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A terra está inchando?

Discussão em 'Zona Livre' iniciada por Jonas Negreiros, 4 Jan 2011.

  1. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Física:

    Quebra-Cabeças,

    [​IMG]


    Ou tangram?

    [​IMG]

    Após essa longa série sobre gravidade e expansão asnática, fica essa pergunta no ar.

    Se a natureza é estática, feita de leis imutáveis, temos que buscar as peças que faltam nesse quebra-cabeças. A física seria apenas uma forma complexa de arqueologia.

    Se a natureza é dinâmica, feita de leis instáveis, a física terá de reinventar-se constantemente. Nessa segunda situação, a física seria um campo fértil de atividade para artistas e inventores.

    Uma frase de Mário Quintana vem à calhar:
    "A menor distância entre dois pontos é uma linha sem imaginação."
     
  2. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.504 1.898 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    TEORIAS DE EXCLUSÃO

    Os amigos que nos acompanham, podem ainda não ter percebido, mas a física está em crise. Isso pode não significar nada, pois o mundo vive em crise permanente. O homem sempre caminhou sobre o fio da navalha.

    Vou explicar por que a física está em crise. Em postagens passadas, comentei sobre o tangram. Tangram é um quebra-cabeças inventado pelos chineses. Trata-se de um quadrado retalhado em sete partes (vide postagem anterior).

    Os quebra-cabeças têm um simbolismo extraordinário. É o brinquedo preferido por crianças que tiveram suas famílias destruídas, logo, em função do aumento de divórcios as vendas de quebra-cabeças deve estar em franca expansão. A arte mosaica, de origem judaica, é feita de pedrinhas. Israel foi destruída várias vezes, em sua trágica história.

    Voltemos à fisica. Dê um tangram à uma criança. Desafie-a a montar o retângulo novamente. Marotamente, inclua uma peça extra. Por maior que seja o esforço da criança, será impossível realizar essa tarefa.

    A crise da física na luta pela unificação é exatamente essa. Está sobrando uma peça no quebra-cabeças.

    Tenho lido teorias especulativas. A teoria das cordas admite 11 dimensões. Neste caso, quem trabalha com essa teoria já deve estar usando um tangram de 7 peças, mas ainda não descobriram qual é a figura verdadeira.

    Erick Verlinde sugeriu que a gravidade pode não existir. O modelo de unificação de Al Zeeper não admite a existência da velocidade da Luz. O modelo de Janos Rohán não admite o espaço. Milo Wollf acha que o fóton não existe. Alguns filósofos acham que o tempo não existe. Logo, alguma coisa está sobrando.
     
  3. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
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    PROVA ASNÁTICA CONCLUSIVA

    Um teste para provar ou negar a expansão asnática

    Para tanto, vamos precisar de:

    [​IMG]

    Um galpão industrial de grandes dimensões;
    [​IMG]

    Dois pêndulos idênticos, munidos de canhoes LASER, instalados em perfeita perpendicularidade às hastes, embutidos nas esferas de prumo dos mesmos;

    Primeira Prova

    [​IMG]

    Se Newton estiver com a razão, isto é, existe gravidade, os raios que partem dos dois pêndulos vão se cruzar no centro do galpão.

    Segunda Prova.

    [​IMG]

    Se Newton não estiver com a razão e sim a teoria de expansão asnática, o fator de expansão asnática provocará uma aceleração tangencial no equador de 712 microns por segundo ao quadrado. Essa aceleração, do sentido oeste para leste, interferirá no prumo dos dois pêndulos, de modo que não haverá o cruzamento dos raios em lugar algum do galpão.

    Resta saber se a velocidade angular da Terra e a velocidade tangencial, em caso de serem absolutamente constantes (sem expansão asnática) podem inclinar o prumo com intensidade semelhante, considerando-se que a variação de 712 microns por segundo ao quadrado pode ser desprezada ou impossível de ser detetada nessa experiência.
     
  4. Dbstay

    Dbstay Usuário


    Desde 14 Mar 2007
    Brasil
    Velocidade angular e tangencial seriam respectivamente rotação e translação?

    Divagando...

    Se a gravidade não existe, então buracos negros também não existem? Ou teríamos que achar outra explicação para a existência deles. Buracos negros, até onde sei, são corpos ou estrelas com massa tão gigantesca que seu campo gravitacional não deixa nem a luz escapar. É como se o nosso sol tivesse uma gravidade tão grande que a luz que ele emitiria em condições normais fosse sugada pela sua própria gravidade, e nunca chegasse a Terra.

    No fundo eu acredito que deve existir uma teoria que unifique tudo. Que explique que a mesma força que faz a Terra girar em torno do Sol é também a força que faz o elétron girar em torno do núcleo do átomo, que faz a maçã de Newton cair. A chamada Teoria de Tudo.
     
