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A terra está inchando?

Discussão em 'Zona Livre' iniciada por Jonas Negreiros, 4 Jan 2011.

  1. Thyago

    Thyago Membro VIP


    Desde 22 Jan 2006
    Minas Gerais
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  2. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.332 1.763 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    A Terra poderia ser um laboratório para explicar o Big-Bang?

    Se a expansão do raio da Terra pode explicar a gravidade, poderia explicar a expansão do Cosmos? (Nossa "viagem especulativa" continua)...

    Buscando a Constante de expansão universal

    Fator de expansão planetária ou Constante Cosmológica (CC)

    (Valor obtido da aceleração da gravidade (g) dividido pelo raio (r) somada ao fator 1)


    CC = (g/r) + 1X

    Planeta ................... Mercúrio.......... Vênus............ Terra
    Densidade ................. 5,4 kg/l.......... 5,2 kg/l ........ 5,5 kg/l
    Raio Equatorial ... 2 440 000 m.... 6 052 000 m ..... 6 280 000 m
    acp*... 3,7E10^-6 m/s^2 .. - 5,3E10^-7 m/s^2.. 0,03 m/s^2
    gt**.. 3,62 m/s^2 ....... 8,82 m/s^2 ...... 9,83 m/s^2
    Fator de expansão.. 1,000 001 475.. 1,000 001 457.. 1,000 000 565

    *acp = aceleração centrípeta, por conta da rotação de cada planeta.

    ** gt= gravidade total = g+acp

    Os fatores de expansão (CC) dos três planetas, de densidades semelhantes parecem muito próximos.

    Alguém poderá assustar-se com a expansão terrestre. Mas ela é quase imperceptível (se não fosse pela "gravidade"): 0,000156% por segundo.

    Mas de onde viria a energia para por a Terra em expansão?

    Não podemos nos esquecer que cada átomo contém uma quantidade enorme de energia. Vamos verificar se a escala de queda de temperatura da Terra em relação ao seu raio segue o modelo do Big Bang vigente:

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    crédito da foto:http://amadeo.blog.com/repository/97186/3643127.jpg

    Agora basta saber qual é a taxa de queda de energia térmica versus aceleração do universo. Esse número está disponível?

    [​IMG]

    Crédito da foto:
    Big Bang

    link:
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Big_Bang
     
  3. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.332 1.763 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Modelo Cósmico Asnático

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    [Atlas]

    Continuando a Série, achei interessante repassar a matéria em alguns pontos importantes.

    Em relação aos modelos cósmicos antigos, como o modelo de Atlas e outros. Newton inovou, ao lançar a idéia de "ação à distância".

    No modelo grego, Atlas está apoiado a não-sei-o-quê (contato) e a Terra está apoiada em seus ombros (contato, novamente).

    No modelo cosmológico de Newton, o Cosmos é regido por "forças de campo", como a força magnética, por exemplo, porém de ação instantânea.

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    [gravidade de Newton]

    No exemplo acima, a gravidade faz com que a Terra atraia a Lua, e vice-versa. A Lua não cai sobre a Terra por estar em movimento elíptico, que tende escapar pela tangente.

    Com o surgimento da Teoria da Relatividade Geral, a coisa se complicou, pois a atração gravitacional não poderia ultrapassar a velocidade da luz, de modo que a instantaneidade da
    gravidade de Newton não poderia mais ser aplicada.

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    [espaçotempo]

    No modelo de Einstein acima, a órbita da Lua na Terra acontece pelo fenômeno "distorção espaço-tempo", mas através de figurações, nos força a imaginar que se trata de uma força de contato, de fora para dentro da Terra.

    O único problema da TRG de Einstein (1916) que ela foi concebida antes da proposta do Big-Bang de Lamaître (1927). Einstein desdenhou as idéias do físico belga. Afirmou que a matemática do padre era poderosa, mas a sua física lamentável.
    [citação:http://fracisco-scientiaestpotentia.blogspot.com/2010_05_01_archive.html]

    Pelo, sim pelo não, a TRG ainda não foi superada. Fala-se na Teoria das Cordas como provavel sucessora. Poderia discorrer sobre o assunto. Mas não me atrevo, pois não entendo nada.

    De repente, não mais que de repente, surge uma possibilidade inédita no contexto das leis cósmicas.

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    Erick Verlinde

    Um físico teórico holandês suspeita que a gravidade pode não existir.

    Baseado nessa hipótese, foi criado o modelo cosmológico asnático.
     
  4. Pamuju

    Pamuju Paulo


    Desde 3 Abr 2005
    Rio Grande / RS / Brasil
    Isso tudo é para que ?

