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Sala Rolim

Discussão em 'Galeria dos Membros do Fórum' iniciada por FelipeRolim, 7 Ago 2017.

  1. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Boa noite amigos. Hoje recebi o fio Jupiter que relatei ter comprado. O fio é este, para fins de referência, e a entrega ocorreu num tempo recorde de nove dias corridos, apenas.

    A ansiedade bateu forte, em vista dos resultados que tenho colhido, e não resisti a abrir o computador e instalar nos locais que predefini. Aproveitei também para trocar os fios que vão das PicoPSU Mini-Box M4-ATX até a placa-mãe pelo pequeno cabo que montei com o Kimber Kable 12TC. Uma pena que o sentido do conector ficou invertido e eu precisei torcer os cabos para encaixar. Eles tinham ficado muito bonitos esteticamente. De todo modo, a organização ficou muitas vezes superior. Como vocês poderão ver nas fotos em anexo, montei todos os cabos e já deixei alguns prontos para as placas que comprarei futuramente. Substituí os fios da alimentação do SSD, usando, para tanto, um conector de pressão, e montei os conectores MOLEX, segundo a orientação me passada pelo desenvolvedor das placas JCAT. Por isso usei apenas dois fios, e não os quatro de praxe. Anexarei apenas duas fotografias no corpo do post, para fins de referência.

    Antes:

    IMG-20190713-WA0041.jpg

    Depois:

    20190726_222636.jpg

    Está faltando organizar melhor os fios que saem do transformador, e ainda resta muita coisa a ser feita, em especial relacionada às fontes que alimentam diretamente às placas-mãe. Porém, ao menos estes dois "receptáculos" que contém os computadores propriamente ditos estão quase prontos. Faltam, para ser instaladas, mais duas fontes lineares ldovr, mais duas placas JCAT Net Card FEMTO e mais uma fonte linear de 12v para o processador. Esta que está torta, à direita da imagem, é o protótipo de que falei algumas postagens antes, e que tenho usado apenas para efeito de experimentação e aferição. Mas, os fios são os definitivos e mesmo com apenas uma hora ouvida de música, posso dizer que valeu à pena a compra deste Jupiter.

    Por ora, a sonoridade do cabo novo e sem amaciamento introduziu um certo brilho extra, deixou o som mais claro, iluminado, mas não retirou nada do que eu tinha anteriormente. Ao contrário, acrescentou espacialidade, definição, quantidade de informação, uma precisão de palco ainda superior, contudo, à custa de um som mais brilhoso e seco. Não há desvio ou incorreção tímbrica, mas julgo que o cabo sem amaciamento dá um destaque extra às notas e tonalidades fundamentais. Ou seja, sei exatamente o que toca, onde toca, quando toca, percebo a transcrição do músico no instrumento, mas falta massa, riqueza, corpo. Sem prejuízo, pelas audições, julgo que o fio tem aptidão para entregar mais corpo, delicadeza, musicalidade e fluidez com o tempo.

    Como este Jupiter é um fio de prata pura, sólida e rígida, e como o consumo do que alimenta é bastante baixo, penso que demorará muitas horas para estabilizar por completo, mas a sonoridade dá indicativos de poder evoluir para algo fantástico. Tudo me deixa cada vez mais otimista com o transporte digital e confiante de que estou seguindo um caminho promissor.

    Com relação ao cabo Purist Limited, que substituiu um dos meus Nordost Valhalla de força, estou bastante encantado. O Limited tem um comportamento totalmente distinto do Anniversary e do Canorus, quando recém instalados. Os três, quando recebi, estavam parados há tempos. Enquanto o Anniversary e o Canorus engordaram o som, deixaram tudo mole, sem precisão, embaçado, e com os tweeters parecendo desligados, o Limited também embaçou tudo, mas deixou o som magro, estridente, sibilante. Com tempo, foi ganhando corpo, contorno, formas, e melhora a cada instante. A sibilância está desaparecendo e os graves ganhando ainda mais contorno. Os extremos é que tem mudado mais. Anteontem já estava com uma sonoridade muito superior ao que sempre obtive aqui, inclusive quanto à precisão, mas as formas dos graves, sua extensão e articulação, estão melhorando ainda. Ganhando substância, sem perder massa, intensidade e secar demais. No Ayre QB-9, que é onde está ligado por enquanto, deixa o som claramente superior, melhor do que o Valhalla. De fato, e apenas neste equipamento em específico, percebi que o Valhalla que usava estava equiparado com o Canorus, e o Limited supera ambos (especifico isso porque, nos computadores, o Valhalla é claramente melhor que o Canorus, mas ainda não experimentei o Limited).

    O cabo/sistema não para de melhorar, juntamente com a percepção, que vai junto conforme ouço. Tudo evoluiu no decorrer desta semana, e não houve apenas uma mudança de sonoridade (que está sendo bem-vinda, sem dever nada ao Valhalla). As variações de intensidade no curso de uma mesma nota, a intencionalidade dos músicos, a precisão das passagens, a extensão e o tempo de decaimento das notas, tudo é muito superior. Acho, por fim, que não terei que mexer nas caixas, porque o som está confortável e não ficou disforme com a mudança de cabos e de forma de tocar, o Valhalla de forma mais dura, seca, o Limited de forma mais fluida, solta e relaxada, mas pelo seu nível, sem perder a precisão, a articulação e a dinâmica do Valhalla. Isso tudo no Ayre QB-9, que também está me surpreendendo e não deve ser vendido tão logo. Jamais imaginei que meu sistema pudesse entregar tanto nessa sala limitada e quase claustrofóbica.

