 10.:tu:

http://www.amazon.com/gp/product/customer-reviews/B00000I2L8/sr=1-7/qid=1178429932/ref=cm_cr_dp_pt/102-9229168-6828144?ie=UTF8&n=5174&s=music&qid=1178429932&sr=1-7

http://www.wohnort.demon.co.uk/francis/index.html

Rodrigues
11-05-2007, 11:13
David Benoit
American Landscape

http://ec1.images-amazon.com/images/G/01/ciu/b8/3c/9c0d224b9da07a1bae2fa010.L.jpg

Descobrindo o jazz with a little help from my friends.:legal:
Caramba, quanta coisa boa tem por aí que eu nunca tinha ouvido falar. Gostei muito deste disco, ótimo jazz fusion, belíssimo piano. :aplauso: Soa cristalino...
A propósito, fiquei na dúvida, se postava neste tópico ou no de melhores capas. :D

Progger58
12-05-2007, 15:52
Valeu pela dica, Rodrigues. Muito embora eu não tenha gostado tanto assim dos samples que ouvi desse disco que você sugeriu (American Landscape), acabei apreciando bastante alguns samples de outros discos do David Benoit que tive a chance de checar na Amazon.com, tais como "Fuzzy Logic" e "Full Circle". :legal:

boottoob
12-05-2007, 18:24
http://ec1.images-amazon.com/images/I/511GFV66GQL._SS500_.jpg
Disc: 1
1. Come On
2. I Want To Be Loved
3. I Wanna Be Your Man
4. Stoned
5. Not Fade Away
6. Little By Little
7. It's All Over Now
8. Good Times, Bad Times
9. Tell Me
10. I Just Wanna Make Love To You
11. Time Is On My Side
12. Congratulations
13. Little Red Rooster
14. Off The Hook
15. Heart Of Stone
16. What A Shame
17. The Last Time
18. Play With Fire
19. (I Can't Get No) Satisfaction
20. The Under Assistant West Coast Promotion Man
21. The Spider And The Fly
22. Get Off Of My Cloud
23. I'm Free
24. The Singer Not The Song
25. As Tears Go By

Disc: 2
1. Gotta Get Away
2. 19th Nervous Breakdown
3. Sad Day
4. Paint It, Black
5. Stupid Girl
6. Long Long While
7. Mother's Little Helper
8. Lady Jane
9. Have You Seen Your Mother, Baby, Standing In The..
10. Who's Driving Your Plane?
11. Let's Spend The Night Together
12. Ruby Tuesday
13. We Love You
14. Dandelion
15. She's A Rainbow
16. 2000 Light Years From Home
17. In Another Land
18. The Lantern
19. Jumpin' Jack Flash
20. Child Of The Moon (Remix)

Disc: 3
1. Street Fighting Man
2. No Expectations
3. Surprise, Surprise
4. Honky Tonk Women
5. You Can't Always Get What You Want
6. Memo From Turner
7. Brown Sugar
8. Wild Horses
9. I Don't Know Why AKA Don't Know Why I Love You
10. Try A Little Harder
11. Out Of Time
12. Jiving Sister Fanny
13. Sympathy For The Devil

Amazon.com
The most comprehensive anthology of the Rolling Stones' prime early work collects every single from the beginning up through 1971, A- and B-sides. All the obvious hits are here ("Satisfaction," "Jumping Jack Flash," "Honky Tonk Women," "Brown Sugar") as well as several B-sides ("Stoned," "I Want to Be Loved," "I Don't Know Why AKA I Don't Know Why I Love You") not previously released on CD. But it's the unrelenting succession of great cuts that make this a landmark collection. No band in the history of rock and roll has a catalog as substantial and hard-hitting. Quite simply, one the most essential rock collections ever released. --Rob O'Connor

Description
THE SINGLES COLLECTION: THE LONDON YEARS comes as advertised--the box includes every American and British A-side and B-side the Rolling Stones released between 1963 and 1971 (after which the band began releasing discs under the Rolling Stones Records imprint). The fantastic speed and scope of the Stones' early artistic development have few parallels in popular music, and this collection not only details that incredible process, but serves as a microcosm of '60s pop culture as well.
From the down-and-dirty Chicago-style blues and R&B of the group's early covers (Chuck Berry's "Come On", Willie Dixon's "I Just Wanna Make Love to You") to the dreamy chamber pop of "Lady Jane" and the proto-hard rock of "StreetFightin' Man", the band was always on the cutting edge, both reacting to and anticipating cultural and musical trends. One listen to this box, however, reveals that, unlike the Beatles, the Stones seldom veered far from their roots, alwaysinjecting a vital dose of raw sexuality and pure rock & roll spirit into even the boldest of experiments.

Rodrigues
12-05-2007, 18:50
Valeu pela dica, Rodrigues. Muito embora eu não tenha gostado tanto assim dos samples que ouvi desse disco que você sugeriu (American Landscape), acabei apreciando bastante alguns samples de outros discos do David Benoit que tive a chance de checar na Amazon.com, tais como "Fuzzy Logic" e "Full Circle". :legal:

Demétrio,

Estou com o Full Circle aqui também, além de This Side Up, Orchestral Stories e Jump Start, mas ainda não tive a chance de ouvi-los com calma.

Progger58
19-05-2007, 20:42
Minha sugestão de hoje:

http://g-ec2.images-amazon.com/images/I/41Z6S5KG0PL._SS500_.jpg

Grupo: JAZZ MANDOLIN PROJECT
Título: Jungle Tango
Ano: 2003
Origem: USA
Gênero: Jazz / Fusion

The Jazz Mandolin Project tem em seu núcleo permanente os músicos Jamie Masefield (mandolin, mandola), Danton Boller (baixo - upright bass) e Ari Hoenig (bateria), contando neste disco com os músicos convidados Gil Goldstein (piano, acordeon) e Chris Lovejoy (percussão).

Jungle Tango, lançado em 2003, é um disco absolutamente fantástico da primeira à última faixa. Jazz com uma sonoridade atual, enérgico e empolgante, procurando explorar, como se depreende do exposto acima, a utilização de instrumentos não muito convencionais, tais como mandolin, mandola e acordeon, em perfeita harmonia com instrumentação tradicional como baixo, piano e bateria. :rever1:

Qualidade de áudio também digna de nota. :aplauso:

Uma das melhores descobertas que fiz nos últimos tempos. :legal:

dentesadio
19-05-2007, 23:27
http://i19.ebayimg.com/05/i/000/78/c9/f6d6_2.JPG (http://cgi.ebay.com/Jean-Michel-Jarre-Oxygene-Moscow-NEW-RARE-DVD_W0QQitemZ270121249522QQihZ017QQcategoryZ617QQs sPageNameZWDVWQQrdZ1QQcmdZViewItem#ebayphotohostin g)
DVD INFO:
Region: ALL
Audio: Dolby Digital 5.1, DTS

Format: NTSC
Song list:
01. Introduction: Oxygene 12
02. Rendez-vous II
03. Chants Magnetiques 1
04. Oxygene 11
05. Oxygene 7
06. Oxygene 10
07. Oxygene 4
08. Souvenir De Chine
09. Oxygene 12
10. Revolution, Revolutions
11. Rave-olution
12. Rendez-vous IV
13. Oxygene 13
14. Credit; Chronologie VI



http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-57568116-jean-michel-jarre-oxygene-moscow-dts-51-lacrado-_JM

ludo
20-05-2007, 19:44
SARAH VAUGHM - SONGS OF THE BEATLES
O arranjo que o Marcos Valle fez para Something ficou ótimo - transformou-a em bossa nova.

dentesadio
22-05-2007, 18:37
http://images.americanas.com.br/produtos/item/200/4/200464g.gif
George Thorogood é um ícone dos Estados Unidos. Ao lado de sua banda The Destroyers, está tão incorporado à cultura norte-americana quanto o 4 de julho, a torta de maçã ou o próprio rock'n'roll.
Neste show, gravado na Inglaterra durante a turnê européia do grupo, você vai participar da comemoração dos 30 anos de carreira de George Thorogood: 30 anos de hard rock e blues da melhor qualidade.
O repertório do show traz uma combinação de músicas de seu mais recente álbum 'Ride 'Til I Die' e sucessos como 'Move It On Over', 'One Bourbon, One Scotch, One Beer', 'You Talk Too Much', 'I Drink Alone' e, é claro, o clássico 'Bad to the Bone'.

1. Introdução 2. Long Gone 3. Who Do You Love 4. Night Time 5. I Drink Alone 6. One Bourbon, One Scotch, One Beer 7. Don?t Let the Bossman Get You Down 8. The Sky Is Crying 9. Sweet Little Lady 10. Greedy Man 11. Bad to the Bone 12. Move It On Over 13. The Fixer 14. You Talk Too Much 15. That's It, I Quit 16. Rockin' My Life Away

Dolby Digital 2.0, Dolby Digital 5.1, DTS Digital Surround


:aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso:

Rodrigues
22-05-2007, 18:52
http://images.americanas.com.br/produtos/item/200/4/200464g.gif
George Thorogood é um ícone dos Estados Unidos. Ao lado de sua banda The Destroyers, está tão incorporado à cultura norte-americana quanto o 4 de julho, a torta de maçã ou o próprio rock'n'roll.
Neste show, gravado na Inglaterra durante a turnê européia do grupo, você vai participar da comemoração dos 30 anos de carreira de George Thorogood: 30 anos de hard rock e blues da melhor qualidade.
O repertório do show traz uma combinação de músicas de seu mais recente álbum 'Ride 'Til I Die' e sucessos como 'Move It On Over', 'One Bourbon, One Scotch, One Beer', 'You Talk Too Much', 'I Drink Alone' e, é claro, o clássico 'Bad to the Bone'.

1. Introdução 2. Long Gone 3. Who Do You Love 4. Night Time 5. I Drink Alone 6. One Bourbon, One Scotch, One Beer 7. Don?t Let the Bossman Get You Down 8. The Sky Is Crying 9. Sweet Little Lady 10. Greedy Man 11. Bad to the Bone 12. Move It On Over 13. The Fixer 14. You Talk Too Much 15. That's It, I Quit 16. Rockin' My Life Away

Dolby Digital 2.0, Dolby Digital 5.1, DTS Digital Surround


:aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso:

Rodrigo,

Estive com este DVD na mão (Fnac por R$30), mas não levei fé, pois tenho um outro DVD dele que achei a performance bem fraca. Mas de repente vou seguir sua sugestão. Valeu! :legal:

Rodrigues
31-05-2007, 18:36
Sugestão Smooth Jazz:

Grupo: Acoustic Alchemy
Disco: American / English

http://ec1.images-amazon.com/images/I/51GF9F6EMQL._SS500_.jpg

:aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso:

dentesadio
06-06-2007, 18:16
http://i.s8.com.br/images/dvds/cover/img1/1027251.jpgTocando sua Fender ® Stratocaster ® deitada no colo, Jeff Healey desenvolveu um estilo e uma imagem inconfundíveis. O guitarrista, que perdeu a visão quando tinha um ano de idade, ficou conhecido do grande público já no álbum de estréia da Jeff Healey Band, "See the Light" (1988), que chegou a disco de platina e trazia o single "Angel Eyes". Neste show, gravado em Montreux no dia 3 de julho de 1999, a banda apresenta muitos de seus grandes sucessos, incluindo "I Think I Love You Too Much", "Angel Eyes", "See the Light" e "Stuck in the Middle with You".http://i.s8.com.br/images/spacer_trans.gif

Áudio: DTS 5.1 Surround, Dolby Digital 5.1, PCM Stereo

Faixas1. My Little Girl
2. Stop Breakin´ Down
3. Third Degree
4. I Think I Love You Too Much
5. Stuck in the Middle with You
6. I Can´t Get My Hands on You
7. Yer Blues
8. Angel Eyes
9. Roadhouse Blues
10. See the Light
11. Hoochie Coochie Man
12. As the Years Go Passing By (1997)
13. That´s What They Say (1997)
14. Put the Shoe on the Other Foot (1997)
15. While My Guitar Gently Weeps (1997)


:guitar: :guitar: :guitar: :guitar: :guitar: :guitar:

Tunafish
06-06-2007, 18:42
http://i.s8.com.br/images/dvds/cover/img1/1027251.jpg

Boa dica. Vou procurar este DVD. Outro dia estava revendo o filme Matador de Aluguel, de 1989, um dos melhores de Patrick Swayze, no qual Jeff Healey e sua banda tocam todas no bar que é o centro do filme (curiosamente protegidos por uma grade de ferro para evitar garrafadas). :legal:

Rodrigues
06-06-2007, 19:01
Este aqui também é muito bom:

http://cover6.cduniverse.com/MuzeVideoArt/Large/37/231437.jpg

dentesadio
06-06-2007, 19:03
Este aqui também é muito bom:

http://cover6.cduniverse.com/MuzeVideoArt/Large/37/231437.jpg

Também tenho este DVD e é muito bom...!!!:aplauso: :aplauso: :aplauso:

Tunafish
06-06-2007, 19:38
Bom, agora me falem qual é o melhor! :D Um é show e o outro são clipes, é isso?

