DARTZEEL- a nova maravilha da Audio Vídeo Magazine?

Discussão em 'Amplificadores, Prés e Integrados' iniciada por jofral1, 12 Jul 2010.

  1. jl audio f113

    jl audio f113 K7,O Som do Momento

    4.583 4.295 801

    Desde 25 Set 2010
    belo horizonte
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    O tópico mais bacana do Forum parou?Cadê a turma.
     


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  2. RD_Porichis

    RD_Porichis Usuário


    Desde 20 Jan 2006
    Belo Horizonte
    Olá jl,

    Enquanto se falou de Audio e darTZeel, o tópico era OTIMO.
    Depois que passou a ser só de criticas e defesas aos participantes, desandou.
    Espero que vol, pois estava legal mesmo.
    Abs.

    Ricardo
     
  3. RThomé

    RThomé EASY RIDER


    Desde 6 Jun 2003
    Ipanema/Rio de Janeiro
    Venho, a pedido, postar o seguinte esclarecimento do amigo Vlamir:

    “Roberto,

    Como vc sabe não participo deste fórum, pois fui convidado a me calar ou a me retirar.

    Em função de um novo integrante ter iniciado com tantos comentários sobre marcas que distribuimos, e ter recebido diversos telefonemas, decidi me pronunciar, como representante da Logical Design.

    1 - Não recomendamos uso 24/7 de nenhum aparelho, com exceção dos digitais. Um sistema bem ajustado não precisa do benefício deste procedimento, além de ser antiecológico e estar mais sujeito aos problemas da nossa energia.
    2 - Também não recomendamos discos de teste para amaciamento, pois o risco para os falantes não compensa. Guardando as devidas proporções seria como pegar um carro zero e colocar na pista de corrida para acelerar o amaciamento. A exceção seria uma emergência, um evento com uma data apertada, por exemplo.
    3 - Os aparelhos da DarTZeel não precisam de 700 horas de amaciamento. São produtos que já tocam bem saindo da embalagem e em 100 horas já exibem quase todo o potencial. Mais uma vez parece um sistema ainda não ajustado e sem folgas, para que estes mínimos detalhes tenham tanta importância.
    4 - Recomendamos sim, que o Pré da DarTZeel esteja em uma fase diferente do power, junto com o digital. Isto sim faz diferença e não custa nada. Existem outros macetes também não citados para ligação da eletrônica DarTZeel / Playback mas não cabe aqui comentar.
    5 - O uso de duas fases não é comum nos EUA ou na Europa, inclusive entre profissionais e articulistas. Em eventos como a CES, os sistemas recebem uma régua de computador, distribuída pelo evento. Ponto para o Brasil com a nossa elétrica dedicada bifásica, na grande maioria dos sistemas high end.
    6 - Ao contrário do que outro amigo falou, estaremos sim distribuindo as Evolution Acoustics no Brasil, cujo primeiro teste mundial da MMTree, foi feito aqui no Brasil em São Paulo e sai na edição de Março da Audio e Video Magazine.
    7 - Ao Dearing, seja bem vindo ao Brasil. [​IMG]

    Qualquer dúvida, podem me ligar à vontade.

    Grato,

    Vlamir Habib
    Diretor Geral
    21 86660000”
     
    • 1
  4. Dearing

    Dearing Usuário


    Desde 29 Nov 2011
    Belo Horizonte
    Não tenho observações sobre todos os comentários de Vlamir, mas para alguns, sim. Seguem:

    “1 - Não recomendamos uso 24/7 de nenhum aparelho, com exceção dos digitais. Um sistema bem ajustado não precisa do benefício deste procedimento, além de ser antiecológico e estar mais sujeito aos problemas da nossa energia.”

    Discordo com a afirmação “Um sistema bem ajustado não precisa do benefício deste procedimento” – é mais complicado do que isso. Para as razoes já explicadas nos meus postes, a qualidade do som beneficia muito de 24/7, e essa pratica também prolonga a vida dos aparelhos solid-state por que evita assim ciclos térmicos. Porem, como Vlamir escreveu, e como eu também escrevi no meus posts, a pergunta é mais complicada no Brasil onde a rede pode estar bem instável, e ele tem que lidar com qualquer produto vendido para ele que ficou danificado pela rede – respeito isso.

