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Sala Rolim

Discussão em 'Galeria dos Membros do Fórum' iniciada por FelipeRolim, 7 Ago 2017.

  1. Redcruz

    Redcruz Usuário


    Desde 11 Dez 2008
    Mesquita
    Bem,

    A diferença entre a ''D'' e as ''S'' é que a primeira é tomada dupla e a segunda tomada única.

    Sobre a Gold e a Rhodium, aqui no meu sistema quando comparei, diria em rápidas palavras que a Rhodium enxuga um pouco os extremos em relação à Gold. Esta última ofereceu uma sensação mais ampla de palco, mas de contrapartida os agudos podem passar um pouco do ponto.

    Todavia, não sei dizer nada sobre este novo modelo NCF.
     
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  2. FelipeRolim

    FelipeRolim Breaking The Sound Barrier


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Para além do que o Red disse (modelo D - dual; modelo S - single), o modelo NCF já é uma novo método empregado pela Furutech na confecção dos seus metais, que agora trabalha com nanotecnologia. Desde que a Furutech foi obrigada a parar de trabalhar com cobre OCC (não lembro da informação ao certo, mas acredito que foi por conta de algo relacionado à impossibilidade de obtenção deste metal junto ao fornecedor), adotando o cobre OFC para os seus cabos, passou a empregar algum tipo de nanotecnologia para tratamento/metalurgia do cobre. Alguns consideram o cobre OCC superior, mas ao que tudo indica, tratando adequadamente o cobre OFC, a Furutech tem conseguido obter resultado superior, e batizou seu processo de NCF. Tudo o que é NCF já usa o novo modelo.

    Ouvi dizer que essa GTX-D (R) NCF atinge performance superior. Pretendia comprá-la, mas numa oportunidade de comprar uma tomada seminova (o dólar tem prejudicado muito a compra de produtos novos), acabei ficando com a tomada do modelo anterior. O mesmo se aplica aos cabos também. Tenho muita vontade de trocar meus Furutech da instalação dedicada pelos modelos novos.

    Aqui tem mais informações: http://www.furutech.com/technology/

    Abraço!
     
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  3. Dinho

    Dinho Usuário


    Desde 1 Out 2005
    Belo Horizonte
    Evandro, boa tarde!

    Tenho acompanhado toda dedicação para deixar sua elétrica realmente dedicada. Parabéns.

    Com a assessoria do Felipe e o Carlos não tem como errar.

    A diferença entre a furutech D e S são apenas o número de tomadas: D (dupla ou double em inglês) são duas saídas e a S (simples ou single em inglês) são apenas uma saída.

    Abraços.
     
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  4. Lemusachi

    Lemusachi lemusachi

    353 161 78

    Desde 22 Jul 2015
    São Bernardo
    Perdão pela minha ignorância Felipe...
    Pois estou estudando ao máximo tudo que está envolvido no sistema como um todo....desde as caixas, receivers, amplificadores, até a proteção desses aparelhos. E estou vendo através daqui dessa sala que isso também é muito mais complexo do que eu poderia imaginar, pois antes de eu pensar em adquirir os aparelhos, vejo que terei que me dedicar também com a eletricidade. Não imaginava que isso fosse tão determinante assim no resultado final sonoro.
    A princípio, eu pensava que ao menos, teria que aterrar a tomada onde seria ligado o condicionador de energia e tudo bem!!! Eu estaria protegido...
    Pois bem, eu sei que não vou montar lá aquele sistema com milhares de reais, mas mesmo assim eu pretendo obter um sistema na qual esteja 100% protegido e com o máximo que ele possa me entregar de qualidade sonora.
    Dito isso, vejo que não devo apenas me preocupar com a bitola do cabo que sai do cabo de força até a tomada, e sim com a bitola que sai do quadro com o relógio de energia até o quadro de força, correto??
    Aproveitando o tema, gostaria de entender melhor sobre esse "DPS"....
    Por enquanto, eu agradeço não só à você por tudo o que estou aprendendo aqui, mas à todos os membros envolvidos no assunto...Um fortíssimo abraço à todos, e espero respostas!!
    Tenham um excelente feriado!!!(y)(y)(y)
     
  5. FelipeRolim

    FelipeRolim Breaking The Sound Barrier


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Olá Lemusachi! Não lembro se já postou aqui, mas, em caso negativo, seja bem-vindo! No tópico já tem bastante informação sobre a construção da elétrica, mas sem dúvida as orientações do Carlos são basilares! Enriqueceram 101% o tópico no tema "elétrica".

    Com relação à sensibilidade do sistema para com a elétrica, na minha opinião, acústica e elétrica são basilares para a performance e também para a segurança de qualquer sistema de som e vídeo. Permito-me arriscar que um sistema na casa dos R$8.000,00 a R$10.000,00 já seja perfeitamente capaz de evidenciar melhorias elétricas e, sem dúvida alguma acústicas. Ainda estou caminhando para o melhor de ambos, mas convivendo com as limitações, já tenho conseguido um resultado que me encanta a cada música.