:legal:

Rodrigues
06-06-2007, 20:19
Bom, agora me falem qual é o melhor! :D Um é show e o outro são clipes, é isso?

:legal:

Só revendo :D mas acredito que o de Montreaux seja melhor por ser mais recente e codificado em DTS. Na dúvida, faça como a gente, compre ambos, pois AAES, são os 2 únicos registros em DVD.

Roosevelt
06-06-2007, 20:23
Quanto ao "See The Light", eu possuo o LP.
A não ser que alguém diga o contrário, esse DVD tem tudo para ser só de clips.

Abraços,
Roosevelt

Jeaudium
06-06-2007, 20:26
Tenho escutado muito este disco=>http://i68.photobucket.com/albums/i18/jeaudiun/41CKg3oslL.jpg

:estrela: :estrela: :estrela: :estrela: :estrela:" From the opening harmonica of Eisenhower Moon it is clear that the third Sweet Hereafter CD will be something special. A timely political song, "Is this still a good place to be? If it feels the same, how will we know if it's breaking down?" Eisenhower referring to the era of McCarthism, and its crackdown on individuality, that the current administration has brought back upon us. Beautiful acoustic guitar.

The title track LLL has as many twists and turns as a sonic Alfred Hitchcock movie. You Might Walk Away is a hand clapping rocker, providing a bit more diversity than the previous two (in their own right magnificent) CDs. Same for I Like the Sound. And of course the trademark haunting ballads are here. Hard Not to Believe and Spectral Beings are in the Reckless Burning mode (in otherwords, fabulous) while Aftermath adds in some tasteful horns. Morning, It Comes and the Open Halls of the Soul complete an exceptional CD. Easily an early candidate and likely favorite for alt-country (or whatever category you choose) CD of the year.

Jesse's voice and lyrics, Phil's guitar. Got tickets to see them open for Sparklehorse in Atlanta. Truly will be a once in a lifetime show. See you there."
Aqui=> fTZB9AdHgnc da para se ter um vaga(muito vaga mesmo) ideia do som da banda:legal:

Rodrigues
06-06-2007, 22:02
Quanto ao "See The Light", eu possuo o LP.
A não ser que alguém diga o contrário, esse DVD tem tudo para ser só de clips.

Abraços,
Roosevelt

In 1988 The Jeff Healey Band had exploded onto the music scene. With their critically acclaimed debut album, "See The Light", a long string of legendary live performances the world over and starring roles in the film "Road House", Jeff Healey had clearly become one of the most electrifying new artists of 1988 or any other year. Living proof of the phenomenon, See The Light: Live From London captures The Jeff Healey Band in their most natural element: on-stage. The more than 80 minutes of footage, recorded April 14, 1989, contains hot live versions of songs from "See The Light" plus outstanding interpretations of "Roadhouse Blues" and "All Along The Watchtower" as well as bonus music video clips including their smash hit - "Angel Eyes". Guitar Player Magazine has said that "witnessing Jeff live is an experience few will ever forget." Now see the light and experience it for yourself.

Special DVD features include: Dolby Digital Stereo, Bonus Videos "Angel Eyes", "When The Night Comes Falling From The Sky" and "Confidence Man".
DVD Video, NTSC, Regions: 1 The DVD includes the songs "The Better it Gets", "I`m Tore Down", "My Little Girl", "Blue Jean Blues", "I Need To Be Loved", "Roadhouse Blues", "See The Light", "That?s What They Say", "All Along The Watchtower" and "Hidaway". Music DVD, 82 minutes

THAT'S IT! :legal:

piupa
14-06-2007, 17:12
Comprei ontem esse CD e não parei de ouvir..... é muito bom :aplauso: :aplauso:

Steve Howe - Spectrum

http://ec1.images-amazon.com/images/I/51V5TVSRP2L._AA240_.jpg (http://www.amazon.com/gp/product/images/B0009RQRIS/sr=1-3/qid=1181850888/ref=dp_image_0/104-7380051-0367103?ie=UTF8&n=5174&s=music&qid=1181850888&sr=1-3)

15 canções novas do legendário guitarrista do Yes - Steve Howe.
Gravado na Suiça no inverno de 2004 / 2005.
Reunido com Tony Levin no baixo, Oliver Wakeman (filho de Rick Wakeman) nos teclados e os próprios filhos de Steve, Virgil e Dylan no sintetizador de Moog e bateria respectivamente, esse CD é uma exibição instrumental maravilhosa de um progressivo que há tempos eu não ouvia!!:legal:

Abraços,
Adilson.

arielcs
14-06-2007, 17:14
Opa, foi pra lista :legal:

Salu
15-06-2007, 00:19
Comprei ontem esse CD e não parei de ouvir..... é muito bom :aplauso: :aplauso:
Steve Howe - Spectrum
...esse CD é uma exibição instrumental maravilhosa de um progressivo que há tempos eu não ouvia!!:legal: Abraços, Adilson.

Adilson

Ótima dica. Steve Howe. :rever1:
A capa e’ do legendário Roger Dean. :rever1: Maravilha. :concordo:
Já tô procurando... tem dica onde comprar??? E’ importado ou nacional???
[]s
Salu

piupa
15-06-2007, 00:32
Salu,

Comprei na Compact Blue. www.compactblue.com.br (http://www.compactblue.com.br)
Rua Augusta X Luis Coelho.

Fomos eu e o Nascimento ontem e compramos vários Cd's e esse foi o melhor que eu peguei (na minha opinião!!!)

Abraço,
Adilson.

Salu
15-06-2007, 09:18
Salu,
Comprei na Compact Blue. www.compactblue.com.br (http://www.compactblue.com.br)
Rua Augusta X Luis Coelho.
Fomos eu e o Nascimento ontem e compramos vários Cd's e esse foi o melhor que eu peguei (na minha opinião!!!)
Abraço,
Adilson.

Grande Adilson
Obrigado :legal:
Abraco
Salu

Adriano WR
21-06-2007, 13:44
Pra quem gosta de vocal feminino e muito groove, "Back to Black" de Amy Winehouse. Uma inglesa magrela com timbre de voz negra, cantando músicas com um pé no moderno e o outro no som da Motown, ouvindo o instrumental e imaginando uns estalinhos você jura que é black music dos anos 60. Além disso, a esquelética tem atitude rock'n'roll, recentemente quebrou 2 dentes ao sair de maneira "etílica" de um pub, e nem aí se apresentou banguela no festival Coachella.:lol:
Abs

Anddre
24-06-2007, 13:45
Pessoal,

O LP abaixo tem uma sonoridade incrível:legal: . Para maiores informações à respeito da qualidade artística, por favor acessem esse link (http://www.artistdirect.com/nad/store/artist/album/0,,115684,00.html).

http://i28.photobucket.com/albums/c219/Anddre/Capas/LP/448d_1.jpg

Fica aí a dica :concordo: !

Um Abraço,
André

Led-SP
24-06-2007, 14:00
http://ec1.images-amazon.com/images/I/41P8JBMRHVL._SS500_.jpg

Estou ouvindo e achando bem interessante...

Jeaudium
24-06-2007, 15:08
http://i68.photobucket.com/albums/i18/jeaudiun/51VH63WHMZL.jpg
:estrela: :estrela: :estrela: :estrela: :estrela: "Listening to this album in full will take you to a far off place, you won't want it to end. They have developed their music and this album is an experience that you will enjoy for years to come".
LJaC_gG5kO4

Roosevelt
26-06-2007, 23:12
http://images.barnesandnoble.com/images/11350000/11358558.jpg

Só ouvindo. Muuuuuuuuuuuuuuuito bom!!!!!!! :legal: :tu: :legal: :tu: :legal: :tu:

Abraços,
Roosevelt

Jeaudium
27-06-2007, 19:05
Roosevelt:legal:
Este disco é otimo, seria minha proxima sugestão economizou-me um trabalho:bD
Só ouvindo e vendo:aplauso:
tQb10rKqW5s

arcarneiro
02-07-2007, 12:55
http://www.gourishankar.com/images/2hnds_front.jpg

Banda: The Gourishankar (repita 3 vezes, rápido, e com a boca cheica de rosquinhas mabel!!! :p)
Título: 2nd Hands
Ano: 2007
Origem: Rússia
Gênero: Neo-Prog
Site Official: http://www.gourishankar.com
Área de download do site, com duas músicas completas (Moon7 e The Inexpressible Chagrin): http://www.gourishankar.com/index.php?page=download
MySpace: http://www.myspace.com/thegourishankar

01 - moon7 (11:10)
02 - endless drama (7:45)
03 - queer forest (6:30)
04 - taste a cake (1:47)
05 - the inexpressible chagrin (6:54)
06 - syx (11:08)
07 - ...end (8:40)
08 - marvelous choice (18:16)

Teclados: Doran Usher
Todas as guitarras e baixo: Nomy Agranson
Vocalista: Vlad MJ Whiner
Bateria: Cat Heady

Essa banda, de nome no mínimo pitoresco, faz um som com influências que vão do prog sinfônico ao prog-metal, com uma pitada de música eletrônica!!! Nada muito pesado, nem muito viajante, mas bem original e moderno!!!
Um álbum com 8 faixas e um tempo total de 1h, 11m e 11s (vou jogar no bicho!!!) mas sem muitas letras!!! há duas faixas totalmente instrumentais ("moon 7" e "syx") e "...end" e "marvelous choice" são quase totalmente instrumentais. Isso pode desagradar alguns (a falta de letras), mas também dá muita liberdade para a banda explorar muito bem a sua musicalidade, onde o instrumento que mais se sobressai é o teclado, muito bem comandado por Doran Usher. Isso não quer dizer que os outros instrumentos fiquem apenas no "background". Há espaço para todos brilharem!!! Além dos músicos "full time", o álbum ainda conta com ótimas participações especiais no sax e flauta (Dmitry Ulyashev) e violino (Vladimir Rastorguev).

Enquanto "Moon 7" é a que apresenta mais claramente os traços do prog-metal (de forma bem suave), "the inexpressible chagrin" é a que apresenta de forma mais aberta a influência da música eletrônica, com um som bem "atmosférico" (me lembrando um pouco o Ozric Tentacles e o álbum Threshold do Erik Nornalder)...
Finalizando o álbum, a épica (como em todos os bons discos de prog possuem) "marvelous choice", com lindas passagens instrumentais!!

Outra parte que merece ser citada é a arte gráfica do álbum!!! o encarte é belíssimo, possuindo imagens surrealistas muito belas!!!