    Abraço e bom final de semana a todos.

    PS.: com a mudança de dois cabos e a evolução constante da sonoridade de ambos (mais do Jupiter, neste instante), não saberei mais definir com exatidão o que é responsabilidade de qual cabo, entretanto, me manterei atento à sonoridade, para conseguir descrevê-la futuramente, conforme minhas impressões forem se confirmando.
     

    Anexos:

    Última edição: 27 Jul 2019
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  2. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Na sexta-feira à noite comentei sobre a nova sonoridade impressa ao sistema pela entrada da fiação Jupiter Pure Silver em pontos estratégicos do sistema. Todavia, ao refletir, ontem e hoje, acerca do que tenho ouvido, fiquei com receio de ter cometido uma impropriedade. Relatei que, nas primeiras horas, a substituição dos fios introduziu uma sonoridade relativamente seca e brilhosa que, pela minha expectativa, evoluiria para algo mais fluido, natural e delicado. Acontece que, desde ontem pela manhã até hoje à noite, período dentro do qual ouvi muitas horas de música, não consegui confirmar essa secura e esse brilho a que me referi. Julgo que exista algo relacionado ao amaciamento, e consegui aferir mudanças na forma de entrega de determinadas frequências, mas não percebi nada que me remetesse àquilo que descrevi na postagem anterior. E, refletindo acerca do ocorrido, acho que posso apontar um palpite.

    A placa USB da JCAT vem equipada com um chip oscilador de altíssimo nível, o Crystek. Acontece que este clock, assim como qualquer outro, desde os mais básicos de R$0,03, até os melhores que existem, trabalham sob temperatura e num range ideal de aquecimento. Isto já está designado no próprio nome deles (TCXO - temperature compensated crystal oscillator; OCXO - oven-controlled crystal oscillator). O efeito de trabalharem fora de seu range ideal de temperatura pode ser aferido medindo-se a falta de precisão do clock, que "erra" mais a contagem, além de introduzir um nível de ruído relativamente mais elevado no circuito. Nada disso é audível, mas uma coisa é: recém ligado, o som do computador é frio, seco, aberto e um pouco magro. Talvez seja por isso tenha ficado com impressão coincidente com estas características, ao ligá-lo e ouvir as primeiras músicas, mas não havia considerado esse efeito ao transcrever minhas percepções.

    Hoje o som toca eufônico, sem ser carregado, obstruído. Está musical, muito bonito e apaixonante, tocando correto do ponto de vista tímbrico, dimensional, e há um equilíbrio muito bom entre as frequências que meu sistema e sala comportam, mas eu ainda acho que pode perder um pouco de dureza, ganhar certo relaxamento. Não é uma coisa que me incomode, mas se melhorar, fico feliz.

    Vai um vídeo para registro do momento. Veja que o gabinete foi pensado para se encaixar perfeitamente ao meu rack:

     
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  3. CarlosTP

    CarlosTP Usuário


    Desde 28 Abr 2008
    MG
    Está ficando muito interessante e bonito esse seu super[AUDIO]computador, Felipe.
    Instigante. É um desafio e um grande estimulo acompanhar o desenvolvimento desse seu projeto.

    Como ainda precisa implementar uns reguladores, a AMB Laboratories tem uns bons reguladores com baixíssimo ruído, chamam sigma11 e sigma22, depois dá uma olhada. No DIYINHK também tem uns muito interessantes. Já experimentei os dois em situações diferentes e gostei muito.

    Parabéns!!!

    Abraço!
     
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  4. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Obrigado Carlos. Sua indicação veio em momento muito oportuno. Procurei em vários sites (Audiophonics, eBay etc.) e não encontrei nenhum projeto tão bom e customizável quanto o do Sigma11 que pudesse me atender. Certamente é o que comparei para alimentar os processadores, com as vias de 12v. Obrigado mesmo. Tão logo supere uma etapa de experimentação, farei o pedido.

    Grande abraço e boa semana a todos.

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    Boa noite a todos. Agregando substância à ideia de desenvolver computadores que sirvam como verdadeiros transportes hi-end, recentemente passei a adotar, na composição deles, dois cabos bastante interessantes: o Audiopheeling SATA Encounter e o ViaBlue EP-7S Ethernet com os conectores Telegärtner MFP8. Isto tudo faz parte da já planejada caminhada que pretendo trilhar para a finalização do meu projeto. Surgiram itens do meu interesse e não anteriormente previstos, mas essencialmente, o que estava previsto e ainda resta é: (i) fontes 12v para os processadores (serão as sigma11), (ii) fontes ldovr adicionais para as placas offboard, (iii) duas fontes lineares (versão MK IV) para as placas-mãe e (iv) duas placas de rede JCAT Net Card FEMTO.