    Com relação ao DPS, melhor do que minha explicação é a de quem fabrica. Segue um link do site da Clamper, uma das melhores e mais confiáveis fabricantes que conheço fornecendo produtos no mercado nacional: http://www.clamper.com.br/2016/12/16/o-que-e-dps-dispositivos-de-protecao-contra-surtos-eletricos/

    Espero que o tópico seja de valia para você, e estendo os votos aos demais amigos que o leem. Acho que estamos cumprindo com os objetivos iniciais, que são ter um espaço para receber amigos, poder relatar experiências pessoais e trocar informações de grande utilidade.

    Abraço a todos e bom final de semana!
     
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  6. Lemusachi

    Lemusachi lemusachi

    353 161 78

    Desde 22 Jul 2015
    São Bernardo
    Mais uma vez eu agradeço pelas informações e esclarecimentos @FelipeRolim@FelipeRolim ...pois esse assunto é de suma importância!!
    Vivendo e aprendendo à cada dia!!!
    Um grande abraço!!
     
  7. Evandro César

    Evandro César Usuário


    Desde 19 Dez 2008
    Brasil
    Caros amigos,

    Conforme antecipei que pretendia fazer, enviei à Amazon.com um detalhado relato da fraude ocorrida na compra da tomada Furutech GTX/D Rhodium. Surpreendentemente, desta feita a Amazon saiu pela tangente, sob a alegação de que decorreram mais de 30 dias após a entrega do pacote. Pior: Sugeriu-me acionar a garantia do fabricante! A esse absurdo, eu acabo de responder:

    1) The perpetrated fraud was only discovered after 30 days of receipt because: a) As I explained, I bought the product for future use and only needed it now. b) The fraudster took care to replace the original product with another one very similar (visually) and wrapped it in the original packaging. (It would be different if he had placed a piece of brick inside the original Futuretch GTX/D Rodium NCF packaging). c) But the main reason for the fraud only to have been detected only now (and not within 30 days after receipt of the product) is: I trusted Amazon fully! I never imagined that a gross fraud like this could happen to a product bought on Amazon.


    2) As for the suggestion for me to trigger the manufacturer's warranty, such a suggestion is unfounded because, evidently, it is NOT a manufacturing defect. It is, rather, a gross fraud, which is now is being countersigned and covered by Amazon.


    I intend to disclose what happened in the international discussion forums (and not only in the Brazilian HTF), in order to prevent other people of good faith from being harmed in this way on purchases made at Amazon.



    Com efeito, é como o Felipe já comentou: Não é só aqui no Bananal que existem ladrões, picaretas, e espertalhões! Ainda assim, eu realmente nunca imaginava que uma coisa dessas pudesse acontecer numa compra efetuada na Amazon. Ingenuidade minha? Talvez. Seja como for, vamos, todos nós, divulgar ao máximo o ocorrido, a fim de evitar que outros compradores de boa fé sejam vítimas desses golpes repulsivos. Doutro eito, vou providenciar a compra das GTX/D Rhodium e Gold num fornecedor mais confiável.

    Grande abraço a todos.
     
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  8. Ivancm

    Ivancm Usuário


    Desde 3 Jan 2003
    Curitiba
    Você comprou no site da Amazon, de um terceiro, ou seja não foi a Amazon que te vendeu.
    A minha dúvida é como é a responsabilidade da Amazon nesse caso.
    Recentemente eu comprei um Blu Ray 4k na Amazon.com. O aparelho estava listado no site várias vezes com preços diferentes. Escolhi o mais barato. Depois que efetuei a compra percebi que quem estava me vendendo não era a Amazon e sim outra empresa, apesar ter feito a compra no site da Amazon. Verificando os outros preços deste aparelho, observei que o mais caro era vendido direto pela Amazon. Fiquei preocupado porque nao conhecia nada sobre a empresa. Felizmente não tive problemas no recebimento do aparelho.
     
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  9. Evandro César

    Evandro César Usuário


    Desde 19 Dez 2008
    Brasil
    Ivan,

    Essa é mais uma questão de privilegiar ou não o princípio jurídico da boa fé objetiva. Nem eu tenho como produzir prova inequívoca da fraude, e nem a empresa vendedora tem como provar que enviou o produto que eu comprei. Do ponto de vista estritamente legal, a alegação da Amazon é procedente: eu deveria ter conferido (minuciosamente) o produto dentro dos 30 dias pós-entrega do pacote nos USA. Como uma fraude assim perpetrada numa compra na Amazon jamais me passou pela cabeça, eu não tive esse cuidado: deixei a tomada em sua embalagem original (lacrada) e só abri quando precisei usar.

    Já com relação ao fato da venda efetiva ter sido efetuada por uma empresa parceira da Amazon (via marketplace), a Amazon é solidariamente responsável. Isso porque, possuindo ela filial no Brasil, e tendo a compra sido efetuada daqui do Brasil (no website de vendas da Amazon.com), aplicam-se à espécie os preceitos legais insculpidos na legislação consumerista brasileira (CDC), a qual, inclusive, consagra a competência do foro de domicílio do consumidor. É claro que, na prática, não vale a pena o stress de ter que acionar o Judiciário por causa de uma tomada de US$ 200.00 - especialmente no caso sob exame, em razão do longo intervalo de tempo decorrido entre a entrega da mercadoria e o descobrimento da fraude. Agora, é comprar a GTX/D Rhodium (e, também, a Gold) num fornecedor confiável - coisa que eu estou providenciando. E bola prá frente.

