Anúncio do HT Forum

Sala Rolim

Discussão em 'Galeria dos Membros do Fórum' iniciada por FelipeRolim, 7 Ago 2017.

  1. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    jacofsantos, o JPLAY não é a excelência por si só. Para que ele toque bem, é necessário que seja praticamente um processo exclusivo (não precise se dividir com outras tarefas), mas também que você consiga usá-lo com o modo Hibernate ativado, que é um modo que escraviza o PC para música e te impede de usar qualquer outra coisa, que desativa diversos processos para que consiga o máximo de pureza para a reprodução. Sem isso, e usando o JPLAYmini, ele é um player comum, que toca bem, mas que não mostra o seu diferencial.

    Receio que, com tarefas compartilhadas, como aparentemente fará, não vai conseguir superioridade. Espero estar errado...

    ------------------------------------------------

    Boa noite amigos. Vou compartilhar com vocês os primeiros relatos de um upgrade que fiz e que recebi hoje: comprei mais um Nordost Valhalla de força. Em casa, há muito tempo sigo conceitos específicos de construção de elétrica para sistemas de som, e visando a atender isso, passei a utilizar, para cada tomada Furutech GTX-D, também um cabo de 1,5m da Furutech, sendo 3TS20 para as GTX-D (R) e 3TS762 para a GTX-D (G). Como sempre se disse que o melhor cabo de TODOS deve ser o que liga o tomadeiro, resolvi dar um passo adiante e comprar mais um cabo de alto nível, para que agora tenha sempre um sobrando para usar no tomadeiro, em conjunto com os outros três que saem dele e vão os equipamentos. Como o cabo chegou hoje, ainda não tive tempo hábil para ter a percepção mais apurada a respeito das mudanças. Tudo ainda é muito superficial e nada definitivo, então, peço que leiam tendo isto também como premissa. Seguem os relatos:

    Impressões às 14h: o cabo instalado e com o set recém ligado já traz um resultado muito superior. Mantive a configuração original nos equipamentos (Nordost Valhalla no DAC, Purist 20th Anniversary no computador e Transparent MM² no integrado) e apenas removi os Furutech que tinha e coloquei o Valhalla no lugar. Para a correta adequação do projeto aos meus conceitos de elétrica, a ligação estrela, que antes partia dos fusíveis (um cabo por tomada) agora parte do inlet do tomadeiro, e continua tendo cabos individuais e do mesmo tamanho para cada tomada. Usei pedaços de Furutech que desmontei para fazer a fiação interna, tudo saindo das tomadas e indo direto para o inlet e, para ligá-los, fiz uma réplica de uma das possíveis configurações do AcOrganizer: nas duas extremidades do inlet coloquei as fases e no pino central (que seria para aterramento) instalei o neutro. O terra propriamente dito eu fiz como sempre foi feito: diretamente no chassi.

    20181126_112738.jpg 20181126_113351.jpg

    Logo na primeira música o resultado em termos de detalhamento, localização de palco e microdinâmica estava bem superior, mas ouvi em baixo volume enquanto trabalhava.

    Impressões entre as 19/20h: depois de 5h de funcionamento, comecei a ouvir o sistema com mais atenção e em volume normal de audição. Continua impressionando o quanto há de superioridade. O som é mais rápido, mais dinâmico, mais preciso, com melhor recorte, muito mais informativo, mas ainda sem agredir, sem se tornar cansativo. O detalhamento é realmente melhor, e diversas músicas surpreendem por mostrar detalhes antes inaudíveis ou menos identificáveis. O sistema está translúcido, mas sem ser neutro, apático, frio. Ao contrário: está emotivo, expressivo! Tenho a sensação (ainda não confirmada) que a sonoridade dos instrumentos metálicos, mas em especial dos pratos das baterias, atingiu um patamar muito superior em termos de realismo, mas isto não consegui atestar ainda por falta de tempo hábil. Os discos Shelby Lynne - Just a Little Lovin’ e Eva Cassidy - Songbird me chamaram a atenção quanto a isto, mas eu preciso ouvir mais para atestar.

