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A terra está inchando?

Discussão em 'Zona Livre' iniciada por Jonas Negreiros, 4 Jan 2011.

  1. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    SUSPEITA ASNÁTICA CHOCANTE

    Os prédios tortos de Santos:


    Santos sem escala
    [​IMG]

    Santos com escala
    [​IMG]
    Imagens rede Globo.

    Por que todos os prédios estão inclinados para o mesmo lado?



    http://www.youtube.com/watch?v=damUucIQpC4&feature=player_embedded

    Prédio torto de Santos (SP) é colocado na posição correta

    Pouco mais de 60 macacos hidráulicos foram erguendo a construção de quase 6 mil toneladas aos poucos. Depois de anos com vista para uma parede, moradora voltou a ver o mar.


    “Dos 55 metros de altura, tinha 1,70m, mais ou menos, de sombra. Olhando para cima, você tinha uma sombra de 1,70m. Agora, não tem mais”, afirma o engenheiro responsável, Carlos Maffei.

    Peso:

    6 mil toneladas
    Altura 55 m

    [​IMG]

    A aceleração tangencial "atg" é decorrente de um efeito secundário do inchaço do Planeta Terra.

    fonte:
    http://g1.globo.com/jornal-nacional...-santos-sp-e-colocado-na-posicao-correta.html
     
    Última edição por um moderador: 19 Out 2014
  2. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Conclusões Cinemasnáticas Finais

    Enquadrar Newton na visão asnática foi uma monumental asneira. Isso é impossível, pois a escala de Newton é quadrática e a escala asnática é potencialmente progressiva.

    Para explicar melhor essa conclusão, vamos tentar "converter" a abordagem asnática para a abordagem de Newton, buscando alguma relação entre os resultados obtidos na tabela didática.

    [​IMG]


    Relação Espaço Didático / Espaço de Newton

    tempo .............. relação .......... resultado
    0 s ................ 0 / 0 ..............impossivel
    1 s ................ 0,5 / 0,5 .......... 1,0
    2 s ................ 2,2 / 2,0 .......... 1,1
    3 s ................ 5,4 / 4,5 .......... 1,2
    4 s ................ 10,64 / 8,0 ........ 1,33
    5 s ................ 18,3 / 12,5 ........ 1,464
    6 s ................ 28,98 / 18,0 ....... 1,61
    7 s ................ 43,41 / 24,5 ....... 1,77183

    Percebe-se que ocorre uma deriva inevitável a cada segundo que avança.

    Mas sabemos, pela visão asnática, que as réguas de Newton estariam expandindo-se a cada segundo de observação. Newton não poderia enunciar outra lei, a não ser aquela descrita pelo produto das massas dividida pelo quadrado das distâncias.

    Partindo dessa premissa, fizemos uma nova relação:

    Relação de pares de resultados consecutivos

    7 s / 6 s = 1,77183 / 1,61 = 1,100 515 x
    6 s / 5 s = 1,61 / 1,464 = 1,099 726 x
    5 s / 4 s = 1,464 / 1,33 = 1,100 751 x
    4 s / 3 s = 1,33 / 1,2 = 1,108 333 x
    3 s / 2 s = 1,2 / 1,1 = 1,090 909 x
    2 s / 1 s = 1,1 / 1,0 = 1,1 x

    Os resultados finais demonstram boa consistência: todos próximos de 1,1 x, que é o próprio "fed", ou fator de expansão didática. Os resultados não ficaram melhores, pois vários valores da tabela didática foram arredondados.

    Fica claro que é uma asneira tentar enquadrar Newton sem levar em conta a incrível relatividade da visão asnática.

    Propriedade Distributiva da Potenciação

    A "grande descoberta" da aventura asnática foi a "propriedade distributiva da potenciação". Encerro esta especulação matemática demonstrando o "teorema":

    Para sete segundos, temos:

    fed^7= 1,948171

    Em ordem decrescente, temos

    fed^7 = 1,948171

    fed^6 = 1,771561

    fed^5 = 1,61051

    fed^4 = 1,4641

    fed^3 = 1,331

    fed^2 = 1,21

    fed^1 = 1,1

    fed^0 = 1,0

    Aplicando a propriedade distributiva da potenciação, temos

    fed^7 =

    [fed^7 - fed^6] +
    [fed^6 - fed^5] +
    [fed^5 - fed^4] +
    [fed^4 - fed^3] +
    [fed^3 - fed^2] +
    [fed^2 - fed^1] +
    [fed^1 - fed^0] +
    [fed^0]+

    Logo,

    1,948171 =

    [1,948171 - 1,771561+
    [1,771561 - 1,61051]+
    [1,61051 - 1,4641]+
    [1,4641 - 1,331]+
    [1,331 - 1,21]+
    [1,21 - 1,1]+
    [1,1- 1,0]+
    [1,0]+

    Então,

    1,948171 =

    0,17661 +
    0,161051 +
    0,14641 +
    0,1331 +
    0,121 +
    0,11 +
    0,10 +
    1,0+
    1,948171 =

    Pode ser que a expansão asnática seja um fato, mas nossa matemática pueril. Doravante, vamos continuar a busca de sinais que denunciem a expansão asnática, bem como desenvolver experiências que possam comprová-la.


