Ciência nossa de cada dia

Discussão em 'Zona Livre' iniciada por Zkyzytuz, 8 Nov 2015.

  1. Ivancm

    Ivancm Usuário


    Desde 3 Jan 2003
    Curitiba
    Eu não disse que bactérias e vírus são imortais. Eu disse que eles não envelhecem.
     
  2. Rodriguezz

    Rodriguezz Turn On, Tune Up, Rock Out!


    Desde 20 Jan 2006
    Rio
    Descoberto material sólido mais antigo já encontrado na Terra
    Poeira estelar localizada em meteorito que caiu há mais de 50 anos na Austrália é datada de 7 bilhões de anos. Material foi formado antes mesmo do Sistema Solar.




    [​IMG]
    Grãos minerais pré-solares são extremamente raros

    Um meteorito que caiu em 1969 no sudeste da Austrália contém o material sólido mais antigo já encontrado na Terra, anunciaram nesta segunda-feira (13/01) pesquisadores do Museu Field e da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos. A idade da poeira estelar é anterior à formação do Sistema Solar.

    A poeira estelar, que os investigadores calculam ter entre 5 bilhões e 7 bilhões de anos, encontrada no meteorito "é o material sólido mais antigo já encontrado e nos conta como é que as estrelas se formaram na nossa galáxia", disse Philipp Heck, um dos autores do estudo publicado na revista especializada PNAS.

    Esse material foi formado milhões de anos antes do Sol e da própria Terra, que cientistas calculam ter cerca de 4,6 bilhões de anos e 4,5 bilhões de anos, respectivamente.

    "São amostras sólidas de estrelas, poeira estelar real", que ficou presa em meteoritos e permaneceu inalterada por bilhões de anos, se tornando autênticas cápsulas do tempo, destacou Heck, em comunicado. As estrelas se formam a partir de nuvens de poeira e gás e quando morrem produzem também nuvens de poeira cósmica, que voltam a formar outros corpos celestes, como novas estrelas, planetas, luas ou meteoritos.

    Heck e a sua equipe analisaram o meteorito, que caiu no estado australiano de Victoria em 28 de setembro de 1969, e encontraram partículas denominadas 'grãos minerais pré-solares', anteriores à formação do Sol. Esses grãos são muito raros devido ao seu tamanho minúsculo e por serem encontrados em apenas 5% dos meteoritos que caem na Terra.

    Embora cientistas tivessem identificado as partículas há cerca de 30 anos na Universidade Chicago, sua idade não pode ser determinada naquela época. Para descobrir de que tipo de estrela eram os grãos e sua data de origem, cientistas usaram uma técnica que mede a exposição de raios cósmicos, que interagem com a matéria e formam novos elementos. "Quanto mais tempo estiverem expostos, mais elementos se formam", disse Heck.

    De acordo com Jennika Greer, coautora do estudo, o processo de análise do material presente no meteorito começa com a trituração de fragmentos do meteorito até ficarem em pó e se transformarem numa espécie de pasta, posteriormente dissolvida em ácido até restarem apenas os grãos pré-solares.

    Pesquisadores disseram que essa descoberta proporciona dados para aprofundar o debate científico sobre o ritmo de formação de estrelas na Via Láctea. "Temos evidências diretas de um período de formação de estrelas em nossa galáxia há 7 bilhões de anos. Essa é uma das principais conclusões do estudo", destacou Heck.

    O resultado também confirma uma teoria astronômica que previu que houve um "baby boom de estrelas" antes da formação do Sol, em vez de um ritmo constante.

    Até agora, o material sólido mais antigo encontrado na Terra era também um grão pré-solar de 5,5 bilhões de anos. Já o mineral mais antigo formado no planeta foi descoberto em rochas na Austrália e data de 4,4 bilhões de anos.

    CN/efe/lusa/rtr/afp

    ______________

    A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas. Siga-nos no Facebook | Twitter | YouTube
    | App | Instagram | Newsletter
     
    • 3
  3. Zkyzytuz

    Zkyzytuz Esganando Estátuas


    Desde 6 Jun 2005
    Juiz de Fora
    Apesar da mortandade inicial e vários danos genéticos imprevisíveis comprovados, a ausência humana acabou aparentemente por beneficiar algumas espécies a longo prazo.

