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Tópico: Os achados do Holbein.


  1. #1
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    Os achados do Holbein.



    "Achei" que aquela quimera com a qual alguns audiotas acalentam-se, e acalentam os leitores, de que o melhor cabo é cabo nenhum poderá ser verdadeira,"mutatis mutandis ". Porque depois de muito destruir para experimentar,
    – destruí um exemplar do cabo “The Second”, do Van den Hul para ver o que tinha dentro e vi que tinha muito mais metal do que carbono;
    -- destruí alguns exemplares de cabos da grife “Logical Cable” e notei que não utilizavam da técnica indicada por Jean Hiraga em 1979 – e hoje adotada por quase todas as boas fábricas do mundo – de dois condutores idênticos para o positivo e o negativo, respectivamente, e mais o “schield” – mas sim e inexplicavelmente a velha técnica dos primórdios do rádio, de fazer da blindagem (“schield”) o condutor negativo...
    -- destruí e destruí SEM PARAR... Inclusive um caro exemplar do cabo digital “Transparent” e nada vi de “criação”, a mesma configuração de todo e qualquer cabo digital... Enganem-lhes que eles gostam!
    Depois dessa destruição toda, "achei" que nenhum cabo por mais caro que tenha custado e melhor aparência que possa exibir; ou usar topologia ortodoxa ou heterodoxa, de cobre comum, cobre livre de oxigênio, prata ou banhado a ouro; nenhum cabo, pois, jamais desempenha SEU MELHOR se for revestido com o famigerado "schield", ainda que na forma flutuante.
    O "schield" torna-se necessário e até indispensável apenas pela circunstância de as impedâncias de saída dos "apparatus" do sistema de som musical, tais saídas são ou serem em sua maioria maior que 50 Ohms.
    "Descobri", entretanto, e também que – louvado seja meu santo padim pade ciço! –, que alguns ledores ("players"), tipo OPPO, têm impedância de saída abaixo do valor de 50 Ohms!
    Assim, portanto, se tais ledores forem interconectados diretos aos amplificadores – e se os ledores possuírem controle de intensidade, e em geral possuem –, nessa situação podemos usar cabo sem "schield" algum! Nessa circunstância, o cabo barato torna-se SOBERBO em termos de som, musicalidade, transparência e ilusão de palco!
    Duvida?
    Faça você no seu “laboratório caseiro” (sua sala de som) esta experiência: dote um de seus pré-amplificadores de impedância de saída em redor dos 10 Ohms (se a impedância original de fábrica for maior que 100 Ohms, não dá certo), pegue dois pedaços de fio de cobre de boa qualidade, de preferências com capa de teflon e rijo, torça um fio contra o outro em espirais de 1 e ½ polegadas, solde as pontas em terminais RCA comuns mas desde que façam bom contato, e vá ouvir seu disco predileto; ou então, tenha o trabalho e a despesa de cortar a capa externa de um par de cabo de grife tipo ZEN, depois cortar e retirar o "schield", e, em seguida, ouça o disco com o qual testa seus aparelhos.

    A diferença de “qualidade musical” é tamanha, tal a diferença de musicalidade que se constata entre um amplificador comum com válvulas comuns e um “singled end” com uma 300B.