    Achamos por bem sempre utilizar a expressão "asnática". Algum desavisado poderá achar que esta pesquisa é seria, apesar da quantidade de indícios demonstrar que seja :).
     
  3. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Cálculos - Arremate Final

    Em postagens passadas, logo no começo da pesquisa asnática, fiz comparações entre as idéias de Al Zeeper e as nossas.

    Após a conclusão da cinemasnática, vale à pena relembrar alguns passos:

    Comparações entre os números de Zeeper e Negreiros

    Tempo para o raio da Terra dobrar

    Zepper

    t = (6 371 000 m) / 9,8 m/s^2 = aproximadamente sete dias e doze horas

    Negreiros

    t = log 2 / log 1, 000 001 538 = aproximadamente cinco dias e cinco horas


    Tempo para a velocidade de expansão do raio terrestre atingir a velocidade da luz:

    Zeeper

    t = c/g
    t= 299 792 458 m/s / 9.80175174 m/s^2 = 30 585 600 segundos =
    aproximadamente um ano lunar

    Negreiros

    t= log {[299 792 458 m/s]/[6 371 000]} / log {[6 371 000 + 9,8 m]/6 371 000}
    t = log 47,055 / log 1, 000 001 538 = 2 503 750 segundos =
    aproximadamente um mês lunar.

    Conclusão

    As fórmulas de Zeeper são "domesticadas" e enquadram-se perfeitamente na cinemática de Newton.

    As fórmulas de Negreiros são totalmente "selvagens".

    Mas ambas fórmulas fazem relação à Lua. Logo a teoria da expansão do raio da Terra é um assunto para lunáticos. :ataque:

    Referências - Páginas de Al Zeeper:

    http://www.members.shaw.ca/warmbeach/INDEX2.htm
     
  4. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    CAPILARIDADE, MAIS UM SINAL DA EXPANSÃO ASNÁTICA?

    Capilaridade é um fenômeno que somente acontece com a água?

    [​IMG]
    Uma molécula de água.

    [​IMG]
    Uma coluna de água.

    Abaixo, à esquerda, a coluna de água é maior que a coluna de água da direita...
    [​IMG]

    A capilaridade é apenas um fenômeno elétrico? Mas a entropia da água não pode ser "retificada' pelos canais dos tubos de vidro?

    Fiz essa pergunta no prestigioso "Physics Forum". Não revelei que a pergunta era para corroborar com a hipótese da expansão asnática. O "PF" é uma fonte segura de consultas para o "modelo padrão" ou física oficial. Qualquer tentativa de apresentação de teorias excêntricas ("crackpot theories") são sumariamente eliminadas. Uma pena... Faz falta um "Botequim do Einstein nesse forum!

    O colega Andy Resnick respondeu:

    "O fluxo de capilaridade é um fenômeno comum, impulsionado pela energia interfacial e ângulo de contato. Todos os fluidos revelam os efeitos da impulsão capilar (crescimento capilar, fluxo de Maragoni, etc)."

    Ao colega Andy, nossos agradecimentos!

    A entropia, uma forma de energia confusa, poderá desembocar na gravidade asnática? Vamos aguardar as pesquisas de Verlinde e outros teóricos quânticos.

    Referências

    figuras:
    http://courses.soil.ncsu.edu/ssc012/Lecture/topic9.htm

    Physics Forum
    http://www.physicsforums.com/showthread.php?t=487875
     
  5. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Andei consultando fóruns de matemática, a fim de obter informações sobre a equação que despontou na investigação asnática.

    3^3 = [3^3 - 3^2] +[3^2 - 3^1] + [3^1 - 3^0] + [3^0]

    Um colega associou tal propriedade a "séries telescópicas". Achei interessante.
    Na verdade nem sei por que tantas séries se enquadram nessa definição. Na ocasião de nossa "descoberta", estavamos buscando uma fórmula que representasse uma ampliação fotográfica contínua.

    De qualquer maneira, achei muito interessante o termo "telescópico", pois tem relação direta com a expansão asnática :lol:

    O exemplo está abaixo:

    [​IMG]
    Embora essa série não apresente a expansão esperada, verifica-se a anulação de parcelas subsequentes, a soma de zeros, como bem observado pelo prof. Penna, na teoria dos jogos.