Um álbum recomendado para os que gostam de neo-prog e são "mente aberta"!!! ;)

Progger58
02-07-2007, 21:12
Poxa, André, assim pela descrição parece ser realmente muito bom esse tal de Gourishankar, heim? Vou procurar checar os samples que você indicou, mas em princípio me interessou bastante realmente. :legal:

Roosevelt
02-07-2007, 22:33
Jean,

Ouvi uma música dela na rádio Eldorado e me apaixonei. Literalmente!

Abraços,
Roosevelt

Progger58
07-07-2007, 08:07
Minha sugestão de hoje:

http://www.progreviews.com/reviews/images/Isis-Pan.jpg

Grupo: ISIS
Título: Panopticon
Lançamento: 2004

Conheci este grupo a partir de uma referência feita pelo Steven Wilson (Porcupine Tree) em uma entrevista concedida há pouco tempo, quando indagado sobre o que vinha escutando ultimamente. ;)

Trata-se de um quinteto americano cuja sonoridade lembra uma mistura de Opeth com Anathema, Mogwai, Godspeed You Black Emperor e Porcupine Tree. Descrito em alguns reviews alhures como "slow avant-metal". :legal:

arcarneiro
07-07-2007, 19:18
Minha sugestão de hoje:



Grupo: ISIS
Título: Panopticon
Lançamento: 2004

Conheci este grupo a partir de uma referência feita pelo Steven Wilson (Porcupine Tree) em uma entrevista concedida há pouco tempo, quando indagado sobre o que vinha escutando ultimamente. ;)

Trata-se de um quinteto americano cuja sonoridade lembra uma mistura de Opeth com Anathema, Mogwai, Godspeed You Black Emperor e Porcupine Tree. Descrito em alguns reviews alhures como "slow avant-metal". :legal:

Mestre, bão essa sua indicação, hein?!?!?! :rever1:
estou escutando as múscias presentes no MySpace da banda ( http://www.myspace.com/sgnl05 ), e estou gostando bastante!!!
Me lembra um pouco o Tool também... :legal:
vlw pela dica....

Progger58
07-07-2007, 19:26
Pois é, meu caro André, acho que tem tudo pra você gostar dessa banda, ISIS. A propósito, enviei-lhe uma MP ainda há pouco. :legal:

Aquele abraço :tu:

Progger58
10-07-2007, 21:10
Minha sugestão de hoje:

http://www.its.uci.edu/~mmcnally/cd/deodato2.jpg

Artista: EUMIR DEODATO
Título: Deodato 2
Ano de gravação: 1973

Discaço desse brasileiro que parece ser bem mais reconhecido lá fora do que aqui em seu próprio país. Música instrumental da melhor qualidade, contando com um excelente time de músicos convidados, dentre os quais Stanley Clarke (baixo), Billy Cobham e Rick Marott (bateria) e Hubert Laws (flauta). :aplauso: :rever1:

arielcs
10-07-2007, 21:30
Nossa Demetrio, me lembro desse disco la pelos idos de 74 :concordo:

Progger58
10-07-2007, 21:40
Pois é, meu caro Ariel, ouvindo esse disco a gente nem se dá conta de que foi gravado em 1973, ou seja, há mais de trinta anos. Incrível como soa atual este belíssimo trabalho do Deodato. :tu:

dentesadio
14-07-2007, 16:09
http://ec1.images-amazon.com/images/I/41D6PPZ5PBL._AA240_.jpg (http://www.amazon.com/gp/product/images/B000001FKR/sr=1-2/qid=1184439859/ref=dp_image_0/002-4696962-7540812?ie=UTF8&n=5174&s=music&qid=1184439859&sr=1-2)

http://ec1.images-amazon.com/images/I/51EM46X1AKL._AA240_.jpg (http://www.amazon.com/gp/product/images/B000002USI/sr=1-15/qid=1184440006/ref=dp_image_0/002-4696962-7540812?ie=UTF8&n=5174&s=music&qid=1184440006&sr=1-15)

:guitar: :guitar: :guitar:

dentesadio
14-07-2007, 16:12
http://ec1.images-amazon.com/images/I/51Q0MBCR7JL._AA240_.jpg (http://www.amazon.com/gp/product/images/B000001DVD/sr=1-7/qid=1184440231/ref=dp_image_0/002-4696962-7540812?ie=UTF8&n=5174&s=music&qid=1184440231&sr=1-7)

:guitar: :guitar: :guitar:

arielcs
16-07-2007, 18:35
Steve Howe - Spectrum

http://ec1.images-amazon.com/images/I/51V5TVSRP2L._AA240_.jpg (http://www.amazon.com/gp/product/images/B0009RQRIS/sr=1-3/qid=1181850888/ref=dp_image_0/104-7380051-0367103?ie=UTF8&n=5174&s=music&qid=1181850888&sr=1-3)

.

Acabei de escutar esse disco. Aprovadissimo. Fãs do genero vao adorar.:concordo: :legal:

Adriano WR
17-07-2007, 21:24
Acabei de receber pelo correio, via Amazon, e sem pagar imposto o que é muito melhor, The Fratellis "Costello Music".

Pra quem gosta de rock'n'roll que só fala de mulher, é a melhor pedida atualmente. E ainda de bônus, tem-se a impressão que o Marc Bolan não morreu, todo o espírito do T. Rex está aí. Energia, pegada e bom humor, não me divertia tanto com uma banda desde que descobri o Danko Jones.

Abs

Progger58
29-07-2007, 10:49
Sugestão do dia:

http://www.robertrich.com/amoeba/watchful.gif

AMOEBA - Watchful

Fãs do Robert Rich, não percam tempo: adquiram logo este CD. Trata-se de um projeto reunindo o mago da ambient music Robert Rich (sintetizadores, guitarra, percussão, voz) com o guitarrista Rick Davies. Resultado: um som bem "viajante" e hipnótico, mas sem ser exatamente ambiente. :legal:

Samples disponíveis neste link:

http://cdbaby.com/cd/amoeba

rpenno
29-07-2007, 18:08
Freddie Mercury- Lover of life, Singer of songs, excelente

Progger58
07-08-2007, 20:27
Minha especial sugestão de hoje:

http://ec1.images-amazon.com/images/I/41B1H09MFEL._AA240_.jpg

MEDESKI MARTIN WOOD – Shack-Man

Considerado um dos melhores trabalhos desse magnífico trio de Fusion/Experimental formado pelos virtuoses John Medeski (órgão Hammond, clavinete, piano), Billy Martin (bateria, percussão) e Chris Wood (baixo, guitarra).

Um daqueles discos pra se comprar no escuro mesmo, de tão bom que é (inclusive com uma fenomenal qualidade técnica também). :aplauso: :rever1:

Alessandrus
07-08-2007, 22:01
Realmente esses três (MMW) são excelentes. Não conheço esse disco mas vou atrás:legal:

Progger58
07-08-2007, 22:10
Corra atrás sim, Alessandrus, vale indiscutivelmente a pena. :tu:

Tem alguns discos do trio em colaboração com o guitarrista John Scofield e que estou à procura também. :legal:

Jeaudium
07-08-2007, 22:14
Ai Demétrio:legal:
Este topíco=>http://www.htforum.com/vb/showthread.php?t=47847&highlight=medeski surtiu o efeito esperado:D

Progger58
07-08-2007, 22:19
Sem dúvida, meu caro Jeaudium. Uma das melhores aquisições que fiz nos últimos tempos, devo salientar. :tu:

Valeu pela excelente dica!!! :legal: :rever1:

Jeaudium
08-08-2007, 11:25
Demétrio fico muito feliz em saber que voce gostou deste disco do MMW :legal:

arcarneiro
14-08-2007, 20:16
http://www.progressivedarkwave.com/images/brainbio4_jpg.jpg

Banda: Braindance
Título: Redemption
País: EUA
Ano: 2001
Site: http://www.progressivedarkwave.com/home.htm
MySpace (com 4 músicas): http://www.myspace.com/progressivedarkwave

Uma aliance entre a guitarrista/produtor Vora Vor e o vocalista/letrista Sebastian Elliott culminou na formação do Braindance, um projeto que visa criar um novo genero de música, "Progressive Darkwave". Combinando elementos de música gótica, industrial, eletrônica, synthpop e darkwave com prog metal, prog trance, vocal house e música clássica moderna ( :Pens: )... sim, parece estranho, mas não é tanto!

Redemption é o terceiro álbum, que traz riffs matadores e ótimos solos de guitarra, batidas puxando para o techno, teclados com uma sonoridade mais sinfônica, um baixo que segura muito bem o rítimo e ótimos vocais masculinos e femininos. Aliais, o Sr. Elliott me lembra um pouco o Type O' Negative, que sem dúvida foi uma grande influência para essa banda.

Tem até um vídeo que fizeram para o filme Drácula, de Bram Stoker (outra ótima obra, que combina muito bem com o som da banda): http://www.youtube.com/watch?v=l2_oY1AursA

Uma descrição muito interessante sobre a banda postada no site metaljudgment.com

"for those who can imagine type o negative over fear factory's remanufacture, for those who wonder what might have happened if a post-queensryche prog metal band who liked cradle of filth developed a taste for gothic looped beats and actually cared about how the music might sound in a new york city dance club at 2:00 a.m. with a bunch of models thrashing around the room on exstacy, and really, for those who enjoy innovation and originality their music and appreciate a well-produced and professionally executed self-financed release, you might want to check out braindance."

Essa é uma banda que não é muito fácil de ser apreciada, mas os que gostam de algo um pouco mais "dark" e não se encomodam facilmente com a música eletrônica (techno), esta é uma ótima pedida. Até para os outros que não são muito chegado, vale uma conferida. Vcs podem até se surpreenderem.... ;)

Progger58
21-08-2007, 22:44
Minha sugestão de hoje:

http://images-jp.amazon.com/images/P/B0000001QG.09.LZZZZZZZ.jpg

Grupo: THE RIPPINGTONS
Título: Tourist in Paradise
Ano: 1989
Gênero: Crossover Jazz

Excelente disco na linha Crossover Jazz (ou smooth / easy listening jazz, como preferirem), sendo inclusive considerado um dos melhores trabalhos deste grupo americano cuja discografia é bastante prolífica e, ao que parece, permeada de notável regularidade. :legal:

Rodrigues
22-08-2007, 16:22
Steely Dan - Everything Must Go

http://www.steelydan.com/Images/emg/emgcover3.jpeg

Finalmente consegui ouvir este álbum!
Como sempre, Fagen & Becker se superando, com seu estilo inigualável e letras absolutamente intrigantes. :rever1: :aplauso:

fred corrêa
25-08-2007, 15:32
Acabei de ouvir duas pérolas em sacd, ambos "The Absolute Sound", edições 2004 e 2006, da Stockfisch. :rever1: :legal: :aplauso:
Imperdíveis!:concordo:

Pena não por as fotos aqui.

Fred

TPV-Rs
05-09-2007, 04:10
Emilie Simon - The Flower Book


http://www.milanrecords.com/emiliesimon/cover.jpg

bpmendonca
05-09-2007, 04:34
Vai durmir homem , 4:00 hrs da manha !! isto é hora de postar , ssrsrsrsrsr:D

Muito bom dia e desculpe a brincadeira , poste qualquer hora mas nao deixe de postar


Emilie Simon - The Flower Book
FOTO

vectrao
18-09-2007, 21:01
:lol:Eu Tambem tenho é muito bem mixado.:ola:
Abcoon,

Recentemente adquiri a edição remasterizada (24-bit) desse Misplaced Childhood (cd duplo) e digo que vale cada centavo pago. Além da significativa melhoria na qualidade de áudio, o segundo cd dessa edição contém muita coisa interessante realmente. :legal:

[]'s
Enid.

vectrao
19-09-2007, 00:56
:legal:A melhor banda de rock progressivo no meu entender mas que sempre pecou pela produção, neste álbum específico. Não gostei da produção nem da qualidade, tenho um Signals importado da Alemanha com ótima qualidade e um Moving Pictures em MFSL, também especial, em referência aos mais novos ressalto o Counterparts, que apesar de nacional é tudo de bom, sendo este junto com o Caress of Steel os que eu mais gosto. A propósito álguem tem o álbum list dos trabalhos solos do Alex liferson e Geddy Lee e o Neil Peart se é que ele tem algum. Obrigado.

