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#1
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Índia adota sistema híbrido de TVD
Índia compra sistema integrado de TV híbrida dos EUA Preferiria noticiar: Brasil adota sistema híbrido dPAL-M. O sistema integrado de TV híbrida americano é baseado em um sistema de comunicação de TV analógico-digital dNTSC compatível NTSC, criado pela Dotcast, que também fornece a solução dPAL, na qual se inclui o Brasil. Além da parte técnica, há o modelo de negócios de vídeo sob demanda "Moviebeam": através de um adaptador/gravador é possível receber e armazenar 100 filmes e renovar parte deles a cada semana, muitos deles em alta definição. A grande sacada do sistema dNTSC é o aproveitamento da rede de transmissores de TV analógica para a veiculação de programas digitais, que "vão de carona" pelos canais da PBS - Rede Pública de TV Norte-Americana. Apesar de todo esforço empreendido desde 2002, o sistema híbrido americano levou três tombos: começou em definição padrão em poucas cidades. Foi desligado. Ressurgiu em 2006 em alta definição em mais de 30 cidades norte-americanas. Foi vendido da Disney (sua fundadora) para a Vídeo-Gallery, a maior depois da Block Buster. Quebrou de novo. Agora ressurge pelo patrocínio de um grupo indiano, que vê no sistema uma solução interessante para a digitalização da Índia. O problema da digitalização da TV na Índia é complexo. Paralelamente ao sistema dNTSC criado pelos americanos, os indianos tentaram algo semelhante: o Sistema Telisar, que infelizmente a UIT - União Internacional de Telecomunicações não reconheceu como "oficial". Apesar dos inúmeros tropeços nos EUA, os investidores indianos acham o modelo de negócios pode ser adequado para a rede hoteleira nacional. Sempre vi no sistema híbrido uma solução "pacífica" para a transição analógica-digital. Os americanos têm agora um problema sério a resolver: o desligamento da TV analógica, postergado até agora por três vezes. Acho que o PROCON de lá vai dar muito trabalho... Pode ser que o modelo de negócios Moviebeam dê uma mãozinha aos Radiodifusores, para manter o sistema analógico americano por mais um tempo no ar. Para continuar transmitindo em analógico, os radiodifusores vão ter que pagar por isso. O modelo dNTSC pode render um faturamento extra. Outro ponto a favor do ressurgimento do sistema Moviebeam é que o mesmo é mais resistente à pirataria, que ameaça sériamente a indústria de entretenimento dos EUA. Se o Brasil adotar a estratégia ISDB-t/dPAL-M, poderá disseminar rapidamente a cultura digital e criar "massa crítica" para uma transição tranquila. Estamos esperando pelo quê? Mais informações: http://www.medianama.com/2008/11/223...ospitality-us/ http://www.indiantelevision.com/head...ly/july109.php http://www.paidcontent.org/entry/419...aluable-group/ http://negrjp.fotoblog.uol.com.br/photo20071027083439.html |
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#2
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Pelo que eu entendi isso é um sistema de TV por assinatura. Não seria semelhante à Net, que transporta simultaneamente canais digitais e analógicos no mesmo cabo?
Os três primeiros links citados mencionam apenas o Moviebeam (que é um sistema de vídeo sob demanda) e em momento nenhum fazem referência a d-NTSC, nem a televisão aberta. |
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#3
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Citação:
"Se o Brasil adotar a estratégia ISDB-t/dPAL-M" o quê? que viagem.. esqueça PAL-M, chega de chuviscos e de fantasmas, não quero ver chuvisco e fantasmas em alta definição não.. |
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#4
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Está claro neste ponto que o foco deste sistema não é o consumidor mas sim os produtores. E convenhamos adotar um sistema nacional baseado no interesse da rede hoteleira parece meio absurdo. Boa sorte a eles.
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#5
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Citação:
1) A qualidade visual dos filmes era ruim 2) Um desvio de 2º graus na antena e o download falhava 3) Não conseguia competir com o VOD dos mais modernos set-top-boxes da TV a cabo/Satélite. Citação:
Citação:
O espectro da TV analógica pode ser até utilizado com internet sem fio banda larga, a qual, dentre outras coisas, abaixa-se filmes. Mas usar nosso precioso espectro com tecnologia fracassada...isto não...
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| 1 membro agradeceu rodHD por esta mensagem |
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#6
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Citação:
![]() ![]() ![]() ![]() :apla uso:![]() ![]() ![]() ![]() : aplauso:
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#7
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O Sistema brasileiro de Tv Digital já foi escolhido se é bom ou não, agora não importa mais, temos que ir em frente; é solicitar sua implantação o mais rápido possível.
Jgg |
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#8
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Obrigado aos colegas pelas pertinentes observações.