    Todavia, do ponto de visto do desempenho, não tem debate sobre uso 24/7. Mais uma vez, pensa bem o que esta atrás o que Hervé escreveu sobre uso 24/7 no manual do usuário do power darT. E olha o que fica nos manuais de usuário dos powers YBA e Naim (pesquisei durante 5 minutos – eu poderia achar muito mais exemplos):

    YBA:

    “WARM UP

    For best results, the amplifier should initially be broken in with 50 hours of play. A warm up of 4 hours is best whenever the unit has been switched off.

    It is preferable to leave your YBA amplifier permanently on. The power consumption is low and the sonic benefits are high."

    Fonte: http://www.yba.fr/uk/TEL_tele.php (manual do usuário “Passion 1000 Amplifier”, pagina 9).

    Naim:

    “3.3 Running In

    Naim equipment takes a considerable time to run in before it performs at its best. The duration varies, but under some conditions the sound may continue to improve for over a month. Better and more consistent performance will be achieved if the system is left switched on for long periods. It is worth remembering however that equipment left connected to the mains can be damaged by lightning.”

    Fonte: http://www.naimaudio.com/support/manuals (manual do usuário “NAP 500”, pagina E2, Secao 3.3 - Seleciona “Power Amp”, Modelo “NAP 500”, e “English”).

    Enfim, se V. tem um power darT ou integrado darT, experimente e volte para nos. Mesmo com sistema totalmente “mid-fi”, da para ouvir a diferencia. O pre darT e um pouco diferente - vai para "standby" quando a bateria esta sendo recarregada.

    Concordo plenamente com Vlamir que é especialmente importante deixar equipamentos digitais ligados 24/7 (se o ouvinte não quer ter cirurgia de audição).

    “2 - Também não recomendamos discos de teste para amaciamento, pois o risco para os falantes não compensa. Guardando as devidas proporções seria como pegar um carro zero e colocar na pista de corrida para acelerar o amaciamento. A exceção seria uma emergência, um evento com uma data apertada, por exemplo.”

    O Vlamir esta certo de se preocupar sobre amaciamento mal pensado – e ele que tem que lidar com “erros” –, mas com um pouco de inteligência, da para fazer sem risco e com resultado muito mais eficiente de que outra forma de queima. Fazemos assim nos EUA:

    Caixas: Uma vez que o power esta quente, coloque o disco de amaciamento num volume razoável – nada de muito alto. Olhe para verificar que o deslocamento (excursões) dos woofers não é extremo. Desligue o power e espere 15 minutos para os capacitores podem se descarregar. Coloque as 2 caixas cara à cara, separadas só de uns 2-3 cm. Reverta a polaridade de só uma caixa, colocando o “+” para o “-“, e vice-versa, com o cabo da caixa. Coloque o pre no “Mono” (para entregar exatamente o mesmo sinal para cada caixa – nos pres valvulados, não vai sempre funcionar a 100% por causa da variedade do desempenho das válvulas). Ligue o power e espere ate que ele voltar para quente. Por causa da diferença da polaridade entre as 2 caixas, o som vai “cancelar” quase 100%, ou seja, não vai ter som – sua mulher não vai te matar durante o período de queima. Faz 200 horas assim. Deslige e recoloque os cabos normalmente (polaridade certa nas 2 caixas). Aumente o volume. Veja o deslocamento dos woofers – podem fazer excursões maiores agora, mas nada extrema, ok? Mesmo caminho (cara à cara, reverta a polaridade, mono, etc.) e mais 200 horas. Etc., Etc. ate uns 500 horas. A maioria das caixas de alta qualidade precisam de 700+ horas de queima porque os autofalantes sao de alta qualidade e sao bem resistentes – precisam de muito queima para amaciar.

    Importante: Se V. utilizar o Stereophile Test CD3, façam Tracks 17 – 20 e programe para “repeat”. “Track 17” é “test tones” das notas graves, Track 18 é “test tones” das notas medias, e Track 19 é “test tones” das notas altas, e Track 20 e o track de amaciamento. Seguindo essa ordem, as autofalantes vão todas ter tempo para se descansar durante o processo.