Aproveitando a onda de Rush:

Rush - Feedback

http://campy.cocolog-nifty.com/record_/RUSH_Feedback_Cover.jpg

Variando o estilo, mas mantendo a habitual competência, este disco mostra o power trio homenageando alguns de seus ídolos. Apesar de toda fama que hoje o Rush possui, o trio manteve, sabiamente, os acordes originais dos classicos, porém sem perder a identidade própria da banda. :aplauso:

[]s Rodrigues

Towerhillsantos
19-09-2007, 20:26
http://images.americanas.com.br/produtos/item/651/9/651957g.gif



Sugestão para quem gosta de música popular de qualidade : Renato Teixeira ao vivo no auditório do Ibirapuera . Participação do pena Branca :rever1: e Leon Gieco . A produção é caprichada e o som de otima qualidade .

Promoção na americanas : R$ 29,90
http://www.americanas.com.br/home/begin.do?home=AcomProd&departmentId=589&itemId=651957&primaryGroupId=34849&canal=ACOM

Cal
22-09-2007, 12:54
Minha sugestão é: Emerson, Lake & Palmer, In Montreux. :aplauso::aplauso::aplauso:

http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=167828&ID=C91DE6D37D709160C222C0537&PAC_ID=18659

Jeaudium
07-10-2007, 19:28
"Upando" o topico:bD
Quem gosta de Norah Jones, Diana Krall e Madeleine Peyroux certamente vai gostar deste CD:legal:
http://i68.photobucket.com/albums/i18/jeaudiun/514B3M4D8ML_SS500_.jpg
http://video.on.nytimes.com/?fr_story=4fb9c37db7dfdbf9d52572eda231979a3e641edf&rf=sitemap
Tem a vantagem de ter sido lançado por um pequeno selo, longe do esquemão das "majors" o audio é de excelente qualidade(assim como todas musicas) praticamente sem compressão ao contrario dos ultimos discos das senhoras:D citadas acima.
:estrela::estrela::estrela::estrela::estrela:
"While I and most of my friends were still learning how to parallel park at 16, Sonya Kitchell was writing and performing these stunningly beautiful songs, filled with sophistication, deep introspection and a profound understanding of the human heart: "...Life can be such a give or take/Some laugh while they're dying, some cry when they wake" (Words). Or, "Happiness has been good to me/but sorrow sets inspiration free" (Simple Melody). If this release is any indication, then Ms. Kitchell has experienced, either personally or through the lives of those close to her, decades worth of happiness and sorrow in her brief time on earth. I've listened to this record seven or eight times now, and I keep going back and forth between focusing on the music and the words; each serves the other so well. And yet, for all of the brilliance of this release, nearly everything I've read about Sonya Kitchell says that to see her and her wonderful band live is to truly appreciate her artistry. She's touring as I write this, so check her out, and if you haven't heard her yet, do yourself a huge favor and buy this cd; it's sure to be only the first of many great records from this old young woman"

Progger58
09-10-2007, 13:05
http://images.americanas.com.br/produtos/item/651/9/651957g.gif




Sugestão para quem gosta de música popular de qualidade : Renato Teixeira ao vivo no auditório do Ibirapuera . Participação do pena Branca :rever1: e Leon Gieco . A produção é caprichada e o som de otima qualidade.
Parece deveras interessante. Sugestão anotada. :legal:

Yoko
10-10-2007, 09:30
Minha sugestão não é de cd, mas uma rádio.
www.last.fm (http://www.last.fm)
A conexão, muitas vezes, é pessima, mas quando funciona, é muito bom. Lá você ouve desce Beatles até bandinha de quintal vizinha à sua casa. É um ótimo instrumento para garimpar coisas novas.
http://www.last.fm/music/Geizi-Bel/+images - essa artista, por exemplo, é sensacional!!! Pna que a rádio dela não funcione...

Progger58
20-10-2007, 20:53
Minha sugestão de hoje:

http://www.cafedovento.mus.br/capas_cafe.gif

Grupo: CAFÉ DO VENTO
Álbum: Calangotango

Fiquei fascinado com a música belíssima, criativa e de altíssimo nível técnico do grupo Café do Vento, que vim a conhecer através de uma dica do nosso amigo Minerim.

A gravação deste disco é um primor sob todos os aspectos, com atributos inerentes a gravações de nível audiófilo. E a música deles também é um verdadeiro encanto, de uma criatividade fenomenal. Aos amigos mais familiarizados com a música experimental, progressiva e regional brasileira, eu diria que lembra em muito uma deliciosa mistura de Uakti com Quinteto Violado e Quaterna Réquiem. :legal:

Coisa fina realmente. :aplauso: :rever1: :tu:

Minerim
20-10-2007, 21:13
Grande Demétrio, fico feliz que vc gostou, pensei que era só eu mesmo, porque ninguém se interesou.
Na verdade, eu tenho escutado esse CD todos os dias, até mesmo como refrência entre uma mudança e outra de cabos e componentes.
Fiquei viciado nesse CD, não sei explicar. Eu achava a qualidade de gravação e técnica fenomenal, mas nem dei detalhes, porque me falta base para opinar, mas vc recomendando, já dá mais credibilidade.
Considerando um grupo nacional novo, com poucos recursos, sem midia e patrocionadores fortes, eu diria que é um milagre, por isso recomendei.

Progger58
20-10-2007, 21:18
Pois é, Minerim, tomara que outros forenses também procurem conhecer esse disco do grupo Café do Vento, pois vale a pena mesmo!!!!!!!!! :tu:

Progger58
03-11-2007, 11:39
Minha sugestão de hoje:

http://cdn.last.fm/coverart/300x300/2090288.jpg

Chris Rea – The Blue Cafe

Excelente cantor/compositor inglês, na estrada desde o final dos anos 70 (na verdade ingressou na música em meados daquela década, ao substituir David Coverdale numa banda chamada Magdalene, lançando-se em carreira solo a partir de 1978), sendo este um de seus trabalhos recentes (1998).

A exemplo dos magníficos "Dancing With Strangers” (1987), "The Road to Hell" (1989) e "Auberge" (1991), este é outro excelente trabalho do Chris Rea, com sua marca registrada de melodias cativantes e arrebatadoras, magnífica interpretação vocal e solos maravilhosos de slide guitar, além do habitual apuro e cuidado nos elaborados arranjos, bem como na sua execução e gravação em estúdio. :tu: :aplauso:

Batuta
03-11-2007, 17:56
Que capa maneira hein! Show de bola.

Abraço,
Robson

Dagoberto
03-11-2007, 20:42
Neste momento: Herbie Hancock - Head Hunter


http://ecx.images-amazon.com/images/I/31-QDIJkyGL._AA115_.jpg (http://www.amazon.com/Head-Hunters-Herbie-Hancock/dp/B000002AGP/ref=pd_bbs_sr_3/104-8422778-4915905?ie=UTF8&s=music&qid=1194129641&sr=8-3)

Abs.

Dagoberto

SILVERLEMON
22-11-2007, 21:51
Boa noite amigos amantes do bom e velho "Rock'N'Roll.

Esta semana recebi uma encomenda feita na Amazon, que me deixou realmente "chapado" e muito FELIZ :feliz: Esta é para aqueles que apreciam o bom "Blues-Rock",:legal: vejam abaixo a capa do petardo e o review da Amazon, acho que prá quem gosta, curte, não preciso dizer mais nada, a não ser: COMPREM CORRENDO, APROVEITEM O DOLAR EM QUEDA, AFINAL ESTE CARA JÁ ESTÁ TOCANDO LÁ EM CIMA E VAI SER MUITO DIFICIL VE-LO NOVAMENTE NESTA GRANDE FORMA::aplauso::aplauso::aplauso:

http://ecx.images-amazon.com/images/I/51E6lLiM7mL._SS500_.jpg

Product Description
Perhaps one of the most treasured blues guitarists over the past 30 years, Rory Gallagher made a number of appearances on Germany's famed Rockpalast show between 1976 and 1990. For the first time ever, all these performances are collected into 1 complete package, with 9 HOURS of Rory at his finest.
Tracklisting: WDR Studio L - 1976 1. Pistol Slapper Blues 2. Too Much Alcohol 3. Out On The Western Plain 4. Banker's Blues 5. Rag Mama Rag 6. Nothing But The Devil 7. Going To My Hometown 8. I Take What I Want 9. Calling Card 10. Secret Agent 11. Do You Read Me 12. Bought And Sold 13. Country Mile 14. Jacknife Beat 15. Boogie

Grugahalle Essen - 1977 1. Messin' With The Kid 2. I Take What I Want 3. Garbage Man 4. Moonchild 5. Secret Agent 6. Calling Card 7. Out On The Western Plain 8. Barley and Grape Rag 9. Tattoo'd Lady 10. Souped Up Ford 11. Bullfrog Blues 12. Bought And Sold

Wiesbaden 1979 1. Shin Kicker 2. The Last Of The Independents 3. Off The Handle 4. Bought And Sold 5. Shadow Play 6. A Million Miles Away 7. Hell Cat 8. Out On The Western Plain 9. Too Much Alcohol 10. Goin' To My Hometown 11. Tattoo'd Lady 12. Secret Agent 13. Roberta

Jam Session Wiesbaden 1979 1. Bullfrog Blues 2. Walkin' The Dog 3. Sea Cruise 4. Around And Around 5. Roll Over Beethoven

Loreley Jam 1982 1. Knocking On Heaven's Door 2. I'm Ready 3. Medley: Lucille / Dust My Broom / I'm Movin' / Be Bop A Lula 4. Slow Blues 5. I Have The Blues

Loreley 1982 1. Wayward Child 2. Double Vision 3. Big Guns 4. What In The World 5. Nadine 6. Follow Me 7. Bad Penny 8. Bourbon 9. Jinxed 10. Moonchild 11. Brute Force And Ignorance 12. The Devil Made Me Do It 13. Out On The Western Plain 14. Ride On Red, Ride On 15. Philby 16. Shadow Play 17. Shin Kicker 18. Peter Gunn

Cologne 1990 1. Continental Op 2. Don't Start Me Talkin' 3. Mean Disposition 4. Kid Gloves 5. Middle Name 6. The King Of Zydeco 7. Out On The Western Plain 8. Empire State Express 9. The Loop 10. Garbage Man 11. When My Baby She Left Me 12. Shadow Play 13. Shin Kicker 14. Born Under A Bad Sign (w/ Jack Bruce) 15. I'm Ready (w/ Jack Bruce) 16. Politician (w/ Jack Bruce)

RODRIGUES, valeu o incentivo, sei que se voce não tem esse, certamente vai correr atras, porque é realmente um "must", Shows com muita energia e emoção.:aplauso:
Abraço a todos !!!

Rodrigues
23-11-2007, 09:11
Silver,

Registros do Rory Galagher são sempre bem vindos! Recentemente comprei o Live At Montreux, o qual possui performances do Rory em fases distintas. Se vc ainda não tem, vale muito... e este Live At Rockpalast certamente vai pra lista! :legal:

SILVERLEMON
23-11-2007, 11:10
Salve Rodrigues!
Cara esse em Montreux eu já tenho ha algum tempo, excelente também, nas duas apresentações dele por lá. O Rockpalast registra varios concertos na Alemanha entre 1976 a 1990, e você pode inclusive notar como a música é a mesma ou seja cheia de energia e emoção, mas o cara foi engordando ... mudando sua fisionomia, até partir, mas este legado é um verdadeiro "Tesouro" que foi deixado prá nós por aqui.:tu:
Grande abraço!