    Sem prejuízo das modificações previstas e ainda não executadas, o acréscimo dos cabos trouxe melhorias muitíssimo interessantes. Na página anterior, falei de experiências conduzidas pelo Édison e pelo Holbein na otimização dos cabos de dados de seus transportes digitais, e que acabei me beneficiando da ideia deles ao passar a usar o cabo SATA da marca Deronxin-T. Até o momento, era o melhor cabo SATA que eu havia experimentado, de baixíssimo custo, trabalhado apenas com fios algodão e papel alumínio. Ele é mais detalhado, mais correto timbricamente, mais equilibrado e encorpado que o Audiopheeling SATA Statement, que eu também tive. Todavia, o Audiopheeling SATA Encounter trouxe uma nova referência no que diz respeito a esta espécie de cabo. Quanto à sonoridade, ao passo em que o Deronxin-T "preparado" tem um som mais "easy ride", diria eu, em especial por ter os agudos mais contidos e recuados, o Audiopheeling demanda um acerto de sonoridade diferente, uma combinação com algo que tenha certa sonoridade mais encorpada, mais "recheada", rica em texturas e uma forma de tocar mais relaxada, e isso consegui promover com a mudança da fiação interna para o Jupiter Pure Silver Cotton Insulated. É uma combinação absolutamente promissora e que permite extrair muito do computador. Julgo que resultado similar pudesse ter sido obtido com outro cabo de força, mas eu sequer cogitei essa hipótese.

    No caso do modelo Encounter, há um ganho absurdo em detalhamento, em espacialidade, em ambiência, em foco e dimensão de palco, e sem nenhum tipo de alteração tímbrica, sem distorções na forma de apresentação de cada músico e/ou instrumento. Houve um tempo em que minha busca era pela obtenção do equilíbrio e pela adequação e perfectibilização dos timbres dos instrumentos e das vozes, mas, hoje, a minha busca é pela manutenção de algo que já considero muito bom. Nisso, a combinação de fio Jupiter e cabo Audiopheeling foi certeira, pois que não introduziram nenhum tipo de coloração, de desequilíbrio, de tendência de sonoridade. Claramente o cabo Audiopheeling opta por uma sonoridade mais solta e fluida, mais relaxada e espaçada, sem tornar a apresentação disforme, superdimensionada ou desfocada. Isso é característica, forma de tocar típica, mas sem desequilibrar a tonalidade, o que me agradou demais. Vale à pena e, mais uma vez (pela terceira - Statement, Deroxin-T e Encounter), tenho a nítida impressão de que os cabos SATA estão numa ordem de relevância superior ao USB. Fiz, ainda, um experimento curioso: comparei a sonoridade do Windows rodando do SSD e tocando música do mesmo SSD (divisão de tarefas) com a sonoridade do Windows rodando da memória RAM e o SSD sendo usado exclusivamente para reprodução de música. Com o cabo Audiopheeling auxiliando a tarefa, a performance de ambos os modos se aproxima, mas o uso do RAMdisk ainda é melhor, ficando o SATA apenas para tocar.

    O cabo de rede Viablue, por sua vez, ainda está com pouco mais de 30h, e leituras que fiz indicam que ele pode mudar até aproximadamente 200h de uso. De qualquer modo, entre ontem e hoje ele mudou bastante, e para melhor, para algo que me agrada mais. De início ele fez meu sistema tocar "quente" (detesto esse termo, pois me remete a uma falta de tecnicismo enorme, mas foi o que aconteceu mesmo). Nada mal, mas dava para perceber com clareza a coloração. Havia uma distorção, um falseamento, um certo "quê" de som tendencioso para o lado encorpadão e warm, com médios proeminentes, mas sem furar os tímpanos, apenas introduzindo uma característica bastante notável. Remeteu-me muito ao som do Cardas Clear USB que tive. Com tempo, o cabo foi ganhando equilíbrio, perdendo as colorações e devolvendo o sistema ao estado anterior, em termos de forma de tocar. Apenas tenho a impressão (a confirmar) de que o sistema perdeu um pouquinho de brutalidade e ganhou um pouco mais de profundidade de graves. Não sei se porque uso um cabo muito curto (montei com apenas 50cm de comprimento - tenho a sensação de que, para cabos digitais, quanto mais curtos forem, melhor se desempenham) ou se é o amaciamento, mas neste instante ele está me parecendo um bom upgrade. Há um crescimento geral, sem mudança de assinatura ou forma de tocar (o que é maravilhoso e desejado) e, desta vez, com um belo custo, aparentemente, oferecendo retorno proporcional ao valor investido.

    Apenas espero que o amaciamento e estabilização do cabo apenas o façam crescer em performance, sem alterar a sonoridade geral do sistema, que está ótima. Bom domingo a todos.
     

    Anexos:

    Última edição: 4 Ago 2019
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  5. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Boa tarde. Compartilho convosco, já que falamos de fontes e cabos digitais, um texto muito interessante que recebi por e-mail hoje do site Upscale Audio. Notem o que falei a respeito da necessidade de aquecimento do oscilador do circuito de clock, da adequação dos circuitos de alimentação, dentre outros temas que tratei neste tópico, muitos deles resumidos neste artigo. Segue:

    Why the “Bits is Bits” Argument Utterly Misses the Point
    Digital products offer significant upgrade paths. Don't lose out because of misinformation

    The surest way to start an online war is to talk about differences among digital cables, network products, and digital sources, especially digital-only products such as streamers. It’s never long before someone invokes the “bits are always bits” argument, whining that digital is either “on or off”, and so there can’t be a “better” digital signal—it is 100 % perfect or not working at all. So where does the notion of bits are bits, or, as often sardonically put online, “bits is bits” come from?