    O segundo exemplo pode ter alguma relação com big-bang e big crunch:

    [​IMG]
    Quem entende do assunto, pode buscar mais informações no endereço, abaixo:
    http://www.dummies.com/how-to/content/how-to-analyze-a-telescoping-series.html
     
  6. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Gravidade Reversa

    A "experiência mental" que passo a seguir, deve ser totalmente condicionada aos conceitos newtonianos.

    Imaginemos uma nave tripulada, dotada de quatro foquetes, cujos jatos podem ser controlados continuamente.

    Por questões didáticas, vamos definir os foguetes como "superior", "inferior", "esquerdo" e "direito".

    [​IMG]

    Essa nave é levada num ponto qualquer do espaço onde não sofra ação gravitacional de qualquer outro corpo.

    Após a chegada a esse ponto, a nave é paralisada em relação ao espaço newtoniano absoluto.

    O piloto tem a missão de por a nave em movimento e descrever um círculo de 6300 km de raio, numa velocidade escalar constante de 1600 km por hora.

    Numa primeira tentativa, o piloto aciona dois foguetes ao mesmo tempo.

    [​IMG]

    Os jatos da esquerda e superior da figura são acionados.
    A ação newtoniana aparece em vermelho, no caso, os jatos dos foguetes. A reação aparece em amarelo. A nave descreve uma reta, cuja direção e velocidade acelerada são resultados da ação dos dois foguetes.

    Com essa estratégia, o piloto percebe que não conseguirá cumprir a missão. Para a nave e parte para outra manobra.

    [​IMG]

    Inicialmente ele liga apenas um foguete até atingir a velocidade de 1600 km/h.

    Após atingir essa velocidade (posição A), o piloto deve desligar o foguete da esquerda e ligar os foguetes da direita e do topo. A velocidade da esquerda para a direita começa a diminuir e a velocidade de cima para baixo começa a aumentar.

    Essa situação permanece a posição B, quando a velocidade da esquerda para a direita continua a diminuir e a velocidade de cima para baixo da figura continua a aumentar.

    [​IMG]

    Em C, a velocidade de cima para baixo é igual a 1600 km/h. A velocidade da esquerda para direita cessa. A turbina "superior" é desligada, a turbina "inferior é ligada, a turbina "direita" continua ligada.

    Passo à passo, verificamos a estratégia do piloto. É necessário controle preciso para obter a trajetória definida em sua missão.

    O que fica muito claro nesse exemplo mental é que, sem a gravidade newtoniana ou o espaço-tempo einsteniano, só é possível realizar uma trajetória circular às custas de queima de muito combustível, isto é, troca de energia cinética com o ambiente.

    De qualquer maneira, fica provado que, para satélite acompanhar a curvatura terrestre, não podemos desconsiderar a influência da inércia, isto é, a energia relativa do satélite em relação à Terra.

    Seria maravilhoso se os satélites artificiais encontrassem as "geodésicas" de Einstein. Mas sabemos que essas máquinas dependem de combustível para manterem-se em suas órbitas. E, quando esse combustível se esgota, invariavelmente retornam à superfície terrestre.

    Duas perguntas ficam no ar:

    -É preciso "massa crítica" idêntica à Lua para orbitar a Terra sem custo de energia?

    - A gravidade é uma forma de energia?
     
  7. LukasOFICIAL

    LukasOFICIAL Usuário


    Desde 21 Ago 2011
    PE
    ahhh Muita matemática para minha cabeça.!
    Pirei.
     
  8. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Não é necessário matemática, Lukas.

    Os números apresentados são apenas o raio e velocidade superficial da Terra.

    Acompanhe a descrição do foguetinho. Para andar, ele gasta energia. Para mudar de rumo, gasta energia também. Se a gravidade da Terra é como um fio que liga um satélite que gira em sua órbita, essa força ajuda o foguetinho fazer essas manobras sem consumir combustível.

    Se as Teorias de Gravidade que conhecemos estão furadas e não há fio ou trilhos para a Lua acompanhar a Terra, é necessário muita energia para essa dama arrodear a Terra indefinidamente.

    Nesse caso, de onde vem essa energia?

    Pirei também.
     
  9. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    POR QUE AS COISAS CAEM

    Assisti ao vídeo da entrevista dos astrônomos Alexandre Cherman e Bruno Rainho Mendonça, concedida ao Jô Soares, por ocasião do lançamento do livro "Por Que As Coisas Caem".

    Como esse é um assunto que interessa aos colegas do HT-forum, afixei duas das cinco partes da entrevista nesses quadrinho, que tratam dos buracos negros.

    parte 3


    Parte 4


    Gostei da parte 4, quando Cherman explica a queda de um ser humano dentro do buraco negro, um astro de massa, dimensões e gravidade absurdas. Em função da altíssima gravidade, se um astronauta "entra no buraco" de pé, seu pé será muito mais pesado que a cabeça. Nem é bom pensar o que acontecerá com o viajante...