    Grande abraço.

    Edit.:

    Nada como "cutucar" uma empresa na sua parte mais sensível: sua imagem (reputação no mercado). Máxime numa era de comunicações instantâneas e 'viralizações': Confiram, abaixo, a réplica da Amazon (letras pretas), bem como minha tréplica (primeiro com letras azuis, e, depois, no próprio texto do atendente indiano Sudhir, com letras vermelhas):

    Hi, Sudhir.

    Many thanks for your kind reply.

    For maximum clarity, I am responding in your own text, with
    red letters:

    De: Amazon.com [mailto:cs-reply@amazon.com]
    Enviada em: sábado, 7 de julho de 2018 14:27
    Para: (omissis)
    Assunto: A Message from Amazon Customer Service

    [​IMG]

    Message From Customer Service

    Hello Evandro César,

    I'm Sudhir and very sorry to hear the issue you've experienced with your purchase.I understand how disappointing is this.
    It was really very disappointing to encounter a fraud so gross in a purchase from a unblemished reputation company like Amazon.

    That's definitely not what we want our customers to experience. Please accept my sincere apologies. Your apologies are accepted.

    I don't want to give any false assurance or wrong information here, Post investigation of this fraud we'll let you know how we can compensate for your loss. I'll be waiting. And thank you in advance.

    However, please be assured that we’re here to make things easier for you and will do whatever we can to prevent you from bearing any kind of loss while doing business with us. I'm glad to hear that.

    I'd like to inform we require few images /photos of the item's condition... Sudhir: the wall outlet that was ship to me inside the original packaging of the Furutech GTX/D Rhodium NCF is not a fake GTX/D (R). Instead, it's a cheap wall outlet, made in USA, Levinton brand, with the following inscription engraved: 264B 1E27SK ... which will help us to research and resolve this concern. Okay. I'll get some pictures. But first, I'll have to summon back the professional (electrician) who installed the wall outlet. This may take some time, because of the congested schedule of the professional and because I live in a country house, far from the city.

    Hence, I request please take a photo, Next, reply to this e-mail and attach the photo in .jpg file format. Please, wait.

    We highly value your patience and understanding in this regard.

    Thank You for being the best Amazon customer we have.

    Have a pleasant day ahead.We look forward to assist you soon again.


    We'd appreciate your feedback. Please use the buttons below to vote about your experience today. I'll make the best evaluation of your attendance. Thank you so much.

    Best regards,
    Sudhir


    Amazon.com
     
    Última edição: 7 Jul 2018
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  10. FelipeRolim

    FelipeRolim Breaking The Sound Barrier


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Amigos, já tem um tempo que estou cheio de coisas para comentar, mas acaba me faltando a oportunidade e/ou uma pequena parte do meu dia para poder organizar as ideias e escrever algumas coisas de forma mais coerente e segura. Vamos a uma delas.

    No mês passado fiquei um tempo razoável com um cabo de força que tinha vontade de conhecer, que é o Nanotec #308 Wonderful. O Flávio o montou com medida de 1,5m de comprimento e conectores Sonarquest de rhodium e gentilmente me emprestou para conhecer. Achei muito interessante o que esse cabo fez com meu sistema pós-KEF Reference, despertando em mim um interesse grande por ele.

    Nas primeiras horas de audição o resultado foi bem ruim, no geral. O som ficou sibilando muito, com muitos "S" sobrando, abriu e ficou bastante ardido. Depois de umas horas e algumas experimentações, descobri que reposicionar o cabo atrás do rack e mais um tempo de assentamento resolveram o problema. O Nanotec de força é um cabo sem blindagem, o que o deixa com algumas vantagens de ordem prática, mas o torna mais suscetível a certas influências externas. Com tudo acertado, consegui partir para uma avaliação mais cuidadosa, e o cabo que entrou no páreo para comparações foi o Audiopheeling Helicopper SE do Krell. Vou sintetizar alguns pontos específicos:

    - Audiopheeling o som perde muito peso, fica mais magro, seco; Nanotec o som fica encorpado, ganha recheio;
    - Audiopheeling tem menos graves; Nanotec, mais graves. Além de o som encorpar, desce mais;
    - Audiopheeling é mais delicado, suave, doce; Nanotec é mais duro, bruto, o sistema vem (muito pouco) mais para cima do ouvinte;
    - Audiopheeling tem mais arejamento, mais espacialidade, dá a impressão de se estar tendo uma panorama maior do acontecimento musical; Nanotec tem bem mais foco, o som mais preciso, bem posicionado, deixa o som mais apertado, constrito, mas mais fácil de enxergar o posicionamento dos músicos. A voz vem de um ponto muito específico, fica concentrada naquele ponto. O Audiopheeling dá aquela visão mais generalizada do acontecimento musical, o que não é ruim, acho que depende muito mais do gosto pessoal;
    - Audiopheeling, embora mais magro e com menos graves, também tem menos agudos.