    Com pres e CD Players novos, só tem que esperar que o equipamento chega na estabilidade térmica (ou seja, quente) antes de começar. Tracks 17-20 igual acima.

    Com powers novos, claro que tem que esperar que o power chegou na estabilidade térmica. Muito importante - não é inteligente empurrar bem fortemente as caixas. Comece devagar e nunca faz nada de muito alto. Tracks 17-20 igual acima.

    Se V. não utiliza um track de amaciamento, vai demorar MUITO para queimar. E comum comprar caixas usadas que tem 4-5 anos que não estão ainda queimadas. As suspenções dos woofers e ate partes do crossover podem demorar muito para queimar.

    “3 - Os aparelhos da DarTZeel não precisam de 700 horas de amaciamento. São produtos que já tocam bem saindo da embalagem e em 100 horas já exibem quase todo o potencial. Mais uma vez parece um sistema ainda não ajustado e sem folgas, para que estes mínimos detalhes tenham tanta importância.”

    O distribuidor de darTZeel nos EUA, que tem vendido centenas de componentes darTZeel faz 7+ anos, aconselha 750 horas e descreve em detalhes as mudanças que acontecem ao longo do processo de 750 horas. No “review” do power darTZeel pela “6Moons”, a revista on-line mais respeitada nos EUA, foi escrita:

    “Break-in

    The 108 needs break-in. Let me rephrase that. It requires a metric ton of break-in. My break-in procedure is very simple. Place product in the equipment chain, listen for a short time, leave it running and leave for days. Come back, listen and repeat the process until the sound stops changing. My unit was not new. It was a review sample forwarded from another industry reviewer. For this piece, it took 2.5 weeks of continuous playing in addition to whatever the previous reviewer had put on it to arrive at sonic stability. It would have been an unforgivable mistake to evaluate this amp before then.

    Some components reveal their true character right out of the box and offer incremental refinements over time. Other components change character. The darTZeel belongs to the latter group. The amp starts off sounding like a nice little tube amp - sweet, fairly dimensional, with a polite bottom end - nothing to get exited about. Soundstaging at that point is average for a high-end amp - good but not world class. A few hundred hours into the process? Zowie! The authority and majesty of the low end explodes out of nowhere. What started off polite ends up powerful. A previously slightly recessed soundstage now blooms out into the room. The amp transforms from "really nice" to "holy shit!" Let's get past the break-in debate nonsense of some who claim the amp does not change but it's actually the listener's growing familiarity and adjustment to the sound. No doubt about it, this amp changed big time. Listen to the opening drum whacks of Jennifer Warnes' Famous Blue Raincoat [Rock the House Records] out of the box and then thirty days later.” [Emfase adicionada].

    Fonte: http://www.6moons.com/audioreviews/dartzeel/108_2.html

    31 dias x 24 horas = 744 horas.

    Já fiquei sabendo de um ignorante no Brasil que vendeu um integrado darT depois de 30 horas de queima. Um crime assim nunca deveria acontecer novamente. 750 horas, amigos.

    “4 - Recomendamos sim, que o Pré da DarTZeel esteja em uma fase diferente do power, junto com o digital. Isto sim faz diferença e não custa nada. Existem outros macetes também não citados para ligação da eletrônica DarTZeel / Playback mas não cabe aqui comentar.”

    Cuidado com qualquer CD player ou processor digital que “barulho digital” não passa a traves o cabo de forca para poluir outros componentes. Com pre de darT, não deveria ter problema porque usa uma fonte de baterias, mas com outros equipamentos, um PS Audio Ultimate Outlet funciona para parar a transmissão desse tipo de barulho.

    “5 - O uso de duas fases não é comum nos EUA ou na Europa, inclusive entre profissionais e articulistas. Em eventos como a CES, os sistemas recebem uma régua de computador, distribuída pelo evento. Ponto para o Brasil com a nossa elétrica dedicada bifásica, na grande maioria dos sistemas high end.”

    “6 - Ao contrário do que outro amigo falou, estaremos sim distribuindo as Evolution Acoustics no Brasil, cujo primeiro teste mundial da MMTree [sic], foi feito aqui no Brasil em São Paulo e sai na edição de Março da Audio e Video Magazine.”

    A Evolution Acoustics MMThree é coisa fabulosa e inedita – o Brasil vai logo saber. Parabéns, Vlamir!

