Clube Dynaudio

Discussão em 'Caixas Acústicas e Subwoofers' iniciada por Desotti, 29 Jun 2005.

  1. Lemusachi

    Lemusachi lemusachi


    Desde 22 Jul 2015
    São Bernardo
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    Adoro moto...
    Por 1 ano, em 2007 eu tive uma Kawasaki Ninja ZX 6rr 2005...
    Muito bacana, porém, perigoso..
    Caí e também fui roubado....ai eu a recuperei e em seguida vendi..
    Valeu muito a pena, foi um sonho realizado....
    Ahh, já ia me esquecendo de mencionar a S 1000 rr logo ali...moto maravilhosa, porém perdeu aquela característica da bolha com os faróis diferentes...mas sei que em vários aspectos ela melhorou muito!!!
     


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  2. Guilherme66

    Guilherme66 Senna always.


    Desde 16 Nov 2005
    Rio de Janeiro
    Realmente motocicleta tem q ficar esperto. Graças a Deus nunca fui roubado, mas tive dois pequenos tombos quando era garoto.
    Tem que ter seguro e pilotar defensivamente. De resto é relaxar e aproveitar as estradas.
    Melhor terapia pra tirar o stress e conhecer gente e cidades novas.
     
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  3. ricardoos

    ricardoos Usuário


    Desde 5 Jul 2013
    vitoria es brasil
    IMG-20200323-WA0014.jpg IMG-20190414-WA0035.jpg

    Eu tive moto desde dos 15. Primeiro um CG125, depois, ML125 e depois recebi um fundo de garantia e peguei uma DX 450 89. Tinha 19 anos e com ela custiei minha vinda para America, aqui a temporada e muito curta e acabei me desviando para carro. Mas nao ha nada igual a liberdade que as motocicletas proporcionam. Como ja pesco e tenho o som nao ha mais didim para outro hobie. Adoro velocidade. Relei muita padaleira pelos asfalhos do Brasil, infelizmente perdi muitos amigos para moto e carro. Tenho um amigo de infancia que cresceu nos negocios de lavar carros e hoje ele tem umas maquinas, d vez enquando ele da o ar da graca de deixar a gente dar uma voltinha. Ano passado ele tava com uma 488, ja trocou por uma Lamborghini huracan.
     
    Última edição: 1 Jun 2020
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  4. Guilherme66

    Guilherme66 Senna always.


    Desde 16 Nov 2005
    Rio de Janeiro
    Alguém sabe me responder se o Accuphase E-800 será vendido no Brasil ?
     
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  5. Lemusachi

    Lemusachi lemusachi


    Desde 22 Jul 2015
    São Bernardo
    E-600 já é um monstro, imagine o E-800??:what:
     
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  6. SandroPOA

    SandroPOA Já está a tocar!

    4.275 1.322 626

    Desde 24 Ago 2010
    Portugal
    O E-600 fui substituído pelo E-650. Qualquer um deles devem ser aparelhos fantásticos!
    Muita vontade de conhecer os Accuphase, principalmente essa linha Class A.
     
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  7. Guilherme66

    Guilherme66 Senna always.


    Desde 16 Nov 2005
    Rio de Janeiro
    Eu também, Sandro !

    Em breve o E-650 deve ser atualizado. O E-800 nasceu em 2019 custando bem mais caro e pesado q o E-650. Não considero uma "atualização", e sim um integrado tanque de guerra pra “brigar” com Diablo 300, Dart 8550, Mark Levinson 585, etc


    Apenas curiosidade...

    2002- E-530
    2005- E-550
    2009- E-560
    2013- E-600
    2017- E-650
    2019 -E-800
     
    Última edição: 2 Jun 2020
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  8. Eduardo Thadeu

    Eduardo Thadeu Usuário

    2.430 1.367 493

    Desde 4 Dez 2011
    Rio de Janeiro
    Guilherme, bons tempos aquele em que a galera daqui do fórum se reunia. Ainda tenho contato com o Thassio (que já veio aqui em casa algumas vezes e fui na casa dele tbm), o Sérgio Santos, o Alírio e os outros sumiram. Acho que não tem número suficiente no Rio para organizar outro encontro. A Parmê do Largo do Machado informou que após a pandemia, não vai mais abrir as portas, não suportou a crise. De repente quem sabe, outro encontro aí na Barra mesmo. Estou sempre por aí, só não vou morar, pois a esposa não quer, não sai da Zona Sul de jeito algum.
     
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  9. Xavier Fr

    Xavier Fr Usuário


    Desde 18 Mai 2017
    Brasília
    Alguém aqui usa Focal ou Dynaudio com um integrado Luxman?
    Meu amp é o Luxman 590AX (Class A 30W), minhas caixas são B&W CM6 S2, quero dar um UP nas caixas... minha sala tem 30 m2.
     