    Depois de tirar o Nanotec de perto de outros cabos e esperar um certo tempo para que o cabo assentasse no sistema, ele transformou meu set. A sonoridade é bem diferente, muito mais confortável do que a do Audiopheeling, nessa combinação atual. Com as R300 provavelmente ficaria muito ruim, deixaria o som carregado demais. Está longe de ser um cabo neutro, mas ele é um cabo que enriquece bastante o som, que é o que mais importa. Ele traz mais emoção, mais vida, deixa a música com mais cheiro, cor, gosto. As R300 eram uma caixa com o som mais "gordo" e encorpado, então essas características não faziam falta. Com as Reference, que são mais neutras, com o som mais correto e menos encorpado, a entrada de um cabo desses deixa o som muito mais "música" do que "áudio". O Audiopheeling não atrapalha DE JEITO NENHUM, mas ouvir o Nanotec é muito bom. A fase de agressividade dele é péssima, mas depois melhora.

    No final, é difícil decidir. Diria que dá para ser feliz com ambos, mas o que o Nanotec fez com a sonoridade geral do set, hoje, faz dele uma opção mais acertada. O que mais me atrai no Nanotec é sem dúvida o som mais rico de harmônicos, encorpado. Os médios têm mais calor, o que para o Krell entrou como uma luva, mas os agudos são mais ásperos do que os do Audiopheeling, que são bem doces. Isso deixa tudo bem difícil de decidir, pois tenho mais calor de um lado, em detrimento da aspereza, e mais frieza de outro lado, mas dando mais ênfase na doçura. Se um dia eu chegar a ter um Nanotec de força, com certeza usaria plugs Oyaide 079 ou a dupla 079 + 046. O problema dessa combinação é o preço. O custo-benefício do Nanotec é elevado, mas com os plugs Oyaide já seria algo a se avaliar.

    Tentei também compará-lo com o Purist 20th Anniversary, mas neste caso não se mostrou uma comparação justa, que, contudo, me permitiu compreender que ambos seguem aproximadamente a mesma escola de assinatura. No final das contas, gostei muito do Nanotec, e embora o Audiopheeling seja um cabo mais delicado, com som mais doce, penso que um Nanotec com plugs Oyaide ficaria perfeito aqui e teria condições de superá-lo em todos os aspectos. Não tenho planos de comprar por ora, mas numa oportunidade, compraria...

    Abraço a todos!
     

    Anexos:

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  11. Evandro César

    Evandro César Usuário


    Desde 19 Dez 2008
    Brasil
    Felipe,

    A julgar pelo seu relato, penso que o ideal aí para o seu sistema seria um e diferente cabo de força, que reunisse as qualidades desses dois sem apresentar os defeitos! É claro que essa minha afirmação consubstancia um truísmo, na medida em que não leva em consideração a relação c/b desse 3º e hipotético cabo, o que me leva a acrescentar: O ideal seria que esse 3º cabo tivesse um preço razoável.

    Por último, quero acrescentar um fato ululantemente óbvio, mas que é, muitas vezes, esquecido ou desprezado: De todos os componentes de um sistema de áudio, os cabos são, de longe, os mais longevos e duráveis, além, é claro, de terem uma importância fundamental e decisiva para o resultado audível final (e que me perdoem os que pensam diferente). O corolário desses fatos é que compensa muito investir em cabos de alto nível. Mesmo no caso de cabos de nível acima do nosso sistema atual - desde, é claro, que seja nossa intenção fazer upgrades futuros dos demais módulos do sistema. Noutras palavras, fazendo isso, nós podemos desde já usufruir da qualidade proporcionada por cabos superiores no sistema atual, do qual nós estaremos extraindo tudo o que ele pode dar (observadas e consideradas as limitações de outros fatores decisivos como, v. g., a acústica da sala de audição).

    Grande abraço.
     
  12. FelipeRolim

    FelipeRolim Breaking The Sound Barrier


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Evandro, o cabo que reúne o melhor de ambos chama-se Purist 20th Anniversary, hehehe. Tenho um e acho que fica fantástico no meu sistema, especificamente, no computador, mas acho que o integrado poderia ser beneficiado por um segundo. Recentemente, vendi o Audiopheeling e estou usando o Krell com um cabo comum. Aproveitei a oportunidade de vender para um amigo e vou deixar para definir o futuro cabo de força do integrado depois de fazer a troca. Espero que consiga vender o Krell em breve.

    Tenho algumas alternativas em mente, todas muito boas, mas sem o novo integrado, sem chances de definir qual será...

    Abraço!!!
     