    7 - Ao Dearing, seja bem vindo ao Brasil. [​IMG]

    Obrigado, Vlamir.
     
  5. georgemg1

    georgemg1 Usuário


    Desde 6 Jun 2010
    fortaleza
    Em relação ao Dearing ( o real ) tenho minha dúvidas quanto o Dartzell ser o melhor que existe em SS, pois ouvi tocando com as Evolution acustics MMMinitwo tanto fita como Cd e de fato não só minha impressão mas de outro foi disparadamente melhor som de uma feira(e feiras são melhores que revistas) que vai de A a Z, mas em Lisboa ouvi o mesmo Dartzell com uma SF e não tocou bem não, bem a questão de sinergia é a primeira coisa a ser levantada, alem do resto cabos, fonte ... Ouvi os FM acoustics , os soulution, os vitus, spectral,tidal, gamut e muitos outros SS , um que gostei bastante foi o mono da accuphase tocando as gigantes Focal. Assim pode se até discutir topologia , clase A , AB, resposta de frequencia etc... mas este hobby é muito subjetivo no final das contas o melhor é uma palavra semelhante a hi end é fugaz e pessoal é totalmente transitoriedade, eu prefiro valvula e para mim um bom SET(ainda não cheguei la) e aqui mais do que o dartzeel a combinação é mais regrada para dar certo, bem tem outros que peferem OTL, SS, PP, classe D, e entendo como questão de sabor pessoal.
    Quanto a questão de 24h/7 dias, sinceramente não tenho coragem, se fosse standby como o pre que tenho ainda vai, o cdplayer que tenho o esoteric x01 d2, deixo horas ligado antes de escutar quando posso e de fato faz uma diferença enorme, mas o power valvulado basta 1 hora depois os acréscimos são muito pequenos, depende do aparelho é claro.
    Quanto a queima das caixas não ha duvida me foi recomendado esta tecnica ai que o Dearing colocou e deixar ligada uma semana, mas como passo o dia fora trabalhando, foi escutando mesmo que que amaciei bastava umas 200 a 300 horas, mas o esoteric não! o som era horrivel,e fiquei triste, e quase compro outro player, e ai lendo que alguns falavam em mais de 1000 horas de queima , isso mesmo mais de 1000 horas, me desesperei mandei email para quem sabe no mundo todo, e a resposta era a mesma, paciência e paciência, coloquei um power solid state no lugar do valvulado, e dexei uns 10 dias la tocando direto este disco ai em baixo, e so veio a melhora depois de muita escuta, e hoje toca muito, algumas fabrica ja queima os aparelhos antes de sair, fiquei pensando porque isto nao é a rotina?.
    Tinha colocado como caixa quase definitiva(nada o é) a evolution acustics MMtwo, estava esperando a representação no Brasil, pois olhando a curva de impedancia e sensibilidade seria possivel um valvulado arrastar, ainda não sei de experiencias por ai com SET(exceto a que sairá na revista) conversei com o dono mas não quis solicitar suas impressões pessoais nesta combinação, conversamos sobre os fantasticos maggiore. No entanto após escutar as Tidal contriva diacera mudei um pouco de ideia sobre uma caixa quase definitiva, realmente nada é definitivo, nenhum saber e nenhum sabor.

    [​IMG]

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  6. Dearing

    Dearing Usuário


    Desde 29 Nov 2011
    Belo Horizonte
    Caros todos,

    1) Algumas pessoas me fizeram perguntas sobre a solução que eu adotei em relação a elétrica da minha casa/sala. Vou responder e também falar de um novo produto que deveria ser muito interessante para audiofilos brasileiros.

    Na verdade, eu não fiz quase nada na minha casa com o sistema elétrico. Moramos numa casa construída em 1998. Desde os anos 90, todo mundo quer home theater nos EUA e portanto, as salas principais nas casas relativamente novas tem pelo menos 2 linhas 20 amperes dedicadas.