    Mas tal “achado” requer que mande um técnico de sua confiança – o Rui Fernando, de São Paulo, por exemplo (Tel. (11) 3104.7160; ou e-mail:
    termiônica@terra.com.br), peça ao Rui para construir e instalar, após o circuito de saída de seu pré-amplificador (melhor seria do seu ledor!) um chipe ou um transistor “descrete”, alimentados a pilha, de modo a lograr ter na saída impedância em torno de 10 Ohms.
    [Em outros tempos, naqueles tempos em que se enganavam menos aos audiófilos e as grifes não eram, apenas, assinadas por projetistas de conhecimento e experiência e fama, para efeito de receber “direitos autorais ; nesses tempos um Engenheiro de qualidade conhecido no mundo inteiro como A. Stewart Hegeman; Stewart “bolou” um aparelho a que deu o nome de “Hegeman Input Probe” (“probe” é um “device”, um aparelho para ser intercalado entre aparelhos de áudio com a finalidade de compatibilizar suas impedâncias inter-relacionadas) , alimentado a pilha, para fazer baixar as impedâncias das cápsula fonocaptoras.
    O impiedoso crítico da “The Absolute Sound”, Patrick Donleycoat, analisou o “device” de Stewart Hegeman, em comentário de 1978, do qual dou abaixo um resumo (em tradução livre):
    “... parece que o “Input Probe” pode ter valor quando utilizado após pré-amplificadores menos esotéricos (os high-end de hoje, HM); e, igualmente, quando usado seguido de cabos de longo comprimento...”
    Já o Editor da revista, o célebre Harry Pearson, comentou ao pé do texto do Donleycoat:
    “... aquilo que o Hegeman fez com o “Probe” foi para reduzir , ou eliminar, os efeitos das capacitâncias interagindo nas interconexões...”
    Que é, “mutatis mutandis”, aquilo que faz o “schield” presente em todos os cabos de interconexão: agir sobre os efeitos das capacitâncias dos cabos de interconexão, e um desses efeitos é o de “antena”, isto é, a captação de zumbidos “air borne”, isto é, circulando na atmosfera da sala de música. Mas quando a impedância de saída de ledores ou pré-amplificadores é baixa (e “impedância” é o nome que se dá, num dado circuito, ao efeito combinado de indutância, capacitância e resistência, fatores que impedem a livre circulação da corrente de áudio), quando a impedância é baixa ou abaixo de 50 Ohms, quer isso significar que a capacitância é baixíssima ou inexistente no cabo de interconexão. Assim, portanto, desnecessitando da presença do “schield”.
    Por isso que o “schield” ou blindagem constitui-se um “corpo estranho” no circuito LCR que é um cabo de interconexão; estranho e prejudicial, e prejudicial porque aumenta sem ser preciso a capacitância de tal circuito. E quando um construtor de cabo, como é o caso da Logical Cable, põe o “schield” para conduzir o sinal negativo, comete não só o crime de lesa fidelidade como o pecado de vender gatos por lebres.
    Ainda que, antigamente, as demonstrações públicas realizadas por Gilbert Briggs e Harold Leak cuja finalidade eram comparar a reprodução ao vivo com a reprodução em conserva, nesses tempos ambos utilizavam cabos de interconexão com o “schield” a conduzir o sinal negativo; assim como praticavam a ligação de falantes com cabos ordinários, duplos e flexíveis, e multiveias, de eletricidade...
    E durma-se com uma situação dessa!
    Conclusão apressada: os de antigamente não tínhamos os ouvidos apurados dos audiotas de hoje... que se especializaram em ouvir diferenças de “coisas” as quais, por serem abstratas, dão o nome de “organicidade”, “dinâmica”, “pegada”, “micro detalhes”, ”corpo harmônico” , “palco sonoro”, “textura” etc. Eles todos os antigos, ouvíamos musicalidade, sim, e equilibro total, também. E mais, ouvíamos a articulação, prestávamos atenção ao andamento, gostávamos ou não da sonoridade e da afinação e ficávamos parados nos temas.
    E não era isso, ou não era só isso: os aparelhos dos de antigamente, QUAD, Marantz e McIntosh e Leak e Scott etc. não atingiam as especificações ótimas dos equipamentos “high-end” de agora; por isso que uma distorção harmônica da ordem de 1% era tolerável, em especial nos amplificadores valvulados “singled-end”, pentodos.
    Mas os musicistas de então, estes estávamos ligados não nas especificações técnicas que não as sabíamos avaliar convenientemente – como ainda hoje os audiotas não sabem pois em geral leem os números metafisicamente, isto é, como se fossem números absolutos desassociados de seus contextos (uma câmara anecóica é tudo por tudo diferente de uma sala de música situada numa casa ou num apê); e também os audiotas de hoje estão “conectados” nas grifes e na wattatagem de seus aparelhos mas não na peça musical que porventura ouvem, nos temas dessa peça musical, na musicalidade da orquestra, no andamento da regência etc.
    Aliás, tal como hoje acontece com as transmissões dos jogos de futebol pela técnica HD: encantam-nos, sem dúvida encantam-nos os detalhes das chuteiras multicoloridas dos jogadores e as camisas furta-cores dos clubes; interessam-nos se o bico da chuteira do jogador do ataque que fez um lindo gol de letra contra o time pelo qual torcemos, pelo tira-teima da TV do Galvão Bueno o bico da chuteira do atacante estava adiante do bico da chuteira do jogador da defesa de seu time – e por isso o gol foi feito em impedimento“(off-side”) – ainda que a jogada do atacante tenha sido uma obra-prima de uma “folha-seca”, de um bate-pronto, de um drible, de uma caneta, de um chapéu etc.
    Da mesma forma agimos os audiotas. Mesmo porque não estamos mais acostumados, nem interessados em ouvir música, uma sinfonia inteira, uma longa ópera. Nos habituamos a ouvir tons isolados, um triângulo que bate lá no fundo da orquestra, o trac-trac da palheta do saxofone do Dexter Goldon, no seu disco “Ballads”; ou, como é avaliação do Fernando Andrette, se a batequeta bateu doze vezes nas bordas do tambor... Para ele, isso é alta-fideliade, isso é “high-end”, isso merece uma capa da sua revista.
    Importa nada aos audiotas que os cabos da grife “Logical Cable”, e os cabos ditos de carbono do Van den Hul aproveitem o “schield” como condutor negativo, técnica condenada pelo cientista de áudio Jean Hiraga desde 1977 (!!!) quando afirmou em artigo na publicação “Revue Du Son”: Tradução livre, HM): “É recomendável que o sinal use a mesma qualidade de cabo (ou fio) TANTO PARA O SINAL POSITIVO QUANTO PARA O SINAL NEGATIVO, OTERRA. E a razão é simples: se se usa o “schield” como condutor , ele apresenta 1/3 de resistência a mais (grifo meu,HM) que o condutor positivo do sinal. A melhor solução é usar os dois condutores do sinal, positivo e negativo, similares e tanto quanto possível iguais, além do “schield.” O “schield” pode ser conectado apenas numa das pontas do cabo a fim de minimizar o seu efeito deletério.
    O meu “achado” mais recente é que SEM ‘SCHIELD” NENHUM qualquer cabo de interconexão desempenha melhor do que com “schield”; devido ao que Jean Hiraga chama de efeito do “schield”.
    Ora, se você já gosta do desempenho do cabo que usa, se lograr baixar a impedância de saída do ledor ou do pré-amplificador, e assim puder usar o seu cabo sem o “schield” com que vem dotado de fábrica, sentirá imediatamente que o som fica mais aberto, desaparece um certa “névoa” mui tênue que encobre o som musical replicado, dificultando sua visibilidade plena e total, que a sua topologia enseja . Fiz essa experiência em casa de um Amigo, comparando um cabo com “schield” Cardas Golden com um singelo cabo feito por mim, sem “schield” nenhum; e até o dono da casa sentiu a diferença na “aeração”... Os instrumentos pareciam mais “purificados”.
    Amém.

