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A terra está inchando?

Discussão em 'Zona Livre' iniciada por Jonas Negreiros, 4 Jan 2011.

  1. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    [​IMG]

    Cometi um erro primário nessa tentativa de reproduzir o efeito Cavendish no modelo acima. Trata-se da falta da expansão radial no pedestal do sistema.

    Encontrei uma solução bem mais simples para provar que a aproximação das bolas se dá pela inércia das mesmas em relação a expansão radial terrestre.

    Basta usar um mecanismo de guarda-chuva:
    [​IMG]

    Na primeira condição, o mecanismo é aberto em movimento circular uniforme. As bolas vermelha e azul tem pouca reação inercial. Logo, a trajetória das mesmas é muito próxima da linha tracejada em preto.

    Na segundo condição, o mecanismo é aberto em movimento circular acelerado. As bolas vermelha e azul reagem a força de separação e permanecem mais tempo juntas.

    Será que conseguirei provar o efeito de equivalência com este experimento?
     
    Última edição: 29 Jun 2017
  2. Caetano Guerreiro

    Caetano Guerreiro Usuário

    3.178 3.408 551

    Desde 11 Dez 2008
    Cabreúva-SP
    Estou curioso em saber, Jonas!:o
     
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  3. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.504 1.898 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Experimentos de Cavendish,
    o que a Rede tem a apresentar:


    1) Vídeo da TV


    O experimento é feito ao ar livre e o efeito é absurdamente ampliado. Nota: o chumbo é um material diamagnético



    2) Esquema de Balança por reflexão luminosa:




    3) Experimento feito em laboratório com uma balança de Cavendish didática:


    Verifique:

    Distância dos Spots

    TCR inicial 22h27m03s
    37 cm - 24 cm = 13 cm

    TCR final 23h28m33s
    37 cm - 31 cm = 6 cm

    Tempo total de experimento: 1 h 01 min aprox.
    Variação total do espaço entre os spots: 7 cm

    Perguntas:

    - O feixe LASER não provoca pressão no espelho e falseia o resultado?

    - A fita de suspensão da balança didática é feita de uma liga de cobre-berílio. O berílio é um material magnetostritivo, isto é: gera campos magnéticos quando esticado.

    Dados técnicos da Balança:
    https://www.pasco.com/prodCatalog/AP/AP-8215_gravitational-torsion-balance/index.cfm


    Sobre a magnetostrição do berílio:
    http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0304885398003138
     
    Última edição: 2 Jul 2017
  4. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.504 1.898 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Balança de Cavendish

    Demonstração do Princípio de Equivalência Falha com a Prova do Guarda-Chuvas

    Conforme havia proposto, esperava que a distância das esferas violetas não mudasse com a hipótese da expansão radial.

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    Ao observar a figura acima, esperava pela expansão radial das hastes (em vermelho), mas a conservação das linhas tracejadas paralelas (em amarelo), a fim de obter a ilusão de atração entre as esferas violetas.

    Aperfeiçoei a proposta de prova utilizando-se um guarda-chuvas, pois dessa maneira teria no experimento a componente de expansão do raio terrestre, conforme figura abaixo:

    [​IMG]

    Esperava que as esferas de chumbo vermelhas e azuis mantivessem a aproximação entre ambas, durante a abertura do guarda chuvas.

    Mas, não foi o que aconteceu...

    Fiz a filmagem do experimento com uma câmera de computador. Selecionei as imagens contidas no momento de abertura da armação de um guarda-chuvas de abertura por mola automática.

    Nas extremidades de quatro pontas da armação foram afixadas esferas de chumbo e boias de pescaria, para facilitar a captura das imagens:

    [​IMG]

    Ao observar a sequência dos fotogramas (acima), tanto de cima para baixo, como da esquerda para a direita, percebe-se uma trajetória aparentemente reta por parte de todas as esferas.

    A esperada conservação da distância entre as esferas parelhas não aconteceu.

    Duas Possíveis conclusões:

    1 - O Experimento de Cavendish é uma fraude, ou;

    2 - O Princípio de Equivalência é falso.
     
  5. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.504 1.898 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Faltou uma terceira conclusão: o experimento saiu errado!

    [​IMG]

    Utilizei uma armação de guarda-chuvas invertida, isto é: as bolas de chumbo vão para baixo (caem) enquanto o mecanismo é aberto.

    Isso vai contra o sentido de expansão radial terrestre.

    Como prêmio de consolação, refiz o experimento com apenas duas varetas do guarda-chuvas
    (o mecanismo do experimento original quebrou-se quando levava as bolas para cima :( ).