    Portanto, já tinha uma linha 20 amperes para alimentar a parte da sala perto de meus equipamentos front end. Uso um PS Audio P-300 em frente de meus equipamentos front-end (ou seja, pre, pre de phono, CD player, motor do toca-discos, e tuner). Tenho um PS Audio Ultimate Outlet em frente do P-300 para proteger o P-300 contra picos. Como Vv. devem saber, o P-300 e um regenerador – portanto, a qualidade da elétrica chegando na entrada do P-300 não tem importância – é igual a agua destilada, que pode ser feito em um chiqueiro (no final, tem agua destilada independemente da fonte).

    Para os amplificadores (tenho power darT e também power VAC Renaissance 70/70 Mk. III), fiz uma coisa meio mal feita, mas funciona. Tenho mais uma linha dedicada de 20 amperes paras os powers. Mais uma vez, ressalto que não podemos, como audiofilos de 2 canais (estéreo), fazer alguma coisa que vai limitar o corrente disponível para o power. Normalmente, isso significa “direito para a tomada”, sem passar a traves qualquer “line conditioner”. Para o power darT, por exemplo, a abordagem normal nos EUA é de usar somente um cabo de forca Evolution Acoustics ou Jena Labs ligado diretamente a tomada. Seguem:

    Evolution Acoustics “PC2One”:

    http://www.evolutionacoustics.com/cables/power-cords/

    Jena Labs “Model One .2” (tem que descer na pagina para achar o Model One .2)

    http://www.jenalabs.com/ac-products/powercords.html

    Esses 2 cabos são O CABO para o power darT.

    No meu caso, não tenho nenhum dos dois. A “Senhora Dearing”, que é uma santa, mas que é também capaz de ficar Godzilla quando provocada, se reclama muito nos últimos anos ... sobre cabos. Coisa grande e cara, tudo bem, mas coisa grande e cara que parece muito como coisas que podemos comprar no WalMart = Godzilla. Portanto, tenho cabos de forca humildes para meus powers e para os amplificadores dentro de minhas caixas Evolution Acoustics (os woofers são amplificados). Dito isso, tenho 2 PS Audio Ultimate Outlets conectados, um depois do outro, entre os powers e a tomada. Não gosto de bagunça no chão e por isso, meus cabos de forca passam abaixo do chão, no porão, passando através a saída de ar (do ar condicionamento e do aquecimento). Segue foto abaixo desse post.

    A elétrica na nossa coisa fica quase sempre na faixa de 120 V. – 121 V., e é relativamente silenciosa. Então, lido com a elétrica assim.

    Um tratamento serio da elétrica é de instalar um transformador de isolação antes de todas linhas dedicadas. Um básico que e bom e não e caro é o “Topaz” – segue o modelo que meu amigo, o Cincy_bob, tem:

    http://cgim.audiogon.com/cgi-bin/vs.pl?vaslt&1065030431&viewitem&o19

    Fiquei sabendo nos últimos 2-3 dias que tem um novo produto que é um transformador de isolação, mas que também controla a tensão, o “Torus AVR”. Esse produto esta fabricado no Canada e esta sendo utilizado pelo Bryston e outros fabricantes de powers porque protege contra picos, mas não limita corrente. A linha “AVR” é nova e, de grande importância para audiofilos brasileiros, regula a tensão (!!):

    http://www.toruspower.com/about/the-torus-advantage/avr-series/

    Tem modelos pequenos e modelos enormes. Torus faz parte do grupo canadense industrial elétrica “Plitron”. Porque esse produto protege contra picos mas também regula a tensão, esse produto seria uma solução para pessoas com power darT que esta com problemas de fusíveis por causa de uma rede elétrica instável – é uma alternativa para o PS Audio P-10.

    Enfim, um transformador de isolação e considerado uma parte crucial no tratamento de elétrica nas aplicações “2 canais” (estéreo) nos EUA. Agora que tem um transformador que também regula a tensão, acho isso bem importante para vocês do ponto de visto da proteção dos powers (ou seja, componente que normalmente tem que ser ligado diretamente na tomada, sem passar atraves qualquer produto que limita corrente).

    2) Alguém me pergunto o que eu acho da marca suíça FM Acoustics. Nos EUA, usamos muito o pre de phono de FM, que concorre com Ypsilon e Boulder para melhores (melhores para os que não tem o pre phono Vendetta Research, que não esta mais fabricado ha muitos anos). Geralmente, sao produtos excelentes, mas os powers usam realimentação, que é desclassificando para mim.