    Sem prejuízo, e por algum motivo que ainda não identifiquei, embora tenha ganhado em dinâmica, em velocidade, em articulação, percebi uma perda de peso, de corpo. Sei que as características que observei normalmente são antagonistas, ou seja, que à medida em que se ganha em velocidade, em dinâmica, em articulação, pode-se (não necessariamente ocorre) perder corpo, pode acontecer de os graves perderem peso e ficarem mais secos, embora mais definidos. É preciso, portanto, ter a sensibilidade de ajustar tudo sempre na medida correta, de tal modo que digo que não identifiquei apenas porque ainda existem algumas limitações nestas ligações todas que preciso remover, para somente então conseguir atestar que é o Valhalla e sua própria assinatura. Em primeiro lugar, não tinha nenhum Furutech FI-06 para usar como inlet do tomadeiro, então precisei soldar os cabos (de bitola gigante) num inlet de computador comum. Em segundo lugar, para facilitar as substituições de cabo, adaptei uma tomada hospital grade qualquer logo na saída dos fusíveis, na qual liguei o neutro muito porcamente e usei fios finos e comuns de energia elétrica para conectar aos porta-fusíveis. Também não descarto que seja a diminuição grotesca da bitola do cabo (antes, somados, os cabos resultavam numa bitola de cerca de 7AWG - 10mm², enquanto o Valhalla possui, para cada um dos conjuntos de cabo, bitola de aproximadamente 11AWG - mais grosso que um Furutech 3TS20 sozinho e mais fino do que um Furutech 3TS762 sozinho).

    20181126_194317.jpg

    Pretendo instalar um Furutech FI-06 (G) no tomadeiro na semana que vem, então terei uma limitação a menos para falsear os resultados e poderei chegar a conclusões mais sólidas. O Valhalla é realmente um cabo fantástico, e sendo o melhor que tenho (na minha forma de julgar a performance dos que possuo), caso entenda que os demais cabos, na mesma posição, não entregam o mesmo conteúdo que ele, pretendo também experimentar fazer uma ligação direta nos fusíveis (numa ponta) e trocar o Wattgate original por um Oyaide C-079 (noutra ponta). Estes são todos testes que possivelmente programarei para 2019, e também quero evitar ao máximo desmontar os cabos. Por enquanto, sigo ouvindo. Segue, por fim, uma foto do tomadeiro com os demais cabos:

    20181126_135557.jpg

    Grande abraço a todos!
     
    Última edição: 28 Nov 2018
    • 1
    • 1
  2. Redcruz

    Redcruz Usuário


    Desde 11 Dez 2008
    Mesquita
    Rolim,

    Fiquei tentando decifrar essa ligação elétrica que fizeste aí e perdi os últimos fios de cabelo!! :lol:

    Imagino que tenha feito do jeito que fez para poder ter, no tomadeiro, tanto 220V/230V quanto 120V/127V. E se o que imagino está certo, creio que tenha feito o mesmo tipo de ligação naquela tomada na saída da caixa dos disjuntores. De maneiras que, pelo cabo Valhalla que alimenta o tomadeiro o neutro também esteja funcionando pela via que seria do aterramento.

    É isso mesmo ou entendi tudo errado??? :suspeito:
     
  3. weltec

    weltec Usuário

    6.223 3.936 446

    Desde 15 Nov 2011
    Rio de Janeiro
    Não entendi o motivo de ter unido o neutro com o terra no tomadeiro.
     
  4. Redcruz

    Redcruz Usuário


    Desde 11 Dez 2008
    Mesquita
    Pelo que pude entender (se é que entendi) não uniu. Me parece que o neutro está funcionando pelo condutor de terra; e o terra está correndo por fora.
     
  5. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Exatamente Red. Se você observar o que fiz no tomadeiro na parte exterior, já fica fácil identificar: o aterramento vai direto para o chassi, e as tomadas ficam aterradas em razão do contato físico por meio do parafuso central. Tanto neste modelo atual, quanto no anterior (com três cabos Furutech), os cabos nunca levaram o aterramento até o tomadeiro. Este sempre correu por fora (mas junto com os demais cabos) por meio de um fio de 16mm² que eu conecto por meio de um conector de pressão de bronze. Eu descrevi isto há muito tempo, no início do tópico.

    Quando me referi a "réplica de um dos modos de ligação do AcOrganizer" foi exatamente isto que você entendeu. Nele, é possível tanto usar todas as tomadas em 127v, caso em que o inlet transportará fase, neutro e terra, quanto usar algumas em 127v e outras em 220v, caso em que o aterramento fica ligado no chassi, em lugar específica e previamente designado para isto. Eu fiz exatamente o mesmo, já que a primeira tomada, a GTX-D (G), em que vai conectado o V8, possui tensão de 220v, e as demais, em que estão PC e DAC, de 127v.

    Este também é um dos motivos pelos quais pretendo avaliar outro cabo no lugar do Valhalla para alimentar o tomadeiro: os filamentos que alimentam as fases possuem capacidade para até 15A cada, enquanto o filamento que carrega o neutro tem capacidade para pouco mais de 3A. Isto não é problema, pois meu computador consome 20w e o DAC 15w, o que não significa sequer 0,5A. Todavia, quero experimentar um cabo de alta bitola ali, como o Purist, que sem os conectores tem capacidade para mais de 50A, enquanto com conectores tem capacidade para os mesmos 15A. O primeiro passo agora será remover o inlet de péssima qualidade que está sendo usado no tomadeiro por meio de uma solda que tenho até vergonha de mostrar. É o que tinha para o momento.

