MD udio  Devialet  Cirilo Cabos  
        



NOTICE Aviso: Este um tpico antigo, a ltima resposta foi postada h 1657 dias. Por favor leve em considerao a data das informaes presentes no tpico antes de responder.
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Tpico: Atrao e Repulso


  1. #1
    Membro Avatar do(a) Jonas Negreiros
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    Atrao e Repulso

    Foras de Atrao e Repulso

    Na natureza existem vrias foras:
    - A fora elstica encontrada nas molas, que se manifesta linearmente (X^1);
    - A fora eltrica, que se manifesta quadraticamente (X^2);
    - A fora magntica, que se manifesta cubicamente (X^3).

    As foras citadas acima podem provocar efeitos de atrao e repulso.
    H tambm foras que se manifestam no ncleo atmico, razo dos estudos em andamento no LHC, acelerador de partculas da Sua.

    Das foras que conhecemos no macrocosmos, a mais estranha a da gravidade.

    A gravidade conhecida apenas como fora de atrao. Newton enunciou: a fora de atrao entre dois corpos diretamente proporcial a (suas) massa (s) e inversamente proporcional ao quadrado (X^2) de suas distncias.

    Trocado em midos, quanto mais prximos dois corpos, maior a atrao entre eles.

    A fora entre eles ser proporcional a massa (X^1), e cada vez menor (X^2) quanto mais distantes estiverem entre si.

    Algum pode pensar: Por que no h repulso gravitacional?
    Algum j pensou: Pode haver repulso entre matria e anti-matria. Ou entre corpos anti-materiais. S que ningum descobriu anti-matria de forma "natural" no cosmos.

    Outra descoberta importante de Newton o efeito inercial da massa. Tanto a massa gravitacional como inercial, tm relao quadrtica (X^2) idntica.

    Atravs das explicaes de Newton, foi possvel explicar com preciso o movimento dos astros.
    S faltou explicar o que a fora da gravidade...

    Einstein mergulhou de cabea nessa questo, quando criou a Teoria Geral da Relatividade. Einstein era timo em exerccios mentais.

    Imagine-se estar dentro de um elevador parado, l pelo vigsimo andar de um prdio:



    Voc sentir o seu peso naturalmente. A ao da fora da gravidade percebida.

    Imagine agora a trgica situao, que por motivo de falha de manuteno, o cabo do elevador se quebra:



    Voc e o elevador vo cair. Voc "flutuar" em relao ao elevador e no sentir mais o seu peso.

    Muita gente pensa ser agradvel a sensao de falta de gravidade, mas a sensao exatamente igual a da queda do elevador. Antes de fazer viagens espaciais, astronautas so treinados em avies especiais que fazem mergulhos para provocarem o efeito da falta de gravidade.

    Muito bem, como reconstituir o "efeito de gravidade" no espao?
    Einstein se imaginou dentro de um foguete em acelerao constante:



    Outra maneira de reconstituir a gravidade usando uma estao espacial girante, como a do filme "2001, Uma Odissia no Espao":



    Baseado na experincia do elevador e do foguete, Einstein intuiu que a fora da gravidade "apenas" a resultante da distoro espao-temporal" provocada por grandes corpos.
    Toda a explicao do fenmeno est na Teoria Geral da Relatividade, cujos conceitos so dominados apenas pelos cientistas partidrios dessa teoria.

    Bem, voltemos agora ao planeta terra, para tentar provocar os efeitos da gravidade num parque de diverses.

    Imagine um garoto girando uma pedra presa a um elstico. A fora da pedra regida por uma lei quadrtica (X^2), enquanto a fora do elstico regido por uma lei linear (X^1).



    Se o garoto aumentar a velocidade da pedra, esta se distancia do garoto, se diminuir, a predra se aproxima.

    Se o garoto estiver no espao sideral e imprimir uma velocidade muito alta, o elstico vai arrebentar e a pedra seguir o seu caminho em linha reta.

    Voltemos Terra, novamente...
    Coloquemos o garoto num tablado girante de carrossel:



    Nessa situao, a velocidade da pedra somada a velocidade do tablado, de modo que o elstico fica mais esticado. Podemos dizer que h uma soma de foras de repulso.