  2. 16 membros agradeceram Holbein Menezes por esta mensagem



  3. #2
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    Ano passado eu li no audioPt sobre esse achado , mas nao especificava quais cabos tinham essas caracteristicas.

    tem outras que vc certamente não percebeu , mas como sou amigo do vlamir, nao devo revelar.

    A revista Revue du Son, eu vejo com frequência , foi me apresentada pelo Pedrorj
    e ja citei ela aqui no htforum como a melhor revista de audio na minha opinião,

    ja que apresenta os aparelhos de uma forma que nenhuma outra faz, abre todos eles e mostra cada componente envolvido no projeto , alem de comentar ele, ainda testa em laboratorio e os reviews sao feitos por mais de uma pessoa.

    teve uma publicação que eles testaram dezenas de cabos e comentaram suas particularidades, aliais isso é recorrente na revista.

    O editor da revista era o J Hiraga, hoje ele é vendedor de caixas.

  4. #3
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    Bem por acaso entrei agora aqui e vi isso do Holbein , de fato meu amigo Holbein veio aqui em casa semana passada e colocou aquela arataca mais fino que antes, sem pele!!! sim ele despelou ou depenou aquele pavio de vela , mas como uso 3 interconecters( por causa BAN da caixa merlin) não tive um ideia definitiva pois so usei um interconecter do arataca depenado!, so sei que não piorou, ate que ficou um pouco mais aberto( melhor?) , é que saida do pre do prestige e 1 ohms(isso eu não sabia) mas os van den hull estes não acredito não conheci nenhum cabo que se ajustase ao meu sistema nem mesmo aquele parrudão vermelho o de ponta, tenho serias duvidas quanto a este cabos, mas o meu xodo agora é os argentos organics , este dão de sobra nos cardas GR e dizem na internet os pouco que testaram ser melhor que o odin,estes cabos são novos no mercado, e não tenho nenhuma ligação de comercio na vida, ja vou recomendar os de caixas e depois os PCs. Hoje tenho minhas duvidas se possso evitar o preamplificador, pois depois que coloquei o Joule Mariane LA 300 passei a duvidar de que o melhor pre é não ter pre, acho que vai depender do sistema e do ouvido de cada um. acho que cabos fazem diferença sim, se é + - , ou - + uu - - ou + + ou uma coisa nem outra , so sei que é assim.