    Gostei da explicação e proponho uma tentativa de testar a existência da gravidade aqui na Terra.

    [​IMG]

    Imaginemos duas esferas gigantes feitas de aço maciço (detalhe "A", no topo da figura) ligagas por uma barra de comprimento gigantesco. Bem ao meio dessa barra existe uma célula de carga.

    Para quem não sabe, células de carga são usadas em balanças eletrônicas, desde balanças analíticas de laboratórios a balanças usadas para pesar caminhões nas estradas. Essa célula do experimento proposto deve ser capaz de medir com precisão as variações de pressão na junta da barra que une as esferas gigantes. A variação da pressão da célula de carga deve ser transmitida por rádio, como acontece nos sitemas de telemetria de sondas espaciais.

    Esse conjunto é levado à uma torre de vácuo (detalhe "B"), com altura suficiente para uma queda em solo terrestre dentro do intervalo de alguns segundos.

    Após a estabilização de todas as variáveis do sistema, o conjunto é solto do topo da torre (detalhe "C").

    Agora vem a maquinação...

    Se existe gravidade, a esfera que está mais próxima do chão estará "puxando" a esfera que está mais distante. Nessa situação, a pressão na célula de carga será negativa, isto é, a célula de carga estará sendo esticada.

    Se a gravidade não existe e a hipótese da expansão asnática é consistente, durante a queda do conjunto, as duas partes da barra continuarão crescendo, de modo que a esfera inferior e superior continuarão distanciando-se uma da outra. Esse esticamento da barra, mais a inércia das esferas de aço, provocará um efeito de compressão na célula de carga (pressão positiva).
     
    Última edição por um moderador: 19 Out 2014
  10. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Sol, Terra e Buracos Negros

    Em postagens passadas, fiz vários cálculos para saber em quanto tempo a velocidade de expansão da Terra poderia chegar a velocidade da luz.

    Desde o princípio desta série, estabelecemos que seria impossível medir a expansão asnática na Terra, pois nossas réguas expandiriam em igual velocidade. Talvez seja possível detetar a expansão asnática pela aceleração tangencial decorrente da rotação da Terra, ou pelo lançamento de um satélite asnático.

    A expansão asnática torna o éter mais rarefeito, de modo que quando a expansão da Terra atingir a velocidade da luz, esta velocidade estará "atualizada", pois a velocidade da luz é a régua mais precisa que dispomos. Logo, a velocidade de expansão da Terra continuará acontecendo numa velocidade de 9,8 m/s^2.

    Fiquei imaginando se o sol, pela dimensão de seu raio e pela expansão asnática seria capaz de absorver a própria luz e energia emitidas num intervalo de apenas um segundo.

    Partimos para o cálculo, considerando-se a expansão asnática como universal.

    v1= r1-r0

    r0= 696.000.000 m
    r1= 696.000.000 m x 1,000 001 538 x/s
    r1= 696.001.070 m

    r1-r0 = 1.070,6 m/s

    r0 é o raio do Sol em tempo zero.
    Pela velocidade obtida após um segundo, impossível.

    Para que um corpo absorva a sua própria irradiação, pela expansão asnática deve ter o seguinte diâmetro:

    r1-r0 = C

    r1= r0 x fea

    logo

    r1 - r0 = 300.000.000 m/s

    r0 x fea - r0 = C

    r0 x 1,000 001 538 - r0 = 300 000 000

    0,000 001 538 r0 = 300 000 000 m/s

    r0 = 300 000 000 / 0,000 001 538

    r0 = 195 058 517 555 266 m

    r0 seria o raio mínimo para um corpo celeste, em função da expansão asnática, absorver a própria energia irradiada. O próprio buraco negro.

    Resta agora explicar como um corpo negro tem outros corpos em sua órbita.
    Não poderia ser pelo efeito Bernoulli, impossível de ser irradiado por um corpo negro. A única forma seria por um vento cósmico que vem de outra direção. Da origem do big-bang, por exemplo?

    Para saber mais, dê um pulo no fórum de física do IFUFF:

    Gravidade e Big Bang

    http://forum.if.uff.br/viewtopic.php?t=1556
     
  11. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
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    Aceleração Tangencial, mais uma "prova sabonete"?

    Na postagem de 14 de abril de 2011, propuz um sistema baseado em pêndulos LASER para medir a possível aceleração tangencial de 720 microns/s^2, decorrente da expanasão asnática. Infelizmente, esse método também não revela tão facilmente o esperado efeito.

    [​IMG]

    Para entender o efeito, vamos imaginar um equilibrista dentro de um vagão de trem sustentando um pêndulo invertido.

    [​IMG]

    Na figura "A", o pêndulo sustentado pelo equilibrista pode apontar para o centro da Terra, se esta estiver parada e se o vagão do trem estiver parado ou em movimento retilíneo uniforme. Logo, teríamos o Prumo Verdadeiro.