    Computer Data, the ultimate replicant
    When you save a file on a computer, you can copy it again and again, hundreds, thousands, and millions of times, and it will be exactly the same. If there are any errors during copying, the file system will simply ask for a re-send of the missed data. If there is noise on the signal while the file is copying, it doesn’t matter—nobody is listening. Error correction ensures that the file is unlikely to be slightly wrong—it’ll either be bit-perfect or messed up. Also, digital data survive transmission over thousands of miles of wire over the internet, and high-speed loading into RAM from a hard disk. It's hard to see how there could be any problems or degrees of quality for relatively low-bandwidth audio to be sent three feet from a streamer to a DAC.

    How is it even possible for one digital cable or product to sound different from another?
    It's important to understand that there are no “digital signals”; there are analog signals that carry digital information. High-bandwidth digital signals are not 'pulses and no-pulses' marching down a wire like a line of ants—they are complex, high-frequency analog waves, and digital processors must recognize and decode many different voltages (16 or more for Ethernet) to turn the transmitted data into information. Because "digital signals" are high-frequency analog signals, cable design matters. This is why there are different Cat levels of Ethernet cable, and why cheap USB cables often don’t work with high-speed devices. Shielding a cable can damp energy peaks in the signal or cause non-linear distortions, and so designing a digital cable is most certainly not an “on or off” engineering task.

    Digital cables are cables
    Any cable you plug into a system is subject to antenna effect, by which it picks up radio-frequency and electromagnetic field interference. This noise can couple with the signal that’s running through the cable and cause distortion (and yes, digital signals can be distorted, as we'll see further down). Noise can be transmitted through the cable, travel through digital circuits, and eventually couple with an analog signal, causing distortion. Lastly, noise can simply be present in your system, obscuring low-level information, and graying your black backgrounds.

    A high-quality digital cable is well shielded, and that shield is designed to direct noise away from your system to ground. Don’t think that shielding against gigahertz transmissions while preserving signal integrity is easy or cheap.

    Audiophile source components such as streamers are engineered to produce and accept as little electrical noise as possible using shielding and high-quality power components and supplies. This is not the case at all with a laptop or any other regular consumer electronics. So if routers and network switches are noisy, and error correction is running full blast, it is highly likely that even an optimized digital source will experience increased electrical noise from the processors and their extra load on the power supply. Any steps you take to reduce this helps the overall sound of the system.

    Remember, digital data in a regular computer are transferred without you sitting on the end of that chain, listening to the information from this transfer through a transparent, high-resolution audio transducer.

    A music stream is fundamentally different from data
    The “bits is bits” argument is centered on a digital data stream, which is different from a digital music stream due to one fundamental component: time. We can’t emphasize this one enough—data and a timed music stream are not the same.

    Isaac Markowitz of AudioQuest likes to put it slightly differently. The ones and zeroes, he says, are only half the information. The other half of the information is how far apart each of those ones and zeroes needs to be.

    One second of stereo CD-quality music contains 1.4 million bits (44,100 samples x 2 channels x 16 bits per sample). These bits can be copied again and again with no errors whatsoever, because copying one second of music data can take 0.001 of a second, or 10 minutes, or even 0.00001 seconds for the first half, and two years for the second, and it’ll always end up with the same bit-perfect result. Time is irrelevant to a data stream.

    Everything changes when you want to play that one second of music. Now, those 1.4 million bits need to be marched into a DAC at exactly 1/44,100th of a second intervals. There are no resends, no pauses—once you hit “play” it’s go-time.

    If a DAC doesn’t receive any piece of data it’ll simply estimate what it might be, a process called interpolation. This is textbook distortion—the change in a signal from the original during processing. How much interpolation is happening in your DAC? Do you know? You won’t until you remove sources of noise, and your music sounds better.

    Another form of distortion is jitter. It’s hard to transmit and receive a signal that needs to be accurate over millions of bits at a steady marching beat of 22.6 microseconds (and that’s just for CD quality, imagine 192 kHz, 24-bit music). If the clock starts too fast or too slow, or drifts, the samples will reach the DAC out of time, and result in distortion of the recreated analog sine wave.

    Clocks aren't perfect
    Clocks for digital signal processing are based on crystals that vibrate at specific frequencies for each sampling rate. When you play a 44.1 kHz file and then a 96 kHz, the DAC has to switch to a different clock, which is why so many DACs take a little while to switch, and you often hear relays clicking to engage the new circuit. Crystal clocks’ performance vary over time and temperature. Some high-end DACs have little clock “ovens”, allowing the crystal to operate at a steady, known temperature. Different digital devices have different qualities of clocks and implementation. A better DAC might have a better analog output stage, but could also have a much more accurate set of clock crystals. Don’t think that clock upgrades are small—better clocks make a massive improvement because cheaper clocks can drift by one sample per second or more.

    Jitter is a clearly measurable and audible distortion, and this is partly how one digital-only source can sound better than another.