    Um último detalhe: o aterramento do sistema é TT, isolado do aterramento TN da casa. Em momento algum eles se comunicam. Caminham juntos até o tomadeiro, mas não se tocam.

    Abraço amigos.
     
    • 1
  6. weltec

    weltec Usuário

    6.223 3.936 446

    Desde 15 Nov 2011
    Rio de Janeiro
    Eu quem confundi ao ler. Você ligou o neutro no pino de terra do inlet e não no terra da tomada, como eu entendi...
     
  7. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Exatamente, mas isto também exigiu que eu ligasse o neutro que sai da parede no pino de terra da tomada que coloquei logo após os fusíveis. Acho que isso pode estar prejudicando consideravelmente o rendimento geral, já que saí de uma conexão extremamente bem feita para uma conexão horrorosa feita da melhor maneira possível, mas ainda assim ruim, hehehe. O resultado geral de agora é bem superior ao que eu obtinha com os Furutech, o que não significa que nada mereça reparos. Aquela tomada alaranjada está berrando para sair dali.

    Abraço meu velho.

    -------------------------------------------------------

    Ontem ouvi o set com bastante atenção, já com os equipamentos todos aquecidos. Identifiquei algo interessante: existe uma certa saturação nas músicas mais complexas e pesadas. O set simplesmente não aguenta mais tocar, chega no limite e o som fica todo chapado, o que não acontecia antes e denota uma insuficiência clara na alimentação que é atualmente provida ao tomadeiro. Numa música simples, que não tem grandes variações, não tem muito peso (Shelby Lynne, Karen Souza etc.), a configuração atual "com as pernas amarradas" sai na frente com muita folga. É tudo muito superior e impressionante. Entretanto, quando se exige muito, como em gravações de orquestras ou pianos pesados, o set tem graves, tem equilíbrio, mas não tem sustentação das notas, não tem peso. Em volume baixo o som é completo e isso é impossível de identificar. Em volume normal, a orquestra simplesmente trava e fica tudo num mesmo plano, chapado, saturado. A microdinâmica e a velocidade estão inigualáveis, o que é efeito do Valhalla. A macro é que foi prejudicada. Agora preciso identificar se isso decorre das conexões porcas que fiz, ou se é o próprio cabo. Como houveram ganhos muito evidentes em aspectos relacionados à alimentação, julgo que o que estou observando é sintoma de conexão mal feita, mas sem nenhum grau de certeza.

    Na semana que vem resolvo o problema do inlet e vejo o que acontece. Estou tentando providenciar um Oyaide C-079 para substituir o Wattgate do Valhalla também (se alguém quiser vender, eu compro). Vou eliminar tudo, um a um, até conseguir averiguar e ter certeza de que é o cabo. Para isso, vou colocar o Purist no lugar, que tem mais do triplo da capacidade de corrente.

    Vou relatando as conclusões a que chegar.
     
    Última edição: 22 Abr 2019
    • 2
  8. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Quando não vão até a Sala Rolim, a Sala Rolim vai até os amigos, hahahaha. Ontem estive na casa do @prof_pretti@prof_pretti. Depois de termos passado algumas horas no Ulisses, fomos para a casa dele, onde nos propusemos a experimentar outras coisas e onde eu também conheci sua nova configuração. Desde que estive lá, saíram o LF DAC II e o Exaudi A610HE para entrarem o Sunrise V8 MK IV, o Wyred4Sound DAC-2 DSD SE, os cabos de caixa Sunrise Quintessence MagicScope, os interconnects Sunrise Reference e alguns outros upgrades. O Flávio tem lá um conjunto fantástico, e a superioridade do acerto atual é tão grande que, quando me pediu para quantificar os ganhos atuais frente àquilo que ouvi na outra oportunidade, não fui capaz. Não é simplesmente algo que cresceu 10 ou 20%, 50%. É outro sistema, com outra apresentação, nova, melhor, mais aprimorada. O sistema está tocando muito bem, com um grau de conforto e precisão fantástico, e a melhor parte: cumprindo exatamente aquilo que o Flávio se propôs a construir, com qualidade, equilíbrio e muito conforto. Eu e o Flávio temos um problema similar, que é a proximidade das caixas entre si e o espaço existente entre os ouvintes e elas. Também por conta disso, não tive dificuldades em me ambientar e ter uma percepção precisa da reprodução. Claro que o sistema ajudou muito. Dentre tudo o que conversamos, o mais surpreendente é a dimensão. O sistema consegue formar uma imagem muito proporcional do acontecimento musical. Está fantástico.

    Agora é você quem me deve umas visitas.