  5. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Correto, Dbstay.

    A teoria de tudo é o objetivo final da física. Enquanto isso, continuamos a divagar.
     
  6. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.504 1.898 576

    Desde 2 Nov 2008
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    Voltando ao quebra-cabeças com uma peça extra, se a criança for suficientemente esperta, ela perceberá a malandragem do propositor.

    Ao descartar uma peça repetida, a criança conseguirá montar o quadrado original do Tangram.

    Na física temos um problema semelhante: massa gravitacional e massa inercial tem valores idênticos. Uma pode estar sobrando...

    Acho que a teoria da expansão asnática ganha mais consistência a cada dia :D.
     
  7. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.504 1.898 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Satélite Asnático

    Essa é uma tentativa de comprovar a teoria de expansão asnática no espaço sideral. Para tanto, será necessária a construção de uma esfera maciça com um canal interno.

    Dentro do canal é instalado um corpo (vermelho) em forma cilíndrica, como um pistão de um motor a explosão.

    [​IMG]
    fig 1.

    Obs.: Se sua tela não é "wide", será necessário reduzir o tamanho da página para ver a imagem completa.

    Após o envio dessa esfera ao espaço e sua estabilização orbital, o pistão é libertado.

    De acordo com Newton,o pistão será atraído para o centro da esfera. Assim como a esfera atrai o pistão, o pistão também atrai a esfera, de modo que também há um pequeno deslocamento da esfera.

    O pistão avançará ao centro da esfera em velocidade crescente.Quando o pistão chegar ao centro da esfera, o pistão estará em velocidade máxima em relação à esfera.

    A trajetória do pistão continuará em velocidade descrescente, até o lado oposto de partida. Este ciclo se repetirá até toda a energia do sistema dissipar-se e o pistão estacionará no centro da esfera.

    Se a teoria da expansão asnática prevalecer, tanto a esfera como o pistão crescerão em forma exponencial em relação ao tempo.

    [​IMG]
    fig 2.

    Quando ocorrer a estabilização orbital, o pistão é libertado. O pistão não sairá de seu lugar, pois não há como a esfera empurrá-lo. Mas, à maneira que ocorre a expansão asnática em função do tempo, o pistão ficará cada vez mais próximo do centro da esfera. No entanto, nessa situação, não ocorrerá a oscilação, como prevista pelas Leis de Newton.
     
  8. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.504 1.898 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    CINEMASNÁTICA
    A cinemática da expansão asnática.

    Há uns bons meses, estava tentando deduzir a fórmula da velocidade da expansão asnática para qualquer intervalo de tempo.

    Sabendo-se que a expansão asnática tem uma dinâmica invertida à queda de corpos, seu resultado não poderia ser diferente daquele obtido pela fórmula de Newton:

    v = raiz quadrada do espaço percorrido multiplicado por 2g.

    Comecei o estudo fazendo uma análise gráfica de 10 tijolinhos empilhados.

    Considerei o fator de expansão asnática igual a 1,1 a fim de facilitar a visualização do resultado gráfico:

    [​IMG]

    Neste caso, usei um "zoom" de 1,1 x tanto no eixo vertical como horizontal.

    Percebe-se um aumento progressivo de altura e largura da coluna de tijolinhos. Cada coluna (eixo x) representa o tempo (sem dilatação!), enquanto a altura de cada coluna representa o resultado da expansão asnática para cada segundo.

    Tracei linhas amarelas que cruzam o centro de cada quadradinho, em diagonal. O mesmo foi feito em azul, em linhas verticais.

    Percebe-se que a cada segundo passado, a linha amarela tende a ficar paralela ao eixo y. Uma típica família de retas derivadas de uma curva exponencial.

    Aplicando-se o fator de expansão asnática 1,1 apenas no eixo vertical, as curvas são reveladas mais facilmente.

    [​IMG]

    Através da análise grafica dessa figura e um pouco de chutometria, obtive a seguinte série, para calcular a velocidade final da expansão asnática, após 3 segundos:

    v= [r fea ^3 - r fea ^0] + [r fea ^2 - r fea ^0/] + [r fea ^1 - r fea ^0]

    onde:

    v é a velocidade em m/s;

    fea é o fator de expansão asnática.

    Percebi claramente que o resultado da velocidade era baseado numa somatória.

    [​IMG]

    Pedi ajuda ao meu colega Caio , que sintetizou a fórmula do gráfico final.

    Ao matemático Caio "Hiper", meu muito obrigado pela "canja"!