Sidney Romano
23-11-2007, 20:02
Moçada:

Não lembro se indiquei este disco antes, mas é um dos mais deliciosos que tenho ouvido ultimamente.
Consiste numa plêiade de artistas interpretando grandes standards da música americana, em arranjos espetaculares.
E o preço é muito convidativo, principalmente pela qualidade das gravações. No site da Fnac está por pouco mais de R$ 26.

http://www.fnac.com.br/images/product/0602498281208_G.jpg

Destaques, em minha opinião, para Sting cantando SOMEONE TO WATCH OVER ME, Norah Jones em THE NEARNESS OF YOU, Brya Ferry em I PUT A SPELL ON YOU, Silje Nergaard em BEWITCHED, Madeleyne Peyroux em DON'T CRY BABY e Gabrielle em WALK ON BY, mas todas as faixas são deliciosas.
Pelo preço e qualidade, uma pechincha.
Boa diversão a quem se arriscar.

Sidão

MARCUS BRAGA
24-11-2007, 20:54
VERSÂO DE 30TH ANIVERSÀRIO

http://i227.photobucket.com/albums/dd220/211marcus45/ane6.jpg

http://i227.photobucket.com/albums/dd220/211marcus45/an2.jpg

http://i227.photobucket.com/albums/dd220/211marcus45/ane3.jpg


qualquer duvida em breve estara no emule.:D rsrs.

Tunafish
27-11-2007, 13:17
Gostaria de sugerir e compartilhar uma descoberta minha recente:

Terry Reid - Seed of Memory (1976).

http://www.whatrecords.co.uk/live/pics/20402.jpg

Resumidamente, Terry Reid foi um desses caras loucos que recusou oportunidades de ouro para investir na sua própria carreira. Em 1969, enquanto abria shows de bandas como Jethro Tull e Fleetwood Mac, Terry chamou a atenção de Jimmi Page (que procura novos rumos após o fim do Yardbirds) e o chamou para uma nova empreitada. Terry recusou educadamente mas fez questão de recomendar Robert Plant, vocalista do "The Band of Joy" (que abria os shows de Terry), e este aceitou de primeira, trazendo consigo seu amigo e baterista John Bonham, surgindo assim nada menos que o Led Zeppelin. Mais tarde, Terry acabou recusando também o convite para ingressar ao Deep Purple para substituir Rod Evans, e abriu espaço para Ian Gillan mostrar seu talento.

Em seus discos, Terry explora muito o lado soul com bases muitas vezes folk e blues. Sua voz remete diretamente a Paul Rodgers nos primórdios do Free e ainda Rod Stewart em seus primeiros discos. Este disco, Seed of Memory de 76, um dos melhores de sua carreira (NMHO), é imperdível para os fãs do estilo.

:legal:

gvcurcio
27-11-2007, 13:50
Acho que vou cancelar a minha assinatura neste tópico. Não passa um dia sequer se aparecer uma ótima indicação. Se for segui-las, terei que comprar 30 discos por mês e aí vou quebrar. hehehehe :hilario::hilario::hilario:

Belíssimas dicas amigos.

Rodrigues
28-11-2007, 09:24
Terry Reid
Caramba, Tunafish! Sujeito predestinado esse Terry Reid, hein? :riso: O cara abriu mão de 2 empregos, que qualquer vocalista de rock sonharia.

Tunafish
28-11-2007, 12:13
Pois é, para você ver... O cara pelo jeito não queria dividir os holofotes com ninguém por acreditar cegamente no seu trabalho autoral. Mas na vida tudo tem seu preço, e duvido que em algum momento ele não tenha tido uma pitada de arrependimento...

Rodrigues
29-11-2007, 10:17
Artista: Andy Timmons
Álbum: That Was Then, This Is Now
http://ecx.images-amazon.com/images/I/41DCK7KB68L._SS500_.jpg
Lembrando SRV, Steve Vai e outros virtuoses, a obra deste guitarrista vem evoluindo significativamente. Como o título sugere, esta evolução é bastante perceptível neste álbum: rock, fusion, blues e outros estilos, mas basicamente, ótima música instrumental, regida por uma guitarra inflamada.

ANTUNES CARLOS
29-11-2007, 10:27
Roger Waters - Ça Ira, em sacd/dvd, realmente um show, é ouvir e ver pra crer:aplauso::aplauso::aplauso::aplauso::aplauso:.

ADAL
29-11-2007, 18:03
Artista: Andy Timmons
Álbum: That Was Then, This Is Now
http://ecx.images-amazon.com/images/I/41DCK7KB68L._SS500_.jpg
Lembrando SRV, Steve Vai e outros virtuoses, a obra deste guitarrista vem evoluindo significativamente. Como o título sugere, esta evolução é bastante perceptível neste álbum: rock, fusion, blues e outros estilos, mas basicamente, ótima música instrumental, regida por uma guitarra inflamada.


Grande sugestao Rodrigues:legal:, Andy Timmons toca muito( nao da para acreditar que ele foi de uma banda hard-rock poser o Danger Danger), a uns meses atras eu baixei um show em DVD-R com ele mais o Steve Vai, o Paul Gilbert e o batera Simon Philips, intitulado " Ibanez 90th Anniversary Live" de 1997,altos duelos e solos de guitar mais o peso da bateria do Simon Philips.:tu:

DRAGAO
02-12-2007, 11:06
Minha sugestao do dia é o BD do Toto 25 anos....
Excelente show apesar de eu nao curtir a banda.....
Imagem excelente, som DTS HD e extras engraçados....:legal:

Jeaudium
02-12-2007, 13:14
:rever2:http://i68.photobucket.com/albums/i18/jeaudiun/41ZMXC344YL_SS500_.jpg:rever1:

uRX3k_im5I8 :legal:

ADAL
03-12-2007, 07:51
Para a galera do timao, apenas uma musica num dia como hoje, THE
BOOMTOWN RATS com a super classica e unico hit deles " I DON'T LIKE MONDAYS " :lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol::lol:.

SILVERLEMON
03-12-2007, 23:37
Amigos, adquiri semana passada este livro e recomendo a todos os amantes do bom e velho Rock'N'Roll, Blues, Jazz e todas as vertentes musicais. Trata-se de um livro para pesquisar naquelas horas agradáveis de lazer, quando estamos ouvindo um SOM..., abrange os melhores discos lançados dos anos 50 até hoje, apresentado por 90 dos melhores críticos e jornalistas mundiais, com resenhas, comentários, curiosidades, fotos (muitas) das capas, artistas, bandas, enfim ... uma verdadeira BIBLIA do ROCK :aplauso:, Livro de Cabeceira de todo rockeiro que se preze, e também muito "educativo" para aqueles que estão se aventurando e começando a mergulhar neste belo e sonoro mundo.

Altamente recomendável :legal: Pesquisem na Net por bons preços pois há grande variação deles.:bD

http://i230.photobucket.com/albums/ee190/analaniz/1001_discos_m.jpg

MARCUS BRAGA
04-12-2007, 01:49
nao gostei das sugestôes , estao mal gravadas!!!

nâo tem remaster e versão 24 bits desses rocks não?:legal:

a do Roger waters eu tenho em 24 bits, boa!!!!

arielcs
04-12-2007, 09:43
Supertramp - Some Things Never Change (HDCD)

Um disco diferente, de 1997.
Apos a separaçao; é um trabalho voltado para o Jazz/Blues, mas mesclado com o toque tradicional. Rick Davies em todos os teclados e vocais.
Vale a pena.:legal:

http://ecx.images-amazon.com/images/I/41PS4EVGR1L._AA240_.jpg

Sidney Romano
04-12-2007, 09:53
http://ecx.images-amazon.com/images/I/51EwX%2Bv5tgL._SS400_.jpg


Simplesmente maravilhoso.
Grande voz, técnica perfeita, grandes orquestrações e acompanhamentos.
UMA DELÍCIA !!!

Sidão

Sidney Romano
04-12-2007, 11:27
Outra sugestão, agora de um dos discos mais audiófilos que se pode encontrar no mercado, adquirido no sábado e já devidamente ouvido, contando com a inovadora tecnologia K2, além de ser XRCD 24.

http://ecx.images-amazon.com/images/I/41NAOiGhL0L._SS500_.jpg

1. Fanfare for the Common Man 2. Peace in the Heart 3. Campanella 4. Maquam/Prelude & Dance 5. Suite Española/Austurias (Leyenda) 6. Caesar 7. Sway 8. Rose for Me 9. Moon Represents My Heart 10. Est Né le Divin Enfant (Born Today Is the Child Divine) 11. Sing Joy 12. Red River Valley


São orquestras, conjuntos e artistas magníficos, mas o que se destaca mesmo é a qualidade absurda da gravação, mostrando todos os detalhes possíveis, em termos de formação de palco sonoro, planos de profundidade, reverberação e ambiência das salas onde gravadas as músicas. ABSOLUTAMENTE EXTRAORDINÁRIO !!!

Sidão

Progger58
04-12-2007, 14:33
Supertramp - Some Things Never Change (HDCD)

Um disco diferente, de 1997.
Apos a separaçao; é um trabalho voltado para o Jazz/Blues, mas mesclado com o toque tradicional. Rick Davies em todos os teclados e vocais.
Vale a pena.:legal:

http://ecx.images-amazon.com/images/I/41PS4EVGR1L._AA240_.jpg

Muito interessante este disco realmente. Um pouco diferente daquele som tradicional do Supertramp a que estamos acostumados, é verdade, mas definitivamente um bom disco. :legal:

Como bem disse o Ariel, vale realmente a pena. :tu:

leandrolcm
04-12-2007, 14:50
http://images.americanas.com.br/produtos/item/2432/2/2432236g.gif
Segue ai minha sugestão. O primeiro disco "Rock Montreal" está com a imagem fantástica em wide 16 X 9. O som, babei,:rever1: DTS 96/24!!! O segundo disco "LIVE AID" a imagem não está lá estas coisas mas o som também é bom só que em DTS normal. A interpretação fantástica nos dois casos.