    20181130_192800.jpg
     
    • 6
  9. prof_pretti

    prof_pretti Usuário


    Desde 31 Mai 2009
    São Paulo/SP/Brasil
    Bem primeiro de tudo, por favor ninguém comente com minha esposa esse post com a foto da sala sem o rack (está em reforma na laqueação), senão estarei com problemas.

    Em segundo lugar tenho que agradecer ao @FelipeRolim@FelipeRolim pela gentileza dos comentários, pela visita e em especial a troca de informações e percepções sobre o que ouvimos na SUNRISE e o que ouvimos em casa. Ter a "sala do Rolim" em casa foi muito rico, é excelente ouvir, perceber, discutir a percepção e poder concluir com mais certeza.

    Realmente estou devendo a visita, ano que vem não escapa!!

    abs
     
    • 4
  10. Custodio Alexandre

    Custodio Alexandre Low Fucking Distortion


    Desde 2 Mar 2012
    Fortaleza
    Que régua é essa, Felipe?

    Continua insistindo em régua metálica?

    A minha hoje:

    D1B4A5EF-20F0-4638-9F93-3B5EEED79750.jpeg
     
    • 1
  11. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Olá Custódio, sim, continuo "insistindo" em tomadeiro metálico, porque é basilar no meu método de utilização. Não gosto de tomadeiro de madeira, embora tenha testado várias espécies. Não gostei de nenhuma. Achei um material interessante, diferente, mas ainda não desenvolvi algo consolidado com ele. Acho que o som da madeira não é bom para este propósito específico, e ainda impede de usar meu método de aterramento. Acrílico experimentei e foi o pior. Som artificial horrendo. Então, não sou eu que insisto, mas sim o tomadeiro que insiste em ser muito bom e tocar melhor do que os demais que montei. Talvez falte algo...

    Qual é este o que usa?
     
    Última edição: 2 Dez 2018
    • 1
  12. Custodio Alexandre

    Custodio Alexandre Low Fucking Distortion


    Desde 2 Mar 2012
    Fortaleza
    É a mesma régua de sempre, Felipe. Feita pelo @aarraes@aarraes. O material dela não é madeira. Mas também não é metal...

    Recomendo.

    O @Gio Palomba@Gio Palomba mostrou algumas fotos de uma régua no instagram da timeless... Também não é de metal.
     
    Última edição: 2 Dez 2018
    • 2
  13. weltec

    weltec Usuário

    6.223 3.936 446

    Desde 15 Nov 2011
    Rio de Janeiro
    Também não é Madeira.

    Os produtos da Timeless Audio não utilizam metal como material principal.
     
    • 1
  14. carlos_camardella

    carlos_camardella Usuário


    Desde 29 Dez 2004
    Rio de Janeiro
    Felipe et pessoal,

    Ando afastado do tópico por falta de tempo e porque também, apesar de entender o que rola aí nas conversas sobre essas paradas de áudio via PC/Mac, não tenho experiência alguma com isso, porque não uso. Então, não tenho mesmo o que contribuir...

    Abraços a todos !
     
    • 1
  15. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Oi Carlos. Obrigado por sempre dar uma passada por aqui. Também tenho andado com pouco tempo para escrever, embora com novidades interessantes.

    Se não fosse pedir muito, poderia dar uma ajuda com este post e os subsequentes? https://www.htforum.com/forum/threads/sala-rolim.288764/page-65#post-8508269

    Grande abraço a todos.
     
    • 1
  16. carlos_camardella

    carlos_camardella Usuário


    Desde 29 Dez 2004
    Rio de Janeiro
    Sem dúvida que não é pedir muito. Amanhã dou uma olhada com calma, não tinha visto essas mensagens sobre aterramento, foi mal (y)
     
    • 3
  17. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    • 5
  18. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Este vídeo representa muito do que penso. Tomei conhecimento dele neste instante por meio do Matias, mas coincide com muito do que defendo ao longo do tempo no HTForum. Não tenho mais entrado nesse tipo de embate, e os tópicos praticamente silenciaram sobre assuntos técnicos de maior complexidade. Vale muito à pena assisti-lo na íntegra:

     
    • 3
  19. Redcruz

    Redcruz Usuário


    Desde 11 Dez 2008
    Mesquita
    Até que tentei assistir, mas devido à língua estrangeira não consegui sequer sacar do que se trata. :D
     
    • 1
  20. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Boa noite a todos os colegas e amigos. Desejo a vocês um Feliz Natal e um excelente Ano Novo. Obrigado por um ano repleto de aprendizado, de troca de informações e regado a muito boa companhia. Espero que 2019 seja um ano agraciado para todos vocês, e que possam colher os frutos daquilo que vem plantando ao longo do tempo.

    Grande abraço!
     
    • 9
  1. Usamos cookies próprios e de terceiros para dar um melhor serviço e mostrar publicidade. Ao continuar, aceita o seu uso.
    Fechar Aviso