    Em "B", o vagão do trem é acelerado. O equilibrista precisa fazer um movimento de compensação ao pêndulo invertido para que o mesmo não caia. Nesta situação, perde-se a indicação de prumo verdadeiro.

    Em "C", vemos a situação real do problema. Mesmo que o vagão esteja parado em relação ao solo, o mesmo estará descrevendo um movimento circular uniforme, por conta da rotação da Terra.

    Observe ao lado direito de "C" o que acontece:

    A ponta do pêndulo invertido está mais distante do centro da Terra. Dessa maneira a ponta "viaja" numa velocidade superior ao solo terrestre. No movimento circular unifome há a necessidade de uma aceleração para que o pêndulo invertido "acompanhe" a rotação terrestre.

    Quer seja essa aceleração de Newton ou decorrente da expansão asnática, o pêndulo tombará para o lado oposto da rotação, e mais uma vez, não será dificílimo determinar se o resultado é simples (apenas aceleração gravitacional ou aceleração asnática "g") ou composto ("g" mais "atg").

    Mais uma vez, nos deparamos com uma "prova sabonete", isto é: com ela é impossível provar ou negar a expansão asnática.

    [​IMG]

    Isso posto, resta apenas o experimento mental do satélite asnático, para a obtenção de uma prova da hipotética expansão do raio da Terra como causa da gravidade. Mas desconfio que este experimento vai "sabonetar" também :lol: !
     
  12. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    O incidente dos neutrinos no contexto da expansão asnática.

    Lá se vai mais de um mês, desde o anúncio da possível quebra da barreira da velocidade da luz pelos neutrinos.

    Se confirmado o feito, haverá a inevitável quebra de paradigmas que norteiam a física atual, ou "modelo padrão", como os cientistas preferem.

    Nesse contexto inusitado, abrir-se-á "nova temporada de caça" para a criação de teorias alternativas.

    Teria a hipótese asnática da expansão terrestre alguma chance de sobrevida?

    A teoria asnática da expansão do raio terrestre surgiu como "alternativa" para explicar o efeito da gravidade sobre os corpos sem a existência da mesma.

    A "força que atrai todos os corpos" seria apenas uma reação à contínua expansão do raio terrestre e de todos os outros corpos celestiais.

    Para a comprovação da teoria asnática da expansão terrestre, será necessário fazer o seguinte teste:

    [​IMG]

    Instalar um canhão de neutrinos no topo de uma torre, cuja altura se equipara ao raio da Terra.

    Nessas condições, enquanto o raio da Terra cresce à razão de 9,8 m/s^2, no topo da torre, a soma da expansão do raio da Terra à altura da torre, teríamos uma razão total de expansão equivalente a uma aceleração de 19,6 m/s^2.

    Trocado em miúdos, O ponto "A" distanciar-se-ia do alvo no dobro da velocidade de expansão em relação à superfície terrestre.

    Dado o "primeiro tiro" desde o topo da torre, em "A", o tempo de percurso dos neutrinos até "B", será:

    s = v * t

    t = s/v

    t = 12 600 000 m x (fea) / 300 000 000 m/s - vea


    onde:

    t = tempo de viagem dos neutrinos

    12 600 000 = percurso total de viagem = 2 x raio da Terra

    fea = (6 300 000 m + 9,8 m) / 6 300 000

    vea = velocidade de expansão asnática no topo da torre

    Como a velocidade asnática de expansão caminha em sentido oposto ao tiro do canhão de neutrinos, a velocidade dos neutrinos em relação ao alvo tem de diminuir.

    O trajeto inicial de 12 600 000 m será aumentado até o fim do percurso por conta da expansão radial asnática.

    Trocado em miúdos:

    - O espaço a ser percorrido aumentará;

    - A velocidade dos neutrinos será menor que 300 000 000 m/s.

    - O tempo da viagem será maior que o esperado.

    Resultado:

    OS NEUTRINOS CHEGARÃO ATRASADOS, abaixo da velocidade da luz.

    Isso posto, a ignóbil teoria asnática da expansão terrestre cai por terra.

    Por outro lado, se confirmada a quebra da velocidade da luz pelos neutrinos, aumentará a probabilidade da velocidade da gravidade terrestre ser infinitamente maior que a velocidade da luz.

    Bom para gravitação de Newton. Bom para Thomas Van Flandern.
    Ruína da Teoria da Relatividade.
     
  13. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Enquanto o incidente dos neutrinos não se resolve, continuemos a progredir com a hilariante hipótese da expansão asnática.

    Massa Inercial no Contexto Asnático

    Depois de um longo e tenebroso inverno, volto a fuçar nesse ignóbil tópico.