Abraços

Leandro

fabiosm
04-12-2007, 16:20
:rever2:http://i68.photobucket.com/albums/i18/jeaudiun/41ZMXC344YL_SS500_.jpg:rever1:

http://www.youtube.com/watch?v=uRX3k_im5I8 :legal:

Muito boa dica, eu não conhecia e me surpreendi com a voz da menina. :tu:

TPV-Rs
04-12-2007, 22:08
:rever2:http://i68.photobucket.com/albums/i18/jeaudiun/41ZMXC344YL_SS500_.jpg:rever1:

http://www.youtube.com/watch?v=uRX3k_im5I8 :legal:

Não conhecia essa cantora, muito boa as músicas dela :)

ag-silva
05-12-2007, 21:47
Não da nem pra comentar, é pegar e ouvir :legal:

http://i15.ebayimg.com/01/i/000/c6/9a/696e_1.JPG

http://i18.ebayimg.com/01/i/08/8a/6e/83_1.JPG

http://i12.ebayimg.com/04/i/000/c3/43/9383_1.JPG

http://i6.ebayimg.com/04/i/000/b9/d4/d92b_1.JPG

ag-silva
05-12-2007, 22:19
Mais uma super banda KING CRIMSON :rever1:

http://i4.ebayimg.com/02/i/000/95/19/346d_1.JPG

http://i17.ebayimg.com/01/i/000/95/19/94ac_1.JPG

http://i5.ebayimg.com/02/i/000/95/19/6977_1.JPG

http://i2.ebayimg.com/01/i/000/95/6c/e605_1.JPG

http://i12.ebayimg.com/08/i/000/c3/00/3857_1.JPG

http://i22.ebayimg.com/04/i/000/c3/00/2b37_1.JPG

http://i1.ebayimg.com/08/i/000/c1/f6/ef15_1.JPG

http://i13.ebayimg.com/01/i/000/c2/bc/904a_1.JPG

http://i15.ebayimg.com/01/i/000/c3/00/25ad_1.JPG

http://208.131.143.232/images/63336705012.jpg

ADAL
06-12-2007, 07:51
QUE LUXO HEIM:aplauso:, beleza AG-SILVA :legal:, tudo JAPA,sera que sao aquelas ediçoes baseadas no vinil, rotulo lembrando vinil, capinha dupla em digipec e devem estas com aquele som né.:tu:

ag-silva
06-12-2007, 12:11
QUE LUXO HEIM:aplauso:, beleza AG-SILVA :legal:, tudo JAPA,sera que sao aquelas ediçoes baseadas no vinil, rotulo lembrando vinil, capinha dupla em digipec e devem estas com aquele som né.:tu:
Grande ADAL,

Realmente estas versões são muito boas tanto na apresentação que é idêntica aos LPs originais, quando no som que foi remasterizado, dependendo do caso em HDCD ou K2 20bits (os ELP também sairam em K2 HD ):legal: realmente deram o valor devido ao trabalho dessa bandas. :rever1:
Aos poucos eu consegui comprar todos os YES, GENESIS, QUEEN, ELP, CREAM, GRAND FUNK, RAINBOW, LED ZEPPELIN, GREEDENCE, FOCUS, KING CRIMSON.
Também comprei alguns favoritos do KISS, WISHBONE ASH, OMEGA, GENTLE GIANT, IRON MAIDEN, CAMEL, RICK WAKEMAN,CROSBY STILLS NASH & YOUNG, PAUL MCCARTNEY, entre outros :legal:

Para galera que acha que as bandas de Rock antigas só tem disco mal gravado, pode conferir estas versões pois vai ter uma grata surpresa :aplauso:

Um grande abraço.

ag-silva
07-12-2007, 14:57
Primeiro disco da banda :legal: rock de ótima qualidade :aplauso:

http://ecx.images-amazon.com/images/I/41E6B16QXYL._SS500_.jpg

Outros dois ótimos discos com participação do ex-Thin Lizzy Brian Robertson :aplauso:
http://ecx.images-amazon.com/images/I/411AV3T4TDL._SS500_.jpg

http://ecx.images-amazon.com/images/I/31V4BC3TWKL._SS500_.jpg

Progger58
10-12-2007, 17:00
Realmente estas versões são muito boas tanto na apresentação que é idêntica aos LPs originais, quando no som que foi remasterizado, dependendo do caso em HDCD ou K2 20bits (os ELP também sairam em K2 HD ):legal: realmente deram o valor devido ao trabalho dessa bandas. :rever1:
Aos poucos eu consegui comprar todos os YES, GENESIS, QUEEN, ELP, CREAM, GRAND FUNK, RAINBOW, LED ZEPPELIN, GREEDENCE, FOCUS, KING CRIMSON.
Também comprei alguns favoritos do KISS, WISHBONE ASH, OMEGA, GENTLE GIANT, IRON MAIDEN, CAMEL, RICK WAKEMAN,CROSBY STILLS NASH & YOUNG, PAUL MCCARTNEY, entre outros :legal:

Para galera que acha que as bandas de Rock antigas só tem disco mal gravado, pode conferir estas versões pois vai ter uma grata surpresa :aplauso:

Qualquer dia desses, quando estiver um pouco mais folgado ($$), também vou terminar comprando algumas dessas edições japonesas, as quais tenho a maior curiosidade de conhecer. Especialmente de bandas super preferidas minhas, tais como CAMEL, RENAISSANCE e PINK FLOYD. :legal:

ag-silva
10-12-2007, 18:02
Acredito que essa seja uma ótima opção para os amantes do Rock dos anos 70 :aplauso: Tudo de bom, e ao vivo :rever1:

http://ecx.images-amazon.com/images/I/51PVSBCYREL._SS500_.jpg

ADAL
12-12-2007, 17:54
http://ecx.images-amazon.com/images/I/41CZCNBM95L._AA240_.jpg (http://www.amazon.com/gp/product/images/B000001F7R/sr=1-11/qid=1197488270/ref=dp_image_0/103-9311644-9838256?ie=UTF8&n=5174&s=music&qid=1197488270&sr=1-11)



http://ecx.images-amazon.com/images/I/51Q0MBCR7JL._AA240_.jpg (http://www.amazon.com/gp/product/images/B000001DVD/ref=dp_image_0/103-9311644-9838256?ie=UTF8&n=5174&s=music)


http://ecx.images-amazon.com/images/I/41GS778X4CL._AA240_.jpg (http://www.amazon.com/gp/product/images/B000001F2V/ref=dp_image_0/103-9311644-9838256?ie=UTF8&n=5174&s=music)



Respectivamente 1º, 2º E 3º album do DEF LEPPARD, sua melhor fase,grande inicio, mais hard, mais heavy, melhores musicas, mais pegada, mais peso, bons riffs, infelizmente depois do acidente com o batera a banda ficou mais light, menos pegada e menos peso ,procurou direcionar seu som mais para as paradas de sucesso.Dizem que depois de lançarem o Hysteria e do Euphoria, só faltava eles lançarem um album com o titulo de " Porcaria ":lol::lol::lol:, brincadeira a parte, estes 3 albuns sao otimos e valem uma conferida:legal:.

ag-silva
15-12-2007, 16:34
Uma boa pedida :legal: em progressivo :rever1:

A banda é o FINCH
Cleem Determeijer - keyboards
Beer Klaasse - drums
Joop Van Nimwegen - guitars
Peter Vink - bass

Beyond Expression :rever1:

http://www.progarchives.com/Progressive_rock_discography_includes/thumbnail.asp?FileName=c:\inetpub\wwwroot\www.prog archives.com\progressive_rock_discography_covers\8 29/cover_3838211912004.jpg

1. A Passion Condensed (20:05)
2. Scars On The Ego (8:51)
3. Beyond The Bizarre (14:24)


Galleons of Passion :aplauso:

http://i1.ebayimg.com/02/i/000/cb/df/cec9_1.JPG

1. Unspoken Is The Word (7:52)
2. Remembering The Future (4:22)
3. As One (4:44)
4. With Love As The Motive (9:15)
5. Reconciling (8:29)


Glory Of The Inner Force :legal:

http://www.progarchives.com/Progressive_rock_discography_includes/thumbnail.asp?FileName=c:\inetpub\wwwroot\www.prog archives.com\progressive_rock_discography_covers\8 29/cover_1135211912004.jpg

1. Register magister (9:22)
2. Parodoxical moods (10:43)
3. Pisces (9:29)
4. A bridge to Alice (13:13)
5. Colossus Part I (3:28)
6. Colossus Part II (3:36)

Progger58
15-12-2007, 19:55
Ag-Silva,

Que bom encontrar outro fã do FINCH aqui no forum!!! :legal:

Rapaz, sou fã demais dessa banda!!! Embora relativamente desconhecida mesmo entre o público progressivo, o FINCH está para mim entre as cinco preferidas dos anos 70, juntamente com CAMEL, RENAISSANCE, KING CRIMSON e PINK FLOYD. :aplauso:

Gosto igualmente dos três discos por você acima relacionados. Os três são realmente sensacionais e, pelo menos para mim, fica difícil apontar um que seja eventualmente melhor que os outros. :tu:

-----------------------

P.S. - Eu sabia que tinha também recomendado aqui um disco dessa banda há algum tempo atrás, então fiz uma busca e encontrei este post:

http://www.htforum.com/vb/showthread.php?p=569520&highlight=Finch#post569520

Grande banda!!!!!!! :rever1: :rever1: :rever1: :rever1: :rever1:

ag-silva
15-12-2007, 20:15
Legal Demétrio :legal:

Realmente o FINCH não é uma banda muito comum por aqui, porém isso não tira o seu valor :legal:
Eu gosto muito dos 3 discos, mas tenho uma certa preferência pelo :rever1:Beyond Expression :rever1:

Uma outra banda muito legal também é o WOLF :aplauso:

Tenho estes 3 discos: ( da esquerda para a direita )

Canis-Lupus Saturation Point Night Music

http://i21.ebayimg.com/04/i/000/cc/03/2acb_1.JPG

Um grande abraço e ótimas audições :legal:

Progger58
15-12-2007, 20:27
Ag-Silva,

Do WOLF eu só tenho o primeiro (esse com o lobo na capa por você já mostrado). Mais uma excelente dica realmente. :tu:

Você conhece o CURVED AIR? Era a banda principal do Darryl Way (violinista e líder do Wolf) e tinha como vocalista a belíssima Sonja Kristina. Se ainda não conhece vale definitivamente a pena procurar conhecer, especialmente os discos Air Conditioning, Second Album e Air Cut. :legal:

Progger58
15-12-2007, 22:05
Sugestão para uma noite tranqüila de Sábado:

http://www.vervemusicgroup.com/images/local/250/9EB56B1BE9C549F8833D095D02C1C48C.jpg

Grupo: THE RIPPINGTONS
Álbum: Curves Ahead

Pop jazz de excelente qualidade, com melodias deliciosas e muito suingue pra se curtir. :tu:

ag-silva
15-12-2007, 22:48
Demétrio,

Vale a pena tentar arrumar os outros dois do WOLF eu gosto muito do Night Music :rever1:

Com relação ao Curved Air, eu tenho só o Second Album e o Love Child

http://ecx.images-amazon.com/images/I/41PQ6D0V9PL._AA240_.jpg (http://www.amazon.com/gp/product/images/B00004TX9U/sr=1-13/qid=1197765222/ref=dp_image_0/002-0710052-4053659?ie=UTF8&n=5174&s=music&qid=1197765222&sr=1-13)

Pretendo dar uma ampliada e pegar os outros que você sugeriu :legal:

Rodrigues
16-12-2007, 08:30
Pessoal, estou vendo seus posts enquanto espero começar Milan x Boca :D Esse HTF me trazendo ótimas recordações: Cuverd Air era uma das bandas mais tocadas na saudosa rádio Eldopop daqui do Rio. Putz, bons tempos. :rever1:

rpenno
16-12-2007, 10:02
Sidão, este é melhor que o Grooving Classics?



Outra sugestão, agora de um dos discos mais audiófilos que se pode encontrar no mercado, adquirido no sábado e já devidamente ouvido, contando com a inovadora tecnologia K2, além de ser XRCD 24.

http://ecx.images-amazon.com/images/I/41NAOiGhL0L._SS500_.jpg

1. Fanfare for the Common Man 2. Peace in the Heart 3. Campanella 4. Maquam/Prelude & Dance 5. Suite Española/Austurias (Leyenda) 6. Caesar 7. Sway 8. Rose for Me 9. Moon Represents My Heart 10. Est Né le Divin Enfant (Born Today Is the Child Divine) 11. Sing Joy 12. Red River Valley


São orquestras, conjuntos e artistas magníficos, mas o que se destaca mesmo é a qualidade absurda da gravação, mostrando todos os detalhes possíveis, em termos de formação de palco sonoro, planos de profundidade, reverberação e ambiência das salas onde gravadas as músicas. ABSOLUTAMENTE EXTRAORDINÁRIO !!!