    3) Alguém me pergunto sobre as caixas Avalon Indra. Respeitamos muito as caixas Avalon nos EUA. O único problema é que sao um design “acoustic suspension”, que não é um problema em se (quando esta bem feito, acho que é a melhora tecnologia para obter um alto desempenho com as notas graves), mas que exige geralmente um power de alto poder, o que significa um power que usa realimentação. Portanto, a Avalon vai funcionar muito melhor numa sala media ou pequena onde não vai precisar de um power que usa realimentação.

    4) Nunca ouvi e não tenho um amigo ou conhecido que usa darTZeel com Sonus Faber, mas posso imaginar que o power darT não se casaria bem com Sonus Faber por causa dos autofalantes “Audio Technology” usados nessas caixas. Os autofalantes Audio Technology sao muito caros e sao da mais alta qualidade – além de Sonus Faber, sao usados nas caixas Rockport, Verity, e Peak Consult, entre outras –, mas tem “assinatura” de “cheio” ou “maduro” (como um fruto), como um power valvulado DHT. O power darTZeel também é um pouco assim. Eu tentei meu power darT com as caixas Raidho que usam os mesmos autofalantes, e foi, de longe, o pior casamento que já vi com meu darT. O efeito de “cheio” foi excessivo. Ver anexo 70627
     
  7. Álvaro Coutinho

    Álvaro Coutinho Usuário


    Desde 1 Mai 2007
    Rio de Janeiro
    Olá,

    George,

    Você conhece "algumas" marcas a mais que eu. :concordo: Poderia me dar um exemplo de aparelhos no nosso hobby que não precisem de queima?

    Sei que isso ocorre em algumas outras indústrias, mas, por absoluta necessidade. Por exemplo, trabalhei para uma empresa americana fabricante de analisadores de fluidos (ou seja, gases e líquidos) de campo, cujos aparelhos têm a função de monitorar, apenas por exemplo, a produção de um produto em uma planta química, ou petroquímica, ou, ou... etc... Pois bem, esses analisadores (muitas vezes com a autonomia de via automação pararem o processo por completo, se o produto estiver fora de faixa) têm suas placas e componentes queimados até em autoclaves, tudo de forma a que ao ser instalado no cliente ele já esteja 100% apto a fazer as leituras as mais precisas a que se destinam (ppb, ppt), pois ali não é lugar pra ele ficar queimando!

    Mas isso naturalmente tem um custo. Esse custo no preço final do analisador não é uma questão para as indústrias, que podem perder em um só lote de algum produto, muito mais do que o "custo extra" do processo produtivo do equipamento. Mas, na nossa área... Muitas vezes existe até mesmo a satisfação de se acompanhar esse processo dentro de nossas casas.
     
  8. georgemg1

    georgemg1 Usuário


    Desde 6 Jun 2010
    fortaleza
    Olá Alvaro

    Bem não sei e conheço mais "marcas "que vc, e vou interpretar as aspas como as marcas não consagradas, mas sei que burn in ou breanking in não é o usual na audiofilia, e há tópicos e tópicos sobre isto alguns colocando que a industria á sabida pois espera que ouvido do novo comprador se esqueça do outro som e assim por diante, eu mesmo ja tive estas dúvidas, não mais, testamos um cabo Cardas GR de caixa queimado que era meu contra um novo que o Viera comprou mesmo tamanaho e marca, no 2 primeiro minutos foi solicitado pelos que estavam la para retirar o cabo novo, eram dois sons totalmente diferentes. Tem um artigo interesante de um grupo de audiofilos que mandaram a mesma mensagem para varios fbricantes de de drives e caixas de som, impresionante as respostas.Mesmo caixas que pasam por um periodos de breakin in na fabrica e outros poucos aparelhos não acho o bastante para se tirar o redimento total, as vezes é mais para testar falhas iniciais.
    Esta marca acho vc conhece:

    Bryston 28B-SST monoblock power amplifier
    By Larry Greenhill • Posted: Jan 31, 2008

    The 28B-SST receives a torturous four-day burn-in at the factory consisting of a squarewave input signal driving the amplifier at full power into a capacitor. The driving signal is gated one hour on, one hour off, this cycle repeated many times. This heats, cools, then reheats the amp again and again; the resulting expansion and contraction are expected to reveal any loose connections, and to fatally stress any device prone to early failure. After burn-in, each 28B-SST is again tested; those results are shipped with the unit.