    Longas foram as exemplares situações, nas quais a hipótese asnática foi "posta à prova" para explicar os efeitos de gravidade.

    A massa gravitacional foi razoavelmente (no sentido de razão humana ou asnática mesmo) explicada pela hipótese da expansão do raio da Terra.

    Mas, e quanto à massa inercial? Como podemos relacioná-la à massa gravitacional no contexto asnático?

    Quando um corpo está parado, seu peso (ou a reação a expansão asnática) é anulado pela reação "normal", isto é: o corpo pressiona a Terra e a Terra responde com uma força de igual módulo, porém em sentido contrário.

    Quando um corpo é posto em movimento, mesmo num percurso "plano" (força de expressão, pois esse "plano" possui todos os seus pontos com a mesma distância do centro da Terra), é percebida a INÉRCIA, isto é, reação contrária a força que dá origem ao movimento.

    À partir do momento em que o corpo "absorve" a força aplicada, passa a mover-se numa velocidade constante, para não complicar demais essa explicação.

    Como ficaria a massa inercial nessa situação?

    Não podemos nos esquecer que no modelo asnático, o raio da Terra não para de expandir-se e isso acontece de forma exponencial.

    Dessa maneira, quando um corpo é posto em movimento, este encontrará, para qualquer direção que possa ir, o raio da Terra em expansão.

    Isso significa que o corpo estará alçando uma subida!

    Desta maneira, quanto mais rápida for a velocidade a ser imprimida ao corpo, maior será a reação desse pois terá de realizar um trabalho (de ganho de altura) num tempo cada vez menor.

    Esse é um esboço do que virá pela frente. A hipótese da expansão asnática é uma maldição... completamente "raciocinável" !!! :D
     
  14. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Prova Asnática da Relação entre Massa Gravitacional e Massa Inercial.

    Conforme nosso primeiro esboço nessa arriscada afirmação, dizíamos que a sensação de inércia é devida ao movimento de um corpo em relação ao centro da Terra e à expansão do raio terrestre. "Sentimos a inércia, porque ao movimentarmos estaremos sempre subindo!"

    Quando nos movimentamos numa pequena aceleração, durante um determinado tempo (f * t), a expansão o raio da Terra é proporcional ao tempo dessa viagem.

    Quando nos movimentamos numa aceleração mais elevada, durante o mesmo tempo da experiência anterior, realizamos o "mesmo trabalho", pois a distância de expansão do centro da Terra é exatamente a mesma da situação anterior.

    Dessa maneira, independentemente da velocidade final, o trabalho realizado nas duas experiências é o mesmo.

    Cessado o impulso (f*t) das duas experiências, cessará a aceleração e as velocidades (desconsiderando-se o atrito) se estabilizarão.

    A velocidade final dos experimentos, isto é, a energia cinética de cada corpo será diferente.

    Isso coloca essa hipótese dentro do contexto da expansão asnática em cheque, pois na falta de atrito, a diferença de sensação de aceleração deveria continuar acontecendo em ambos os casos, pois os corpos continuariam afastando-se do centro da Terra em velocidades diferentes. Contínuaríamos "subindo".

    Tanto um caso como o outro e até de um observador parado, todos continuarão "subindo" na mesma velocidade de expansão do raio da Terra.

    Sabemos que quando um corpo entra em movimento, este diminui seu peso em relação à Terra. Então, a relação entre massa inercial e massa gravitacional se dá por esse fenômeno.

    À maneira que um corpo aumenta a velocidade, e em função da tendência de caminar em linha reta, sem considerar efeitos aerodinâmicos, diminui a sua pressão em relação ao solo terrestre. Na verdade, nesta situação, o corpo tem a tendência de não acompanhar a curvatura terrestre. Em outras palavras, o corpo "recusa-se a descer!"

    Ou seja, quando se aumenta a velocidade em solo terrestre, perde-se peso.

    Concluindo: é necessário passar pelo efeito de reação à aceleração da massa inercial, para sentir a diminuição da aceleração da massa gravitacional, em igualdade de condições.

    Esse raciocínio vale para Newton ou para a hipótese da expansão asnática.

    P.S.:
    Obrigado, Leon, pela Advertência Viral.
     
  15. LeonFull

    LeonFull Usuário

    Nada estamos aí pra isso.Abraços.
     
  16. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
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    Em postagem anterior, cheguei a comentar que o experimento dos neutrinos poderia detonar a hipótese da expansão asnática, se o aumento da velocidade dessas partículas fosse devido à superioridade da velocidade da gravidade em relação à velocidade da luz.

    Muito bem, se a gravidade não existe, ela não pode ser responsável pelo aumento da velocidade dos neutrinos, se isso de fato aconteceu. A maior probabilidade é que a energia extra que impulsionou os neutrinos veio do próprio acelerador de partículas do CERN.