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    Não tem solda




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    Os aratacas depenados, fiquei ate com medo de colocar




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    isto vai dar em confusão

  5. #4
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    Achei esses vídeos do George Cardas bem legais






  6. 1 membro agradeceu ag-silva por esta mensagem


  7. #5
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    Achados do Holbein

    Essa semana, durante uma monatgem de outro DD-1 Gradiente, resolvemos trocar também os pequenos cabos, que vão d solda dos fios internos do braço, até as fêmeas do painel traseiro. Peguei um cabo RCA comum, e qual foi o espanto do Jean, ao perceber, que o "cabinho vagabundo", era todo feito em cobre, (isso mesmo, todo em cobre), e infinitamente superior a um cabo, que está aqui, e custa mais de USD 300. São coisas inexplicaveís.
    Já me falaram dos Van Den Huims, e eu nem acreditava, pensava que eram cabos de "primeiro mundo", e outro técnico me provou essa semana, que os VDH, não são tudo aquilo, que a gente pensava.
    Também me afirmaram, que cabos excelentes, quem fabrica, é Nordost, Apature, Musical Cable, (nunca ouvi falar), e a Siltech, o resto, são "apenas cabos".
    Não posso discutir, pois não sou um expert em cabos, mas de acordo com um grande técnico aqui da minha cidade, que me falou, que se um cabo resolvesse alguma coisa, era só comprar um cabo bem caro, e ligá-lo a um receiver CCE e a um player Xing Ling, que o som seria maravilhoso.
    Resumindo, um bom cabo, melhora alguma coisa, nada além disso....
    Não se preocupe em fazer com que uma mulher fique sempre lembrando de você. Procure fazer com que ela nunca te esqueça. (Antunes Carlos).

  8. #6
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    Pois é hoje conversei a tarde com Holbein na sala jazz como Edson a nos mostrar a thiel com amplificação BAT, e conversamos longamente sobre suas experiência em destruir cabos e ver o que dentro tinha, é preciso coragem para ver cabos de >$500 serem abertos sem volta, mas é mais ou menos o eu que pensava me relação a algumas marcas que estão ai , so trocando o shield e cobrando o dobro.
    Bem o Edson mostrou um cabo para o Holbein, mas se tremendo de medo, pois o olhar que nosso mestre lançou para este cabo foi de um desejo iconoclasta, abrir e ver o que tem dentro? o genesis da virtual dymanics que pesa 2 kgs cada um do interconter e custava >$10.000 isso mesmo mais de $10k. aqui vai uma foto do flerte do Holbein com o cabo interconecetr mais caro por aqui , so perde para um amigo que tem um transparent opus. Caro Holbein depois que noticia se espalhou hoje sobre sua mais nova pesquisa "iconoclastica", tem gente trancando os cabos em cofres , mas aqui vc pode vir e trazer o arataca para ouvirmos de novo.

    Holbein e o cabo de > $10.000



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  9. #7
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    esses virtual dymanics ja foram abertos aqui no forum

    sao Belden de poucos reais o metro

  10. #8
    TUTUBARAO
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    As verdades não tão verdadeiras.

    Tenho admiração pelo mestre Holbein, muito que aprendi foi lendo seus textos, foi um dos que me fizeram parar pra pensar sobre os dogmas que alguns fabricantes nos tentavam impor, dogmas que iriam de encontro com experiências cientificas de outros tempos,
    Mas existem aqueles que realmente reinventam as coisas e temos que rever nossos conceitos.
    "A tecnologia do novo suplanta o antigo, o som é mais cristalino."
    Eu nunca me dei por completo satisfeito quando falavam isso.
    Primeiro porque escutei valvulados antigos em sistemas modernos e tocavam hiend.

    Depois indo à casa de pessoas que colecionavam esses equipamentos ditos antigos, levantei a curiosidade, entre eles, se era possível um vintage fazer bonito frente a um Hiend.
    Claro que vieram as explicações, sugerindo tudo que podia fazer o som parecer ser pior, de cabos de força, a plugs de lata oxidado, fiação velha, capacitores secos etc., essa VERDADE foi mais do que suficiente para aceitar o dogma.