    P.S.:
    Há um furo na fórmula asnática. Para entender o problema, clica no link:

    http://forum.if.uff.br/viewtopic.php?p=7030&sid=11f0b788855f376de05b831864e6498e#7030
     
  9. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
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    Gravidade e Big-Bang II

    Observem a fotomontagem, abaixo:

    [​IMG]

    À esquerda, ao alto, vemos o cone cósmico que representa o big-bang;

    À direita, abaixo, vemos um setor cônico da Terra.

    Tal como se perde de vista um navio que avança para o mar, nossa visão cósmica do universo conhecido pode sofrer da mesma limitação.

    À direita, em destaque, uma tentativa de ligar vários cones cósmicos e reconstruir a bolha do big bang.

    Por que a expansão cósmica acontece apenas com as galáxias?
    Simplesmente por que não nos demos conta da expansão asnática. :D

    Se considerarmos que a expansão cósmica acontece com todos os corpos, vamos entender por que o Sol não engole a Terra, pois o espaço entre esses astros também se expande. A direção do Sol em relação ao big-bang não é exatamente igual a direção da Terra, ou seja, o centro desses astros divergem desde o marco zero do big-bang!

    As marés da Terra, inexplicavéis pela expansão asnática, podem ser facilmente explicadas pelo efeito Bernoulli, desde que haja um vento cósmico (em lilás), originado do próprio big-bang e cuja velocidade seja superior à propria expansão universal.
     
  10. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
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    Didática Asnática - Parte I


    Estamos penando com os conceitos asnáticos. Tais conceitos apresentados no tópico de especulações "Gravidade e Big-Bang" parecem conflitar-se.

    Para criar uma cinemasnática, isto é, uma cinemática asnática confiável, chegamos à conclusão não é prudente utilizar os parâmetros cósmicos reais. Os valores das unidades cósmicas são difíceis de operar.

    Nosso intuito inicial é descobrir fórmulas universais. Só assim poderemos fazer cálculos e previsões asnáticas confiáveis. Mas antes será necessário criar um "universo à parte" a fim de se obter fórmulas genéricas compreensíveis.

    Para tanto, imaginemos um asteróide de 10 unidades didáticas (10 ud) de altura, o próprio raio do asteróide em tempo zero.

    fig asteroide asnático
    [​IMG]

    Consideremos que a aceleração da gravidade do asteroide asnático seja de 1 ud/s^2. De acordo com Newton, a massa desse asteróide deve ser absurda.

    Pela asnática didática, o asteroide vai crescer a 1,1 x/s. A primeira consequência desta regra é a probição do Teorema de Pitagoras no domínio da expansão asnática didática. Se o eixo X do asteroide cresce 1,1x/s e o eixo Y também cresce 1,1x/s, a diagonal dos eixos (45 graus) deveria crescer em 1,555... x/s. Logo, em pouco tempo o asteróide didático seria transformado em uma elipse, igual a uma "bola" de Rugby.

    A conclusão é que a expansão didática deve ser esférica, tudo cresce por igual, como um objeto visto através de uma lente de aumento progressiva (zoom).

    O gráfico da função de velocidade instantânea em função do tempo é apresentado abaixo:

    figura esqasnvel
    [​IMG]

    Esse gráfico representa o ganho de velocidade em função do tempo para uma aceleração de 1 ud/s^2

    Com um pouco de imaginação, podemos aceitar que a área em azul claro pode ser ocupada por um esquadro de 45 graus. Partimos agora para a abordagem asnática desse asteróide.

    De acordo com a teoria da expansão asnática, esse asteróide aumenta seu raio em 10% a cada segundo.

    t0 = 0 s

    r0 = 10 ud

    v0 = 0 ud/s

    t1 = 1 s

    r1 = 11 ud

    v1 - v0 = 1 ud/s

    F.E.D (FATOR DE EXPANSÃO DIDÁTICA)

    fed = (r0 + 1)/10

    fed = 1,1 x

    Vamos agora construir o gráfico de crescimento do raio do asteróide aplicando-se o fator de expansão didática.

    fig esqexpasn1
    [​IMG]

    Nessa situação, consideramos que o tempo no eixo X é absoluto.
    No eixo Y apresentamos uma curva de crescimento do raio do asteroide em em função do fator de expansão didática. Note que a medição vertical começa a 10 u.d.

    Percebemos claramente a formação de uma curva exponencial. O crescimento exponencial do raio do asteróide didático jusfica a "aceleração da gravidade" em sua superfície.

    Se o crescimento do raio do asteroide fosse linear, a velocidade de expansão didática também seria linear e a "sensação de gravidade" iria desaparecer. Esse gráfico nos coloca numa posição filosófica complexa. Temos que discernir que aquilo que era "velocidade", depois de algum tempo passa a ser espaço. Mas esse espaço resultante também cresce e força a velocidade superficial do asteróide aumentar constantemente.