    Vocês querem dizer que tenho que regular a rotação do prato e o contrapeso do braço do meu TD com mais frequencia ? rsrs
     
  5. ANTUNES CARLOS

    ANTUNES CARLOS Usuário


    Desde 11 Mar 2006
    MINAS GERAIS
    Jonas, só falta você começar a torcer para o Galo, aí sim vai ficar completamente maluco:rofl:. Jonas, eu estudei o apocalipse, durante um bom tempo, (o padre aqui do bairro, quando me via, saia correndo:rofl:), e posso te garantir, tudo é questão de interpretação, e não leva a nada.....
    Ainda bem, que parei com essa idéia fixa, pois conversei, com pessoas de grande formação cultural, e nenhuma delas souberam me explicar nada.....
     
  6. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.332 1.763 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Boa pergunta Pamuju! Sem gravidade, a agulha não conseguirá trilhar o disco! A solução é ouvir antigas fitas de áudio!
    Mas se você empurrar um carrinho de supermercado cheio, na Terra ou na Lua, o esforço para pô-lo em movimento será o mesmo. Então a regulagem de rotação do prato do TD será desnecessária!

    ---------- Mensagem adicionada às 17:42 ---------- Mensagem anterior foi enviada às 17:37 ----------

    Obrigado pela recomendação, Antunes Carlos!
    Gravidade não enlouquece, mas mecânica quântica sim!
    Espero contar com sua participação nessa série. Tomara que você goste dessa nova interpretação para a gravidade. Uma interpretação asinina :rofl:.
     
  7. ANTUNES CARLOS

    ANTUNES CARLOS Usuário


    Desde 11 Mar 2006
    MINAS GERAIS
    Jonas, eu sou "um burro", em química, física e matemática:rofl:. Sempre passei, em primeiro lugar, nos concursos de redação e texto, mas nunca me dei bem, em matemática, física e química(y).
    Agora meu caro, asno ou estúpido, acho que eu não sou.....
     
  8. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.332 1.763 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Tenho certeza que não, Carlos.

    A idéia da expansão terrestre parece asnática, mas faz sentido. Pode ser interpretada como a teoria de Newton lida ao avesso :D.
    Isso não significa que pode superar os complexos modelos cósmicos aceitos pela comunidade científica.
     
  9. ANTUNES CARLOS

    ANTUNES CARLOS Usuário


    Desde 11 Mar 2006
    MINAS GERAIS
    Jonas, eu temo por uma coisa, que com certeza, acabaria com o planeta. Tivemos uma pequena amostra, que foi um caos na aviação. Eu tenho medo, de que algum dia, os vulcões, entrem todos em erupção ao mesmo tempo. E eu já assisti uma reportagem no National Geographic, afirmando, que é possível sim, que muitos vulcões, inclusive os "vulcões escondidos", entrem em erupção simultaneamente. Te confesso, que tenho medo até dessa exploração de petróleo no fundo mar, acho que vai "abalar" a estrutura do planeta. Eu conheço um pouco, sobre Albert Einstein, e a Teoria da Relatividade, estudei isso na escola. Em relação a Isaac Newton, te confesso, que não sei quase nada, a não ser as três leis de Newton, que eu nem me lembro quais são. Como te disse, gosto muito de reportagens, sobre o planeta terra, em especial do National Geographic, pois não sei nada sobre física.
    Infelizmente, nós destruimos o nosso planeta.....
     
  10. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.332 1.763 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Essa possibilidade de detonação de todos os vulcões ao mesmo tempo, eu não conhecia. Sempre achei que existe uma certa "compensação" entre terremotos e vulcões. Se uma camada da Terra afunda num lugar, pode provocar um vulcão no outro.

    Dizem que o mundo "acabou" várias vezes, e surgiu revigorado. As Cordilheiras dos Andes é o melhor exemplo disso. Essa colossal cadeia de montanhas, que corta quase toda a América Ocidental, brotou das profundezas do Oceano Pacífico (pacífico?). Uma pequena prova disso é que podem ser encontradas conchas marinhas no topo de suas montanhas.

    Se não houvesse vulcões, a crosta terrestre não se reciclaria. O mundo seria apenas um deserto de areia. Regiões vulcânicas são temidas, mas é nelas que se encontram as melhores terras para agricultura.
     
  11. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.332 1.763 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    O modelo cósmico asnático é baseado nos seguintes fundamentos:

    - O cosmos está expandindo-se em velocidade acelerada;

    - Todos os elementos do cosmos, matéria e espaço estão expandindo na mesma velocidade. Os elementos em expansão incluem estrelas, planetas, seres vivos, moléculas, átomos, etc.