    Passado algum tempo, fui junto Do Pedrorj testar um cabo de força da logical, No Ultra sistema da Marlene.
    Ao retirar o cabo e trocar por outro o Pedro acabou botando o cabo na tomada 220v do AC organize
    . sem querer, La se foram 40 mil reais de Power, pensei na hora.
    Abrimos o Power e era apenas um fusível, mas um fusível que só a marca tinha pra vender, uma semana pra receber outro.
    Foi então que um olhando para o outro, vendo que o encontro ia ser sem som, que O Pedro falou: Vou trazer um vintage para ver como toca ,assim a gente não fica sem som.
    Ele trouxe um Kenwood e botou no setup, cai pra trás, a quentura ,a quantidade de harmônicos e o som doce, faziam que apenas uma coisa diferencia-se de um para outro sistema, a transparecia.

    Pensando todos juntos, se o Power vintage tem fios velhos, não tem cabo de força bom, seus capacitores são antigos, seus plugs são velhos e ele esta tocando assim, o que podemos dizer se eles tivessem com tudo modernizado?

    Dai vcs podem imaginar o que veio a seguir; fui com o Pedro la no Tonhão para pegar uns dos aparelhos vintages que foram modernizados,
    Um sansui integrado, trocou-se tudo de plugs a capacitores , fios e refizeram as soldas colocando as de prata e etc.

    Resultado: simplesmente sensacional

    Depois disso vieram as modernizações de outros vintages de marca Superiores,

    Todo aparelho agora ganha pelo menos um banho e plugs novos.

    Com o tempo os capacitores vão perdendo sua "capacidade" e com isso o som vai degradando-se tb, como temos capacitores de excelente qualidade, hoje em dia, a preços convidativos, pergunto:
    Por que não modernizar eles?
    Se vc tiver um bom técnico que não seja careiro vale a pena.
    evidentemente não estou a falar de hiend, na sentido da palavra, sei muito bem diferenciar um sistema
    Hinice , com um super top que costumo ouvir ,ao estilo Thomé , Do pedro e vlamir, em que o hi end é sinonimo de state of art.

  11. #9
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    Citação Originalmente Enviado por TUTUBARAO Ver Mensagem
    esses virtual dymanics ja foram abertos aqui no forum

    sao Belden de poucos reais o metro
    São estes, Tutu?
    http://www.audiojunkies.com/blog/119...-profit-margin

    “Eu não preciso ler jornais, mentir sozinho eu sou capaz!”
    Raul Seixas

  12. #10
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    Tutu

    Os virtual dynamic primeiros comprados no Brasil acho por mim, ha 3 a 4 anos atras, eram os master com imã na ponta e PC com imã, depois colegas compraram aqui pois achavam que eram anabolizantes para o som, e de fato os master PC são bons, ainda uso um do trafo para a regua isoclean, e tambem são bons para amplificadores, não gosto para fonte nem pre, este acima que o Holbein olhou não é este ai acima da reportagem que deve ser o mais barato deles, os master eram em volta de $3000, tinhamos conhecimento desta reportagem e ha tempos vinhamos comentando inclusive com colega de Minas que tinha lido muito sobre o assunto. O Genesis acima são o Tops que custavam maisde $10k, eles pesam mais de 2 kgs cada. So que o que o dono fechou o negocio e deu garantia eterna, agora vende no audiogon com outro nome e tem gente atras dele, o individuo mora no Canada , com filmes e premios mil pela midia internacional, ate com palestras para a sociedade audiofila Grega, um marketing bem montado, com um site fantastico, com propostas de velocidae da luz, com depoimento mil, preço de fabrica a metade do mercado, , assim vende.Testei os de caixas antes do top e não gostei, Eu por mim acho que era um enrolão, embora este cabo ai acima seja impresionate ,acho unico no Brasil . Tem um cabo da transparente de milhares de dolares que um individuo mostra como construir com $100. é so procurar na internet. Acho a VD foi um dos maiores fiascos da audiofilia nos ultimos anos, tem outros fiascos que se aguentam pela midia pelos neofitos( ou não!) que acopanham quase em uma aura de religiosidade, nem vou dizer quas marcas, pois parte desta religiosiade tem um pe ancorado no Brasil. Agora que um marantz 8 toca bem isso toca , imagine se fizer esta mudanças propostas por vc, eu por mim acho a transparencia extremamente necessaria.

  13. #11
    TUTUBARAO
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    ok

    o Belden tb toca bem, segundo relatos
    vamos abrir esses e ver qual cabo é a bola da vez!!!
    Assim a gente economiza dinheiro e compra um monte deles.

    Abraço!