    Nosso objetivo final é "aprisionar Newton" na visão asnática. Mas vamos devagar. Aguardem a próxima postagem sobre a didática asnática.
     
  11. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
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    Uma tentativa de baixo custo para detetar a medir a expansão asnática.

    Construir um dispositivo constituido de dois fios condutores "a" e "b", suspensos por um pivô e eletricamente isolados. Separar esses dois fios por uma barra horizontal isolante e não-magnética e eletrostaticamente apassivada.

    [​IMG]
    Abaixo da barra horizontal são utilizados dois fios de material não condutor, não magnético e eletrostaticamente apassivado.

    Na ponta de encontro dos dois fios inferiores é fixado um pêndulo.

    Os fios "a" e "b" fazem parte de um circuito elétrico, uma ponte Wheatstone, ligados a dois resistores de valores idênticos. A ponte é ligada na entrada a um gerador de sinais de 1000 Hz.

    [​IMG]

    Na saída da ponte é ligada um voltímetro de corrente alternada com filtro de 1000 Hz.

    Inicialmente a barra apassivada é apontada a direção norte-sul.

    Nessa situação, o esforço mecânico em todos os fios é idêntico. O voltímetro não deve indicar nenhuma diferença de potencial no circuito.

    [​IMG]

    Ao apontar a barra horizontal para direção leste-oeste, se existir a expansão asnática, aparacerá a aceleração tangente de 720 microns por segundo ao quadrado. Essa aceleração vai desbalancear o sistema.

    O condutor "b" sofrerá um esforço extra por conta de "atg" enquanto o condutor "a" terá seu esforço relaxado. O prumo ficará mais distante do chão.

    Essa diferença de esforços provocará aumento no comprimento do condutor "b" e redução de comprimento no condutor "a". Isso provocará uma alteração de resistência elétrica na ponte Wheatstone e o voltímetro indicará uma variação de tensão equivalente.

    Os fios condutores podem ser de constantan, pela boa estabilidade térmica.

    A maior dificuldade do teste é o dimensionamento do sistema. Se os fios forem tracionados em demasia, distenderão. Se os fios não forem tracionados suficientemente, haverá muito pouca variação de resistência elétrica.
     
  12. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
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    Efeito Bernoulli Reverso

    Enquanto não pudermos provar a aceleração tangencial terrestre, a especulação asnática continua...

    Essa é uma tentativa de explicar a atração entre a Terra e Lua pela Expansão Asnática, sem o hipotético vento cósmico originário do big-bang, superior à própria velocidade de afastamento dos astros, desde as suas origens.

    A Terra e a Lua partiram do big-bang em direções diferentes. Esse ângulo formado entre essas direções vem sendo conservado desde então. O espaço de expansão entre a Terra e Lua é regido pelo fator de expansão asnático.

    Para que ocorra o efeito Bernoulli reverso, que justificaria a atração entre a Lua e Terra e marés, como é apresentado abaixo, é necessário a eterna presença do éter, antes, durante e depois do big-bang.

    [​IMG]

    As esferas verde e vermelha estão presas a fios, como pêndulos, como mostra a figura da esquerda. Após a libertação das esferas, estas perdem altitude e ganham energia cinética.

    Os corpos verde e vermelho são como astros esféricos. Durante a sua caminhada, cruzam por um meio gasoso (o éter).

    Quanto maior é a velocidade das esferas em relação a esse meio gasoso, maior o efeito Bernoulli. Tanto faz o gás estar em movimento em relação às esferas ou vice-versa.
     
  13. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
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    Soluções Asnáticas Finais

    Conforme havia prometido, vamos terminar os problemas do Asteróide Didático.

    O objetivo da criação do Asteróide Didático é o de criar um caminho mais fácil para entender a expansão asnática.

    figura 1 - Dimensões do Asteróide Didático em Tempo Zero

    [​IMG]

    figura 2 - Crescimento do Asteróide Didático, de segundo em segundo.

    [​IMG]

    Notar que em tempo zero, o raio do Asteroide Didático é igual a 10 Ud.

    Tabela das Propriedades do Asteroide Didático confrontadas com a Dinâmica de Newton

    [​IMG]

    A tabela ficou meio ruim, em função da baixa resolução do meu provedor de internet.