    Um abraço
     
  9. Ryche

    Ryche UltraSeven


    Desde 22 Nov 2002
    Nebula M-78
    Grande Thomé! como vai rapaz! :)


    Agora quanto ao cidadão abaixo:
    poor kid... (y)
    como se fosse o único que levou advertência ate hoje. kkkk :D



    discordo
    discordo
    discordo

    concordo
    concordo

    acontece, nem toda marca é representada por experts

    Estou começando a dar um voto de confiança no Dearing (y)
     
  10. ANTUNES CARLOS

    ANTUNES CARLOS Usuário


    Desde 11 Mar 2006
    MINAS GERAIS
    Prezado Álvaro, o André que é um gênio da eletrônica, tambémn me falou que esse negócio de "queima" de aparelho não existe, é conversa para boi dormir.
    QUANDO O APARELHO É DE QUALIDADE É SÓ TIRAR DA CAIXA E COLOCAR PARA TOCAR QUE ELA JÁ TOCA TUDO QUE TEM QUE TOCAR:aplauso:!.
    Eu provei isso com um High-End que eu comprei em dezembro, e já tocou uma maravilha nol primeiro vinil......
    O Vlamir, é um dos caras mais cinfiaveís que eu conheço, se ele falou podem acreditar:aplauso:.
     
  11. HBAr

    HBAr Não mudamos o começo mas podemos fazer um novo fim


    Desde 6 Nov 2005
    Brasil
    Antunes,

    Não posso afirmar quanto a necessidade 700hs de amaciamento para os Dartzeel ( pois desconheço ) mas todos os aparelhos que tive até hoje melhoraram consideravelmente após um período de queima...Uns mais..outros menos...o Gryphon, por exemplo, é uma verdadeira M....antes de pelo menos 100hs..depois se solta. O Rega que tenho atualmente necessitou de um período bem menor de queima, mas mesmo assim melhorou de forma clara após pelo menos 100hs. pelo menos esta é minha experiência.

    Abraços

    Hernani
     
  12. Mario_Fpolis

    Mario_Fpolis Membro ativo


    Desde 1 Abr 2003
    Grande Thomé,

    Muito legal te rever por aqui, ainda mais em tempos tão áridos de idéias, respeito e sinceridade, onde imperam agendas ocultas!

    Bem-vindo, e tomara que fiques por MUITO tempo!:aplauso::aplauso:(y):concordo:(y)
     
  13. Álvaro Coutinho

    Álvaro Coutinho Usuário


    Desde 1 Mai 2007
    Rio de Janeiro
    Olá,

    George,

    Sem dúvida, para mim, não fica dúvida quanto ao benefício/necessidade da queima. Se ela já vem de fábrica, e se vem completa ou não, de uma forma ou de outra ela acontece/aconteceu. Interessante o aspecto da Bryston (sim essa eu conheço! :D), e sobre ela, se a queima é completa ou não. Acredito que o Ricardinho, como apreciador e experiente com a marca, possa nos dizer se os aparelhos dele apresentaram alguma modificação no desempenho, depois de usados em sua casa. Caso não tenham mudado nada, sem dúvida a queima de fábrica é completa. (super off para o tópico :()

    Graaande Antunes,

    Eu não sei o quanto o André ao qual você se refere (fiquei na dúvida de quem seja) conhece ou não de eletrônica. Mas, correndo o risco de fazer um julgamento precipitado, não acho provável que entenda mais disso do que, por exemplo, o chefe do laboratório de R&D de Eletrônica (havia outro para a parte de Química) dessa empresa na qual trabalhei (sediada na Califórnia), e com quem convivi e tive longos papos. A pessoa em questão é um Eng. Eletrônico, Doutor, e um verdadeiro "Cientista Maluco". Um profundo conhecedor de sua área e que me falou da necessidade e benefícios da queima. No nosso caso essa queima era feita 100% "in-house" pelas razões já expostas no meu outro post. Como eu sou uma verdadeira anta no assunto, fiquei com a palavra dele. ;)
     
  14. Desotti

    Desotti Say hello to my little friend!


