Clube do Blues

Discussão em 'Música e Shows' iniciada por mermao, 7 Jun 2007.

  1. Paulo5832

    Paulo5832 Usuário Ativo


    Desde 27 Jul 2010
    porto alegre
  2. GUSTAVO78

    GUSTAVO78 Usuário Ativo


    Desde 14 Out 2005
    FLORIANÓPOLIS/SC
    Esse não é bom.... É bom demais!
     
    Paulo5832 e Nilton.P agradeceram.
  3. Rodrigues

    Rodrigues Turn On, Tune Up, Rock Out!

    27.143 34.646 123

    Desde 20 Jan 2006
    Rio
    quebrando tudo :aplauso: :aplauso: :aplauso:

    MUDDY WATERS, JOHNNY WINTER & JAMES COTTON | breakin' it up breakin' it down

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  4. Rodrigues

    Rodrigues Turn On, Tune Up, Rock Out!

    27.143 34.646 123

    Desde 20 Jan 2006
    Rio
    RORY GALLAGHER | a blue day for the blues

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    Última edição: 15 Set 2017
  5. Rodrigues

    Rodrigues Turn On, Tune Up, Rock Out!

    27.143 34.646 123

    Desde 20 Jan 2006
    Rio
     
    Paulo5832 e Alex D. agradeceram.
  6. Nilton.P

    Nilton.P Usuário Muito Ativo


    Desde 15 Jan 2003
    Indaiatuba - SP
    Só fera aqui ! Harp Attack :aplauso::aplauso::aplauso:

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  7. SILVERLEMON

    SILVERLEMON Rock & Blues - Paz & Amor

    2.020 3.397 363

    Desde 13 Set 2005
    Teresopolis/RJ/Brasil
    Robben Ford & Blue Line
    :aplauso::aplauso::aplauso:

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    Alex D., GuZZ e Rodrigues agradeceram.
  8. Rodrigues

    Rodrigues Turn On, Tune Up, Rock Out!

    27.143 34.646 123

    Desde 20 Jan 2006
    Rio

    Ótimo disco, com boas pitadas de jazz, também (y)
     
    SILVERLEMON agradeceu.
  9. fjazzlover

    fjazzlover Usuário Ativo

    522 159 43

    Desde 1 Set 2009
    são paulo
    O novo do Van Morrison é cheio de blues. Excelente álbum!

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  10. Rodrigues

    Rodrigues Turn On, Tune Up, Rock Out!

    27.143 34.646 123

    Desde 20 Jan 2006
    Rio
    R.L. BURNSIDE | too bad jim

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    Alex D. e fjazzlover agradeceram.
  11. Rodrigues

    Rodrigues Turn On, Tune Up, Rock Out!

    27.143 34.646 123

    Desde 20 Jan 2006
    Rio
    Prince no blues com Jonny Lang... ops Jonny amarelou :p

     
    Alex D. agradeceu.
  12. SILVERLEMON

    SILVERLEMON Rock & Blues - Paz & Amor

    2.020 3.397 363

    Desde 13 Set 2005
    Teresopolis/RJ/Brasil
    BLUES ETÍLICOS, O PRIMEIRÃO, SUPER BEM PRODUZIDO PELO MEU GRANDE AMIGO RENATO ARIAS, EX-PROPRIETÁRIO DA 'SATISFACTION DISCOS' EM COPACABANA, ONDE COMPREI GRANDE PARTE DO MEU ACERVO (y) E TAMBÉM O SAN-HO-ZAY (y)

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  13. RAULNETO

    RAULNETO Usuário Muito Ativo

    Excelente dica! Músico e música!
     
    Rodrigues agradeceu.
  14. Bernardi

    Bernardi Usuário Muito Ativo


    Desde 3 Fev 2006
    curitiba/parana/brasil
    dois put@ discos :aplauso:

    vi o blues etílicos tocar no aeoanta aqui em ctba no ano do lançamento do água mineral, foi triste ver que fora eu e dois amigos, só tinha mais uma meia duzia de pessoas realmente ali para curtir blues. :(
     
    LUCAZ e SILVERLEMON agradeceram.
  15. RAULNETO

    RAULNETO Usuário Muito Ativo

    Olá, galera. Sou apaixonado por blues há pelo menos uns vinte anos. Gosto de praticamente tudo relacionado ao gênero, dos clássicos aos modernos.

    Entre a galera do blues elétrico, vertente mais moderna, me amarro demais em John Mayall, o pai/avô do blues britânico.

    Meu álbum "de cabeceira":

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    Alex D., Rodrigues e SILVERLEMON agradeceram.
  16. SILVERLEMON

    SILVERLEMON Rock & Blues - Paz & Amor

    2.020 3.397 363

    Desde 13 Set 2005
    Teresopolis/RJ/Brasil
    Maravilhoso sob todos os aspectos, gravação excelente, "ao vivo" mesmo, em Faculdades Americanas, também é um disco de cabeceira, aliás este disco foi o que me fez apreciar os "metais" nas músicas, sejam Blues, Rock ou Jazz, realmente maravilhoso, tenho em CD e Vinyl e recomendo fortemente a quem não conhece. (y):aplauso::aplauso::aplauso:
     
    LUCAZ e RAULNETO agradeceram.
  17. RAULNETO

    RAULNETO Usuário Muito Ativo

    Verdade, amigo. Concordo com tudo que vc disse. A liberdade de expressão dos músicos e a criatividade parece que não teve limites. É de uma naturalidade e espontaneidade sem precedentes.