    Mas, vamos às fórmulas do Asteróide Didático:

    Tabela Didática - Explicações

    Espaço de Newton = S = 1/2 at^2

    Espaço Didático = Sd

    Sd = 1/2 [raio didático no tempo "n" - raio didático no tempo "(n-1)"] x n^2

    Velocidade de Newton = sqr2aS

    velocidade Didática = Vd

    Vd = [(raio do Asteróide em tempo zero) x fed^n] - raio do asteróide em tempo zero

    Grandezas e Unidades

    S = Espaço percorrido, em Unidades Didáticas = Ud

    a = aceleração didática = 1,0 Ud/s^2

    r índice d = Raio do Asteroide Didático = 10 Unidades Didáticas = 10 Ud (em tempo zero)

    Fator de Expansão Didática = fed

    fed = [(raio do asteroide no tempo zero) + 1] / raio no tempo zero = 1,1 x

    n = tempo, dado em segundos

    Os valores calculados foram aplicados na tabela.

    Comentários

    A tabela didática demonstra um desvio progressivo após dois segundos de contagem. Mas ela é fiel ao gráfico da régua.

    Fracasso, de novo?! :(

    Desta vez, não! Isso pode parecer estranho, mas é normal. Adotamos um valor de "a" igual a 10% do raio do Asteroide.

    "a" = (r em tempo zero) / 10

    "a" do Asteroide equivale a "g" do planeta Terra.

    "g'= 9,8 m/s^2

    Se deixarmos um corpo cair sobre a Terra numa altitude de 10% do raio terrestre, isto é: 637100 metros acima do nível do mar "g" terá outro valor, muito inferior a 9,8 m/s^2 obtido a 45 graus do equador ao nível do mar!

    Tabela Asnática

    [​IMG]

    Tabela - Explicações

    Espaço de Newton = S = 1/2 gt^2

    Espaço Asnático = Sa

    Sa = Sd = 1/2 [r tempo "n" - r no tempo "(n-1)"] x n^2

    Velocidade de Newton = sqr2gS

    Velocidade Asnática = (rzero x fea^n) - rzero

    Grandezas e Unidades

    S = espaço percorrido, em metros

    g = aceleração da gravidade = 9,8 m/s^2

    r = raio da Terra = 6.371.000 m

    fea = fator de expansão asnática =

    fea = (r + 9,8 m) / r = 1, 000 001 538 x

    n = tempo, em segundos.

    Tudo se encaixa. Em sete segundos, a variação do comprimento do raio da Terra é:

    [(6371068,6 m ) / 6371000 m) = 1,000 001 673 x

    ou seja:

    1,000 001 673 x = 0,000 016% de incremento no raio terrestre.

    Percebemos agora que todos os valores tornaram-se mais consistentes.

    À partir das fórmulas asnáticas, agora confiáveis, recalcularemos todas as projeções efetuadas nessa série.

    Por ora, podemos comemorar a ratificação da Cinemasnática, a Cinemática Asnática. :feliz::feliz::feliz:
     
  14. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    CINEMASNÁTICA CORRIGIDA

    Formula asnática corrigida

    Propriedade Distributiva da Potenciação

    Durante as investigações asnáticas, no intuito de encontrar uma matémática que permitisse previsões, acabei "descobrindo" uma propriedade muito interessante:

    3^3 = [3^3 - 3^2] +[3^2 - 3^1] + [3^1 - 3^0] + [3^0]

    Demonstração Prática:

    27 = [27-9] + [9-3] + [3-1] + 1

    27 = 27

    Não sou matemático, não sei se isso já é matéria dada. Achei interessante.

    Passei o problema da propriedade distributiva da potenciação para o Eng. Marcelo de Souza Oliveira.

    Marcelo resumiu a propriedade com a seguinte fórmula:

    [​IMG]


    Essa é uma fórmula derivada das séries de Taylor. Logo, a expansão asnática começa a ficar "séria" :)
     
  15. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Escravos de Jó

    Jogavam caxangá

    Tira, bota*

    Deixa o canjerê ficar

    Guerreiros, com guerreiros

    Fazem zig, zig, zá


    *subtraia, some.

    fonte:
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Escravos_de_Jó#Escravos_de_J.C3.B3_.28Vers.C3.A3o_Tradicional_em_SP.29

    Em teoria dos jogos e em teoria econômica, um jogo de soma zero é um jogo cuja soma da utilidade obtida por todos os seus participantes, para cada combinação de estratégias, sempre é igual a zero, isto é, um jogo em que o que um jogador recebe é diretamente proporcional ao que os demais perdem. A maioria dos jogos clássicos de tabuleiro são de soma zero, como o Jogo da Velha, Damas e Xadrez.

    fonte:
    Wikipedia,
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Soma-zero


    O Prof. Penna, do IFUFF, demonstrou que a fórmula da expansão asnática tem similaridade ao teorema de "somar zeros":

    3^3 = [3^3 - 3^2] +[3^2 - 3^1] + [3^1 - 3^0] + [3^0]

    27 = [27-9] + [9-3] + [3-1] + 1

    De fato, exceto ao número 3^3, todos os outros números entram e saem, como no jogo de jó.