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  10. Guilherme66

    Guilherme66 Senna always.


    Desde 16 Nov 2005
    Rio de Janeiro
    Tempo bom mesmo. Uma pena o pessoal ter sumido. Mantenho contato com o Red, Mauro e Amador. Em Sampa tenho vários amigos em comum.
     
    Última edição: 2 Jun 2020
  11. Delta.40

    Delta.40 Usuário

    3.845 3.064 656

    Desde 2 Mar 2011
    Brasil

    Olha, ouvi um luxman classe A, n sei o modelo, com as contour 20 e não gostei do resultado.
    Na mesma audição testamos com o accuphase E600 e foi muito um casamento muito melhor.
    Eram 4 hobbistas, as impressões foram as mesmas.

    O proprietário acabou vendendo o Luxman e pegou um Nuvista 800.
     
    Última edição: 2 Jun 2020
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  12. Xavier Fr

    Xavier Fr Usuário


    Desde 18 Mai 2017
    Brasília
    Muito obrigado pelo retorno !
    Talvez seja eu o novo proprietário desse Luxman ;)
     
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  13. Batman-X

    Batman-X Usuário


    Desde 29 Jan 2006
    Morrinhos-GO
    Quem comanda a Dynaudio são chineses. Vc nem viu o link da reportagem que foi postado aqui? Já tem um tempo isso. Desde o lançamento das novas Contour e Emit. Para mim tanto faz. O que interessa é a qualidade do produto. E isso eles não fizeram feio. Tanto é que as Contour 2G(e agora as recém lançadas 3G), Emit, Evoke, 40s, New Confidence são só elogios. E o bom é que nem subiram muito de preço em relação as antigas caixas que são nitidamente inferiores as novas.

    E a nova sala(Jupiter)de testes deles foi projetada depois que esses Chineses chegaram por lá.
     
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  14. JuniorDoleys

    JuniorDoleys Luz, Calor e Som


    Desde 7 Abr 2011
    Charqueadas/RS
    ELÉTRICA:
    Decidi começar a empreitada da elétrica pelo sistema de aterramento. Idealmente o primeiro passo seria medir a resistividade do solo (ohms/metro) pra cálculo da quantidade de hastes conforme a altura e distanciamento das mesmas pela fórmula de Palmer jogando um valor desejado de resistência de aterramento. Porém como a residência é alugada resolvi colocar 5 hastes, no escuro, e medir, ao término como o terrômetro. O método de acender uma lâmpada ligando a fase ao terra, pelo que li e até verifiquei em videos, é falho pra comprovar a eficiência do aterramento. Pra exemplificar podemos ir a uma área externa, ligar a fase e levar o neutro ao solo: provavelmente a luz acenderá com boa luminosidade, sem aterramento algum!
    Hoje saí pra comprar os materiais.... e.... não existe haste normalizada na cidade ! Todos vendem a dita haste "comercial". A haste normalizada vem com ambas as extremidades torneadas em aço exposto, além de inscrição em baixo relevo "254 NBR 13571" no corpo, que informa a espessura do cobre que protege o aço. Tem loja que a vendedora até me disse que era cobre maciço, eu só falei, respeitosamente, "creio que não". Outra loja o rapaz estranhou quando pedi cobre nu 50mm2 pra interligar subterraneamente e diretamente com o solo (sem eletrodutos) as hastes, formando assim, o conjunto todo de 5 hastes e cabo 50mm2, denominado "eletrodo de aterramento". Ele disse que colocou de 16mm2, sendo que esse valor pode ser estipulado pra outra secção do sistema. Enfim, confirmei o que já desconfiava, porém afirmo até mais: dos sistemas de proteção de aterramento muitos por aí nem devem cumprir sua função, o que a meu ver pode ser até pior que não ter aterramento, pois ao não ter o usuário pode tomar algum cuidado extra ao manipular carcaças, etc...

    Por fim acho que todos sabem que a resistividade do sistema tende diminuir bem com o acréscimo das primeiras hastes e vai caindo a melhoria paulatinamente.
    Exemplo:
    Se com uma haste meço 500 ohms agregando uma segunda multiplico esse valor por 0,56 = 280 ohms, ou seja uma bela melhoria...
    com 3 hastes multiplicaria por 0,40 = 200 ohms. Então notem que da segunda haste pra terceira houve uma redução menor, mesmo assim ainda significativa. Quarta haste fator multiplicativo 0,32 = 160 ohms, quinta 0,26 x 500 ohms = 130 ohms e... continuaria sexta = 0,23, sétima haste 0,20, oitava 0,18, etc...
    Primeiro desafio então é conseguir os materiais normalizados, que asseguram uma durabilidade e confiança maior conforme a NBR 5410 e outras.
     
