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Clube Mark Levinson

Discussão em 'Amplificadores, Prés e Integrados' iniciada por Nascimento, 3 Jan 2007.

  1. ÉdisonCh

    ÉdisonCh Usuário


    Desde 1 Dez 2005
    Araras/SP/BR
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    Eu também.

    E com um par das Opera Lírica Caruso.

    Quem sabe ?

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  2. ÉdisonCh

    ÉdisonCh Usuário


    Desde 1 Dez 2005
    Araras/SP/BR
  3. Tb acredito nisso! Por isso gostaria de conhecer a opinião dos colegas.

    Então, Pedro, essa que é a questão. Há uns poucos anos atrás tivemos um boom de produtos Classe D. Creio que tenha sido uma "chuva de verão com granizos" que causou estragos em lançar produtos sem o devido desenvolvimento necessário.
    Hoje eu acho que as companhias tem condições e tempo pra fazê-los.

    Eu nunca escutei um ML, mas eu gostaria muito. Entendo tb que não podemos crucificar uma tecnologia porque alguns não fizeram o "trabalho de casa".
    Minha pergunta, justamente neste tópico da ML, foi pensando assim: "Se a Mark Levinson, empresa conceituada de renome internacional, optou por desenvolver seu principal produto numa topologia Classe D, então creio que tal topologia tenha capacidade, futuro e os resultados podem ser ótimos".
    Vc não acha?
     
  4. Engraçado, que ele respondeu dos prés e não falou nada das caixas. :lol:
     
  5. Essas Caruso tem um design diferenciado. Imagina o tamanho da sala pra comporatrem as bichinhas?
    (y)
     
  6. Pedro .

    Pedro . Ψ The Pneumatic Metal God Ψ


    Desde 2 Mai 2003
    Desert Plains
    Olá Dan,

    Como voce disse "Hoje eu acho que as companhias tem condições e tempo pra fazê-los" acho possivel que essa tecnologia melhore, e alem disso os custos fiquem menores, pois como disse, escutei dois amps Hiend entrylevel que foram Krell KAV2250 e Jeff Rowland Model 201 Classe D, e preferi muito mais o primeiro, que apresentou ser menos frio, analitico e com capacidade muito MAIOR de empurrar as caixas que o segundo, que custando USD1 ou 2K a mais decepcionou. Creio que nesta comparacao nao deva ter sido tanto o gosto pessoal (y)
     
  7. ÉdisonCh

    ÉdisonCh Usuário


    Desde 1 Dez 2005
    Araras/SP/BR
    Erik,

    Faltava muito pouco para as Opera Tebaldi serem perfeitas.

    Se a diferença estiver nessas Opera Lirica Caruso, tenho que mudar o meu referencial.

    Não pretendo mudar nem o pré, nem o power, nem as caixas, nem os cabos. Quem veio aqui recentemente saberá te dizer porque. Porque eles estão tocando o que podem tocar, muito acima de certos setups que custam mais, e de acordo com setups do mesmo nível quando bem montados. Simplesmente porque os detalhes foram muito bem pesquisados.

    Já pensou se eu mudar de pré ? Vai começar tudo de novo.

    Agora, se pintar uma "grana louca e inesperada", construo uma sala dedicada e vou para as Opera e amplificação Accuphase ou Mark Levinson. Pode escrever aí :)feliz:).

    Mas estou muito satisfeito com o que consegui.
     
  8. Acho que o Édison está fazendo uma fézinha na Mega-sena e deixando os filhos passarem fome. :D
    Brincadeira...
    Ainda bem que vc está satisfeito e isso sim é o que importa.(y)
     
  9. Acho que não! Vc é um cara a quem eu confiaria um interessante embate entre 3 monstros:
    - Mark Levinson 53H: US$50k/par
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    - Krell Evolution 600: US$ 30k/par
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    - mbl Reference 9007 monobloco: US$28k/par
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  10. Pedro .

    Pedro . Ψ The Pneumatic Metal God Ψ


    Desde 2 Mai 2003
    Desert Plains
    No caso Model 201 x KAV2250 eu achei que o Jeff que custava mais, nao valia tudo aquilo que estava tocando, por isso disse que nao era apenas gosto pessoal ;)

    Agora na comparacao EVO 600 x 53H tem que ouvir para analisar o custoxbeneficio e gosto pessoal (y)
     
  11. Luiz Hallei

    Luiz Hallei Usuário


    Desde 14 Abr 2006
    BRASIL
  12. ÉdisonCh

    ÉdisonCh Usuário


    Desde 1 Dez 2005
    Araras/SP/BR
    Lá fora 28.000,00 euros.

    Aqui, deve chegar por uns US$ 40 K no mínimo.