    Ou seja, descobrimos que os humanos são uma praga pior que um acidente nuclear !!!


    https://meiobit.com/328414/vida-ani...rnobyl-quase-30-anos-depois-acidente-nuclear/

    29 anos depois, a vida animal está voltando a Chernobyl
    A vida encontrou um jeito: Zona de Exclusão em torno da usina de Chernobyl foi gradativamente repovoada pelos animais, mesmo com as altas taxas de radiação


    [​IMG]

    O acidente da usina nuclear de Chernobyl foi sem sombra de dúvidas o maior acidente nuclear da história, pauta velha entre ambientalistas que defendem que energia atômica e má, feia e mata criancinhas. Ok, dependendo da intensidade radiação acaba com o dia de qualquer ser vivente, mas você é bombardeado todos os dias por aquela enviada pelo Sol e nem por isso se lembra do conselho do Pedro Bial.

    A região fora imensamente contaminada, a nuvem de detritos radioativos cobriu boa parte da Europa. A cidade fantasma de Pripyat, erguida pelos sovietes para abrigar os trabalhadores da usina hoje é um dos lugares mais mórbidos do planeta, um bom exemplo de como o planeta se comportaria caso humanos sumissem de uma hora para a outra.

    Embora autoridades ucranianas aleguem que a região em torno da usina só se torne habitável para humanos daqui a uns 20 mil anos, a natureza manda um fuck the police e segue seu rumo.

    Nos últimos 29 anos a flora avançou para dentro da cidade, mofo e detritos tomaram conta das instalações. Ainda assim raríssimas foram as ocasiões em que constataram qualquer presença de vida selvagem nos arredores. A maioria dos animais fugiram, os que ficaram morreram. E embora a área ainda não seja segura, alguns bichos estão pouco a pouco ocupando o lugar novamente.

    O estudo conduzido pelo professor Jim Smith da Universidade de Portsmouth consistiu em realizar um recenseamento de longo prazo dos arredores de Chernobyl, mais precisamente na zona de exclusão: 30 km em torno do reator 4, o que abriga a cidade. O lugar ainda está inundado de radiação, mas nem por isso os animais não estão se estabelecendo por lá. Os números não mentem:


    [​IMG]

    A equipe envolvida no censo utilizou câmeras automáticas e drones para capturar algumas imagens dos bichos que vivem por lá, já que tirando três certos retardados humanos não costumam colocar os pés por lá. Foram flagrados raposas, javalis, cavalos selvagens, cervos fazendo o que fazem de melhor: se adaptando. Ainda que sofram constantemente com os níveis altos de radiação, isso não parece ser um problema tão grande a ponto de evitar a ocupação animal.


    O mais legal é constatar que dada a ausência de humanos, a vida selvagem lá se tornou mais abundante do que era antes do acidente. Um bom exemplo de que caso nos aniquilemos o planeta não sentirá muita falta e mais, vai se curar normalmente e sem muita demora.
     
    • 2
  4. Zkyzytuz

    Zkyzytuz Esganando Estátuas


    Desde 6 Jun 2005
    Juiz de Fora
    Eu sei. É subententedido que o termo "imortal" se refere a não morrer de velhice.
     
  5. Zkyzytuz

    Zkyzytuz Esganando Estátuas


    Desde 6 Jun 2005
    Juiz de Fora
    Humanos e Bananas realmente tem 50% de DNA comum?

    Muitos sites fazem esta alegação, as vezes mudando o percentual. Mas isso será verdade?

    Com o advento do sequenciamento genômico surgiu a oportunidade de se estabelecer aproximações genéticas entre grupos que anteriormente eram vistos como distantes.

    [​IMG]

    Temos muita informação em comum com diversos ramos da vida. Sabemos há tempos que estamos intimamente relacionados com os chimpanzés e outros primatas, mas nossas células mostram também que compartilhamos mais da metade de nosso material genético com os galos, moscas-das-frutas e alguns dizem que, até com bananas. Será que nos aproximamos de bananas do ponto de vista evolutivo?

    https://netnature.wordpress.com/201...cas-entre-humanos-e-outros-grupos-de-animais/
     
  6. Zkyzytuz

    Zkyzytuz Esganando Estátuas


    Desde 6 Jun 2005
    Juiz de Fora
    Como a teoria do gato de Schrödinger explica que um gato dentro de uma caixa poderia estar morto e vivo ao mesmo tempo? Quais são as consequências práticas dessa teoria?