  14. #12
    Moderador Avatar do(a) Murilo
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    Meu Sistema
    Sistema do(a) Murilo
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    Blu-ray Oppo BDP-83 (p/ 2D), Blu-ray Sony BDP-S590 (p/ 3D), AppleTv 3a geração, WDTV Live, PS3 Slim, HDTV Semp DC2008H, HDTV Zinwell ZBT-620A, HTPC, NET Digital, LDs Pioneer: Elite CLD-53 e CLD-D500
    Receiver/Pré/Pro/Amp:
    Processador Marantz AV7005 / Power 5 canais Rotel RMB-1075 / Amplificador de fones Schiit Asgard / DAC Schiit Bifrost
    Caixas Acústicas:
    Frontais: B&W Nautilus 805 / Central: B&W CDM CNT / Surround: Polk Audio SC50 (embutidas no gesso) / Subwoofer: SVS SB12-NSD / Fones Denon AH-D2000
    Cabos:
    Nordost (RCA): Blue Heaven; Signal Cable (força): Magic Power (1075 e SVS) e MP Dig. Reference (Oppo e 7005); HDMI Mediabridge Ultra, BJC LC-1 (sub), Belden 1694 (coax), VDH CS-122 + Supra 3.4s (bicab), BJC 12W (sur)
    TV/Monitor/Projetor:
    Plasma Samsung de 64" E8000, Plasma Panasonic de 50" TH-50PV60LB
    Acessórios:
    Tomada Leviton Hospital Grade, Antena HDTV Terk HDTVa, Antena HDTV GE, Controle Marantz RC-5000i, Condicionador Belkin PF60, Nobreak APC UPS-ES BE600VA, Nobreak APC UPS-ES 350VA, Decibelímetro RadioShack, Colorímetro Eye-One Display 2 LT

     
    Eu fui no 10k! Eu fui no 20k! Eu fui no 50k! Eu fui no 120k!
    Marcus,

    Na verdade dentro do VD não eram cabos da Belden. O sujeito fala é que dá pra montar um ótimo cabo com o Belden 83803 e conectores Marinco, gastando U$ 50
    Oração da tarde, para ser repetida diariamente às 18:00 hrs: “Senhor, quando eu morrer não permita que minha mulher venda meus equipamentos pelo valor que eu disse a ela que paguei!”

    www.flickr.com/murilomms
    http://olhares.uol.com.br/Murilomms

  15. #13
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    nao cheguei a ler , vi vcs comentarem a respeito disso por alto

    ai me lembrei que vcs ja haviam mostrado ele aberto

    pensei que vcs é que tivessem aberto e visto que era belden

    quem estava la dentro?

  16. #14
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    Tutu, aceitaria um convite para vir à Fortaleza?

    Meu querido amigo Marcos.

    Viver não é preciso.
    Viajar é necessário.
    Conversar é prazeroso.
    E ouvir música
    é melhor que ouvir equipamentos!

    Ouvir música não é só ir aos teatros,
    tem cada coisa ruim nos auditórios!
    Nem também comprar e comprar...
    Comprar o que os "reviewers" indicam
    é o mesmo que sustentar cavalos com alfafa,
    para prazer exclusivo e pessoal do crítico.

    Se Demóstenes vivo fosse
    e pegasse sua lamparina
    e andasse pelas cidades sol a pino,
    juro, não encontraria um único crítico verdadeiro.
    São todos comprometidos,
    com marcas,
    com grifes,
    com esquemas.

    Tutu, aceitaria vir à Fortaleza?
    Não se arreceie
    nada temos por cá a vender
    senão oferecer nossa hospitalidade,
    que é sem igual
    mas nem sempre reconhecida...

    Há paulistas que querem matar um nordestino por dia
    porque preferem a escuridão do mesmismo
    que a inventiva buliçosa dos aratacas.

    Você tem medo de arataca, Tutu?
    Então venha!
    Será muito bem recebido.

    Um abraço reconhecido
    do Holbein Menezes.

  17. 4 membros agradeceram Holbein Menezes por esta mensagem


  18. #15
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    B&W 602/Klipsch-kv3/JBL LX 300/sub DIY 2x12 NAR
    Cabos:
    Pirelle Sintenax p sub/ Blue Jeans p cx
    TV/Monitor/Projetor:
    LG50PQ30R

    Eu fecho com o mestre Holbein!
    Me convence a prudência do caminhar a partir do simples, palpável, alcançável e descomprometido.

    Abraços...

  19. 1 membro agradeceu CleitonMarques por esta mensagem


 
 
 
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