Mas ninguém perguntou: por que a Índia está embarcando nesta nau furada? Deixemos de lado a visão tecnocrática imediatista e analisemos outros pontos: A transição analógica-digital da televisão em Países Continentais (incluimos Índia, Brasil, EUA, Canadá) é um desafio descomunal, bem diferente dos Países citados. Os EUA (e nós) fixamos uma data-alvo para o desligamento analógico compulsório. O Canadá vai deixar para o mercado resolver esta questão. Os sistemas analógicos têm em média 50 anos de fundação. São como árvores que fincaram raízes profundas. Será muito difícil "derrubá-las". A tevê aberta não deve ser vista como um produto de consumo e entretenimento, mas um meio de comunicação imprescindível. Nos EUA, por exemplo, a TV aberta é usada em situações de emergência, como em tufões e outras ameaças. O sistema digital ainda tem alcance duvidoso. Quanto ao sistema analógico-digital dNTSC, os americanos usam esse o sistema não apenas para vender filmes, mas para a disseminação de dados e programas às escolas e outras entidades (datacasting). Vincent Cerf, um dos idealizadores da Internet, elogiou a iniciativa americana. O governo americano homologou o sistema dNTSC, sob protestos, em meio ao processo de implantação do sistema ATSC, pois sabia que o desligamento analógico poderia (como está sendo) ser uma tremenda dor-de-cabeças. O sistema dNTSC pode viabilizar a sobrevida das transmissões analógicas com alguma compensação financeira! O "pequeno percentual" de órfãos de TV representa mais de 20 milhões de americanos que ainda não recebem sinal digital... O sistema dNTSC pode servir como alavanca para a digitalização das comunicações de massa, tanto nos EUA como no Brasil (em dPAL-m, naturalmente) . Tentem entender a proposta: http://negrjp.fotoblog.uol.com.br/ph...027083439.html Aí vai o link do dNTSC: http://www.dotcast.com/terrestrial_d..._solutions.asp ![]() Jonas |
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#9
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Citação:
Você leu em algum outro lugar (que não citou) essa história de dNTSC e transição analógico-digital, ou está apenas elocubrando e extrapolando a partir da proposta da Moviebeam para a Índia? |
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#10
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Que me desculpe o honoravel membro do forum, parece que você leu esta noticia em algum lugar e achou que estas infromações se aplicam ao sistema de "tv aberta" brasileira digital e isso está completamente fora de do contesto, os links falam sobre outros tipos de transmissaõ que em nada são compativeis com tv aberta.
É apenas remendo de tecnologia pra aproveitamento do que já se usa para sinal "fechado". E que me desculpe os indianos.... mas comparar o Brasil com India em qualquer coisa só pode ser brincadeira. Em 99% das coisas eles continuam no século IVX. Ps : só falta alguem falar em armas nucleares. |
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#11
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Citação:
Desinformar outros usuários não... O que define o alcance de qualquer transmissão é a potência do transmissor e não simplesmente o tipo de sinal a ser enviado. Devia se perguntar porque a REDE GLOBO sintoniza até no meio da selva amazônica praticamente... simples ela e a TELEVISA tem os melhores e mais potentes transmissores do mundo. |
| 1 membro agradeceu sarlacc por esta mensagem |
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#12
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Bases do Sistema dNTSC
Caros colegas,
Grato, mais uma vez, pela exposição de seus pontos-de-vista. Polêmica é assim: todos tem um pouco de razão, mas ninguém tem toda a razão. Acompanho o desenvolvimento da TV de longa data. Se a lógica do mercado funcionasse, os sistemas MAC (Europeu) e MUSE (Japão), teriam desbancado o sistemas PAL/SECAM (Europa) e NTSC (EUA/JAPÃO) lá pelos idos anos 80 da década passada. Não sou contra a evolução tecnológica e vejo o sistema dNTSC e dPAL como parceiros para a dura transição de tecnologias. O sistema dNTSC é um método de modulação em quadratura com a portadora de vídeo. Seu alcance é limitado (contorno A), mas consome apenas 1% a mais de energia do transmissor. Quanto a sua exploração comercial (modelo de negócios), o sistema deve atendender as peculiaridades de cada região. Acretido que o Brasil poderá usá-lo para o envio de material didático às escolas públicas. Quanto ao alcance duvidoso do sistema americano, posso dizer que até hoje há uma acalorada polêmica sobre o melhor método de modulação 8VSB versus COFDM, em função das dificuldades encontradas na cobertura do sinal nos EUA. A Índia adotou o sistema DVB e agora dPAL, a fim de alavancar sua transição em andamento. Não vejo nenhum impedimento que o Brasil faça o mesmo. [s] Jonas O documento abaixo , em inglês,tem caráter técnico-científico. Infelizmente há pouco material sobre o assunto. Datacasting Over Analog Television: A Tutorial Dotcast's dNTSC Technology Dr. Wonzoo Chung http://www.dotcast.com/pdf/dNTSC_tutorial.pdf . |
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#13
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Dificíl ....
acho que nem eu nem nínguem entendeu bulufas do que você disse .... Está me lembrando aquele filme do Woody Allen, "O Dorminhoco".... Quem assistiu sabe do quê falo. |
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#14
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Sopa de Letras
Oi, Sarlacc!