    [​IMG]

    Bem, vamos deixar claro logo de cara: Na verdade, Schrödinger NUNCA disse que o gato estaria vivo e morto ao mesmo tempo!

    O gato de Schrödinger está presente na cultura popular como o símbolo de como a Mecânica Quântica é bizarra. Seja em camisetas humoradas, em gifs animadas do facebook ou em péssimos artigos de revistas duvidosas de “curiosidades” quem divulgam ciência ao lado de aliens, nazismo e mistérios da vida de Cristo.

    O que pouca gente sabe é que Schrödinger não acreditava que o gato estava vivo e morto ao mesmo tempo. Pelo contrário, ele criou este experimento mental, em 1935, como um deboche para ilustrar o absurdo da interpretação da Física Quântica chamada Colapso da Função de Onda.

    Nesta interpretação, um elétron é considerado como sendo simultaneamente uma partícula de matéria e uma onda. Tal interpretação foi uma tentativa de explicar diversos fenômenos quânticos considerados estranhos e sem correspondência com nosso mundo “normal” de grande escala. O do elétron que atravessa duas fendas ao mesmo tempo é o mais famoso. No mundo normal, se um elétron fosse uma bola de bilhar atirada contra duas janelas, ele só poderia passar por uma delas de cada vez. Já na escala quântica, um elétron passa pelas duas frestas ao mesmo tempo com se fosse uma onda.

    A interpretação de Heisenberg e Böhr introduziu um evento mágico chamado colapso da função de onda para explicar tal fenômeno. Isto é, um elétron é uma partícula está sendo observado (existe um instrumento de medição que captou o elétron), mas é uma onda quando ninguém está observando (não há um aparelho interferindo diretamente em contato com o elétron). Einstein, que também era contra a interpretação filosófica do colapso da função de onda, disse a célebre frase “Deus não joga dados” e também disse “Então, a Lua não está lá fora, quando ninguém está olhando?”.

    Do ponto de vista puramente cientifico, a interpretação da função do colapso de onda não é necessária. As equações funcionam por si mesmas e os resultados batem com as observações experimentais. A Mecânica Quântica tem sido testada com sucesso até hoje, quase um século passando pelos mais complexos experimentos. A questão é filosófica. E mesmo assim, dentro do modo de pensar de 1935, para senhores que nasceram antes de 1900.

    [​IMG]

    Outro erro muito comum que se espalhou pela internet é que o paradoxo do gato morto e vivo “confirma” ou “explica” a dualidade partícula-onda. Como eu disse, basta pesquisar mais a fundo para encontrar documentos históricos da época e publicações sérias da história da ciência que explicam que a intenção original era criticar e ridicularizar a proposição da dualidade partícula-onda.

    Por volta de 1957, uma nova interpretação conhecida como interpretação de muitos universos ou de muitos mundos foi feita para explicar o experimento da dupla fenda. A interpretação diz que o elétron ainda é uma partícula, mas ele segue todos os caminhos de tal forma que se ele passar pela fenda da direita, um outro universo é criado no qual ele passa pela fenda da esquerda. Existiria assim, um multiverso de infinitos universos sendo criados a todo momento. A maior crítica desta interpretação é o princípio da navalha de Occam. Ou seja: se temos duas ou mais explicações para um mesmo fenômeno, geralmente, a explicação mais simples é a correta. Seria um pouco de exagero criar um universo inteiro só para justificar que algumas pessoas não conseguem aceitar muito bem o comportamento do elétron atravessando uma dupla fenda.

    Não seria melhor estudar mais a equação de onda de Schrödinger? Criar novos experimentos de laboratório? Ou até mesmo, fazer como milhares de físicos pelo mundo que não dão a mínima para a parte filosófica e usam as equações com sucesso diariamente.

    Só como curiosidade: O experimento mental do gato vivo e morto está incorreto. Usando as próprias regras propostas por Schrödinger, o gato não permaneceria em um estado impossível de vivo e morto até o momento em que uma pessoa abrisse a caixa, causando o colapso da função de onda do metal radioativo conectado a garrafa de veneno. Dentro da caixa, existe um aparelho medidor de radioatividade conectado a um martelo que irá quebrar a garrafa de veneno se um elétron “decair” (passar da forma de onda para a forma de elétron). O próprio aparelho medidor já é um observador, pois ele é composto de matéria que interfere com os elétrons radioativos viajando como ondas. Além disso, se a gente considerar que o medidor não é um observador “vivo”, então o próprio gato é um observador, pois as ondas radiativas viajam até interagir com o gato, causando o colapso da função de onda.