    Coloquemos agora um segundo garoto no tablado:



    O segundo garoto gira a pedra em sentido oposto ao tablado do carrossel.
    Enquanto a pedra do primeiro garoto tende a afastar-se do centro do carrossel (repulso), a pedra do segundo garoto soma a velocidade quando essa passa pelo centro do tablado (atrao).

    Desta maneira, podemos ter uma viso grosseira, apenas aplicando a Lei de Inrcia de Newton, dos fenmenos de atrao e repulso entre massas apenas em funo do movimento circular.


  2. #2
    Membro Avatar do(a) Cezarsky
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    Eu fui no 10k! Eu fui no 20k! Eu fui no 50k! Eu fui no 120k!
    Fisica??


    Mesmo na Zona Livre, este no um assunto muito distante do tema deste frum?

    No entendi a proposta do tpico!


    Marco

  3. #3
    Membro Avatar do(a) Jonas Negreiros
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    Citao Originalmente Enviado por Cezarsky Ver Mensagem
    Fisica??


    Mesmo na Zona Livre, este no um assunto muito distante do tema deste frum?

    No entendi a proposta do tpico!


    Marco
    Oi, Marcos, mesmo no entendendo, se a postagem deixou "uma pulguinha atrs da sua orelha", j valeu!

    O assunto da postagem remete fisica. Aqui no HT-Frum h mdicos, engenheiros, especialistas em TI, alm de amadores, que tambm gostam do assunto. D uma olhada no tpico "Um problema celestial" e saber porqu.

    propsito, seu avatar o olho do HAL (IBM, deslocado de uma casa na ordem alfabtica), o computador da estao espacial circular (de Odissia 2001) que rebelou-se contra a populao.

    Mais propsito ainda, a Gorda, digo Globo, est usando esse avatar na novela "Tempos Modernos" (Ttulo original de Chaplin).

    Mais uma vez fica provado que na TV nada se cria, tudo se copia.

  4. #4
    Membro Avatar do(a) Ricardo Leo
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    Jonas,

    "Enquanto a pedra do primeiro garoto tende a afastar-se do centro do carrossel (repulso), a predra do segundo garoto soma a velocidade quando essa passa pelo centro do tablado (atrao)."

    No entendi bem esta parte. Outra coisa, quando a pedra do primeiro garoto se afasta do centro, no fora centrfuga?

    Grato e um abrao,

    Ricardo.

  5. #5
    Membro Avatar do(a) Jonas Negreiros
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    Citao Originalmente Enviado por Ricardo Leo Ver Mensagem
    Jonas,

    "Enquanto a pedra do primeiro garoto tende a afastar-se do centro do carrossel (repulso), a pedra do segundo garoto soma a velocidade quando essa passa pelo centro do tablado (atrao)."

    No entendi bem esta parte. Outra coisa, quando a pedra do primeiro garoto se afasta do centro, no fora centrfuga?

    Grato e um abrao,

    Ricardo.


    Obrigado pelo interesse, Ricardo.

    O problema considera a interao de foras centrpetas, a qual permite que garotos descrevam uma rbita circular em relao ao eixo do tablado; considera tambm a fora centrpeta das pedras em relao aos garotos.

    "Fora Centrfuga" considerada fictcia, pois quando o elstico se arrebenta, a pedra segue um caminho tangencial ao crculo descrito pela pedra, e no na direo e sentido oposto do centro desse crculo.

    De qualquer maneira, a fora centrfuga faz com que objetos girantes distanciem-se de seu centro de rotao. Se assim no fosse, no seria possvel andar de motocicleta dentro de um globo da morte. Para o motociclista que gira na horizontal, ele est sempre "subindo o morro".

    A composio de movimento do primeiro garoto (situado s 5h de um relgio analgico) faz com que some-se a velocidade da pedra com a velocidade da borda do tablado e subtraia-se quando ela se aproxima do centro do tablado. A resultante das foras no elstico aponta para fora do tablado.

    A composio de movimento do segundo garoto (situado s 10h de um relgio analgico) faz com que a velocidade da pedra subrtaia-se em relao velocidade de borda do tablado e some-se quando ela se aproxima do centro do tablado. A resultante das foras no elstico apontam para o centro do tablado.

    Quem tiver um "gira-gira" no condomnio ou na praa, poder fazer essa experincia. Mas deixem as crianas de longe! Outra possibilidade usar o "Chapeu Mexicano" dos parques de iverses.

    Tudo pela cincia! Mesmo que seja visto como um louco.

 
 
 

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