    Outro, agora mais recente, que considero uma obra definitiva e fundamental (em BD e DVD):

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  18. RAULNETO

    RAULNETO Usuário Muito Ativo

    Falando nisso, saiu o último do MESTRE. 84 anos de idade e ainda vertendo blues pelos poros:

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    SILVERLEMON, Alex D. e Rodrigues agradeceram.
  19. RAULNETO

    RAULNETO Usuário Muito Ativo

    Resenha sobre o álbum (tradução google):

    Reveja
    Uma aula de mestrado em blues contemporâneos, completada com uma ajuda de inteligência lírica da marca Mayall e até mesmo uma aparição convidada por Joe Walsh. - Revista Popular

    John Mayall avalia novamente com falar sobre isso

    Por Barry Kerzner

    John Mayall tem agora 83 anos e não mostra sinais de desaceleração. Seu último álbum, Talk About That, em Quarenta abaixo dos registros é ao mesmo tempo clássico Mayall, e muito mais.
    Nesta fase, Mayall não tem mais nada para provar a ninguém. Ele ainda é relevante e de fato triunfante porque ele não parou de empurrar seus próprios limites, e ele nunca parou de explorar e expandir seu vocabulário musical. Que ele não está no Rock and Roll Hall of Fame é quase criminoso.
    Talk About That's Mayall's 66th album. Nesta jornada ele toca teclados, gaita e violão, além de servir seus estilos vocais familiares. Ele é acompanhado por Rocky Athas na guitarra, Greg Rzab no baixo e Jay Davenport na bateria. Os filhotes são mais apertados do que os Assassinos ao longo. As 11 faixas contêm oito originais e três capas. Produção e mistura aqui são eficazes em mostrar realmente as camadas de instrumentação, especialmente quando os chifres caem para uma visita. A qualidade do som também é estelar.
    Em nossa opinião, esta é a melhor música que Mayall estabeleceu nos anos. Fale sobre isso é emocionante, variado e satisfatório, e será visto como um trabalho de marco, da mesma forma que o Wake Up Call de 1993 e o 70th Birthday Concert de 2003.
    Há muito para amar neste álbum, é difícil saber por onde começar. Nós temos a renderização inspiradora do clássico Goin 'Away Baby, com uma sensação atualizada que sugere um chapéu para o original, mas ah como a banda se estende e joga aqui. Há um convidado Joe Walsh trazendo seu batedor de danças bluesy e mordendo na frente em The Devil Must Be Rir, e bom trabalho em Cards On The Table também.
    O back-beat da banda é robusto e sólido durante todo o tempo; não vacilar. É a base sobre a qual esta obra-prima é construída. Greg Rzab on bass lembra o trabalho melódico de James Jameson dos Funk Brothers. Sua integração com Jay Davenport na bateria está além ... bem, muito além. Rocky Athas no violão é um sopro de ar fresco. Ele emociona, ele se excita, ele seduz, ele acalma, e ele nos toca. O que mais alguém poderia pedir a uma banda?
    Nós nos sentamos lá, completamente perdidos em Eu não significava machucá-lo, e nós ficamos lá. Don t Deny Me, com seu delicioso sabor Stax foi profundamente gratificante. Blue Midnight é jazzy, ventoso, e coloca um grande sorriso no nosso rosto.
    Se por algum motivo incompreensível, os fãs não aprovaram uma cópia de Talk About That que eles próprios, o que você está esperando? - Cena americana de blues

    Uma nova obra-prima de um homem que fez obras-primas por décadas. O lendário John Mayall, agora aos 83 anos, está entregando seu blues sincero com tanto fogo como sempre. A sua é uma banda poderosa, que começa e termina com a grande solidez do baterista Jay Davenport, que estabelece uma base de muita alma e condução para cada uma dessas músicas, tão nítida quanto funky. Além disso, conseguimos Mayall gritar às vezes com órgão de Hammond, às vezes armônica, às vezes guitarra. Rocky Athas joga guitarra de ponta e ritmo, com Greg Rzab está no baixo. O amável Joe Walsh empresta um violão de ponta na grande música The Devil Must Be Rir, combinando a intensidade de Mayall s Hammond e voces exorbitantes. A coisa toda é como uma lição inestimável de ritmo e blues, ouvindo os grandes sulcos propulsivos que esta banda oferece para que o bluesman se acenda.
    It's Hard Going Up vive naquele grande estilo de Mose Allison de sabedoria caprichosa e cautelosa casada com um blues carregado, abrindo a porta para grandes lições de vida: é difícil subir, ele canta, mas duas vezes mais difícil. Resumindo como um clássico moderno é Blue Midnight, uma incitativa bluesy suave que combina com um solo de guitarra perfeito de Mayall, toda paixão e alma elétrica, com um solo de teclado Funky Mayall. Sim. Mayall sa homem de multidões musicais ainda queima em sua nona década com o blues dos tempos. Enquanto inúmeras estrelas do rock que surgiram há muito tempo queimaram ou desapareceram há muito tempo, ele ainda está fazendo isso, ainda vivendo e cantando no coração incendiário do blues.

    -American Songwriter Magazine de Paul Zollo - American Songwriter Magazine
     
    SILVERLEMON e Rodrigues agradeceram.
  20. Alex D.

    Alex D. mralfh

    8.715 18.901 113

    Desde 16 Mar 2009
    Tanganmandapio