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  13. Evandro César

    Evandro César Usuário


    Desde 19 Dez 2008
    Brasil
    Felipe,

    Como você mesmo já assinalou reiteradas vezes, nós nunca podemos perder de vista a sinergia dos diversos cabos (entre si e com todos os módulos do sistema). Como, na prática, é muito difícil encontrar a sinergia máxima usando uma "salada" de cabos de marcas diferentes, o melhor e mais racional é encontrar uma marca (e modelos) que reúnam as características desejadas, e colocar no sistema todos os cabos dessa mesma marca (de preferência, do mesmo modelo). É o que eu estou fazendo aqui, embora ainda esteja usando cabos de força (provisórios) industriais Pangea-Cardas, os quais, como já expliquei alhures, têm uma relação custo/benefício fantástica. A razão para isso é: Cabos de uma mesma marca (e de um mesmo modelo) têm, supostamente, a máxima sinergia entre si. No meu caso específico, os fabricantes (artesanais) da eletrônica high-end e dos cabos idem projetam e trabalham em total sintonia um com o outro, o que torna os cabos escolhidos sinérgicos não apenas entre si, mas, também, com a amplificação. Detalhe: como o áudio mc não é prioritário para mim, no multicanal estou usando todos os cabos ic's analógicos Pangea-Cardas. Não pretendo mudar isso por ora.

    Abração.
     
    Última edição: 8 Jul 2018
  14. FelipeRolim

    FelipeRolim Breaking The Sound Barrier


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Já pude comprovar que os cabos da Nordost funcionam melhor em conjunto, e em conjunto com outros dispositivos da marca, como os Qv2. Amigos já me disseram que os cabos de força, com os Qv2, funcionam ainda melhor nas Qbase, e que todo esse conjunto rende ainda mais com os Sort Kones, mas estes últimos nunca experimentei. São relativamente caros, embora eu tenha curiosidade.

    Uso aqui, por realmente entregarem excelente performance, os cabos analógicos da mesma marca (Tyr de caixa e Valhalla XLR), mas eu não concordo que misturar cabos de força e digitais com várias características pode criar um problema. Ao contrário, eu não gosto de usar cabos idênticos em todo o sistema, e cada qual tem uma função específica na composição do resultado. Evidentemente que todo vendedor defenderá o contrário, mas na minha posição de usuário, eu tenho várias ressalvas, o que é subjetivo, pois minhas ponderações somente permitem chegar a um resultado meu e que acho que poucos gostariam ou aprovariam. Eu, por exemplo, tenho pavor de sobra de graves. Prefiro a falta do que a sobra, coisa que penso ser exatamente o oposto do gosto da maioria, que é uma pequena gordura nos graves e agudos mais tímidos. Eu não convivo com agudos em demasia aqui, mas tenho menos dificuldades em aceitá-los do que os graves. Isto só fui notar em audições conjuntas, em que algumas pessoas reclamaram dos agudos, enquanto para mim estavam legais, e também em ocasiões em que pessoas adoravam as sobras de graves, enquanto para mim eles assassinavam todo o restante da música.

    Falando pelo meu sistema, nos analógicos gosto dos Nordost pela velocidade, pela precisão, pelo foco, pelo recorte, pela dinâmica, o que penso serem aspectos basilares de um sistema de som. Não consigo conceber um sistema que não tenha esse mínimo de atributos, uma vez que significaria um palco borrado, sem a correta identificação da posição dos instrumentos, significaria falta de precisão das notas fundamentais que são a essência de todo o conjunto harmônico da música, significaria falta de sutileza nos momentos mais delicados da reprodução etc. Os Nordost Tyr são ótimos, mas são os Valhalla que entregam o melhor dos mundos, que reúnem a dureza e a delicadeza, a precisão e a leveza. Do mesmo modo, uso um Valhalla de força no Ayre QB-9, pois faz com que o DAC suba vários níveis em termos de microdinâmica, de neutralidade (prefiro sempre a fonte neutra e sem colorações), de precisão, de resolução, garantindo que a minha fonte seja efetivamente fidedigna ao conteúdo, ainda que existam, como de fato existem, DACs muito mais detalhados, com maior resolução.

    Partindo desse ponto inicial com os Nordost (que eu tenho como praticamente imutáveis no meu sistema) e com os demais equipamentos, adoto o restante dos cabos de força e digitais para temperar o resultado. Sou apaixonado pela sonoridade desses cabos, então somente estaria disposto a trocar o Tyr de caixa por um Valhalla. Como existe todo um contexto circundando o sistema, que envolve desde a sonoridade das caixas (hoje, mais fria, do que em comparação às R300) até o ambiente em que está, vejo com excelentes olhos a busca pelo temperamento com outras marcas. O Curious USB e o Purist 20th Anniversary de força colaboram substancialmente com o enriquecimento da sonoridade. São eles que introduzem parte do calor, parte da vida, do gosto, do sabor da música. Honestamente, se eu tivesse que eleger um cabo para entrar como um "coringa" em qualquer sistema de som, apontaria este Purist como sendo o cabo. Longe de ser perfeito, de significar alguma coisa sozinho, mas é um temperamento tão delicado e com tamanha riqueza de harmônicos, de timbres, que é muito difícil não gostar dele. Penso que ajustar um sistema seja exatamente fazer uma escolha, abrir mão de algo em detrimento de outro em face das limitações impostas, e assim, mesmo o Purist não sendo perfeito, entra como uma luva no acerto final. Num nível acima, no qual pretendo chegar um dia, aponto o Transparent MM² de força, que segue a mesma escola, mas é um cabo melhor. Porém, estes também são ajustes a serem feitos com limites e muita consciência, e aqui entram as ressalvas.