    A sequência encontra-se abaixo:

    [​IMG]

    Na passagem da foto II para III, nota-se claramente o encurvamento das varetas. Esse efeito cria a ilusão de que as esferas de chumbo estão atraindo-se reciprocamente.

    Desta maneira, o princípio de equivalência, o experimento de Cavendish e a hipótese da expansão radial terrestre continuam valendo :aplauso: !
     
    Última edição: 17 Jul 2017
  6. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.504 1.898 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Agora só falta fazer a parte mais difícil:
    Medir a gravidade, de fato, em solo lunar.
     
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  7. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.504 1.898 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    ESA e Agência Espacial Russa vão enviar uma sonda para a Lua no ano que vem.

    [​IMG]

    Quem sabe, desta vez, façam alguma coisa de útil por lá :D !
     
  8. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.504 1.898 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Bem, aqui vai minha sugestão para medir a gravidade da lua objetivamente.

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    Corte de uma esfera metálica oca, com várias cavidades internas equidistantes.

    Dentro dessa grande esfera, há uma pequena esfera que pode alojar-se em qualquer uma das cavidades.

    A grande esfera terá de girar em vários eixos, pois não há garantias de que a sonda espacial pousará em perfeito prumo no solo lunar.

    À partir do raio, velocidade angular da esfera e de movimentos originados de vários eixos de rotação, será possível deduzir a gravidade lunar através da frequência das pancadas da pequena esfera sobre a superfície interna da grande esfera.
     
  9. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.504 1.898 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Como entender por que as esferas da balança, suspensas por barras pivotadas, conservam a distância de partida do experimento e dão a impressão de atração entre si:

    Na figura abaixo, conforme postagens anteriores, as esferas da balança são vistas por cima:

    [​IMG]

    A distâncias em vermelho aumentam. A distância em verde se conserva.

    Na situação abaixo, as esferas (apenas duas) da balança são vistas de frente em condições diferentes.

    [​IMG]

    Na condição I, as esferas estão em contato com o solo e são empurradas por dois raios da terra que encontram-se em expansão. Logo, não é possível notar alteração de distância entre as esferas.

    Na condição II, as esferas e as respectivas barras estão apoiadas no pivot. Logo, as esferas podem conservar a condição inicial do teste por efeito de inércia. Para os observadores do experimento, haverá a ilusão de que as esferas estão se atraindo mutuamente.

    Nota:
    Em postagens futuras, poderemos fazer cálculos de aproximação das esferas por meio do fator de expansão radial, além de comparar a previsão com valores conhecidos pela fórmula de Newton .
     
    Última edição: 25 Jul 2017
  10. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.504 1.898 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Recapitulação do Cálculo de FERT, baseado em dados oficiais mais aproximados.

    Gravidade Terrestre = 9,807 m/s^2

    Raio da Terra = 6.371.000 m

    Espaço percorrido por um corpo em queda livre na Terra, após um segundo:

    s = 1/2 g t^2 =

    s = 9,807/2 * 1^2 =

    s = 4,9035 m

    FERT = Fator de Expansão Radial Terrestre em um segundo

    FERT = 6.371.000 m + 4,9035 m / 6.371.000 =

    FERT = 1, 000 000 770

    Fórmula de Expansão Radial Geral:

    delta R = R(zero) FERT^(t^2) - R(zero)

    Onde "delta R" representa a diferença do comprimento de um corpo entre o tempo zero e o tempo final de cálculo de expansão.


    Cálculos comparativos de queda livre por cálculo newtoniano e por expansão radial:

    [​IMG]


    Notas:

    - Pelas fórmulas de Newton, a gravidade diminui à maneira que o corpo em queda livre distancia-se do centro da Terra;

    - À partir de 30 segundos de queda livre, percebemos uma diferença à maior no espaço percorrido pela fórmula "delta R". Isso pode ser justificado se as réguas que medem a distância percorrida também dilatam-se, à maneira que o tempo de observação aumenta.

    - À partir de 1000 segundos, a distância percorrida por um corpo em queda livre pela fórmula de Newton aproxima-se ao valor do raio da Terra, enquanto a fórmula "delta R" ultrapassa o valor do raio da Terra.

    Bem, todo esse preâmbulo tem um objetivo muito claro: vamos "por à prova" o experimento de Cavendish modificado em bases do princípio de equivalência de Einstein.

    [​IMG]

    Queremos saber quanto tempo será necessário para que a distância entre as esferas diminua pela metade.

    Pela "lógica"da expansão radial, isso acontecerá quando o comprimento das hastes da balança modificada dobrar, enquanto as esferas de chumbo manterão (por ação inercial) a mesmas distâncias entre si, obtidas no início do teste.