    [​IMG]

    Mas há um detalhe crucial: cada parcela da expressão é rigorosamente organizada, revela uma "propriedade distributiva da potenciação" e representa a velocidade instantânea da expansão asnática. Além disso, reproduz resultados semelhantes aos da Dinâmica de Newton, se considerado um intervalo de tempo muito curto.

    Como a expansão asnática tem grande similaridade com a inflação da economia, essa série deve ter um valor especial.
     
  16. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
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    Gravimetria, mais uma prova de fogo para a expansão asnática?

    [​IMG]

    Representação da Terra expressa força da gravidade, mais intensa nas áreas em vermelho

    Gravímetros são instrumentos baseados em esticamento de molas ou no tempo de queda dos corpos. Se as molas desses instrumentos fossem feitas de aço, poderiam sofrer influência do campo magnético da terra. Mas meu velho relógio de pulso, de tecnologia vulgar, é antimagnético... Imagine a tecnologia empregada num gravímetro científico!

    Fui buscar na rede números gravitacionais terrestres, que corroborem ou conflitem com a teoria da expansão asnática.

    Abaixo, uma tabela resumida:

    Localização...............Raio.....................Aceleração

    Zona Polar.............6,357 x 10^6 m.............9,780 m/s^2

    Latitude 45º...........(nível do mar)............9,806 m/s^2

    Zona Equatorial.......6,378 x 10^6 m..............9,837 m/s^2

    Essas medidas geográficas são obtidas por gravímetros científicos.

    Ao observar essa simples tabela, pelos olhos de Newton constatamos uma aparente contradição:

    "A gravidade é diretamente proporcional à massa e inversamente proporcional ao quadrado da distância."

    Se considerarmos que a massa da Terra, em média, é a mesma sob qualquer ângulo de medição, na zona polar deveríamos ter a maior aceleração, pois o raio terrestre é mínimo.

    Na zona equatorial, além do raio da Terra ser máximo, há também a máxima velocidade tangencial, próxima de 1600 km/h, que reduziria a gravidade efetiva (gravidade efetiva = g-[Vesc^2/r]).

    Mas se considerarmos a expansão asnática, a "aceleração gravitacional" é proporcional ao raio da Terra. E é máxima nos cumes das montanhas. Tudo se encaixa!

    Fontes:
    http://www.ufrgs.br/museudetopografia/Artigos/Gravimetria.pdf
    http://www.revistapesquisa.fapesp.br/index.php?art=4362&bd=1&pg=2&lg=
     
  17. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Problemas Expansionais Didáticos e Asnáticos

    Problema Didático:

    [​IMG]

    Calcular o tempo necessário para o raio do asteróide didático dobrar de tamanho.

    Dados:

    -Raio do Asteroide em tempo zero = r0 = 10,0 unidades didáticas;
    -fator de expansão didática = fed = r1/r0= 1,1x

    Solução:

    10 ud x fed^t = 20 ud

    fed^t = 20 Ud/ 10 ud

    fed^t = 2

    t = log 2 / log 1,1

    t = 7,272 segundos

    Prova:

    10 ud x 1,1 ^ 7,272 = 20 ud

    Se um habitante do asteróide tivesse posse de régua absoluta, isto é, uma régua que não se expande pelo fator didático, chegaria a conclusão que tal régua, por motivo desconhecido, perde a metade do comprimento a cada 7,272 segundos.

    Logo 20 ud "atualizadas" são 10 ud "primitivas" multiplicada pela expansão sofrida pelo asteróide no intervalo de 7,272 segundos.

    Filosofiamente, podemos enunciar equação didática final:

    Para um intervalo de tempo de 7,272 segundos, 20 unidades didáticas atualizadas são rigorosamente proporcionais a 10 unidades didáticas primitivas.


    Problema Asnático:

    [​IMG]

    Calcular o tempo necessário para o raio da Terra dobrar de tamanho.