    [​IMG]

    The illustration above shows a perfectly re-created sine wave with no jitter. The square wave on top is the clock, and the letters A-F are the samples being sent to the DAC by the streamer. If this is CD quality, that clock is running at 44.1 kHz, and each sample is 16 bits long, representing the voltage of the original sine wave at the moment the signal was sampled. Each analog voltage is generated at exactly the right moment to re-create the original sine wave.

    [​IMG]

    The illustration above shows what happens if the clock drifts or is distorted. The sample reaches the DAC out of time, and the analog wave is also distorted. Remember this is both a simplified and exaggerated version of events, but it should illustrate why time and timing is crucial to a digital music stream.

    Digital processing is almost an artistic choice
    Digital audio processing is also not a clear-cut, on-or-off choice. There are many ways to handle how a digital sample is converted into an analog voltage, and each of these comes with compromises and challenges. Before being converted to analog, digital signals must have their clocks filtered out of them, and have “anti-aliasing” filters applied. Sometimes they need added noise called dither to reduce distortion caused by quantization error. (These issues arise because real-life voltages with possibly infinite numbers after the decimal point need to be rounded to fit into 16 or 24 bits.)

    If you’ve ever played with a DAC that has different filters, you’d have heard how much of an effect digital filtration has on the sound. And if you’ve ever run a PS Audio upgrade on their DirectStream DAC, you’d have heard the astonishing changes software code can make to the sound of a DAC.

    Don’t take our word for it. Jump across to PS Audio’s website where they have an excellent online magazine called Copper. Scroll down to Issue 1 and find Richard Murison’s ‘Quibbles and Bits’ column. In the next 11 issues, he goes into detail about DAC design and audio-signal processing. Richard explains it all with great clarity, but if you’re not an engineer, most of it is quite complex. If nothing else, you’ll come away with great respect for how much design, and even artistry, goes into digital circuits.

    Power supplies make a difference
    Spend some time in audio, and you'll realize everything comes back to power supplies. Better power means better sound. It doesn’t matter what device is being improved; this a system, and an improvement to one device can mean better performance for other devices in the chain. The cheap SMPS (switch-mode power supply) of your network switch doesn’t know it’s powering a digital device. It’s still potentially injecting high-frequency switching noise into your home power supply, and this noise is ready to affect anything on the circuit, analog or digital.

    Summary
    Anyone with a well-set-up, transparent system will find that nearly everything makes a difference. It’s just a matter of deciding if that difference is worth their time and money. In our experience, upgrades and changes to digital sources and cables are every bit as significant and noticeable as other upgrades, and in some cases, even more so. Whether you’re changing digital cables, upgrading the power supply on a digital product, moving from a computer to an audio streamer, or starting from scratch with an optimized digital front-end, we have the products and know-how to get you set up with the best system for your money.
     
    Última edição: 7 Ago 2019
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  6. mateusfig

    mateusfig Lively Up Yourself!


    Desde 29 Nov 2006
    Salvador-Bahia

    Excelente, Felipe!
     
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  7. masabueno

    masabueno masabueno


    Desde 27 Dez 2011
    São Paulo / SP / Brasil
    Prezado @FelipeRolim@FelipeRolim

    Eu, enquanto audioentusiasta e hobbysta, gosto sempre de manter em aberto o benefício da dúvida. Aceito todos os movimentos que hobbystas fazem e que são contrários ao que acredito, pois prezo por essa liberdade e pela diversidade. E pode ser, também, que me falte tempo de estrada.

    Entendo que estamos em um espaço denominado "Sala Rolim", onde bem ou mal, é um espaço seu e até certo ponto, a liberdade aqui é maior; ou a necessidade de zelar pelo hobby como um todo é menor - se não for preciosismo demais meu pensar em zelar por isso.

    Em fim, cada um que consuma conteúdo do HTF, deve ter discernimento pra separar o joio do trigo.

    No entanto, na busca por entender o que é joio e o que é trigo, fico me perguntando quão válida são as afirmações contidas em um texto de uma fornecedora. Claro, podemos supor uma imparcialidade, mas talvez isso pareça inocência (das maiores), como em muitas outras situações que, dentro e fora do hobby, acabamos por vivenciar e com o tempo, superamos (ou não).

    Pode ser que estejamos apenas entediados com o que temos, porque certas vezes - se não a maioria - estamos buscando preencher vazios em nós mesmos e em nossas vidas. E disto, todos os movimentos passam a fazer muito sentido. E uma boa retórica passa a movimentar mais a si e a outros.

    Os que ficam para ler e aplaudir, ou contrapor, resta a avaliação mais profunda (individual ou coletiva) sobre isso tudo.

    Pra finalizar, lembro do Renato Russo, na música "Eu sei", "(...) Não quero lembrar que eu erro também (...)".
     
    Última edição: 7 Ago 2019
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  8. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Oi @masabueno@masabueno. Não sei se já postou aqui anteriormente, e em caso negativo, seja bem-vindo.

    As razões do meu compartilhamento estão, dentre as possíveis que eu poderia elencar, na minha concordância, na íntegra, com o que foi escrito. Não transcreveria o texto caso não concordasse com ele, ou especificaria o contraponto, se fosse este o caso. Mas, depois de anos subsequentes de experimentação, li e gostei muito do conteúdo do artigo, mesmo que superficial. Outrossim, não identifiquei nele, dentro de minhas próprias limitações, falhas do ponto de vista técnico que merecessem o devido reparo. Achei o texto valioso, apesar do tema controvertido.