    O modelo asnático é um modelo de contato.

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    [Terra em Expansão]


    A Terra (figura acima), assim como todo o resto do cosmos está se expandindo. A ação é a expansão, a reação é a "gravidade" (que não existe).

    Passemos agora, tentar explicar alguns fenômenos observáveis (ou não) com a teoria asinina.

    [​IMG]
    [régua]

    Se a Terra está em expansão (figura acima), não podemos medir essa expansão com nenhuma régua, pois as réguas se expandem também. Se você tem um terreno de 10 m x 25 m, o seu terreno estará expandindo e sua trena também. Toda a vez que você medir o terreno, o resultado será o mesmo.

    [​IMG]
    [skate]

    O único sinal da hipotética expansão terrestre (acima) é a sensação de gravidade, isto é, o peso do garoto sentido nos seus pés. Conforme o cosmos se expande, a Terra, o garoto, e os postes de iluminação se expandem igualmente. Embora o garoto esteja sobre uma prancha deslizante, esta não sairá do "lugar", pois tanto o poste da esquerda como o da direita se afastam na mesma velocidade.

    [​IMG]
    [trampolim]

    Passemos agora a explicar o fenômeno de queda livre (figura acima). O nadador salta de um trampolim. No momento em que abandona a prancha, a velocidade de expansão do raio da terra deixa de empurrá-lo. No entanto, o nadador continuará subindo, mas numa velocidade constante, idêntica a obtida no momento do salto. Há também a velocidade no sentido horizontal, por conta do salto do nadador.

    A Terra continuará se expandindo, como também a água, o atleta, o trampolim e a boia. Como a velocidade de subida do nadador é constante e a velocidade de expansão do raio da Terra é acelerada, chegará a hora em que a água tocará o nadador de forma violenta. Enquanto o nadador não recuperar a velocidade de expansão da Terra, ele afundará.

    [​IMG]
    [marés]

    Essa seria apenas uma interpretação "às avessas" de Newton? Mas como justificar as marés (acima) sem a força atração de Newton ou a distorção espaço-tempo de Einstein?
     
  12. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.332 1.763 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    PROBLEMAS NO MODELO COSMICO EXPANSIONAL ASNÁTICO

    [​IMG]

    Primeira Situação
    Podemos supor, baseados na imagem da queda da bomba do avião (pobres soldados!) que a trajetória da bomba seria a mesma, quer consideremos a aceleração da gravidade ou a substituição da gravidade pela a expansão acelerada do raio da terra.

    Sabemos, também, que se esta bomba atingir uma velocidade crítica, ficará em órbita da Terra e assim ficará indefinidamente.

    Pois bem, passemos o problema com o esquema abaixo:

    [​IMG]

    Segunda Situação

    Digamos que um canhão disparou um projétil paralelo ao horizonte, a partir do polo norte da Terra. Como não se admite ação de gravidade nesse modelo, a trajetória "real" do projétil (em vermelho) é uma linha reta.

    À maneira que o raio da Terra vai crescendo, menor será o tempo ou a distância para a Terra atingir o projétil.

    Mas se a velocidade do projétil for suficientemente alta, a expansão da Terra não o atingirá. No entanto, nesse modelo, o projétil nunca ultrapassará o primeiro quadrante da Terra, isto é, passar a marca de 90 graus de curvatura da Terra e efetivamente "entrar em órbita sem a ação da gravidade"!

    O modelo asnático permite que o projétil escape da Terra, mas aparentemente não existe uma velocidade "critica" que permita sua órbita na Terra sem a ação de uma gravidade "verdadeira".

    Mas. como é possível o "modelo cosmológico asnático" reproduzir a primeira situação "perfeitamente" e nunca a segunda?
     
  13. Helio.

    Helio. Refinando...


    Desde 2 Nov 2006
    SP/SP/BR
    Finalmente achei uma explicação do por quê não consigo emagrecer!!!!! :p:p:p
     
  14. M.André

    M.André Usuário


    Desde 1 Mai 2007
    Curitiba
    Estaria a Lua na contramão do modelo cósmico asnático?

    "Um dos aspectos mais marcantes das escarpas lunares é sua jovem idade aparente," disse Thomas Watters, do Museu Nacional de Aeronáutica e Espaço, dos Estados Unidos. "Falhas de compressão globalmente distribuídas e relativamente jovens mostram uma contração recente da Lua inteira, provavelmente devido ao resfriamento do interior lunar. A magnitude da contração é estimada em cerca de 100 metros no passado [geológico] recente."

    http://www.inovacaotecnologica.com....hp?artigo=lua-esta-encolhendo&id=010130100819
     
  15. trosk

    trosk tlec!