Vi o filme "dorminhoco" e acho que é um dos melhores do Woody Allen. A cena quando o coitado acorda e começa andar pra trás é antológica. Para a maioria dos mortais, TV digital é uma sopa de letras. Mas vou tocar num ponto sensível da questão: direitos. Existe algo nebuloso na história que se chama "direito adquirido". Não sou um criador de casos, torço pelo sucesso do SBTVD. Dos países mais empenhados na finalização da TVD, cito a Itália. A Itália é um dos Países Ricos que tem um sistema de TV aberta muito parecido com o nosso, isto é: predomina sobre todas as outras mídias. O governo italiano está subsidiando fortemente a transição, custeando a venda de conversores. Não sei se estão se dando bem. Os americanos estão na reta final, mas enfrentam problemas. Na Cultura Americana, há um exagerado e saudável pudor em evitar de gastar o dinheiro do contribuinte, mas estão fornecendo DOIS cupons de 50% de subsídios para a compra de conversores . Nada impede dos americanos de usar dois cupons para adquirir um conversor TOTALMENTE DE GRAÇA. No entanto, ainda há 20 milhões de pessoas que correm o risco de ficar sem TV após o apagão analógico. Quando Miro Teixeira, então Ministro das Comunicações propos a criação de um sistema de TV digital próprio, havia a abertura para um sistema nacional compatível. Na ocasião, (humildemente) propuz a alguns pesquisadores um sistema digital compatível. Para entender a questão de "direitos", e "compatibilidade" siga esta "história em quadrinhos": A Importância da Compatibilidade http://negrjp.fotoblog.uol.com.br/ph...320203216.html Sistemas de Televisão Incompatíveis http://negrjp.fotoblog.uol.com.br/ph...320203414.html Sistemas de Televisão Compatíveis (Na ocasião já havia dois : Um indiano e um americano) http://negrjp.fotoblog.uol.com.br/ph...320203740.html Se quiser, pode continuar virando as páginas, mas a TV compatível como sistema nacional é pagina virada (mas pode ajudar o fim da transição).
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#15
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Eu acredito que um sistema híbrido possa até facilitar e suavizar a transição, mas ele pode gerar certa acomodação e acabar adiando o "analog shutdown", pois, como as TVs analógicas podem continuar funcionando, o cara fica com "preguiça" de trocar. Se tiver uma data chegando, nego se mexe mais.
Uma decisão acertada dos EUA foi a proibição da venda de TVs com tuner exclusivamente NTSC a partir de mar/2007. Hoje qualquer TV CRT 14" bolha tem que ter tuner ATSC se quiser ter uma entrada de antena. Só que esse tipo de decisão veio tarde demais pra se jogar o shutdown para apenas 2 anos depois. Eu acho absurdo que haja uma data marcada para o shutdown e continue se vendendo TVs sem tuner digital, será que ninguém percebe que cada TV vendida sem ele é mais uma TV pra se preocupar em ter que usar STB depois?? As TVs que se vende a rodo hoje são cada vez mais TVs pra ajudar a emperrar o shutdown, será que isso só é claro pra mim??? Por isso, se dependesse de mim, eu proibiria a venda de TVs apenas PAL-M já a partir de 2010, só se poderia vender TV PAL-M/ISDB-T. Assim, quando chegar 2016, já vai haver um parque relativamente grande de TVs digitais e a TV PAL-M mais nova já teria 6 anos de idade, já "meio que na hora de trocar". Isso e mais uma "Bolsa STB" (já que nego faz "Bolsa-qualquer-coisa" a torto e direito aqui...) poderia resolver grande parte do problema do shutdown. A ABINEE iria chiar com uma medida dessas, mas logo a escala empurraria os custos pra baixo. E uma das coisas mais caras num STB é o tuner, e isso as TVs já tem que ter mesmo pra sintonizar o analógico (por isso eu acho injustificável hoje as TVs já com "conversor embutido" custarem qualquer coisa além de 200 reais a mais do que as analógicas, o tal "conversor embutido" sai bem mais barato que um STB), logo logo o custo a mais da TV pegar o sinal digital cai pra menos de 100 reais. Eu acredito que quem deveria ser híbrido a partir de agora são os receptores, não a transmissão. Enquanto houver muito TV analógico funcionando, vai ser difícil fazer o shutdown. E TV analógica é um baita desperdício de espectro nos dias de hoje, 6 MHz pra transmitir UM canal em SD. |
| 1 membro agradeceu Route 66 por esta mensagem |
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