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  15. JuniorDoleys

    JuniorDoleys Luz, Calor e Som


    Desde 7 Abr 2011
    Charqueadas/RS
    Accuphase sendo Accuphase
     
  16. Redcruz

    Redcruz Usuário


    Desde 11 Dez 2008
    Mesquita
    Com todo respeito ao amigo, isso parece mais ''conversa de audiófilo'' querendo justificar falta de aterramento no sistema!!

    Há uns anos atrás quando se falava muito sobre aterramento, muitos usuários vinham com essa conversa de que era melhor não ter aterramento do que ter. Estranhei de cara, depois comecei a perceber que se tratava de pessoas que não tinham como fazer aterramento em suas casas ou apartamentos. Então, para não perderem a pose, os caras tentavam minimizar a importância do aterramento.

    Claro que se puder fazer um aterramento exemplar, melhor. Mas na impossibilidade, deve fazer o que de melhor puder arranjar, pois ainda que não tenha 100% de eficiência, qualquer porcentagem menor do que esta já vai ajudar em algo, ou em muita coisa. Dificilmente a eficiência vai ser nula, a não ser que resolva fazer o aterramento usando uma haste embutida na parede. o_O
     
  17. JuniorDoleys

    JuniorDoleys Luz, Calor e Som


    Desde 7 Abr 2011
    Charqueadas/RS
    @Redcruz@Redcruz não é conversa, porque terei aterramento com 5 hastes de 2,4m e bem espaçadas. Se você tem algo que não funciona é pior porque teve gasto com algo que não é efetivo, não cumpre a contento sua função, é uma falsa proteção, falo em questões elétricas gerais, não audiofilia somente. 20200601_212838.jpg

    Seria como ter um Airbag que ao ser exigido não dá a devida resposta, não abre, ou seja, o aterramento que não consegue escoar a corrente devido a resistência alta, não cumpre sua função.
     
    Última edição: 2 Jun 2020
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  18. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Red, na verdade acho que essa tendência de dizer que é melhor não ter aterramento do que ter um aterramento ineficiente veio dos ensinamentos do Jorge Knirsch, que já há muitos anos defendia entendimento neste sentido, conforme se pode observar de um de seus textos: https://www.byknirsch.com.br/artigos-11-07-audionews47.shtml. Mas, é fato que pouca gente sabe explicar o porquê...
     
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  19. Redcruz

    Redcruz Usuário


    Desde 11 Dez 2008
    Mesquita
    Sim, concordo em parte, pois com uma ou mais hastes fincadas da terra, dificilmente a resistência vai ser alta o suficiente para impedir o escoamento de cargas espúrias. Quando sentimos aquele choquezinho ao encostar nas carcaças dos equipamentos é porque a energia passa através do corpo para o piso. Imagina se não seria melhor conduzida por fio de cobre até uma ou mais hastes fincadas na terra!?!?
    O aterramento para chegar ao ponto de ser ruim só se for com haste embutida na parede.

    Tem que tomar cuidado com ''conversa de audiófilo'', os caras as vezes contrariam até a doutrina. :D
     
    Última edição: 2 Jun 2020
  20. reynaldohm

    reynaldohm Senior User


    Desde 29 Out 2008
    Blumenau/SC/Brasil
    Problemas de aterramento, uma ajuda.

    8 - IMPLICAÇÕES DE UM MAU ATERRAMENTO
    Ao contrário do que muitos pensam , os problemas que um aterramento deficiente pode causar não se limitam apenas aos aspectos de segurança . É bem verdade que os principais efeitos de uma máquina mal aterrada são choques elétricos ao operador , e resposta lenta (ou ausente) dos sistemas de proteção (fusíveis, disjuntores , etc...). Mas outros problemas operacionais podem ter origem no aterramento deficiente. Abaixo segue uma pequena lista do que já observamos em campo. Caso alguém se identifique com algum desses problemas, e ainda não checou seu aterramento, está aí a dica:

    - Quebra de comunicação entre máquina e PC ( CPL, CNC, etc... ) em modo on-line . Principalmente se o protocolo de comunicação for RS 232.
    - Excesso de EMI gerado ( interferências eletromagnéticas ) . - Aquecimento anormal das etapas de potência ( inversores, conversores, etc... ) , e motorização.
    - Em caso de computadores pessoais, funcionamento irregular com constantes “travamentos”.
    - Falhas intermitentes, que não seguem um padrão.
    - Queima de CI’s ou placas eletrônicas sem razão aparente , mesmo sendo elas novas e confiáveis.
    - Para equipamentos com monitores de vídeo, interferências na imagem e ondulações podem ocorrer.

    https://www.feis.unesp.br/Home/departamentos/engenhariaeletrica/iei_aterramento-eletrico.pdf
     

    Anexos:

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