Sidão

DRAGAO
19-12-2007, 08:52
Gostaria de saber se alguem aqui é apreciador de Marchas Militares, Hinos Militares etc e se tem alguma indicacao a fazer sobre esse genero musical.:tu:

Progger58
20-12-2007, 10:03
Dragao,

Não conheço nada nessa área de hinos militares, mas numa busca rápida encontrei alguns links que podem eventualmente lhe interessar:

http://www.10rm.eb.mil.br/arq/A_10rm/Banda/cd1.htm#

http://www.banda.cbmerj.rj.gov.br/discografia.html

http://www.bemol.com.br/departamento.php?idcategoria=946

DRAGAO
20-12-2007, 11:05
Valeu Progger, estou dando uma olhada. Acho que o pessoal nao curti marchas militares entao.....e eu sou apaixonado por isso ae....:legal:

Sidney Romano
20-12-2007, 13:39
Sidão, este é melhor que o Grooving Classics?


Não digo que seja melhor, mas é outro BAITA disco, com faixas extremamente bem gravadas.
Merece uma conferida.

Sidão

MARCUS BRAGA
20-12-2007, 13:49
ja que o nivel ta alto!:D:D

http://i227.photobucket.com/albums/dd220/211marcus45/Cover-1.jpg

Progger58
21-12-2007, 14:36
ja que o nivel ta alto!:D:D

http://i227.photobucket.com/albums/dd220/211marcus45/Cover-1.jpg

Deve ser um discaço, heim? :legal:

Quais são as músicas contidas nesse disco, e os respectivos intérpretes?

DRAGAO
21-12-2007, 14:57
ae tutu, faz uma copia deste disco e manda pra mim. Tenho curiosidade de escutar este FELOMENAL CD. Depois me passa as custas.:tu:

MARCUS BRAGA
21-12-2007, 15:53
vou compartilhar depois te passo o link

bpmendonca
21-12-2007, 17:04
Eita , manda o link pro forum , pra quem quiser baixar e conferir ...



vou compartilhar depoi te passo o link

piupa
21-12-2007, 17:42
Maravilhoso!!! :rever1:

Ótimo áudio LPCM...

Marillion - Live From Loreley


http://ecx.images-amazon.com/images/I/3103S0MBC6L._AA207_.jpg (http://www.amazon.com/gp/product/images/B0006HJIIW/sr=1-8/qid=1198265917/ref=dp_image_0/104-0290471-8578307?ie=UTF8&n=130&s=dvd&qid=1198265917&sr=1-8)

Músicas:
01. Slàinte Mhath/ 02. Assassing/ 03. Script for a Jester's tear/ 04. Incubus/ 05. Sugar mice/ 06. Hotel Hobbies/ 07. Warm Wet Circles/ 08. That time of the night (The Short Straw)/09. Kayleigh/ 10. Lavender/ 11. Bitter suite/ 12. Heart of Lothian/ 13. The Last Straw/ 14. Incomunicado

Abraços,
Adilson.

ag-silva
22-12-2007, 13:53
Essa é uma ótima sugestão inclusive para o natal :feliz:

http://ecx.images-amazon.com/images/I/41NJHGJDW5L._SS500_.jpg

1. There Is No Greater Love 9:02
2. All Blues 7:03
3. On Green Dolphin Street 7:20
4. Blue in Green 7:28
5. 81 6:30
6. Freddie Freeloader 6:34
7. My Funny Valentine 10:01
8. If I Were a Bell 8:02
9. Oleo 5:02

DRAGAO
22-12-2007, 22:00
vou compartilhar depois te passo o link
Como tenho Ip fixo vai ser soda baixar...
O primeiro ja foi agora tenho que ficar umas 2 horas esperando.....:bD

MARCUS BRAGA
25-12-2007, 03:15
Artist:CEJ Companhia Estadual de JazzAlbum:Via BahiaReleased:2007Source:ROB DIGITALGenre:JAZZInfo:Click Here (http://www.hqshare.net/redirector.php?url=http%3A%2F%2Fwww.robdigital.com .br)


fiquei bastante surpreso com esse grupo de jazz no festival de montreal, mais ainda quando vi um integrante da casseta e planeta mandando bem no jazz:legal::legal::legal:

http://www.youtube.com/watch?v=p0_fi1Fk7XA

Progger58
26-12-2007, 14:08
Minha sugestão de hoje:

http://www.passionprogressive.fr/images/imagecom-bauer.jpg

Grupo: BAUER
Título: Astronauta Olvidado
Ano: 2004
Origem: Argentina
Gênero: Rock Progressivo sinfônico

Faixas:
1. De las nubes al sol, del sol al espacio, del espacio al vacío
2. El verano del cohete
3. Astronauta olvidado
4. Novelty
5. La mañana verde
6. Zurich queda en Paris
7. Falla en el transbordador
8. Vendrán lluvias suaves
9. Durmiendo en la nieve de Gerry
10. Hemos traído rocas lunares
11. Un camino a través del aire


Excelente trabalho de estréia desta banda argentina cuja sonoridade nos remete imediatamente a uma deliciosa fusão do melhor do Radiohead (fase OK Computer / Kid A) com reminiscências progressivas tradicionais (Pink Floyd) e mais modernas (Porcupine Tree), através de interessantes atmosferas sonoras baseadas na farta utilização de teclados vintage como Moog, Farfisa, Oberheim e Mellotron. :aplauso: :rever1:

Progger58
27-12-2007, 11:50
Ainda a propósito do grupo argentino BAUER, cujo álbum de estréia recomendei acima, acabei de adquirir o segundo trabalho deles, "En otra ciudad", a respeito do qual também tenho lido ótimas referências.

http://www.bauernet.com.ar/discos/ciudad/tapa.jpg

Comprei o cd na http://www.rocksymphony.com/index_entrada.asp e espero recebê-lo na próxima semana. Assim que tiver escutado o cd postarei aqui minhas impressões. :legal:

Progger58
29-12-2007, 12:25
Mais uma sugestão aos amantes do bom e tradicional rock progressivo sinfônico:

http://progmusique.ledico.free.fr/images/imagecom-areknames.jpg

Grupo: AREKNAMÉS
Título: Areknamés
Ano: 2004
Origem: Itália

Faixas:
1. A Day Among Four Walls – 12:04
2. Wasted Time – 5:40
3. Down – 10:28
4. Season of Death – 8:43
5. Boredom – 8:34
6. Grain of Sand Lost in the Sea – 8:56

Este disco de estréia do grupo italiano AREKNAMÉS é um verdadeiro must para os fãs de bandas como Van Der Graaf Generator (inclusive o timbre vocalista lembra bastante o Peter Hammil), com um rock progressivo permeado por climas sombrios, pontuados por melodias arrebatadoras proporcionadas por teclados vintage como Mellotron, órgão Hammond e cravo, além de uma ótima alternância entre passagens extremamente melódicas e outras de fúria visceral. :tu:

MySpace da banda:

http://www.myspace.com/areknames

Para mim, pelo menos, um dos melhores discos progressivos desta década. :aplauso: :rever1: :rever1: :rever1: :aplauso:

ag-silva
30-12-2007, 15:46
A sugestão do dia é MANFRED MANN'S EARTH BAND :legal:

Dois clássicos dessa excelente banda :aplauso:

Nightingales and Bombers

http://ecx.images-amazon.com/images/I/31mnn0120%2BL._SS500_.jpg



Solar Fire

http://ecx.images-amazon.com/images/I/412DoKcnXrL._SS500_.jpg

Progger58
30-12-2007, 21:52
Faço minhas as sugestões acima, apresentadas pelo Ag-silva. :legal:

Para mim, 4 discos da Manfred Mann's Earth Band são realmente dignos de menção:

- Nightingales and Bombers
- Watch
- Solar Fire
- The Roaring Silence

:tu:

dumas
31-12-2007, 00:16
Manfred Mann's Earth Band é bem bom.

tente este então : Never Turn Your Back on a Friend do BUDGIE

dumas
31-12-2007, 00:18
ou o First Base do BABE RUTH

Progger58
31-12-2007, 11:22
Manfred Mann's Earth Band é bem bom.
tente este então : Never Turn Your Back on a Friend do BUDGIE
Este eu já conheço, ótima dica realmente. :tu:


ou o First Base do BABE RUTH
Não conheço ainda, mas vou procurar checar. :legal:

Progger58
31-12-2007, 13:37
Minha sugestão de hoje:

http://www.progarchives.com/progressive_rock_discography_covers/361/cover_2538202722005.jpg

CLEPSYDRA – Fears

Ótima banda neo-progressiva suíça, CLEPSYDRA lançou quatro álbuns e um CD/EP entre 1991 e 2002, todos de excelente nível, sendo este Fears, de 1997, justamente o penúltimo trabalho do grupo.

Magnífico trabalho de guitarras de Marco Cerulli (à la Steve Rothery, do Marillion), a voz carregada de melancolia do vocalista Aluisio Maggini, além de belíssimos tapetes sonoros proporcionados pelos teclados (a cargo de Philip Hubert), fazem deste um dos melhores discos do gênero, juntamente com outra obra-prima do CLEPSYDRA:

More Grains of Sand, de 1994. :aplauso:

http://ecx.images-amazon.com/images/I/41BHEQAWNDL._AA240_.jpg

Bom, então são duas as minhas recomendações de hoje. :legal:

Progger58
01-01-2008, 17:19
Eis aqui minha primeira recomendação de 2008:

http://pixhost.eu/avaxhome/avaxhome/2007-08-11/bd81f81a3923db3b274715a159f75eb7.jpg

Artista: CHRIS REA
Título: La Passione
Ano: 1996
Origem: Inglaterra
Gênero: Soundtrack

Sinto-me até suspeito de falar sobre a magnífica obra musical do cantor e compositor inglês Chris Rea, já que me considero um dos fãs mais fervorosos de seu trabalho. :rever1: Não é por acaso, portanto, que escolhi esta belíssima trilha sonora composta por ele como minha primeira sugestão neste ano de 2008, em adição a outras sugestões que já fiz ao longo do tempo, aqui mesmo neste tópico, de diversos outros discos seus, dentre os quais:

The Road to Hell
http://www.htforum.com/vb/showpost.php?p=427055&postcount=475 (http://www.htforum.com/vb/showpost.php?p=427055&postcount=475)

Dancing with Strangers
http://www.htforum.com/vb/showpost.php?p=620310&postcount=777 (http://www.htforum.com/vb/showpost.php?p=620310&postcount=777)

Auberge
http://www.htforum.com/vb/showpost.php?p=620650&postcount=778 (http://www.htforum.com/vb/showpost.php?p=620650&postcount=778)

The Blue Cafe
http://www.htforum.com/vb/showpost.php?p=853306&postcount=927 (http://www.htforum.com/vb/showpost.php?p=853306&postcount=927)

Um apaixonado assumido por carros esporte e por corridas de automóveis, Chris Rea escreveu e compôs a trilha sonora deste filme (La Passione), sobre um garoto cujo sonho é ser piloto de carro esporte. A trilha sonora é linda, com a voz inconfundível do Chris Rea em canções inspiradíssimas, além de orquestra e de outros cantores convidados, dentre os quais Shirley Bassey e Thobias Draper. :aplauso:

http://www.kkbox.com.tw/funky/album/56845.jpg

:tu:

Progger58
02-01-2008, 11:16
Minha sugestão de hoje:

http://www.perifericrecords.com/photos/bellaphon-firefly.jpg

Grupo: BELLAPHON
Título: Firefly
Ano: 1987
Origem: Japão
Gênero: Rock Progressivo Sinfônico

Indiscutivelmente um dos melhores álbuns progressivos da década de 80 e do progressivo japonês como um todo, "Firefly", do Bellaphon, é uma daquelas preciosidades que a gente não consegue mais parar de escutar depois que bota pra rodar no player. Um prog instrumental simplesmente maravilhoso, com uma guitarra nitidamente inspirada no Andrew Latimer e melodias muito parecidas com o Camel também. :legal: :rever1:

Progger58
03-01-2008, 12:10
É, parece que a turma está de férias... :)

Sugestão de hoje:

http://www.progarchives.com/progressive_rock_discography_covers/95/cover_7421915122005.jpg