    Há muito tempo, sugeri, que para que a hipótese da expansão asnática funcionasse, a velocidade da luz teria de "atualizar-se" constantemente, uma vez que o éter também expande-se e fica cada vez mais rarefeito. Quanto mais rarefeito o éter, maior a velocidade da luz!

    O incidente ocorrido em 1987 pode corroborar com a hipótese asnática. Com a explosão da supernova, os neutrinos viajaram o tempo todo com a mesma velocidade de partida, enquanto a luz aumentou sua velocidade durante o mesmo trajeto.

    Logo, a luz chegou três horas antes das partículas.

    Talvez, fazendo-se uma relação matemática entre as velocidades da luz da explosão supernova e a chegada dos neutrinos, teremos uma nova maneira de calcular com grande precisão a distância real de uma supernova e a Terra.
     
  17. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
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    A mais antiga evidência da expansão asnática

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    Sam Carey, em 1930, adotou o ponto de vista de Wegener, para explicar o distanciamento dos continentes. Ele não pôde, no entanto, reconstruir as peças do quebra-cabeças, se a Terra permanecesse num tamanho fixo. Como isso não foi possível, ele pesquisou e propôs a Teoria da Terra em Expansão.

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    O que ele não suspeitou é a possibilidade da velocidade de expansão terrestre ser absurdamente alta.

    Nota de Precaução:

    O estudo de Carey e seus seguidores é sério e consistente.

    O mesmo não pode ser dito de nossa especulação asinina. :D


    fonte:
    http://eearthk.com/Expand.html
     
  18. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

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    Desde 2 Nov 2008
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    Férias do Pensamento

    Começo de ano é um período infértil para grandes transações. Na mídia, nada além de catástrofes, variado menu de crimes e atrações zoológicas. Escândalos de corrupção diminuem. Afinal, ninguém é de ferro e o poder também tira férias.

    Entre naufrágios, deslizamentos, tsunamis e explorações narcisistas, aproveitamos esse deserto de idéias e projetos para um pequeno balanço dos rumos da ciência, passado um ano realmente atípico.

    Ao longo dos primeiros nove meses do ano passado, a hipótese de Erik Verlinde, sobre a não existência da força da gravidade, abalou nossas estruturas.

    Anular a gravidade é um sonho antigo de engenheiros aeronáuticos. Unificar a gravidade às demais forças da natureza é um sonho acalentado pelos físicos. Mas, como anular uma coisa ou unificá-la a outras, se esta coisa pode não existir?

    Lutamos bravamente para validar a asnática hipótese da progressiva expansão do raio terrestre, em consonância com a hipótese da expansão cósmica, o big-bang. A gravidade seria apenas reação à expansão do raio terrestre.

    Buscamos inúmeros exemplos na natureza e no cosmos, que corroborassem com essa estúpida idéia de expansão (radial terrestre, bem entendido!).

    Nossa humilde conclusão é que a gravidade está em pé de igualdade com a existência de Deus. Não há como prová-la, não há como negá-la. Apenas sentí-la, ou não.

    O nono mês do finado ano é sacudido pelo anúncio da quebra da velocidade da luz pelo neutrino.

    Numa prova de 730 km entre o laboratório CERN na Suíça e o laboratório OPERA a Itália, os neutrinos chegam ao destino com 20 metros de vantagem sobre os fótons.

    Novamente, pusemos o bestunto para funcionar, a fim de encontrar uma boa explicação para tal proeza.

    De início, achávamos que seria exatamente a força da gravidade a responsável pelo ganho de velocidade dessa reles partícula desprovida de carga elétrica. Evocando Newton, isso implicaria em erros de cálculo geodésico na ordem de 310 metros de desnível entre a Suiça e Itália. Um erro crasso, totalmente improvável.

    A única assimetria gravitacional encontrada é o relevo de Gran Sasso. Seria esse maciço suficientemente grande para atrair e acelerar os neutrínos? Se isso for verdade, a gravidade existe e estaria salva. O resultado teria um tom romântico. Galileu Galilei começou a estudar a gravidade objetivamente na Torre de Pizza, Itália, há séculos passados.

    As assimetrias magnéticas da Terra também foram consideradas. De início essas forças não poderiam interferir em partículas desprovidas de carga elétrica. O experimento americano MINOS tem aproximadamente igual direção e sentido oposto ao experimento europeu OPERA. Ambos detetaram o aumento da velocidade dos neutrinos. Logo, as assimetrias magnéticas foram totalmente descartadas.

    A última possibilidade aventada é que os neutrinos saíram da Suíça com uma energia extra não contabilizada: momento angular.

    Se cada partícula saísse do acelerador à velocidade da luz, somada a uma velocidade de altíssima rotação, daria uma energia de choque extra, para que os neutrinos, ao interagir com o ambiente do percurso, vencessem a corrida com os fotons.