    Antes de eu sequer sonhar em considerar o desenvolvimento sério de computadores para aplicação em áudio, era muito mais ligado ao setor da informática propriamente dita. Não tenho formação na área, além dos cursos básicos, mas sempre li e busquei informações a respeito, e por alguns anos trabalhei com hardware e manutenção de computadores, o que me permitiu certo aprofundamento. No meu caso, e isso só se aplica à minha vivência (embora acredite que outros se identifiquem e tragam o mesmo histórico), foi muito difícil abandonar conceitos precisos e predefinidos de ordem técnica (quase que "preconceitos matemáticos") para me convencer de que, muitas vezes, aquilo que eu teorizava não encontrava repercussão prática (em outras palavras, reflexos na forma de apresentação do áudio) ou, mais do que isso, muito do que observava na prática não tinha correlação lógica com a teoria. Não no meu nível de conhecimento.

    Tudo isso vai desde assuntos básicos como a suposta imunidade das conexões USB assíncronas (que é mais do que evidente que não existe - a imunidade), até tudo aquilo que, cuidadosamente, experimentei e quantifiquei ao longo dos anos. Refiro-me baterias para alimentação independente, incontáveis reguladores de tensão, coolers e partes móveis, bufferizações, sistemas operacionais, softwares de reprodução, ajustes de BIOS, qualidade da alimentação, qualidade de cabeamento, entre muitas outras coisas. E, apesar de ser algo individual, subjetivo, e passível de crítica ou discordância, não há absolutamente nada que distinga as minhas conclusões práticas daquilo que adotei como premissas ao ajustar meu sistema de som. Ora, sendo os computadores partes essenciais e integrantes de todo um sistema estruturado para tocar música, o subjetivismo está permeado em cada mínimo ponto de ajuste, e assim o fiz por estar convencido de que, com o que tenho e na sala em que toca atualmente, extraio o melhor resultado possível. Esgotei as possibilidades e uso o sistema convencido de que, para mim, e com todas as suas limitações intrínsecas e extrínsecas, ele entrega o melhor que consigo. Naturalmente que ninguém precisa concordar com isso, mas também é fato que, além de mim, ninguém o ouve diariamente.

    Lendo reiteradas vezes o que você escreveu, sou levado a pensar que passo a impressão de que faço das otimizações quase que uma necessidade diária, uma obsessão, e de que tenho procurado por uma plateia a aplaudir-me sem questionar aquilo que é escrito. Se meu senso crítico não falhou, e peço perdão antecipadamente se houver, não poderia chegar a conclusão mais equivocada. O que extraio, pois, da minha vivência, aliada à convivência (alheia, coletiva), é a única coisa que realmente precisa ficar clara: ninguém é obrigado a concordar comigo e a replicar o que fiz. Gosto do registro, faço-o como forma de incentivo, de instigação, e se, com a leitura do meu tópico, este objetivo for alcançado, ficarei satisfeito. Não é um manual, muito menos um livro de autoajuda. É apenas o local em que registro o que, para mim, é uma paixão, e nunca algo que me causa anseios, incômodos, deturpações, preocupações. É uma terapia causadora de prazer. Sempre. E, apesar das 73 páginas escritas, quase sempre tratando de equipamentos, de salas, de elétrica, de acústica, de computadores, de cabos, sempre deixei explícito neste tópico que não tenho o hábito de falar de discos, daquilo que gosto, ou não, de ouvir. Falo de música em geral, de formas de reprodução, e sensações de audição, mas apenas raramente de discos específicos. A uma porque o HTForum já está mais do que saturado de indicações de discos, muitos dos quais não me interesso por conhecer e imagino que este sentimento não seja exclusivo meu. A duas porque a mim não é dado prescrever ou proscrever a ninguém aquilo que devem ouvir. Mas, também sempre deixei explícito que a experimentação nunca teve maior relevância do que a própria audição.

    Ainda sobre os computadores (e transportes em geral), muita gente costuma considerá-los com uma tendência absurdamente simplificadora. Está certo, mas só até certa medida. Não dá para complicar demais, nem para tentar descomplicar demais. Há um mínimo exigido do acerto para que um computador se transforme num transporte de alto nível, que é o meu objetivo (ainda não integralmente atingido), e, à medida que se vai aproximando do nível elevado, torna-se possível perceber a correção tonal, a fidelidade tímbrica, a riqueza harmônica inexistentes num notebook ou computador comum, aspectos estes a que me refiro de maneira repetitiva, mas que separam um sistema feito para emitir som de um sistema feito para tocar música. É isto o que busco.

    O benefício da dúvida é sempre cabível, mas enquanto ninguém repetir o teste em condições que permitam extrair um resultado seguro (leia-se, num sistema sem limitações graves, como com um notebook ou MacMini como transporte), vai continuar na dúvida, ou terá uma certeza que é apenas individual, exclusiva. No fim, é o que importa.
     
    Última edição: 7 Ago 2019
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  9. masabueno

    masabueno masabueno


    Desde 27 Dez 2011
    São Paulo / SP / Brasil
    Ninguém pode tirar a sua razão. Estou em paz se você também estiver.