    1 - Eu só encontrei um som que posso chamar de completo a ponto de tornar desnecessários temperamentos extras com os Nordost Valhalla, no meu sistema (depois de uma série infindável de comparações e audições com outros modelos), uma linha de cabos que eu não tenho condições de usar em 100% dele, pois implicaria num investimento que acredito se aproximar da casa dos R$40.000,00, ou mais. Quero dizer com isso que, pelo que ouvi até hoje, somente cabos de altíssimo nível podem ser considerados "autônomos", o que demandaria um investimento elevadíssimo que 90% ou mais de quem está no meio não pode fazer. Pelas linhas intermediárias que ouvi até hoje, eu sou virtualmente (uso o termo por nunca ter conhecido na prática) incapaz de acreditar que sistemas que tenham 100% Purist, Kubala, Transparent, Kimber, Siltech, Nordost, MIT, van den hul poderiam tocar satisfatoriamente bem. Cito como exemplo o Kubala Emotion de caixas, que é o "queridinho" de muitos. Nas vezes em que eu o ouvi, eu não consegui apreciar o som em nenhum momento. Carregado, pesado, lento, muito fechado. Precisa de tempero! Fico imaginando como seria um sistema inteiro com a linha Emotion. O mesmo digo com relação aos Nordost Heimdall, que contém o DNA da Nordost, mas não representam na plenitude tudo o que a marca pode entregar, o que muda com Tyr, fica excelente com Valhalla e perfeito com Odin.

    2 - Por mais que amplificadores, pré-amplificadores, cabos, DACs, entre outros, tenha resposta em bancada absolutamente neutra, o que em tese permitiria que se ouvisse puramente a sonoridade das caixas, não há nenhuma garantia disso, pois estão envolvidos (i) a sinergia entre os equipamentos e as caixas (não é uma equação de somatória de gráficos para obter um resultado), (ii) a sinergia entre os próprios equipamentos (o que até poderia ser relativizado usando tudo da mesma marca, o que nem sempre é possível do começo ao fim), (iii) a sinergia entre os equipamentos e os cabos (o desenvolvimento em conjunto é algo que traz segurança, mas não torna a combinação infalível, pois é impossível prever todo o conjunto de equipamentos envolvido) e, principalmente, (iv) a resposta da sala.

    Com efeito, misturar equipamentos, caixas e cabos de olhos vendados com a garantia de uma combinação perfeita implicaria na imprescindibilidade de uma sala absolutamente neutra e transparente em todo o espectro de frequências, o que também não é algo acessível a todos. Então, ainda que se admitisse como correta a equação de somatória de frequências de resposta dos equipamentos (o que não se pode fazer, sob nenhuma circunstância), ainda não há nenhuma garantia de responsividade adequada da sala. Não estou defendendo a utilização de cabos para a correção de problemas acústicos, mas apenas e tão somente a ideia de que nem toda mistura chega ao mesmo resultado, ou, em outras palavras, um mesmo sistema toca diferente em salas completamente diferentes. É um fato.

    Então, penso que até pode ser verdade que usar uma linha só de cabos num sistema todo pode funcionar, desde que sejam cabos de altíssimo nível, coisa que não tenho hoje, e desde que haja uma circunstância contextual favorável, o que aqui também inexiste. Em todo caso, nenhum fabricante, de qualquer equipamento que seja, pode garantir o resultado. Não existe nada imune à sinergia e ao contexto...

    Abraço a todos!
     
    Última edição: 9 Jul 2018
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  15. carlos_camardella

    carlos_camardella Usuário


    Desde 29 Dez 2004
    Rio de Janeiro
    Pessoal, boa noite !!!!

    Passando rapidamente pra não perder o contato com vocês...

    Uma coisa que acho que nunca comentei: DPS é para proteger de raios e picos muito loucos que venham da rede elétrica. Isso muito raramente acontece em prédios com pára-raios nas grandes cidades, é mais para casas de rua ou condomínios de casas.

    Se você não mora numa casa, mas num edifício, numa área urbana, não precisa se preocupar com DPS, tanto por causa dos raios não incidirem diretamente no solo próximo ou na rede elétrica porque tem um monte de pára-raios ao redor, como os edifícios ou um pequeno grupo de edifícios sempre possuem grandes transformadores que absorvem qualquer grande pico de tensão. Seu problema será outro, o dos ruídos, sujeiras e harmônicos mesmo na rede elétrica, que o DPS não resolve. Mas, se você anda tendo aparelhos queimados por causa de picos (surtos) de tensão mesmo morando em um prédio no meio da cidade, vale a pena colocar o DPS.

    Por último, raios não "caem". Eles se formam, incidem, porque sai primeiro uma descarga da nuvem, uma faísca invisível chamada precursor de descarga descendente ou Líder Escalonado, que quando chega mais próximo do solo gera um campo eletrostático tão forte que induz uma segunda faísca invisível que sai do solo, o precursor de descarga ascendente ou descarga conectante, que vai se encontrar no meio do ar com o líder escalonado, fechar o circuito elétrico, e finalmente se dará a descarga da nuvem para o solo, agora realmente visível.