    Desde 15 Dez 2008
    Na terra de Oz
    será que eu posso utilizar da teoria para explicar a expansão da minha barriga?
     
  16. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.332 1.763 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    ESQUECEMOS DA "ENERGIA ESCURA"

    Conforme a postagem anterior, apenas com a expansão dos raios dos astros, vimos que é possível "garantir" a ação da gravidade aos corpos terrestres que estão numa velocidade inferior a de "escape".

    Porém percebemos que essa expansão não é suficiente para permitir a órbita entre eles.

    Mas esquecemos da energia escura. Na falta de coisa melhor, digamos que a energia escura parte do marco zero do big-bang, e ela se manifesta por um "jorro de éter" que se acelera à maneira que distancia-se da origem do big-bang.

    cone1
    [​IMG]


    Digamos que o jorro de éter (na cor violeta) impele os astros, no caso Terra (azul) e Lua (marrom) para cada vez mais distantes do marco zero, conforme mostra a figura acima.

    Esse jorro só não impele os astros, mas passa entre eles. Como fica a "força" de atração entre Terra e Lua, para "garantir" a órbita lunar?

    EXPERIÊNCIA DAS COLHERES

    colheres
    [​IMG]


    Pegue duas colheres com as pontas dos dedos, conforme pontos vermelhos indicados na imagem acima.

    Abra a torneira. O jorro de água forçará a aproximação da colheres, como se fosse uma força de atração. Separe as colheres lentamente. Por um bom tempo vão ficar "grudadas".


    SETOR ESFÉRICO CÓSMICO (CONE)

    cone2
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    Nesse setor do cosmos, onde vemos a Terra e a Lua dentro de um "setor cósmico em expansão", percebemos que é possível vários arranjos de órbitas elípticas dentro do cone.

    Conforme foi visto, se a gravidade não existe como supõe Verlinde, será necessário uma "ginástica*" por parte dos físicos para explicar como o universo funciona, sem a versão dos Gregos, Newton ou Einstein.

    Para aqueles que associaram barriga à expansão cósmica, a experiência das colheres convence?

    *Aliás, ginástica emagrece. ;)
     
  17. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.332 1.763 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Oi, Jeffaz!

    Você tem razão, bem antes de Verlinde propor que a gravidade pode não exisitir, um blogueiro canadense criou uma teoria de expansão da Terra:

    [​IMG]

    Quem deseja saber mais sobre essa loucura, visite o blog, com versão em português:
    http://gravityeinstein.com/
     
  18. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.332 1.763 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Mais sobre a expansão do raio terrestre.

    O crescimento do raio da Terra, como justificativa da falta de ação da gravidade, traz mais algumas supresas.

    Chegamos ao número de expansão da Terra pela seguinte equação:

    ERT = r+9,8/r

    onde:

    ERT = fator de expansão do raio terrestre

    r= raio equatorial da terra em tempo zero = 6 378 000 m

    9,8 = aceleração da gravidade (que pode não existir) = 9,806 650 m/s^2

    r+9,8 = raio da terra passado 1 segundo

    logo,

    ERT = [6 378 000 + 9,8] / 6 378 000 = 1,000 001 537

    Isso equivale a uma inflação do raio terrestre de aproximadamente 153 milionésimos porcento por segundo (0,000 153 % / s). Essa velocidade de expansão parece pequena, mas não é.

    Se considerarmos a velocidade de expansão do raio da Terra conforme calculado acima, a cada 5 dias e 14 minutos, o raio da terra dobraria, e, em apenas 354 dias sua velocidade de crescimento igualaria à velocidade da luz!

    Achei o número 354 muito estranho, fiquei impressionado. Era um número muito próximo do ano terrestre.

    Ao consultar o trabalho de Zeeper, fiquei sabendo que o número é muito próximo do ano lunar:

    Lunar year

    The lunar year comprises twelve full cycles of the phases of the Moon, as seen from Earth. It has a duration of approximately 354.37 days.


    tradução:

    O ano lunar compreende 12 ciclos completos das fases da Lua, vista da Terra. Ele tem aproximadamente 354,37 dias.

    Zeeper chegou ao mesmo número em 2008, dois anos antes de Verlinde publicar sua hipótese sobre a inexistência da força da gravidade. E tres anos antes da gente.

    Simples coincidência?

    Zeeper acredita que a velocidade da luz é igual a zero e que a massa da terra cresce continuamente.