    Em meio a uma profunda crise econômica mundial, o Brasil ultrapassa alguns países do primeiro bloco. Não por que avançamos tanto, mas por perda de energia cinética dos concorrentes.

    O incidente dos neutrinos vem em boa hora. Dará sobrevida ao laboratório MINOS, para a realização do "tira-teima" relativístico. Esperamos que o laboratório japonês Kamiokande seja restaurado dos estragos sísmicos e participe das provas.

    A velocidade da luz seria apenas um limite apenas para a luz? Acautelai-vos, einstenianos!

    Se assim for, poderemos ambicionar por naves interestelares, capazes de cruzar o cosmos em velocidades superluminais, sem o risco de congelamento de tempo aos futuros navegantes.
     
  19. Rickbrazil

    Rickbrazil Usuário


    Desde 20 Jan 2008
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    Parece que a Terra está ficando cada vez menos pesada... mas a taxa de emagrecimento é muito diminuta...

    ***

    [h=1]Sabia que a Terra está ficando cada vez mais leve?[/h]
    • Por Jesus Diaz
    • 11:29 - 06-02-2012
    • 6919
    • 68 Comentários
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    A cada ano, cerca de 40.000 toneladas de poeira espacial caem na superfície do planeta. Mas, no mesmo período, a Terra perde tanta massa que fica 50.000 toneladas mais leve. E você vai se surpreender com o motivo.
    Pelo menos eu nunca levei isso em consideração e fiquei surpreso de ouvir a revelação no More or Less, um programa da BBC Radio 4 sobre estatísticas e números. De acordo com os cálculos do Dr. Chris Smith e do físico Dave Ansel, da Universidade Cambridge, apesar das 40.000 toneladas de poeira cósmica que se tornam parte do nosso planeta a cada ano, a Terra perde 50.000 toneladas em massa. Será que estamos lançando foguetes demais? Não. Eis os cálculos rápidos deles:
    Adicionam massa
    - A Terra recebe cerca de 40.000 toneladas de poeira espacial a cada ano, resquícios da formação do sistema solar, que que são atraídos pela nossa gravidade e se integram à matéria no nosso planeta. Afinal, nosso planeta é feito de estrelas (ou da poeira delas, pelo menos).
    - A NASA diz que a Terra ganha cerca de 160 toneladas por ano porque a temperatura global está aumentando: “Se nós adicionamos energia a um sistema, a massa precisa aumentar.”Termodinâmica é assim mesmo.

    Sem efeito
    - Claro, ter mais pessoas ou construir mais coisas não afeta a massa do planeta. Os humanos e as coisas são feitas com a matéria já existente no planeta – ela só está sendo transformada.
    - A maioria dos foguetes e satélites que lançamos em órbita uma hora voltam à Terra, então o efeito é praticamente nulo.

    Reduzem massa
    - O núcleo da Terra perde energia com o tempo. É como um reator nuclear gigante que usa o combustível: menos energia significa menos massa. 16 toneladas vão-se embora todo ano. É pouco.
    - E eis a grande perda de massa: cerca de 95.000 toneladas de hidrogênio e 1.600 toneladas de hélio escapam da Terra todo ano. Eles são leves demais para a Terra manter, então eles se perdem. Vão para o espaço.

    O resultado: no total, somando o que adiciona e reduz massa, a Terra perde 50.000 toneladas por ano. Ou seja, cerca de 0,000000000000001% de massa a menos todo ano.
    Nós deveríamos nos preocupar com isso? Não. E nem precisa se preocupar com o hidrogênio perdido: temos o bastante, e serão trilhões de anos até que ele se esgote.
    O hélio, por outro lado, é diferente. Ele representa 0,00052% do volume de nossa atmosfera, mas ele é obtido principalmente através do gás natural usando o processo de destilação fracionada. O hélio está se tornando escasso em nosso planeta. Na verdade, Robert Richardson, físico da Cornell University e ganhador do prêmio Nobel, já disse que cada bexiga de hélio deveria valer US$100, e fez campanha contra a decisão do governo americano em vender o estoque de hélio do país, o que reduziu o preço de um gás que está acabando no mundo.
    Richardson provavelmente está certo em proteger o hélio. O gás é crucial para dispositivos como os que realizam ressonância magnética, onde o hélio resfria os ímãs supercondutores da máquina. Ele também é usado para criar cristais de silício e germânio, além de estar presente na produção de titânio e zircônio. [More or Less (MP3)]
     
  20. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    5.332 1.763 576

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Boa matéria, Cubas!

    Será que os EUA estão tentando fazer uma OPEP do hélio ? :lol:

    O Hélio pode ser obtido pela fusão do hidrogênio, em usinas termonucleares experimentais. O problema que o custo de produção ainda é altíssimo.
     
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