    Dados:

    -Raio da Terra em tempo zero = r0 = 10,0 unidades didáticas
    -fator de expansão asnática = fed = r1/r0= 1,000 001 538 x

    Solução:

    fea^t = 2

    t = log 2 / log 1,000 001 538

    t = 450 681 segundos

    ou ainda:

    t = 5 dias, 5 horas, 11 minutos, e 21 segundos


    Espaço relativo ao tempo de um segundo após a atualização do
    raio terrestre:

    r0"a" = r0"p" x 2

    r0"a" = 6.371.000 m"p" x 2

    r0a = 12.742.000 m"a"

    Logo,

    r1"a" = r0"p"x fea x 2
    r1a = 12.742.000 m"a" x 1,000 001 538
    r1a = 12.742.019,6 metros atualizados

    Velocidade Asnática = (ro"a" x fea^1) - r0"a"

    Velocidade Asnática = 12.742.019,6 ma - 12.000.000 = 19,6 m"a"/s

    Como todas as réguas após o intervalo t = 450 681 segundos também dobram de valor, ninguém perceberá a diferença.

    Um detalhe importante: para a teoria da expansão asnática funcionar, o tempo usado nos cálculos tem de ser absoluto!
     
  18. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
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    Filosofia da Expansão Asnática

    Essa bizzarra especulação da expansão universal entra no seu sexto mês. No momento, nos encontramos num verdadeiro atoleiro conceitual.

    Agradecemos aos colegas que vêm acompanhando e comentando o trabalho apresentado.

    Minha preocupação original, desde a primeira postagem desta série, era a de justificar o aparecimento da aceleração da gravidade, considerando-se o princípio da inércia e desconsiderando-se a "força de atração".

    Acredito que tenho sido mais feliz na busca de "sinais" e "provas" físicas que matemáticas.

    A parte que mais me faz penar é a relativa aos cálculos. Apesar de topar com algumas surpresas agradáveis nessa caminhada, como a teoria de soma zero e a propriedade distributiva da potenciação, a matemática asnática ainda encontra-se num "estágio selvagem". A almejada paridade ou isonomia entre a cinemática de Newton e a Cinemasnática ainda deixa muitas dúvidas.

    A questão do fator de expansão asnática.

    Toda a asneira matemática desenvolvida nessa séria tem relação ao instinto de defesa do autor, adquirido ao um longo período de inflação da história recente.

    Sabemos que a inflação dos preços é a relação do preço de um produto, antes e depois de um certo aumento.

    Por exemplo:

    Um pão francês de 50g custava 10 centavos. Após um reajuste de preços, passou a custar 11 centavos.

    Há duas maneiras de resolver o problema:

    Primeira:

    A mais tradicional é através da decantada regra-de-três:

    10 = 100%
    11 = x

    x = (11 x 100) / 10

    x = 110 %

    O aumento percentual é igual a:

    110% - 100% = 10%.

    Segunda:

    A maneira "heterodoxa" de calcular a inflação é assim:

    11 / 10 = 1,1x

    Logo, um pãozinho que custa 10 centavos aumentado em 1,1x passa a custar 11 centavos. Exatamente o mesmo resultado do método anterior.

    Sabemos que a inflação da economia, tal qual a expansão asnática, também "galopa", isto é, seu crescimento não é linear, mas exponencial. O uso do fator de expansão facilita uma projeção inflacionária por longos períodos. Isso se no meio do caminho não ocorrer a hiperinflação, isto é: inflação da inflação.

    Por exemplo:

    10 % de inflação ao mês, NÃO SOMAM 120% em doze meses:

    (1,1x)^ 12 = 3,138 x

    Isso no cálculo tradiconal seria igual a:

    10 centavos x 3,138 = 31,38 centavos.

    Em regra de três:

    10 = 100

    31,38 = x

    x = (31,38 x 100) / 10 = 313,84

    A diferença entre as proporções é a inflação de doze meses:

    313,84% - 100% = 213,84%

    A lógica da percentagem é meio perversa... Inflação não se soma. Potencializa-se!

    Voltando ao fator de expansão asnática...

    O fator de expansão asnática poderia ser uma relação matemática entre o raio da terra e a aceleração de Newton.

    Essa relação entre "g" e "r", poderia ser expressa assim:

    g/r = (9,8 m/s^2)/ 6.371.000 m

    g/r = 1,538 x 10^-6 m/s^2 / m

    Ou seja, para cada metro do raio terrestre haveria uma aceleração correspodente de 0,000 001 538 m/s^2

    fea = 0,000 001 538 m/s^2 / m

    Neste caso, o fator de expansão asnática "fea" na verdade seria "qea", quociente de expansão asnática.

    Vamos para a lousa:

    [​IMG]

    Pelo exposto, a expansão asnática seria apenas uma relação ou quociente entre a aceleração da gravidade e raio terrestre. Na expressão acima, todas as grandezas físicas são preservadas.

    Percebemos que apenas "embutimos" a expansão asnática na dinâmica de Newton.
    Nessa situação, "g" sempre valeria 9,8 m/s^2 para qualquer raio, da Terra ou outro astro. O resultado mostra a velocidade final da queda de um corpo após um segundo.