    Mais uma vez: este experimento é uma péssima analogia com a coisa real – uma explicação macroscópica para os resultados do experimento do elétron na dupla fenda.


    [​IMG]
     
    • 2
  7. J냃åz

    J냃åz Sunbird


    Desde 4 Jan 2008
    Natal/RN
    Albert Einstein disse que a mecânica quântica deve permitir que dois objetos afetem o comportamento um do outro instantaneamente através de grandes distâncias, algo que ele chamou de "ação assustadora à distância". Décadas após sua morte, experimentos confirmaram isso, mas até hoje ainda não está claro exatamente quanta coordenação a natureza permite entre objetos distantes. Agora, cinco pesquisadores dizem que resolveram um problema teórico que mostra que a resposta é, em princípio, incognoscível.

    [​IMG]

    Mais detalhes em: https://www.nature.com/articles/d41...ail&utm_term=0_c9dfd39373-a001aef424-42453011
     
    • 2
  8. Vertonnes

    Vertonnes Usuário

    55 34 12

    Desde 14 Jan 2020
    Brasília
    A colisão inevitável da Via Láctea já está criando novas estrelas

    Pesquisadores do Centro de Astrofísica Computacional do Instituto Flatiron (Nova York, EUA) descobriram um grupo de estrelas jovens nos confins de nossa galáxia, onde só deveriam haver estrelas antigas. Estas, no entanto, não se originaram aqui: foram criadas em galáxias anãs vizinhas que estão em rota de colisão com a Via Láctea.

    A nossa galáxia um dia irá se fundir com as Nuvens de Magalhães (a Grande e a Pequena). Isso é inevitável, e os cientistas sabem disso faz tempo. O que o estudo recente sugere, no entanto, é que um fluxo de gás se estendendo a partir das galáxias está cerca de duas vezes mais próximo de colidir com a Via Láctea do que pensávamos.

    Price-Whelan 1

    O grupo de estrelas foi nomeado “Price-Whelan 1”, em homenagem ao pesquisador que fez a descoberta, Adrian Price-Whelan.

    Price-Whelan começou coletando dados da sonda Gaia, que catalogou as distâncias e movimentos de 1,7 bilhões de estrelas. Ele estava à procura de objetos azuis, raros no universo, e identificou esse aglomerado relativamente jovem, com 117 milhões de anos, nas bordas da Via Láctea.

    Essa região fica próxima a um fluxo de gás chamado de “fluxo de Magalhães”. Ele se forma nos limites da Grande e Pequena Nuvem de Magalhães e avança em direção à Via Láctea. O gás desse fluxo não contém muito metal, diferente do gás da nossa galáxia.


    [​IMG]

    Uma análise da composição de 27 das estrelas mais brilhantes do aglomerado revelou que elas também possuíam níveis baixos de metal, de forma que os pesquisadores creem que o grupo se formou conformou o fluxo de Magalhães passava por gases da Via Láctea. As forças gravitacionais e de arrasto comprimiram e condensaram o gás a ponto de favorecer a criação de estrelas, que acabaram abandonando o fluxo e se juntando à nossa galáxia.

    Atualizando os modelos

    Medir distâncias tão gigantes, como as entre galáxias, é sempre um desafio, enquanto medir a distância de estrelas é bem mais fácil. Logo, o novo estudo oferece aos pesquisadores uma oportunidade interessante.

    Antes, os astrônomos não tinham certeza até onde o fluxo de Magalhães alcançava a Via Láctea. Utilizando as posições e movimentos das estrelas do aglomerado recém-descoberto, a nova equipe previu que o limite do fluxo está a 90.000 anos-luz de distância de nós, o que é metade da distância estimada anteriormente.

    “Se o fluxo de Magalhães estiver mais próximo, então provavelmente será incorporado à Via Láctea mais cedo do que o modelo atual prevê. Eventualmente, esse gás se transformará em novas estrelas no disco da Via Láctea. No momento, nossa galáxia está consumindo gás mais rapidamente do que ele está sendo reabastecido. Esse gás extra nos ajudará a reabastecer esse reservatório e garantir que nossa galáxia continue a prosperar e formar novas estrelas”, explicou um dos autores da pesquisa, David Nidever, professor de física na Universidade Estadual de Montana (EUA).
    Os modelos atualizados também irão ajudar os cientistas a compreender melhor por onde as Nuvens de Magalhães passaram e o que andaram fazendo. Por exemplo, os novos dados poderiam resolver um debate antigo sobre se elas já colidiram ou atravessaram a Via Láctea no passado.

