Amplificador DX

Discussão em 'DIY' iniciada por prenato, 30 Out 2007.

  1. shacouto

    shacouto Usuário

    339 117 78

    Desde 30 Jul 2009
    Belo Horizonte/MG/Brasil
    Sei lá, parece igual. Como o outro é em BH e muuuiiiito mais barato, acho que vou comprar e fazer uns testes. Se quiser experimentar eu te arranjo umas folhas depois que comprar.
     
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  2. Bilbon12

    Bilbon12 World of cats and Floyd


    Desde 5 Out 2012
    Belo Horizonte/MG
    Opa...blz! Faz os testes aí pra gente ver se é bom...
     
  3. carlmart

    carlmart Usuário


    Desde 16 Mar 2007
    Rio de Janeiro
    Ficamos todos de olho, na expectativa!
     
  4. Kleber Pinheiro

    Kleber Pinheiro Membro avantajado


    Desde 11 Abr 2009
    BrazÓla
    Do Grupo DIY Audio no Facebook...

    Um alerta pra que ninguém cometa a mesma besteira de comprar o amplificador que NINGUÉM ESTÁ AUTORIZADO A CONSERTAR, segundo vídeo do pássaro de hábitos de caça aquáticos. Pelo visto, nem o dono está autorizado a consertar.



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  5. carlmart

    carlmart Usuário


    Desde 16 Mar 2007
    Rio de Janeiro
    Mais um com histórias ruins sobre os amplificadores do Mergulhão.

    Ele monta com componentes ativos comprados no Brasil, que eu recomendo veementemente não comprar. Ali acontece isso que Kleber conta.

    Também não comprar da China: eBay, Aliexpress, etc.

    Você se anima a consertar você mesmo? As duas placas não funcionam? Da para ver algum componente queimado?

    Quando amplificador da defeito, pelo menos do jeito descrito, a maioria das vezes é na saída: os drivers ou os transistores de saída.

    Não deve ser difícil achar o esquema na internet.
     
  6. Kleber Pinheiro

    Kleber Pinheiro Membro avantajado


    Desde 11 Abr 2009
    BrazÓla
    O relato não é meu... eu não compraria dele já na primeira confusão que eu vi ele se metendo. :lol:

    É de um rapaz de um grupo no facebook. Comprou as placas montadas do DXS, ele passou o esquema do classic. Disse que não solta do DXS.

    Com certeza ele nem precisa do esquema, tem boa chance de ser só transístor de saída em curto. Tirou o das saídas e mediu a tensão nas bases, está tudo ok, monta com transístores novos e pau na máquina.
     
  7. Kleber Pinheiro

    Kleber Pinheiro Membro avantajado


    Desde 11 Abr 2009
    BrazÓla
    Como eu relatei lá também, passei por problema parecido com a Wharf Audio, fabricante de amplificadores automotivos. Um Wharf Flat, com saída queimada. O problema: tudo raspado, tensões estranhas no que eu imaginava ser o gate dos FETs de saída. Fabricante se fez de surdo, assistência só enviando para eles, a um custo que com certeza superaria 70% do valor de mercado. Dois pares de FETs laterais dariam algo próximo disto!

    Enfim, levantei o esquema na mão, e cheguei à conclusão que o melhor pra esse amplificador é não consertar. A carcaça tem mais valor que o circuito tão protegido e tão mal construído que, na realidade, quando traçado, se revela apenas um dos clássicos amplificadores com operacional na entrada. Mesmo circuito da década de 70, com o agravante de ter um ganho em malha aberta estupidamente maior que qualquer projetista tenha pensado antes. Tão grande, que a placa teve trilhas de terra cortadas à mão na montagem, pra conseguir domar ruídos causados pelo péssimo layout.
     
  8. MarcosQui

    MarcosQui Usuário

    Atualizando as informações sobre a transferência do circuito para a placa:

    1 - Utilizando papel transfer térmico de boa qualidade - Tentei duas vezes, com 2 minutos de aquecimento e com 7 minutos de aquecimento (ferro de passar sobre o transfer) = resultado muito ruim, falha muito, principalmente nas bordas da placa.

    2 - Utilizando papel couché 180g - método de aquecimento - Tentei duas vezes = resultado tão ruim quanto ao papel transfer térmico.

    3 - Utilizando papel couché 180g - método de transferência de toner com acetona de farmácia = resultado razoável mas neste método você precisa esfregar os dedos sobre a placa para remover o papel que sobrou e neste momento muitas trilhas são removidas por acidente.

    4 - Utilizando papel de revista - método de transferência de toner com acetona de farmácia = resultado razoável. Neste caso o papel não se desfaz, saí por completo, porém a transferência das trilhas não foi perfeita. Talvez se tivesse usado acetona pura o resultado teria sido satisfatório.

    Enfim, por enquanto nenhum deu certo, só perda de tempo. Agora vou partir para o Dry Film que me parece ser o único método profissional depois do bom e velho silkscreen.
    Quando eu tiver notícias eu volto.
     
  9. Kleber Pinheiro

    Kleber Pinheiro Membro avantajado


    Desde 11 Abr 2009
    BrazÓla
    Já usei papel fotográfico (péssimo), couché e o papel de etiqueta, aquele em que as etiquetas vão coladas.

    O couché é temperamental, mas não tem erro. Tem que ser couché 75, não o 180. E tem que ser brilhante, que é mais encerado que o fosco. Transfere, deixa na água até ele molhar inteiro, e vai tirando. Vai ficar o toner com uma fina camada de papel. É possível fazer assim com A4 também, já fiz bastante e foi suave.

    A folha de etiqueta é o melhor disparado. Mas exige cuidados. Ela não "gruda" o toner porque é muito engomada. Então o toner sai com qualquer passada de dedo. Imprimiu, joga na placa e passa o ferro. Transfere rápido, mas tem mania de escorregar, então tem que fixar bem. Puxou, tá todo o toner na placa. Sem drama.

    O método que eu queria testar é o de sublimação direta, sem transfer, mas não é qualquer tinta que permite.
     
  10. carlmart

    carlmart Usuário


    Desde 16 Mar 2007
    Rio de Janeiro
    Marcos, conta como foi a experiência com dry film.

    Kleber, onde consegue essa folha de etiqueta? Compra as etiquetas e joga elas fora?

    Pelo jeito, pareceria como que pode voltar a usar essa folha.

    Como é isso de sublimação direta? Qual é o nome em inglês?
     
  11. Kleber Pinheiro

    Kleber Pinheiro Membro avantajado


    Desde 11 Abr 2009
    BrazÓla
    Eu pegava no trabalho quando a gente imprimia etiqueta e guardava. Sempre tinha umas folhas guardadinhas, prontas pro crime. Imprimia na laser e guardava numa pasta com cuidado, pra usar em casa.

    Sublimação é jato de tinta mesmo. Olha um exemplo do cara fazendo uma placa com uma Epson T25...

     
    Última edição: 10 Fev 2020
  12. carlmart

    carlmart Usuário


    Desde 16 Mar 2007
    Rio de Janeiro
    Que impressora é essa que nunca vi?

    Das placas que eu já vi, acho que é o melhor processo de todos. Linhas retinhas e aparentemente bem lisas.

    Será que com o percloreto mais quente tira mais rápido o cobre?
     
  13. Kleber Pinheiro

    Kleber Pinheiro Membro avantajado


    Desde 11 Abr 2009
    BrazÓla
    Basicamente, qualquer impressora "plana" (ou seja, que o papel entra por trás e sai pela frente, sem que faça aquela curva pra sair pelo mesmo lado que entrou) serve. Algumas dão mais trabalho. Essa do cara é uma epson T25, tem algumas abaixo de 100 reais no ML, estou pensando em pedir uma. Há, claro, um risco imediado de estarem entupidas. Tem que avaliar bem a compra. Depois de comprada, remove tampa, sobe o carro com calço uns 3mm, e vai treinando posicionar a placa.

    Ele inclusive especifica para usar a tinta original, que tem pigmento impermeável, assim o percloreto não ataca. Não sei se HP permitiria, vi uma por 50 reais em Brasília mesmo, que eu poderia buscar pessoalmente. Não achei muitos relatos sobre a adaptação, porque tem gente ganhando dinheiro com PCB usando esse método. Dá pra fazer até dupla face, se você tiver bom controle sobre o posicionamento da placa. Tem que criar um bom gabarito.