    Então:

    s = R (zero) FERT^(t^2) - R(zero) = R(zero)

    onde R(zero) é o comprimento de qualquer uma das hastes da balança modificada.

    logo,

    R(zero) FERT^(t^2) - 2 R(zero) =

    = FERT ^ (t^2) = 2

    = 1, 000 000 770 ^ (949^2) = 2

    O valor de "t" é de aproximadamente igual a 949 segundos. Isso significa que tal como a distância das hastes, o comprimento do raio da Terra duplica-se a cada 15 minutos e 49 segundos.

    Conclusão:

    Em confrontação ao "Experimento Mental de Zenão", as esferas do experimento nunca se encontrariam, desde que seus diâmetros fossem reduzidos a dimensão de um único ponto.

    [​IMG]
    Experimento de Zenão

    [​IMG]
    Balança de Cavendish modificada. Teste do Princípio de Equivalência.

    [​IMG]
    Expansão Radial Terrestre. O tempo necessário para o corpo em queda livre quase chegar ao centro da Terra será de 15 minutos e 49 segundos.
     
    Última edição: 15 Ago 2017
  11. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.504 1.898 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Essa figura é uma charge do Experimento Pound-Rebka

    [​IMG]

    Trata-se de uma caricatura do experimento de Pound-Rebka, do qual estão envolvidos, entre outras coisas, a Teoria da Relatividade e o tempo de vida dos múons.

    Creio que todas essas interpretações estranhas são derivadas de dois modelos gravitacionais muito bem conhecidos: o modelo newtoniano e o modelo relativista.

    Continuo a bater a tecla de que o modelo de gravidade pela expansão radial resolve o problema.

    Abaixo, uma fórmula sobre a frequência de um simples pêndulo:

    [​IMG]

    Não é preciso ser gênio para deduzir que o período de oscilação "T" do pêndulo "L" (base de tempo de relógios antigos) diminui à maneira que a aceleração da gravidade "g" aumenta.
    [​IMG]

    Se o período de oscilação diminui, aumenta o número de "vai e vem" do pêndulo num determinado tempo e o relógio adianta.

    [​IMG]

    Êpa!

    Não é isso que acontece com a charge?

    Agora, deem uma olhada em um mapa gravitacional levantado pela NASA:

    [​IMG]

    Lugares mais altos têm a gravidade mais alta.

    Mas, como fica a situação nos polos?

    Recordando uma antiga postagem:

    TESTE DA GRAVIDADE RADIAL NO POLO SUL

    [​IMG]


    (I) Fazer a pesagem de uma torre não metálica desmontada no polo sul.

    (II) Fazer a pesagem da torre após sua montagem.

    Se a hipótese da expansão radial é verdadeira, a segunda pesagem será maior.

    Ok, ok, o campo magnético pode interferir.


    Tirem suas conclusões, senhores...
     
    Última edição: 22 Abr 2018
  12. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Ao longo das postagens dessa trilha, estive a desenvolver o modelo de gravidade radial, na qual a gravidade é efeito e não a causa da "queda dos corpos".

    Chegamos a uma cinemática razoável, mas tivemos o primeiro grande tropeço quando percebemos que esse modelo somente funciona se a Terra for o centro do universo, caso contrário torna-se impossível o funcionamento de satélites geo-estacionários nesse contexto.

    Troças à parte, seguimos em frente...

    Fiquei muito feliz quando consegui uma explicação alternativa para o experimento da Balança de Cavendish, em bases na hipótese da expansão radial.

    O experimento de Cavendish, caso a gravidade não exista como ação, nem mesmo como reação pela expansão radial, pode ser uma fraude apoiada no paramagnetismo, ou erro de interpretação, quando deixaram de levar em conta a interferência pela agitação térmica do ar como causa de "atração" das massas no famoso experimento, proposto por Newton.

    Passo agora um último desafio ao modelo, considerando um halteres em movimento circular no espaço sideral:

    [​IMG]

    Um halteres em giro no espaço sideral sofre o efeito da expansão radial, tanto na haste como nas esferas.

    No contexto da gravidade radial, não há alteração da massa dos componentes do experimento, mas há a ação das forças de Coriolis!

    Assim sendo, era de se esperar a queda da velocidade angular do sistema, algo que não "acontece" no movimento dos astros em torno do Sol, por exemplo.

    Logo, haverá de existir uma "energia escura" para manter a constância da velocidade angular dos astros e do halteres em questão.

    Essas loucas conclusões nos remetem ao "Modelo Matrix", isto é:

    O universo é somente um sistema de contagem exponencial, no qual massa, inércia, espaço vazio e energia escura são apenas regras definidas num contexto baseado exclusivamente em informações imateriais.

    Resta uma última pergunta:

    Quem criou esse programa?

    Fiat Lux!
     
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