    FATOR ASNÁTICO SIMPLES

    Achei melhor descrever uma fórmula que expressasse a hipótese de expansão do raio terrestre em forma de fator, COMO ACONTECE EM AMPLIAÇÕES FOTOGRÁFICAS:

    fea = (g + r)/r

    fea = [(9,8 m/s^2)+ r] / r = 1,000 001 538 x

    Percebe-se claramente um "pecado físico-matemático". No denominador da relação, faço uma operação matemática com entes diferentes: soma de aceleração (m/s^2) com o comprimento do raio da terra, em metros lineares.

    Se considerássemos o ganho espacial do raio terrestre, PELA RELAÇÃO g/r, num segundo, teríamos:

    (4,9 m + r) / r = 1,000 000 769 x.

    Mas uma coisa curiosa acontece:

    Se extrairmos a raiz quadrada da expansão asnática, obtemos:

    sqr fea =

    sqr 1,000 001 538

    sqrfea = 1,000 000 769

    logo:

    sqr fea = (4,9 m + r) / r = 1,000 000 769 x.

    Com a fórmula da expansão asnática tivemos mais uma surpresa: ao comparar a evolução raio do asteroide didático com o raio da Terra, percebemos que na fórmula de Newton, a aceleração gravitacional de 9,8m/s^2 vale num intervalo de tempo muito curto.

    Talvez o impasse em "domar" a expansão asnática esteja na escolha das grandezas aplicadas em sua fórmula.

    O primeiro problema é que na expansão asnática NÃO EXISTE ESPAÇO ESTÁTICO.

    fea = (g + r)/r

    É possível que "g" e "r" tenham a mesma natureza, desta maneira a fórmula acima seja verdadeira e não comete nenhum pecado conceitual, pois a cada momento "g" passa ser parte integrante de "r". E tanto "g" como "r" continuarão expandindo-se indefinidamente.

    Talvez seja necessária a criação de um novo conceito filosófico (espaço-tempo de Einstein, por exemplo?) para expressar a expansão asnática de forma fisicamente correta.
     
  19. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.504 1.898 576

    Desde 2 Nov 2008
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    Fórmula Espacial Asnática Complementar.

    [​IMG]

    Quem observar a tabela acima, perceberá que a fórmula asnática de velocidade é completa quando comparada com a fórmula de Newton.

    O mesmo não acontece com a fórmula de espaço percorrido. O espaço asnático "vai de reboque" com a fórmula de Newton, utilizando-se da propriedade distributiva da potenciação.

    Ontem, ao postar a mensagem sobre filosofia asnática, percebi que o espaço de Newton poderia ser deduzido à partir da raiz quadrada de fea, fator de expansão asnática.

    A fórmula complementar de cálculo do espaço percorrido da expansão asnática é dada abaixo:

    S = {r x [fea^(n/2)] - r} x n

    Onde:

    r = raio da Terra, em metros
    f = fator de expansão asnática = 1,000 001 538 x
    n = tempo em segundos


    Exemplos:

    Para um segundo:

    {r x [fea^(n/2)] - r} x n
    S = {6 371 000 x [ 1,000 001 582^(1/2) ] - 6 371 000} x 1
    S = 4,899 m


    Para três segundos:

    {r x [fea^(n/2)] - r} x n
    S = {6 371 000 x [ 1, 000 001 582^(3/2) ] - 6 371 000} x 3
    S = 44,1 m


    Para sete segundos:

    {r x [fea^(n/2)] - r} x n
    S = {6 371 000 x [ 1, 000 001 582^(7/2) ] - 6 371 000} x 7
    S = 240,1 m

    Números e pessoas, quando torturados, confessam qualquer coisa... :-D
     
  20. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.504 1.898 576

    Desde 2 Nov 2008
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    Durante o desenvolvimento da hipótese da expansão asnática, sugerimos alguns testes para capturar a aceleração tangencial da Terra:

    Prova de Alto Custo, com pêndulos LASER:

    [​IMG]

    Prova de Baixo Custo, com ponte Wheatstone:

    [​IMG]

    Além do Satélite Asnático:
    [​IMG]

    Infelizmente a prova de baixo custo com a ponte Wheatstone só funcionará se o pivô de teto estiver apontado para o prumo verdadeiro.

    [​IMG]

    Basta saber se, através de testes exaustivos com a ponte Wheatstone , será possível deduzir o prumo verdadeiro.

    Ou voltaremos ao dilema da "prova sabonete": não prova mas não nega a expansão asnática.

    De qualquer maneira, se "induzirmos" uma aceleração tangencial
    Leste-Oeste na ponte, poderemos reconhecer o "hipotético" prumo verdadeiro.
     
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