    Abraços a todos !
    C.A.
     
    • 5
  16. Evandro César

    Evandro César Usuário


    Desde 19 Dez 2008
    Brasil
    Mestre Carlos,

    Belíssima explicação. Mais uma vez.

    Felipe: Muito interessante o seu post # 794 acima. Ele contém questões pontuais que eu considero muito instigantes, e merecedoras de maior reflexão. Infelizmente, ainda não tive tempo para comentá-las. Espero poder fazer isso até o fim de semana.

    Caros amigos: Finalmente recebi os fusíveis Siemens (10 x 38 mm, de 16A) - um deles destinado a atuar junto ao DPS (também Siemens) da rede dedicada, no padrão da concessionária de energia, distante 62 m da caixa de distribuição. E, conforme orientação do Felipe, será colocado um 2º porta-fusível no ponto de transição dos cabos (flexíveis) de 10 mm2 para os cabos de 4 mm2, junto à caixa de distribuição sita numa parede externa da casa. Inicialmente, será colocado nesse porta-fusível um 2º fusível Siemens de 16A. E, considerando os relatos (reiterados) de melhora consistente na qualidade do áudio como resultado do uso de fusíveis SaxSoul, eu vou experimentar substituir esse 2º fusível Siemens de 16A (de ação ultra-rápida) por um SaxSoul com idêntica especificação. Eu devo acrescentar: considerando que um fusível (colocado em série com a fase) consubstancia não apenas uma interrupção (da), mas, também e especialmente, um estrangulamento radical (na) rede elétrica - e, portanto, no fluxo da corrente elétrica, eu ainda não entendi como, exatamente, ele pode melhorar o resultado audível de um sistema estéreo. Mas, considerando os reiterados relatos nesse sentido, eu vou "pagar para ver". Ou melhor, para ouvir.

    Grande abraço a todos.
     
    • 1
  17. carlos_camardella

    carlos_camardella Usuário


    Desde 29 Dez 2004
    Rio de Janeiro
    Obrigado !

    Bem... seu raciocínio está perfeito. Como não tenho podido acompanhar o tópico, não sei se é isso mesmo que o Felipe sugeriu (colocar um fusível "diferente" num lugar onde antes só haveria uma mera conexão entre cabos).

    Se fosse pra interromper o cabo só pra inserir o fusível, pra mim não faria o menor sentido. Mas, como haveria de qualquer jeito uma conexão entre dois cabos diferentes, pode até ser que tal conexão sendo feita através do porta-fusíveis "soe" melhor do que diretamente, uma vez que só das bitolas serem diferentes você já teria um pequeno "turbilhonamento elétrico" na interface entre os dois cabos. Ou pode ser que elétricamente fique pior, mas para seus ouvidos, com o seu sistema, toque melhor, vai saber... :D
     
    • 2
  18. FelipeRolim

    FelipeRolim Breaking The Sound Barrier


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Evandro, sobre o fusível, algumas considerações acho interessante fazer:

    1) segundo o Jorge Knirsch, em estudo realizado na Alemanha, o único fusível que se mostrou completamente transparente, diria "invisível" ao sistema de som, é o Siemens no padrão NH-000 (http://www.byknirsch.com.br/artigos-04-04-entradasolucao.shtml). O Jorge abomina, é completamente contra o uso de fusíveis ditos "especiais", com terminações em ouro, ródio ou qualquer outro material. Segundo ele, somente o Siemens NH-000, e apenas ele, é invisível e suficiente para uma instalação dedicada;

    2) acredito que muito do resultado do fusível (e também do porta-fusível) decorre do material do qual é feito. Já cheguei a mencionar aqui, certa vez, quando levantei as especificações dos fusíveis Siemens, que o melhor material encontrado estava na linha Sítor ou Zitor (não me lembro da grafia), mas que era um fusível ultrarrápido que, segundo pessoas mais experientes, são os mais prejudiciais para o resultado sonoro, se em comparação a estes Siemens "comuns" que encontramos por aí. Algumas pessoas, incluso o Jorge Knirsch e o Ulisses da Sunrise, defendem exclusivamente o uso de fusíveis lentos, ou, no padrão de fusíveis gerais para instalação elétrica, gL/gG;

    3) não lembro se já cheguei a comentar por aqui, mas há, de fato, quem diga que devemos nos livrar, ao máximo que pudermos, do uso de fusíveis próximos do sistema, adotando como um dos argumentos justamente o suposto "estrangulamento" na rede elétrica, pois que o fio fusível, em tese, é muito mais fino do que o cabeamento que usamos. Tenho, inclusive, um amigo que usa fusíveis tratados pela AC Organizer de 50A em sua instalação dedicada (claro que com fiação compatível) e diz ser muito superior aos fusíveis de especificação inferior. Em vários lugares já encontrei posicionamentos similares, em razão do que vejo um "fundo de significado", mas que não confirmei pelas minhas experimentações. Aqui, um fusível Bussmann NOS de 4A, na especificação slow blow de 10x38mm, entrega performance claramente superior ao fusível Negrini gL/gG de 16A, e o fusível Sax Soul Ágata de 16A entrega resultado superior ao Bussmann. Para confirmar isso, eu precisaria testar um Sax Soul de 32A, ou então um Bussmann de 16 ou 32A. Não é algo que me preocupe...