Grupo: ELOY
Título: Silent Cries and Mighty Echoes
Ano: 1979
Origem: Alemanha
Gênero: Progressivo sinfônico

Formado em 1969 e depois de seis discos lançados (Eloy, Inside, Floating, Power and the Passion, Dawn e Ocean), o grupo alemão Eloy (nome inspirado no livro "A Máquina do Tempo", de H.G.Wells) chega ao seu sétimo trabalho no melhor de sua forma, a esta altura contando apenas com o vocalista e guitarrista Frank Bornemann da formação original. O grupo, que quase encerrara atividades depois do quarto trabalho (Power and the Passion) em razão de divergências musicais intensas que resultaram na debandada de três de seus músicos de uma só vez (o tecladista Manfred Wieczorke, o baixista Luitjen Harvey Jansen e o baterista Fritz Randow), retornou totalmente reformado em Dawn com três novos membros (o baixista Klaus-Peter Matziol, o tecladista Detlev Schmidtchen e o baterista Jürgen Rosenthal), que ajudariam a moldar o novo som do Eloy, do típico hard progressivo dos três primeiros trabalhos para o característico progressivo sinfônico / espacial da fase seguinte, iniciada ainda que transitoriamente em Power and the Passion e consolidada definitivamente em Dawn. :legal:

Silent Cries and Mighty Echoes, lançado em 1979, marca o auge dessa fase. O que temos aqui (a exemplo dos dois trabalhos anteriores, Dawn e Ocean) é um progressivo sinfônico/espacial da melhor qualidade, caracterizado por passagens instrumentais bem viajantes (ainda que mantidos alguns elementos hard em determinadas passagens), com deliciosas reminiscências de Pink Floyd e Tangerine Dream. Detlev Schmidtchen, um mago dos teclados, era exatamente do que o Bornemann precisava para criar os sofisticados arranjos sinfônicos agora presentes na música do Eloy. A faixa de abertura, a totalmente instrumental "Astral Entrance", começa com um timbre grave de teclado, seguido de um melancólico solo de guitarra do Bornemann, bem na linha "Shine on you Crazy Diamond – Part 1" do Pink Floyd. "Master of Sensation" (faixa 2) marca a passagem de uma atmosfera melancólica e viajante para levadas mais hard, comandadas por riffs de teclados analógicos e sintetizadores, ótima performance vocal do Bornemann e excelente presença de guitarra e seção rítmica também. "The Apocalypse" (faixa 3) é uma suíte de quase 15 minutos de duração dividida em três partes, sendo a primeira delas com incríveis solos de órgão, guitarras e sintetizadores, a segunda mais viajante, marcada por um melancólico solo de teclado, riffs de guitarra à la Gilmour e um vocal feminino na linha "The Great Gig in the Sky" do Floyd, e a terceira bem cósmica, comandada por sintetizadores (à la Tangerine Dream) e baixo, complementada ao final por riffs de guitarra e bateria. "Pilot to Paradise" (faixa 4), a exemplo da segunda faixa, também é uma música mais cadenciada, construída predominantemente em cima de timbres de baixo e teclados, mas com boa presença de guitarra e bateria também, além de uma excelente e inspiradíssima performance vocal do Bornemann. "De Laboris Solis" (faixa 5) é outra música bastante atmosférica também, comandada por timbres de teclados e outra boa participação do Bornemann aos vocais. A faixa de encerramento, "Mighty Echoes", também tem seus momentos mais hard, com ótima presença de todos os músicos da banda. :aplauso:

A edição remasterizada deste disco, a exemplo de todas as outras do Eloy que eu conheço até agora, também é de uma qualidade técnica excepcional, razão pela qual a recomendo sem reservas. Além disso, contém duas faixas bônus também excelentes, inclusive a última com algo que eu considero bastante incomum no som do Eloy: flauta (será por isso que alguns também conseguem identificar alguns elementos esparsos do Jethro Tull no som da banda?).

De uma forma geral eu considero este trabalho todo excelente realmente, mas destacaria com especial ênfase as faixas "The Apocalypse" e "Pilot to Paradise", além da bonita e melancólica faixa de abertura, como minhas prediletas. Detalhe: o disco é de 1979, uma prova cabal de que, nessa época, diferentemente do que muita gente pensa, ainda se fazia rock progressivo de ótimo nível. :tu:

Uma pena que, depois deste álbum, o tecladista Detlev Schmidtchen e o baterista Jürgen Rosenthal acabaram deixando o grupo para formarem uma outra banda, a Ego on the Rocks (a qual lançaria apenas um álbum, Acid in Wonderland, ainda em 1979).

Silent Cries & Mighty Echoes foi o álbum de maior sucesso comercial na carreira do Eloy e constitui, na minha opinião, um dos melhores trabalhos do grupo, no mesmo nível de clássicos como Dawn, Ocean e Power and the Passion. :rever1:

ADAL
03-01-2008, 12:45
PROGGER:legal:, sua sugestoes e dicas sao sempre interessantes, bom quanto ao ELOY, este batera Jürgen Rosenthal nao teve uma passagem pelo Scorpions nos anos 70? Um abraço:tu:

Progger58
03-01-2008, 14:23
PROGGER:legal:, sua sugestoes e dicas sao sempre interessantes
Valeu, ADAL, muitíssimo obrigado pelo elogio. :rever1:


quanto ao ELOY, este batera Jürgen Rosenthal nao teve uma passagem pelo Scorpions nos anos 70?
Exatamente, ADAL. Aliás essa relação entre os dois grupos começou em 1974, quando o Frank Bornemann (líder e guitarrista do Eloy) produziu um disco do Scorpions, o "Fly to the Rainbow" (na época o Jürgen Rosenthal já era baterista do Scorpions). :legal:

Rodrigues
03-01-2008, 16:59
Artista: Larry Carlton
Título: Sapphire Blue
Ano: 2003
Origem: EUA
Gênero: Jazz Fusion
http://ecx.images-amazon.com/images/I/41iS1iD32AL._SS500_.jpg

Trecho extraído de um Amazon review:
A very pleasing experience guaranteed! JUST GET IT AND ENJOY!
:aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso: :aplauso:

Progger58
03-01-2008, 22:57
Revisitando, no momento, esta verdadeira obra prima:

http://images.amazon.com/images/P/B00004W3MS.03._SCLZZZZZZZ_.jpg

SIGUR RÓS - Ágætis Byrjun

Um disco que, para mim pelo menos, é a quintessência do Post-Rock. :aplauso: :rever1: :rever1: :aplauso:

Sugerido, há algum tempo atrás, neste link:

http://www.htforum.com/vb/showpost.php?p=387741&postcount=363

ALTAMENTE RECOMENDADO, como já o fôra anteriormente. :tu:


Aproveitando o ensejo: fiz um pedido, há poucos instantes, deste DVD, sobre o qual tenho lido excelentes comentários:

http://www.emi.fi/kuvat/julkaisut/sigurrosheimadvd.jpg

SIGUR RÓS - Heima

Informações: http://www.heima.co.uk/

:legal:

markos
04-01-2008, 02:21
Progger,

Grande lembrança este cd do Sigur Rós.:legal:
Músicas belíssimas em arranjos pra lá de viajantes.
Gostaria de saber se os outros cd's do grupo são tão bons quanto.

Abração.
Marcos

Progger58
04-01-2008, 14:50
Progger,
Grande lembrança este cd do Sigur Rós.:legal:
Músicas belíssimas em arranjos pra lá de viajantes.
Gostaria de saber se os outros cd's do grupo são tão bons quanto.
Markos,

Ágætis Byrjun é indiscutivelmente a obra prima do SIGUR RÓS, o que vale dizer, nenhum outro disco da banda atingiu (NMHO) o grau de perfeição dessa obra. :rever1:

Dos outros discos do grupo, no entanto, eu ainda destacaria dois deles como quase tão bons quanto Agaetis Byrjun: o álbum "()" e o mais recente Hvarf/Heim.

http://ec1.images-amazon.com/images/P/B00006LLNU.01._AA240_SCLZZZZZZZ_.jpg

http://www.sigur-ros.info/de/news/data/upimages/hvarf-cover.jpg

Este último, por sinal, recebi hoje de manhã, e não parei de escutá-lo mais desde que aqui chegou. :tu: :aplauso:

Progger58
04-01-2008, 15:34
Minha sugestão de hoje:

http://www.lodgerecording.co.uk/enid/images/enid002cd.jpg

THE ENID - Aerie Faerie Nonsense

Liderada pelo tecladista e compositor Robert John Godfrey, esta banda estreou em 1976 com o excelente disco In the Region of the Summer Stars, apresentando uma belíssima combinação de música erudita com rock, sem parecer, no entanto, cópia do ELP ou de quaisquer outras bandas nessa linha, já que o som do ENID é mais soft, mais delicado, com timbres tipicamente orquestrais realmente, alternando passagens bem tranqüilas, algumas bem viajantes mesmo, quase ambiente, com crescendos arrasadores, além de uma presença marcante de guitarra (a cargo de Stephen Stewart). Alguns discos mais recentes têm alguma coisa de eletrônico também, mas mantendo sempre a essência original da já mencionada fusão prog-erudito. :legal:

Uma curiosidade: antes de formar o Enid, Robert John Godfrey trabalhou como arranjador e diretor musical da Barclay James Harvest Orchestra na gravação dos dois primeiros discos do BJH.

markos
04-01-2008, 15:59
Progger,

Obrigado pela dica. Vou tentar ouvi-los.
Abração.
Marcos

Progger58
05-01-2008, 15:37
Minha sugestão deste Sábado:

http://www.musicaldiscoveries.com/artwork/jbrwkyfc.jpg

Clive Nolan & Oliver Wakeman – Jabberwocky

Clive Nolan (Pendragon, Arena, Strangers On A Train, Shadowland) e Oliver Wakeman uniram esforços neste trabalho para criarem um disco conceitual realmente excelente. Baseado no poema "Jabberwocky", de Lewis Carroll (autor de "Alice no País das Maravilhas"), o disco conta uma estória de fantasia onde um jovem aprendiz (the Boy) precisa se confrontar com uma criatura aterradora que vive na floresta (the Jabberwock), criatura esta que é, na verdade, o resultado dos medos e pesadelos de uma terceira personagem (the Girl).

Musicalmente este disco segue, mais ou menos, aquela mesma linha de algumas obras épicas da fase áurea do famoso tecladista Rick Wakeman (de quem Oliver é filho), tais como "Journey to the Centre of the Earth", "The Six Wives of Henry VIII" e "The Myths and Legends of King Arthur and The Knights of the Round Table". O próprio Rick Wakeman, por sinal, atua como o narrador da estória e, além dele, também são concedidos créditos no álbum a Bob Catley (como The Boy), Tracy Hitchings (como The Girl), James Plumridge (como The Jabberwock) e Paul Allison (como The Tree), bem como aos músicos Peter Gee (baixo), Ian Salmon (guitarra), Peter Banks (guitarra), Jon Jeary (violão) e Tony Fernandez (bateria). :legal:

DRAGAO
05-01-2008, 17:32
Progger decididamente nao estou conseguindo acompanha-lo....
Hoje recebi um aviso do meu cartao de credito avisando que eu estou QUEBRADO!!!!!:hilario::hilario::hilario::hilario:

Progger58
05-01-2008, 18:02
Hoje recebi um aviso do meu cartao de credito avisando que eu estou QUEBRADO!!!!!:hilario::hilario::hilario::hilario:
Poxa, meu amigo, peço mil desculpas pelo prejuízo... :bD

Rodrigues
05-01-2008, 21:20
Clive Nolan & Oliver Wakeman – Jabberwocky

Demétrio, Lewis Carroll é o escritor mais lisérgico de todos os tempos. :cool: Literaty nonsense? Fala sério! :riso: