Amplificador integrado Sunrise Lab V8

Discussão em 'Amplificadores, Prés e Integrados' iniciada por Cantunes, 24 Dez 2011.

  1. Evandro César

    Evandro César Usuário Muito Ativo


    Desde 19 Dez 2008
    Brasil
    Pois é. Assoviar e tocar gaita ao mesmo tempo é sabidamente difícil. É nessa questão da fonte de sinal para quem também curte vídeo que eu pretendo focar minha conversa com o Ulisses amanhã (eu tenho projetor + tela no mesmo ambiente).

    Grande abraço.
     
    prof_pretti agradeceu.
  2. JR-RS

    JR-RS Fidelidade sem preconceitos!

    5.118 3.036 113

    Desde 24 Abr 2008
    santa maria, rs, brasil
    SMS é um transporte fenomenal, custo baixíssimo, a entrada dele com a bateria tb Sotm e o cabo WW Platinum Strarlight foi um dos maiores ups que já fiz no hobby.

    Aliás, devo anunciar esse conjunto com um valor excelente até janeiro, pretendo trocar a fonte e o novo DAC terá transporte integrado.
     
    juan SL e prof_pretti agradeceram.
  3. Evandro César

    Evandro César Usuário Muito Ativo


    Desde 19 Dez 2008
    Brasil
    Só não me convide para acompanhá-lo no café!!! (Falando sério: eu tenho ojeriza por café).

    Concordo e assino embaixo. O importante mesmo é fazer novas amizades. Esses encontros "não têm preço". O convite está feito e renovado.
     
    prof_pretti agradeceu.
  4. FelipeRolim

    FelipeRolim Breaking The Sound Barrier

    8.875 6.341 648

    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Eu não acho uma questão muito complexa de se resolver. Na minha opinião, o melhor caminho é separar eletricamente TODOS os equipamentos de áudio/vídeo dos equipamentos dedicado para áudio, deixando como único vínculo entre eles eventual ligação entre o Oppo e o integrado, ou entre um processador e o integrado. Não penso que isso seja livre de interferências prejudiciais, mas é o máximo que considero viável e as perdas acredito que serão totalmente irrelevantes, em vista da maior usabilidade, comodidade etc. Agora, se a ideia for usar tudo na mesma instalação elétrica, compartilhamento mesma fiação, mesmas tomadas, etc., aí penso que pode ser bem prejudicial.

    Com relação à visita, só pela descrição não precisa nem ter o sistema. Só chamar que nós vamos, hahaha.
     
    prof_pretti e Evandro César agradeceram.
  5. juan SL

    juan SL Usuário Ativo

    778 411 43

    Desde 19 Jan 2012
    sao paulo
    obrigado pela gentileza!
     
    prof_pretti agradeceu.
  6. Evandro César

    Evandro César Usuário Muito Ativo


    Desde 19 Dez 2008
    Brasil
     
  7. FelipeRolim

    FelipeRolim Breaking The Sound Barrier

    8.875 6.341 648

    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Evandro, a explicação para isso não é simples, mas também não é complexa.

    Trata-se das diferenças de tensões AC entre um equipamento e outro, o que alguns chamam de "diferença de potencial". Para ficar mais fácil o entendimento, vou explicar e também relembrar outros pontos que considero fundamentais.

    Se alguém acessou o link que compartilhei neste post, terão visto as explicações do Jorge Knirsch acerca do aterramento interno de um equipamento de som. Para facilitar, vou replicar aqui a imagem que é relevante.

    [​IMG]

    O que é fundamental notar aqui é que, neste equipamento, o terra (ground) do equipamento está todo conectado num ponto central, mas, mais importante do que tudo isso, é que tanto a entrada negativa do equipamento, quanto a saída negativa do equipamento, estão conectadas ao mesmo ground. Eu já falei algumas vezes a este respeito fórum afora, mas é importante repetir aqui: um dos grandes motivos de eu sustentar que é melhor que um PC e também outros equipamentos de um sistema estéreo sejam minimalistas e usem o menor número de conexões possíveis deve-se justamente ao fato de que, nestas conexões, absolutamente TODOS os grounds dos equipamentos estão interligados. É por isso, por exemplo, que sou contra um PC estar conectado a um monitor ou projetor, a HDs externos (principalmente com alimentação própria), entre outros. Para ilustrar, façamos aqui uma conta rápida.

    Vamos partir do pressuposto que eu uso um computador dedicado no meu sistema estéreo, que por sua vez também está numa fase dedicada, mas que este computador está ligado numa TV, para melhor facilidade de uso, TV esta que faz parte também de um sistema multicanal. Neste caso, boa parte dos benefícios de uma elétrica dedicada vão-se embora. Perceba que, considerando a ilustração gráfica acima, possível chegar à conclusão no sentido de que, a partir do momento em que eu conecto o meu PC a uma TV pelo cabo HDMI (que tem um condutor ground), eu permito que este ground do PC dedicado se comunique com o receiver que está conectado à TV, que por sua vez irá se comunicar com o blu-ray player que está conectado ao receiver, com o videogame que está conectado ao receiver, com a Sky ou a Net que estão conectadas ao receiver, e assim por diante. Via de consequência, há um condutor que interliga a Sky, a Net, o blu-ray player, a TV, etc., ao DAC, ao integrado, e a qualquer outro equipamento que existe no sistema. Note que isso tudo, por meio da conexão ground, forma uma malha grande e complexa que interliga inevitavelmente todos os equipamentos. Logo, se houver tensão parasitária ou mesmo ruído eletromagnético percorrendo um ground, existe a grande possibilidade de ele atingir e prejudicar o rendimento de todos os outros equipamentos. Isso aconteceria, portanto, se um receiver, processador ou blu-ray player estivesse conectado ao V8. As conexões RCA e XLR também possuem ground.

    Assim sendo, se houver tensão entre os equipamentos, e partindo-se do pressupostos de que os ground de todos eles estão interligados, é evidente que esta tensão percorrerá parte ou todo o circuito até encontrar um ponto de dispersão, ou então se somar, potencializar-se e causar ainda mais prejuízo, além de risco de queima. A título de exemplo, cito os casos extremamente comuns de queima de placas HDMI de receivers, e que o pessoal culpava o receiver, mas esquecia de dizer que tinha um aparelho da Net conectado a ele com uma tensão elétrica alta no ground.

    É por isso que eu digo que, mesmo no caso de circuitos elétricos totalmente separados, sempre haverá uma espécie de "vinculo" entre o sistema estéreo e o multicanal, de tal modo que, no meu sentir, a maneira mais prática e eficaz de se livrar disso é, durante as audições em estéreo extremamente compromissadas e criteriosas, remover fisicamente a conexão que existe com o sistema multicanal. Em todo caso, isso também é algo a se avaliar, pois o retorno qualitativo pode não compensar todo esse trabalho e conectar/desconectar.

    Abraço!
     
  8. Evandro César

    Evandro César Usuário Muito Ativo


    Desde 19 Dez 2008
    Brasil
    Grande Felipe,

    Muito obrigado pela didática exposição.

    Eu também conheço um pouco o trabalho do Jorge (um grande e especial amigo - foi ele que fez os cálculos iniciais da minha 'sala').

    E foi exatamente com o intuito de minimizar os problemas tão bem descritos por você (aos quais, em síntese, se denomina "loop de terra") é que eu tive o cuidado de manter aterrado apenas um dos módulos do sistema. A preferência é, sempre, por manter aterrado só o integrado (ou só o power estéreo; ou só um dos monoblocos, se for o caso). Como o cordão de força do meu AVR Marantz só tem plugue de dois pinos (portanto, sem o pino terra - o que, convenhamos, é um grave defeito), eu mantinha aterrado apenas o amplificador valvulado do meu fone de ouvido. Como agora esse amp está desconectado do sistema (embora permaneça no mesmo rack), eu passei a manter aterrado apenas o BD-player Oppo-95, para eliminar (ou, pelo menos, mitigar) o problema do loop de terra descrito por você.

    Lado outro, não seria nada fácil instalar aqui uma segunda rede elétrica dedicada (a fim de ter uma para o áudio estéreo e outra para o restante da configuração). Observe que não seria factível plugar e desplugar cabos cada vez que eu fosse alternar estéreo para áudio multicanal (e vice-versa), eis que, com o tempo, as conexões (tanto do tipo macho quanto fêmea) iriam se afrouxar e comprometer seriamente o desempenho do sistema.

    Ademais, eu tenho um problema adicional para instalar essa segunda rede elétrica dedicada: Aqui, a rede elétrica da concessionária de energia é rural (monofásica, e aérea). Trata-se de um sistema trifásico no primário (c/ tensão entre fases = 13,8 kV), e c/ ligação em triângulo. Mas, nas derivações monofásicas (= redes secundárias - i. é, as redes que seguem até cada unidade consumidora individual - inclusive a minha), a tensão fase-fase (na alta) é de 7,967 kV, sendo as tensões na baixa de 240V (tensão fase-fase) e 120V (fase-neutro), com ligação do tipo estrela aterrada. E é aqui que está o "X" da questão: por se tratar de rede monofásica, uma segunda rede elétrica dedicada teria, necessariamente, origem na mesma e única fase que deu origem à primeira rede dedicada. É dizer: eu teria apenas uma rede dedicada (só que com dois fios separados, porém conectados à mesma e única fase).

    Conclusão: Salvo prova em contrário, não haveria nenhum benefício nessa 'segunda' rede dedicada.

    Estou pensando numa possível alternativa (que vou discutir com o Ulisses amanhã): mandar a concessionária instalar um segundo padrão, com medição própria, que vai servir apenas às tomadas de parede hospital grade que alimentam o sistema. Só que existe um "porém": Aqui em Minas é norma da concessionária de energia (CEMIG) que a chave termomagnética fique localizada antes do medidor - o que equivale dizer que não adiantaria nada eu adicionar um fusível audiófilo na fase (mediante uma seccionadora), entre o medidor e as tomadas de parede. A solução seria a CEMIG me autorizar substituir o disjuntor termomagnético do padrão por um fusível audiófilo (cuidadosamente dimensionado em razão da carga). E essa autorização é praticamente impossível de ser dada pela CEMIG, segundo averiguei.

    Last but not least: Tomo a liberdade de estender o post a fim de detalhar tais questões manifestamente off topic na esperança dessas informações (e ideias) mostrarem-se úteis a algum(a) colega. Até mesmo porque redes monofásicas, aqui no Bananal, não são exclusivas das zonas rurais. Infelizmente. (Ensina o Knirsch que, para audiofilia, quanto mais fases, tanto melhor).

    Grande abraço a todos.
     
    Última edição: 5 Dez 2017
  9. juan SL

    juan SL Usuário Ativo

    778 411 43

    Desde 19 Jan 2012
    sao paulo
    Muito bacana.
    Uma coisa que o Massa D já testou no sistema dele (e eu fiz o mesmo teste)
    Quando liga o PC ou HD externo na mesma fase do sistema, degrada o som.
    Não acreditem em mim, façam o teste.
    Já quando puxada uma fase dedicada mas separada da dedicada do sistema, exclusiva para o PC/HD tudo soa mais equilibrado, menos capado e com mais corpo etc.
     
  10. Evandro César

    Evandro César Usuário Muito Ativo


    Desde 19 Dez 2008
    Brasil
    Exatamente. Uma 2ª alternativa aqui é substituir a rede secundária monofásica por uma trifásica. (O problema é o cu$to dessa brincadeira...).
     
  11. FelipeRolim

    FelipeRolim Breaking The Sound Barrier

    8.875 6.341 648

    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Evandro, não é necessariamente loop de terra. Trata-se de impregnação de ruído eletromagnético mesmo, ruído elétrico, que é muito parecido, mas não a mesma coisa que loop de terra. O loop de terra é um problema de falta de ordenação nas ligações elétricas, decorrente de fatores diversos, enquanto o ruído pode se alastrar inevitavelmente, mesmo estando a ligação perfeita. É apenas e tão somente um caminho "necessário", mas que poderia ser evitado.

    Eu tenho um respeito absurdo pelo Jorge Knirsch, e me consulto com ele sempre que sinto necessidade e/ou tenho dúvida a respeito de algo, ou mesmo que seja para ter mais uma opinião. Algo que ele ensina e que acho válido, porém, não a melhor solução, é justamente esse método de aterrar apenas um equipamento. Veja: resolve-se o loop, sem a menor dúvida, mas sendo este equipamento o referencial de terra, ele também será um "caminho necessário" para todo e qualquer ruído elétrico que percorra pelos condutores do terra, do ground dos equipamentos. Significa dizer que o único integrado ou power está aterrando a Sky, a Net, o receiver, o processador, o projetor, e assim por diante. É totalmente funcional do ponto de vista do loop de terra, mas não do ruído. Para isso, gosto de outra solução, mais eficaz, e que permite aterrar todos os equipamentos sem prejuízo.

    Ao contrário do que você escreveu, eu penso que, mesmo não sendo possível adotar outra fase para a utilização no sistema, a utilização de uma fiação independente e completamente separada para o multicanal pode sim trazer benefícios, fiação esta que, no meu entender, deve ser o mais distante possível da instalação atual. A fiação elétrica possui, como todo e qualquer condutor, características eletroeletrônicas próprias, vale dizer, capacitância, indutância, resistência, etc. Esse "ordenado" de grandezas pode atuar como um filtro de alta frequências, de modo que, no mínimo, uma fiação suficientemente grande e suficientemente dimensionada pode ser um "filtro" eficaz de ruídos na faixa dos MHz e GHz, talvez de KHz. Não seria eficaz em 60Hz, mas seria em ondas de alta frequência. Claro, isso se tratando de ruído que percorre o cabo, e não de ondas AM/FM que incidem sobre o cabo. Para isso, somente a blindagem no curso do cabo pode auxiliar, evitando a penetração de novas interferências. Em todo caso, quero dizer que, mesmo sendo usada uma única fase, uma fiação suficientemente grande e com dimensões adequadas poderia tornar a outra "invisível", do aspecto de interferências, interações elétricas, etc.

    Escrevi muito sobre isso no tópico da minha sala. Para evitar poluir o tópico, posso fazer uma remição, caso os colegas desejem.

    -----------------------

    Com relação ao PC e ao HD externo, tenho opiniões bem particulares. Penso que tudo depende da fonte que se usa, com relação ao PC propriamente dito, e sou terminantemente contra o uso de HD externo. Defendo a utilização de SSD, apenas, e ainda com conexão SATA, nunca USB. Assunto para algumas páginas também, rsrs.

    Abraço a todos!
     
    Última edição: 5 Dez 2017
  12. Evandro César

    Evandro César Usuário Muito Ativo


    Desde 19 Dez 2008
    Brasil
    (Destaquei)

    Isso, na prática, infelizmente não seria nada fácil: com as paredes prontas (e pintadas), seria muito problemático embutir novos conduítes, distantes dos que conduzem os fios e as redes elétricas internas já existentes. [Se a casa ainda estivesse em obras, seria diferente].

    Neste ponto, eu não entendi muito bem. Fiação suficientemente grande? [Obs.: a minha rede dedicada que alimenta as tomadas de parede percorre 48m do padrão até a casa, e mais uns 15 até as tomadas. Não passa por nenhuma das caixas de distribuição - e, portanto, por nenhum disjuntor - exceto o do padrão da CEMIG].

    É claro que sim! Por gentileza, poste o link.

    Muitíssimo obrigado mais uma vez.
     
    prof_pretti agradeceu.
  13. FelipeRolim

    FelipeRolim Breaking The Sound Barrier

    8.875 6.341 648

    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Enumerei o seu post para facilitar a resposta, hehehe.

    1 - Olha, eu não tenho experiência para dizer o quão prejudicial seria se todos os condutores passassem pelo mesmo conduíte. Na verdade, a distância física ideal entre eles eu não sei dizer, e há quem sustente até que todos juntos pode ser até mais benéfico do que prejudicial. O que quis dizer, na verdade, se relaciona ao ponto "2".

    2 - Aqui sim, me refiro ao comprimento da fiação. Acredito que com esses 48m + 15m você terá dimensão suficiente para que possa usar tudo na mesma fase com total garantia de invisibilidade. As características elétricas dos condutores permitiram isso. A questão tem uma teoria no entorno que a justifica, como eu mencionei acima. Na prática, pensar diferente disso seria como se a geladeira da minha vizinha prejudicasse o meu som, hehehe, e não é isso o que acontece, justamente por conta do tamanho da fiação. Há tamanho suficiente para uma boa filtragem.

    3 - https://www.htforum.com/forum/threads/sala-rolim.288764/page-7#post-7859314

    Começa neste post e se estende por alguns mais. Não é uma opinião de um expert, evidentemente. Tentei compilar em alguns posts o máximo de informações e experimentações que consegui obter/fazer durante alguns anos.

    Abraço meu amigo, espero que a leitura seja de grande valia, para você e para os demais!
     
    prof_pretti agradeceu.
  14. carlos de la fuente

    carlos de la fuente Usuário

    9 6 3

    Desde 22 Jul 2013
    sao paulo, brasil
    E normal o Devialet aquecer, a amplificação hybrida tem um classe A de pouca potência (que esquenta como todos os classe A), e o design é bonito mais primeiro um dissipador.
    Quiem quiser ouvir esta bem vindo em nosso show-room de Moema, sem compromisso.
    Atenciosamente,
    Carlos
     
  15. dario72

    dario72 meus amores


    Desde 13 Nov 2008
    sao paulo/sp
    E aí foi no Ulisses ?

    Conte para nós suas impressões Evandro
     
    prof_pretti agradeceu.
  16. Rogerio D.

    Rogerio D. Let the beat control your body


    Desde 13 Out 2005
    Umuarama Paraná Brasil
    Colegas acho que até la para março entro para o clube pois a produção está bem lenta, não tem os gabinetes, final do ano o Ulisses tira ferias, janeiro irá fazer uma cirurgia, então agora não tem como pegar, sendo assim vou pegar o MKIV lá para março de 2018 e futuramente tentarei escutar o Devialet para fazer comparação e ver se vale a pena, adoro a ideia dele ser um tudo em um todos desempenhando muito bem suas funções, independente do valor.
    A grande desvantagem pra mim com este integrado que terá de ser interligado com o HT vou ter que ir atrás de fonte/dac e também cabos. Na verdade tenho um htpc, mas quero deixar ele somente para vídeo ligado no receiver e o integrado como by pass e para estereo queria muito algo cômoco, do tipo dac e player onde espetava um hd com minhas flacs convertidas de todos meus cds e executasse de forma simples, sem ter que ficar ligando monitor ou tv.

    1- Sobre os dacs que andei dando uma pesquisada por leve, gostaria de ajuda de vocês, para fazer par junto ao MKIV e as PL300, tenho opções para compra do luxman da-100, calyx 24/192, Ayre QB-9, Electrocompaniet ECD-1. Qual desses me indicariam? Estou bem tentando no calyx 24/192, o que acham? Se pegasse um dac, para utilizar meus flacs do HD vou ter que comprar tbm o Sotm SMS-200.

    2- Agora se fosse pegar o dac e fonte, all in one, teria a opção do Oppo Sonica, do Cambridge 851N e tbm o Musical Fidelity M1click, o que indicam em relação a esses 3?

    3- Mas se esperasse bastante mais de um ano para poder me capitalizar, poderia chutar o balde e pegar o Marantz NA-11S1, que é um all in one tbm mas não sei se é mais refinado que pegar um dac externo mais o sms-200.

    Complicado, são muitas dúvidas, não tenho oportunidade para escutar, preciso escutar a opinião dos colegas foristas mais experientes.
     
    juan SL agradeceu.
  17. prof_pretti

    prof_pretti Usuário Ativo

    510 223 43

    Desde 31 Mai 2009
    São Paulo/SP/Brasil
    Caro Rogerio D,

    Sou suspeito, não conheço os demais, mas o Ayre está fazendo miséria aqui em casa, ainda não testei ele com o computador direto, sem o SMS-200, mas com o SMS-200 está excelente. Os demais DACs e Players que vc citou não ouvi, não posso falar nada.

    Quem sabe o @FelipeRolim@FelipeRolim tem opinião a respeito.

    abs
     
    juan SL e Rogerio D. agradeceram.
  18. Rogerio D.

    Rogerio D. Let the beat control your body


    Desde 13 Out 2005
    Umuarama Paraná Brasil
    Qual novo dac com transporte que você pretende pegar @JR-RS@JR-RS ?
     
  19. JR-RS

    JR-RS Fidelidade sem preconceitos!

    5.118 3.036 113

    Desde 24 Abr 2008
    santa maria, rs, brasil
    Se decidir trocar realmente, será o PSaudio Directstream, Rogério.
     
    juan SL agradeceu.
  20. juan SL

    juan SL Usuário Ativo

    778 411 43

    Desde 19 Jan 2012
    sao paulo
    Aí botou para quebrar de verdade! Vai arrebentar a boca do balão.
     
    JR-RS e prof_pretti agradeceram.