    Apenas dei um grit(inho) existencial - em homenagem a um amigo que vive da Filosofia - dentro da sua casa. ;)
     
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  10. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Não é de hoje que você comenta as minhas postagens em tom crítico, como fez no Clube PS Audio, sugerindo que tenho cometido uma série de excessos e adotado o subjetivismo, que é inerente ao hobby, para justificá-los. É uma pena que pense desta maneira, pois você nunca ouviu o resultado dos "excessos" que cometi, mas ao menos lê o que escrevo, concordando ou não, o que me deixa feliz. O contraponto é sempre algo interessante, e estou sempre disposto a aprender, desde que com alguém que possua embasamento. A este respeito, tenho uma lista de pessoas em quem confio e para quem peço socorro quando quero opiniões, e elas sempre ou quase sempre decorrem da vivência, de anos de audição e experimentação. Mas, a lista de quem não confio é muito maior.

    Qualquer um tem liberdade para "dar um gritinho existencial" neste e em outros tópicos, mas ao fazê-lo de maneira direcionada, seria interessante que se afastasse da "crítica pela crítica" e se apegasse aos aspectos que sempre tenho em vista nos meus escritos: a música. Significa dizer, noutras palavras, que o contraponto precisa ser feito de forma bem embasada e contextualizada, e não apenas com palavras genéricas, que se amoldariam a qualquer outro tópico sem terem uma vírgula alterada. Isso não é algo saudável ou desejável numa conversa construtiva.

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    Falando genericamente, além da proliferação dos grupos de WhatsApp, que em muito diminuíram o número de encontros e o número de pessoas valiosas que podem colaborar com o meu hobby por meio do HTForum, existe atualmente um movimento forte no sentido da simplificação, da obtenção de praticidade e simplicidade, e tenho a sensação de que algumas pessoas precisam se autoafirmar eternamente tranquilas e satisfeitas para "entrar na roda", ser "cool" e obter liberação para criticar quem busca por mais. Acho um atestado de incapacidade gigantesco. Numa sociedade em que as pessoas comem em excesso, bebem em excesso, algumas fumam em excesso, trabalham em excesso e vivem a vida no limite do estresse e da cobrança nas grandes cidades, criticar a dedicação extrema a um hobby que só dá prazer está no limiar da burrice. A crítica à dedicação, a qualquer atividade que seja, desde que prazerosa e saudável (trabalho, estudo, esporte, música, leitura etc.), não é algo que eu possa chamar de inteligente ou bem arrazoada. Muito pelo contrário. E não se pode negar que há um rigor crítico exagerado e infundado quando se vislumbra alguém seguindo "contra o movimento", leia-se, construindo um sistema estéreo com elevada complexidade. Dito de outro modo, quem busca o acerto fino, o ajuste milimétrico, tenta assimilar a reprodução aos timbres reais dos instrumentos, preocupa-se com aspectos relevantes referentes à nivelação dos equipamentos, entre outras coisas, é visto como alguém que "comete excessos".

    Este tema tem sido tratado por algumas pessoas no Clube dos Audiófilos, frequentado por hobistas antiquíssimos e por quem nutro sentimentos de admiração e respeito gigantescos. Foram, efetivamente, pessoas desbravadoras, que conheciam porque ouviam, porque valorizavam aspectos de realismo musical na construção de seus sistemas, coisa que há muito não tem feito parte da busca dos que se autodenominam atualmente "audiófilos". Alguns desistiram, porque se cansaram. Outros continuam aprimorando. São estes os que deveríamos respeitar, ouvir, inquirir, pois efetivamente possuem algo para nos ensinar. Temo que o conhecimento que os Madalenos consolidaram, por exemplo, algum dia não tenha para quem ser repassado, pois a "geração miojo e wifi" da atualidade, que busca resolver todos os problemas da vida em três minutos, jamais admitiria o nível de complexidade a que muitos chegaram. Eu admiro, e espero ter tempo de aprender mais.

    Então, no que depender de mim, um dia este tópico terá 200, 300, 400 páginas, mas sempre, reitero, de forma instigadora, incentivadora, e nunca em tom professoral, definitivo ou taxativo. O pragmatismo e a idiossincrasia não deveriam permear nenhuma das linhas escritas aqui, porque são reações adversas de quem, na realidade, nada sabe e nada quer saber.
     
    Última edição: 7 Ago 2019
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  11. masabueno

    masabueno masabueno


    Desde 27 Dez 2011
    São Paulo / SP / Brasil
    Qual sua idade, amigo?
     
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  12. René Ramirez

    René Ramirez Usuário


    Desde 21 Out 2014
    Cotia
    qnto mais simples o caminho, melhor a fidelidade
     
  13. carlos_camardella

    carlos_camardella Usuário


    Desde 29 Dez 2004
    Rio de Janeiro
    Vou dar uma opinião técnica de quem já trabalhou até profissionalmente projetando circuitos eletrônicos e hoje é metido a audiófilo e que faz seus próprios upgrades no esquema DIY: Esse texto tem alguns exageros, mas não tem nada especificamente errado. Dá margem a algumas over-engineerings mas não está mentindo pra vender algo tipo coisas ridículas que temos por aí (DBS da Audioquest, tratamentos criogênicos de conectores, topologias de cabos e circuitos que não fazem sentido algum, alguns milagres quânticos, etc. etc.).