    Desde 11 Ago 2002
    80's Miami...
    Grande Thomé, faço coro com os demais amigos, não suma de vez novamente! :)

    Álvaro, tive um Bryston 4B-SST por quase 5 anos e, mesmo depois das 100 horas de "tortura de fábrica" a que ele foi submetido, o som mudou bastante após mais umas 200 horas de queima. ;)

    Meu atual GamuT D200i também começou a "soltar as rédeas" à partir das 200 horas. (y)

    [[]]'s
     
  15. Álvaro Coutinho

    Álvaro Coutinho Usuário


    Desde 1 Mai 2007
    Rio de Janeiro
    Olá,

    Valeu Desotti! (y)
     
  16. Ola pessoal,

    A queima é necessaria sim ! Os Exaudi A 610 ´so se soltam com 600 horas de amaciamento, sendo este tempo avaliado por um rigoroso audiófilo aqui do HTF. Isto sem considerar que os aparelhos já passam por uma queima de pelo menos 130 horas em fábrica. A explicação está sobretudo nos eletroliticos da da fonte, pois o processo interno a estes capacitores é um processo quimico-mecanico de formação de porosidade nos eletrodos. Aqueles mais ligados a quimica de baterias chumbo acido devem se lembrar que nos primordios do uso do chumbo como elemento ativo, era necessario carregar e descarregar as baterias um determinado numero de vezes para que houvesse a formação dos poros. Voltando ao tempo de amaciamento dos amplificadores é mais ou menos intuitivo que para amplificadores que tem reservatorios de energia de grande capacidade, o de amaciamento seja maior. Aqui cabe ainda uma nota de precaução: Procure amaciar com sinais musicais. O uso de cds de amaciamento é extremamente perigoso,pois geram enormes níveis de energia que podem destruir os altofalantes de médios e tweeters das caixas acusticas

    luis leme
     
  17. Ricardo Nonato

    Ricardo Nonato Usuário


    Desde 21 Jun 2010
    Rio de Janeiro/RJ/Brasil
    Pessoal,

    voltando ao tema principal do tópico. Algum amigo saberia informar se o CTH-8550 se beneficia de alimentação em 220V? A diferença seria perceptível em relação a alimentação em 120V?


    Grande abraço,
    Ricardo Nonato.
     
  18. Dearing

    Dearing Usuário


    Desde 29 Nov 2011
    Belo Horizonte
    Caro Ricardo Nonato,

    Em regra geral, do ponto de visto da qualidade de som, qualquer power vai beneficiar de 220 V., o que a gente chama "tensão equilibrada" (“balanced power”).

    Porem, o power darT e o integrado darT foram feitos para 115 V. ou 230 V. nominais. Visto que a tensão no Brasil é normalmente 127 V., que é muito perto da limite de “sobtensão” dos darTZeels versões 115 V., imagino que 220 V. vá proteger melhor o aparelho.
     
  19. Ricardo Nonato

    Ricardo Nonato Usuário


    Desde 21 Jun 2010
    Rio de Janeiro/RJ/Brasil
    Olá Dearing,

    obrigado pela ajuda.


    Grande abraço,
    Ricardo Nonato.
     
  20. Ricardo Pontes

    Ricardo Pontes Usuário


    Desde 8 Dez 2004
    fortaleza ce brazil
    Amigos , Alvaro ,sempre que vou as feiras e um dos postistas sabe disso fico mais batendo papo com os fabricantes do que vendo marcas isoladas . Conversando com o presidente da BRYSTON e Arraes estava comigo perguntei por coincidencia sobre este tema. Resposta , Ricardo

    nossas peças ja veem queimadas de FABRICA ,na se preocupe com isso ,apenas aguarde 40 ,50
    minutos para que a peça possa render todo o POTENCIAL , sempre . Acenda ,va tomar um cafe ou colecionar os cds que v vai ouvir e depois ''mande bala'' ,outra , BRYSTON nao quebra ,

    é dificilimo voce ver UM em uma bancada de concerto ,ele é todo SUPERDIMENSIONADO .

    Brincando ,com aquele humor canadense ele disse ,é por isso que na fabrica so se usa BRANCO e sem luvas ...

    ricardinho.
     
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