    Um artigo sobre a pesquisa foi publicado na revista científica The Astrophysical Journal. [Phys]
     
    • 1
  9. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    7.435 2.657 816

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Quando um satélite artificial fica sem combustível para alimentar seus foguetes, ele perde velocidade orbital e "cai", isto é: retorna ao solo terrestre.

    Pergunto aos apoiadores do modelo da ciência oficial:

    - Porque o mesmo não acontece com o satélite natural da terra, isto é: a Lua?

    - Senhores Newton e Einstein, onde ficam os foguetes da Lua?

    P.S.:
    Não deixem os planistas ficarem sabendo disso :D !
     
  10. H400

    H400 Usuário


    Desde 13 Mar 2017
    Porto Alegre
    Pra mim a Lua é um satélite artificial, devido as provas como a anomalia lunar e o fato absurdo da Lua estar sempre c/a mesma face voltada p/a Terra, o q evidencia a presença escancarada de motores p/fazer estas manobras durante os 28 dias do ciclo lunar.
     
    Última edição: 19 Jan 2020
    • 1
  11. H400

    H400 Usuário


    Desde 13 Mar 2017
    Porto Alegre
    Um video melhor do q os muitos q vi sobre Tesla e os números mestres descobertos pelo gênio austríaco.
     
  12. Rodriguezz

    Rodriguezz Turn On, Tune Up, Rock Out!


    Desde 20 Jan 2006
    Rio
    Por que o Brasil – e o mundo – querem um pedaço da Antártida?

     
  13. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    7.435 2.657 816

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Aquecimento Global, estabilidade climática, imensas reservas de petróleo...

    Zzzzzz :sono::sono::sono: ....
     
  14. J냃åz

    J냃åz Sunbird


    Desde 4 Jan 2008
    Natal/RN
    Você pode fazer esta pesquisa no Google - Por que a Lua não cai na Terra - e terá uma série de respostas satisfatórias, incluindo o link abaixo:

    http://g1.globo.com/Noticias/Vestib...SAIBA+PORQUE+A+LUA+NAO+CAI+SOBRE+A+TERRA.html

    Dica: tem a ver com a gravitação de Newton.

    Uma outra pesquisa, desta vez em inglês - Why do Earth satellites stay up - lhe levará ao link abaixo, de um artigo científico a respeito:

    http://arxiv.org/abs/1309.5244v1

    Que lhe dá dicas de porque os satélites também ficam lá por cima.
     
    • 4
  15. sandmantj

    sandmantj Usuário


    Desde 18 Dez 2006
    Rio de Janeiro/RJ/Brasil

    apoiador do modelo da ciencia ofical detected ....;););););)
     
  16. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    7.435 2.657 816

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    O que seria do azul se todos gostassem somente do vermelho :D?
     
  17. Jonas Negreiros

    Jonas Negreiros Usuário

    7.435 2.657 816

    Desde 2 Nov 2008
    jundiaí/sp/brasil
    Deem uma olhada nessa trilha:

    O paradoxo dos foguetes

    http://fisica2100.forumeiros.com/t1876-o-paradoxo-dos-foguetes

    De novo, não deixem os planistas saberem disso :D !
     
  18. H400

    H400 Usuário


    Desde 13 Mar 2017
    Porto Alegre
    +1
     
  19. J냃åz

    J냃åz Sunbird


    Desde 4 Jan 2008
    Natal/RN
    A prova da dilatação temporal e contração espacial da relatividade especial, através da detecção de múons.

    Múons são partículas carregadas provenientes de raios cósmicos, e também são produzidos por aceleradores de partículas aqui na Terra.

     
    • 1
  20. Marco Araujo

    Marco Araujo À sombra do pinheiro


    Desde 3 Ago 2004
    São Paulo/SP
    • 1
  1. Usamos cookies próprios e de terceiros para dar um melhor serviço e mostrar publicidade. Ao continuar, aceita o seu uso.
    Fechar Aviso