    Acho que certas coisas não podem suplantar o prazer da audição. Eu realmente gosto de experimentar, gosto de aprender, principalmente com aquilo que observo na prática, mesmo sem compreender tecnicamente o tema. Todavia, não me vejo experimentando diversos fusíveis, com especificações diferentes, para verificar se algum toca melhor. Pode ser que no futuro eu mude. Hoje não estou disposto.

    Carlos, minha indicação para colocar um fusível no lugar onde havia uma conexão decorreu, naturalmente, do fato de haver uma conexão (que poderia, ao meu ver, ser substituída por um fusível sem prejuízo audível), mas também da imposição, por alguma norma que não vou lembrar qual é, de se ter um ponto de (des)conexão geral fora da casa (no padrão) e outro dentro da casa (no quadro de distribuição).

    Acho, de fato, muito importante que um fusível possa interromper a energia após todos os mais de 60m de fio, e que ele fique alocado na casa e próximo das pessoas. Esperemos que não haja nunca a necessidade disso, mas imagine ter que andar ou correr toda essa distância às 3h da manhã para desligar um fusível? Hehehe. Estão ali para as mais diversas situações, inclusive as de urgência.

    Abraço amigos! Obrigado pela colaboração de sempre!

    PS.: não sou um devorador de textos do Jorge Knirsch, e leio algumas coisas que ele escreve com ressalvas. O Jorge suplantou a capacidade de compreensão de muitos, deixou de ser um entusiasta e passou a ser um doutrinador. Ele é quem ensina, e eu sou o que aprende. Como todo bom doutrinador, ele defende o seu ponto de vista, o que não significa que não possa haver um contraponto. Eu gosto de estudar, de aprender e de questionar. Quanto mais informações, melhor, mas, particularmente, não aceito nada como verdade absoluta.
     
    Última edição: 12 Jul 2018
    • 2
  19. carlos_camardella

    carlos_camardella Usuário


    Desde 29 Dez 2004
    Rio de Janeiro
    Ah, sim, mas essa norma é para quando você tem um disjuntor (fusível geral) primário e outros secundários, específicos para cada circuito da casa. No caso em tela, em relação à norma ABNT não sei das quantas (tô sem saco de procurar :D), tanto faz onde fica o disjuntor/fusível secundário, se ao lado do padrão ou dentro da casa, sob o ponto de vista de proteção elétrica mesmo.


    Sem sombra de dúvida, faz todo o sentido!!! Imagina isso e ainda chovendo canivetes? :lol:

    Abraços prôceis tudo !!!
    C.A.
     
    • 2
  20. Evandro César

    Evandro César Usuário


    Desde 19 Dez 2008
    Brasil
    Só para lembrar: O cabo de 10 mm2 que conduz a fase do padrão até a caixa de distribuição na parede externa da casa terá sua ponta conectada a uma extremidade do porta-fusível que vai conter o 2º fusível de 16A, sendo que na outra extremidade do porta-fusível serão conectados os cabos de 4 mm2 e 20 m de comprimento cada - um (separado) para cada tomada, a fim de evitar os 'jumpers' entre as tomadas, conforme orientação do Felipe. Mas o outro cabo de 10 mm2 - o que conduz o neutro do padrão até a caixa de distribuição - terá que ser conectado a cada cabo de 4 mm2 que vai conduzir o neutro até cada tomada de parede; tal conexão se fará através de um ou dois conectores de pressão. Noutras palavras: não há maneira de levar o neutro do padrão até as tomadas sem uma interrupção. É claro que nós vamos caprichar ao máximo nessa conexão: apertar bem o(s) conector(es) de forma a "prensar" ao máximo os fios desencapados uns contra os outros; enrolar fita isolante tipo auto-fusão em volta do(s) conector(es) para evitar contaminação externa da conexão; e por aí afora. Mas não há como evitar essa "interrupção" no caminho entre o padrão e as tomadas.

    Noutro giro: Um único fusível SaxSoul Aghata de 10 x 38 mm (16A) vai me custar, colocado aqui, aprox. R$ 300,00. Pedindo as mais respeitosas vênias aos colegas, confesso que estou muito céptico quanto à possibilidade dele proporcionar melhora significativa (inequivocamente perceptível) na qualidade do áudio, em cotejo com o fusível Siemens com a mesma especificação. Contudo, só há uma maneira de ter certeza: experimentando e comparando (obviamente, depois que ambos fusíveis - SaxSoul e Siemens - estejam devidamente "amaciados" pelo uso). É o que eu pretendo fazer.

    Last but not least: as negociações com a Amazon sobre a tomada enviada fraudulentamente foram definitivamente encerradas. Relatarei aqui.

    Grande abraço a todos.
     
    Última edição: 12 Jul 2018
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