    No teste os caras colocaram 8 powers parrudos para tocá-la, 4 por canal. Prés, powers e players (MCD 1000 + MDA 1000) da McIntosh e da Unison Research. Ou seja, um conjuntinho de centenhas de milhares de euros.

    Até sonhar - assim - fica difícil.

    (y)
     
  13. Pedrão,
    Ontem, estava re-lendo a análise da CAVI sobre o meu Cary CAI e me fizeran lembrar que além de utilizar a topologia Classe D, tb utiliza o mesmo ICEPower que a Jeff Rowland utiliza pros Model 102, 201 e 501. Nunca escutei um Jeff Rowland, mas posso falar do meu AI. Gosto muito da sonoridade dele, com dinâmica muito boa e médios-graves secos e definidos, nada de borrados. Não tenho muito como avaliar os graves e sub-graves (principalmente para o bumbo da bateria), pois as minhas caixas me limitam. Mas a sonoridade é muitíssimo adequada pra um heavy-metal do bom, principalmente para as gravações ao-vivo que mais gosto.
    No caso do meu AI, entendo que foi um bom projeto e está quase me danda a satisfação plena, exceto pelos graves, que nem é culpa dele.
    Tomando como base meu AI e a Mark-Levinson "apostando várias fichas" nesta topologia Classe D, eu creio que tem tudo pra dar certo.
    Depois que a Mark Levinson desenvolver seu projeto, quem sabe outros fabricantes não se "inspiram" em seus projetos e teremos uma safra de equipamentos ótimos, a um custo acessível.
    Assim espero.
    (y)
     
  14. ÉdisonCh

    ÉdisonCh Usuário


    Desde 1 Dez 2005
    Araras/SP/BR
    Erik,

    Acho que o que está submerso sob a explanação educada do Pedro é a relação preço/desempenho. Pois nesses aparelhos classe "D" ela ainda é um pouco salgada.

    Veja da própria comparação do 53H com o 33H.

    Talvez, no momento, a melhor estratégia seja esperar para ver.

    Quanto à loteria, não ganhei :choro: . Mas também, não joguei.
     
  15. Édison,
    creio que o preço hoje ainda pode ser um pouco salgado, mas com o desenvolvimento adequado poderá se tornar mais barato que os Classe A, AB, etc..
    Trata-se de uma topologia nova, mas com tudo pra dar certo.

    No caso da Mark Levinson, eu entendo diferente. Podem ter ido para a topologia Classe D, por ter um desempenho a mais a ser explorado, além daqueles aonde já chegaram.
    Por isso, o preço é salgado.:aff:


    Pedro,
    me desculpe se não fui educado na nossa saudável discussão.:brinde:
     
  16. Pedro .

    Pedro . Ψ The Pneumatic Metal God Ψ


    Desde 2 Mai 2003
    Desert Plains
    Imagina Erik, pode ficar a vontade. Eu nem percebi nada de errado :D (y)
     
  17. ÉdisonCh

    ÉdisonCh Usuário


    Desde 1 Dez 2005
    Araras/SP/BR
    Também não percebi nada de errado com tua explanação.

    E concordo contigo. A tendência é toda essa tecnologia digital integrada e a preços bem menores.

    Já pensaram em um aparelho único, sem perdas na leitura e processamento digital, com vários Terabites de memória flash, com tecnologia Blue Ray ou equivalente, ou seja, de baxíssima compressão, e com 500 Rms por canal, tudo em um único aparelho do tamanho de um atual receiver, ou de um Emmitter II ?

    Espero que eu ainda esteja vivo e escutando bem :rofl::rofl::rofl:.
     
  18. Luiz Hallei

    Luiz Hallei Usuário


    Desde 14 Abr 2006
    BRASIL
    O Emitter 2 e outros equipamentos grandes e pesados, feitos de vários módulos, na minha opinião, estão vivendo seu momento final.
    O futuro será slim(y)
     
  19. ÉdisonCh

    ÉdisonCh Usuário


    Desde 1 Dez 2005
    Araras/SP/BR
    Essa é a mesma opinião de meu filho, que trabalha no "ramo" do tratamento da informação.

    Mas eu acho que teremos ainda que manter por algum tempo componentes "analógicos" combinados aos digitais, ou seja, sistemas híbridos, para manter a qualidade necessária para o áudio.

    Esperar para ouvir.
     
  20. niko

    niko Um eterno aprendiz


    Desde 18 Jul 2005
    São Paulo/SP
    Talvez não. Pelo menos no High-end de referência, já que muita gente gosta de mostrar o grau de parrudez do seu equipamento.:lol:

    Mas talvez no futuro, a etapa de amplificação seja slim, porém os módulos de filtragem de energia talvez sejam o que vão pesar.
     
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