    E sim, percloreto aquecido atua mais rápido. Assim como a agitação também agiliza o processo.
     
  14. shacouto

    shacouto Usuário

    339 117 78

    Desde 30 Jul 2009
    Belo Horizonte/MG/Brasil
    Muito legal essa impressora jato de tinta modificada. Atualmente não tenho tido demanda suficiente para adaptar uma dessas, mas se fosse alguns anos atrás eu iria tentar. Chegou o papel transfer que comprei no ML. No próximo fim de semana vou tentar fazer placas par um chaveador de caixas e adaptadores para montar TL074 no lugar de RC4136. Depois posto minhas impressões sobre o papel.
     
  15. Bilbon12

    Bilbon12 World of cats and Floyd


    Desde 5 Out 2012
    Belo Horizonte/MG
    Blz...aguardando os resultados. Pra mim o método transferência térmica é suficiente pro meu uso...aprimorando esse método estaria ótimo. Mas pra quem quiser outras técnicas, parece que o dry film dá um bom resultado, e é aparentemente prático e barato.
     
  16. carlmart

    carlmart Usuário


    Desde 16 Mar 2007
    Rio de Janeiro
    Estive vendo alguns vídeos sobre o método dry film, e agora me lembro que na época quando pesquisei me pareceu menos imperfeito que o de transfer de papel para placa, com melhores bordas.

    Aparentemente tem dois métodos: o da tinta resistente e o do filme que tem que passar pela laminadora ou usar um ferro regulado para 100 graus para colar o filme na placa, com um papel protetor se possível

    O da tinta tem o problema que tem que centrifugar a peça, o que não me pareceu muito prático.



    Este inglês usou filme e colou o filme na placa com ferro.



    E este outro usou laminadora



    Não gostei muito do acabamento das bordas deste último, e tem trilhas finas que não revelaram direito, como da para ver no microscópio. Suspeito que temperatura da solução ou ajuda com esponja pode melhorar o revelado. Revelado chamo ao fotográfico, que é o que vai expor o cobre para o ácido. Acho que esse é primeiro ponto crítico.

    O segundo é que o perclorato esteja aquecido, o que tira o cobre exposto rápido e acho que não tem tempo de agir nas bordas. Mas isso é chute só, a experiência é o fundamental.

    Pareceria que a processo com a tinta fotossensível acabou dando melhor resultado, mas também o cara não uso trilhas muito finas.

    Nesse sentido pareceria que aquela minha técnica de fazer a placa com trilhas largas e superfícies de cobre pode dar um bom resultado com dry film ou tinta fotossensível.
     

    Anexos:

  17. igsnet

    igsnet Usuário


    Desde 29 Set 2012
    Campo Grande MS
    Pessoal, ano passado, usei pela primeira vez transferência térmica....
    Papel utilizado: transfer (levei desenho na gráfica)
    Não tem muito segredo, na segunda tentativa, ficou 99,9% !!!
    Eu usei ferro de passar sem aqueles buraquinhos embaixo.
    Usei uma superfície de madeira plana bem firme para apoiar a placa,
    Segredo foi fazer pressão até considerável usando a parte mais fina do ferro de passar, em toda a placa como se vc estivesse traçando a placa com ferro de passar.(tem ter paciência)
    Temperatura do ferro usei na metade se não me engano
    A impressão tem ser de qualidade, aquele tom bem preto mesmo!
    Não tem como errar.

    (y)
     
  18. shacouto

    shacouto Usuário

    339 117 78

    Desde 30 Jul 2009
    Belo Horizonte/MG/Brasil
    Fiz a impressão das plaquinhas para imprimir, mas descobri que não tenho uma placa virgem de tamanho suficiente. Vou tentar comprar na hora do almoço para fazer no fim de semana. Aproveito e compro os bornes e a caixa para montagem também.
    As placas são essas:
    PCB Unico.jpg PCB Unico.jpg
     
  19. Kleber Pinheiro

    Kleber Pinheiro Membro avantajado


    Desde 11 Abr 2009
    BrazÓla
    Eu aplico pressão com o ferro, depois venho raspando com ele lateralmente, alternando os movimentos. Passa 100%.
     
  20. igsnet

    igsnet Usuário


    Desde 29 Set 2012
    Campo Grande MS
    Exato!! da mesmo resultado.
     
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