    Nos imaginamos que o raio da Terra cresce, mas a massa permanece a mesma. Logo, a Terra está cada vez mais esponjosa, isto é, com a densidade menor. A velocidade da luz também deve ser relativa e ajusta-se continuamente com a expansão cósmica.

    Apesar das (fracas) evidências do Big-Bang, nem todos concordam que isso aconteceu. Portanto, ninguém precisa ficar apavorado que o cosmos possa se desfazer a qualquer instante.

    Mais detalhes em :

    Gravity Einstein
    http://gravityeinstein.com/
    Big-Bang: Fato ou construção teórica humana?
    http://www.comciencia.br/reportagens/cosmicos/cos04.shtml
     
  19. Rickbrazil

    Rickbrazil Usuário


    Desde 20 Jan 2008
    Brasilia/DF/Brasil
    Parece que a resposta ao tópico é simples:

    Aprendi na sexta série que:

    Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.

    Com base nessa premissa, nosso planeta não estaria inchando, ou mesmo desinchando, mas, tão somente, se transformando.
     
  20. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.332 1.763 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Órbita Lunar sem vento cósmico

    Continuando essa não-tão-inusitada série especulativa sobre a expansão terrestre, vamos recapitular alguns conceitos mal-resolvidos.

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    O vento cósmico, conforme figura acima, provocaria o efeito Bernulli, que manteria a órbita da Lua em torno da Terra.

    À principio, pensamos num vento de éter. Pensamos depois que poderia ser o vento solar. Mas existem buracos negros que não têm vento solar. E em torno dos buracos negros orbitam sóis...

    Então continuamos viajando nas possibilidades especulativas.

    [​IMG]

    Podemos explorar um pouco melhor um "setor da expansão cósmica", formado pela Terra (em azul) e Lua (em marrom), conforme sugere o cone da figura acima.

    Vamos considerar agora apenas a Terra em expansão:

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    Na última explanação sobre a Terra em expansão, percebemos que o projétil partindo de um tiro de canhão nunca ultrapassaria o ângulo de 180 graus (segundo quadrante) de seu ponto de partida.

    Mas...

    Consideremos agora uma nova situação:

    [​IMG]

    A Terra está em expansão. O eixo Y representa expansão vertical, O eixo X representa a expansão horizontal. O eixo Z é aquele que vai de encontro ao seu nariz está em vermelho e representa o eixo do tempo.

    Digamos que estes eixos não progridam em modo simultâneo, mas sucessivos: primeiro expande X, depois Y, e Z é a resultande dos dois. E tudo recomeça.

    Observemos agora esse mesmo esquema visto de outra perspectiva:

    [​IMG]

    Vemos a Terra em três tempos. A linha do tempo é a vermelha, que indica também o distanciamento da Terra do marco zero do big-bang. X é o movimento de expansão espacial horizontal, Y é o movimento de expansão espacial vertical. O eixo do tempo Z aparece agora em diagonal. Ficamos pensando se Einstein tinha razão ao relacionar o espaço com o tempo em uma única entidade, isto é, espaço-tempo, pois o fenômeno de movimento depende dos dois.

    Vamos agora para a última ilustração:

    [​IMG]

    É possível, fazendo uma composição geral, imaginar a órbita da Lua em torno da Terra, se considerarmos que enquanto um vetor "cresce", o outro encolhe, como acontece no par "energia cinética x energia potencial" dos pêndulos ou "campo elétrico versus campo magnético" num circuito oscilante.

    Na primeira e segunda posição da Lua ao extremo esquerdo, podemos imaginar que está valendo o vetor horizontal. Na Terceira posição, pode estar valendo o vetor vertical, depois horizontal.

    Note que o vetor vertical e horizontal permitem também que a Lua acompanhe o movimento da Terra distanciando-se do ponto espaço-tempo de origem.

    Essa composição vetorial X, Y e resultante Z teria de ser em "câmara lenta", ao contrário do que acontece no mundo atômico, onde tudo acontece em velocidade angular alucinante. Quanto maior a massa, mais lenta a velocidade angular...

    Nesse modelo "asnático", todos os corpos ficam cada vez menos densos, isto é, cada vez mais "espumantes".

    Sabemos que a luz em meios sólidos caminha em velocidades menores que no vácuo.

    A velocidade da luz, aparentemente absoluta, cresce com nossas réguas. E a velocidade da luz pode aumentar, pois o meio é cada vez mais rarefeito. Ela deve "se ajustar" continuamente em relação à expansão asnática, digo, cósmica.
     
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