    E não necessariamente o mais simples é o melhor. Nenhum equipamento high-end de verdade, exceto alguns valvulados, tem circuitos extremamente simples. Até porque se é simples demais qualquer um fabricaria.
     
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  14. weltec

    weltec Usuário

    6.227 3.941 446

    Desde 15 Nov 2011
    Rio de Janeiro
    Spotify no telefone com fone de ouvido. No máximo Spotify no telefone e um receiver com caixa de embutir no teto.
     
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  15. René Ramirez

    René Ramirez Usuário


    Desde 21 Out 2014
    Cotia
    Ambas duas opções viáveis!
     
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  16. FaithLess

    FaithLess Aliud in ore, aliud in corde.


    Desde 2 Out 2004
    Blumenau/Timbó-SC
    Sinceramente...

    Muito exagero...
    Chega a ser obsessiva a coisa.

    Um Mini PC Fanless. Hj tem excelentes opções com processadores mais do que suficientes para audio. Componentes bons, SSD ou M2 e uns uns 8 ou 16GB. Alimentado por fonte externa linear plugada em uma boa rede elétrica. Otimizar o SO para audio é a parte chata. Eu acho válido carregar os dados em buffer de memória para depois os processar. E deu... Isso falando em custo x benefício. Se quer investir mesmo.... Um bom MAC manda bem demais no audio sem 200 traquitanas adjuntas.

    Meus 2 cents...
     
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  17. carlos_camardella

    carlos_camardella Usuário


    Desde 29 Dez 2004
    Rio de Janeiro
    Tudo é uma simples questão de até onde vc tem disposição para ir. Eu parei no Raspberry Pi 3 que montei com a placa Digi plus pro top conectado no DAC da Electro. Ou uso o SACD que me custou quase 5 mil dólares nos EUA faz um bom tempo.

    Já conectei um sistema de transporte + DAC + Clock externo tudo do mesmo fabricante e que deve custar uns 50-60 contos. Melhorou sim, em todos os aspectos, mas não o suficiente para eu investir nisso, aliás, beeeem longe disso. Se dinheiro não fosse problema pra mim, eu comprava os DCS e pronto, ia ser feliz com um sistema do K7, nem ia me preocupar em montar Raspberry, PC e outras coisas mais "econômicas"...
     
  18. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Carlos, a minha referência absoluta em termos digitais ainda é o transporte de CD/SACD da dCS. Contudo, depois de algumas andanças, ouvindo computadores melhores que o meu em sistemas melhores do que o meu, estou convencido de que é possível se aproximar (não sei se daria para ultrapassar) de um transporte digital básico da dCS com um investimento menor, talvez metade do valor. Diria que dá para ser feliz com um computador bem ajustado, sem manter vivo o desejo de um transporte de mídia física de alto nível. É um palpite, baseado no que ouvi. E, como não tenho pretensões de mídia física (além do preço e do espaço que ocupam, ainda acho que o conjunto ótico pode ser um problema a longo prazo), isto é algo que pretendo aferir na prática, no futuro, pois ainda me falta essa referência numérica (quantum gasto), tendo em vista o resultado obtido. Nunca comparei meu transporte com nada, além dos meus próprios PCs domésticos.

    Depois de afinar o transporte como pretendo (não faltam muitos detalhes e não estou apressado), quero ter noção dos rumos que ele está seguindo e também encontrar algum referencial no qual me basear. Nunca trouxe um dCS para ouvir aqui, e nunca levei meus computadores para ouvir contra os dCS, mas é esta a minha pretensão. Um transporte da linha Paganini custa aproximadamente R$40.000,00 e da linha Scarlatti, salvo engano, R$80.000,00, isso na Ferrari. Eu ficaria feliz se me aproximasse do Paganini Transport, com o hardware atual, porque não investi sequer perto da metade do que ele custa. Mesmo o meu projeto final, que demandará mais um investimento, não se aproximará da metade do valor do dCS Paganini Transport.

    Vamos ver o que o futuro reserva.
     
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  19. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Olá a todos. O novo cabo de rede, o ViaBlue EP-7S com conectores Telegärtner MFP8, ultrapassou a duas centenas de horas, e há dois dias não sinto alteração alguma no áudio. Devolvi o cabo de rede chinês (Orico CAT7) para ouvir, e aproveitei e experimentei o cabo de 1m do Márcio, que é idêntico, mas sem amaciamento algum (o que montei para mim tem apenas 0,50m).

    O cabo é extraordinariamente bom, após o período inicial (decorridas uma centena de horas ele sobe muito de nível, e muda apenas timidamente na segunda centena). Como tenho os dois para comparar, pude confirmar o som com um viés mais aquecido e letárgico no cabo sem amaciamento, e mais sóbrio e delicado, com o cabo depois de duas centenas de horas. Fiquei bastante impressionado, bastante satisfeito, e me deu a vontade de comprar logo as duas placa de rede da JCAT que restam. A espacialidade, os tempos de decaimento, o timing de determinados instrumentos, a quantidade de informação e sua definição, tudo está melhor. A única coisa que preciso verificar com calma, porque acho que posso ter tido uma percepção equivocada, está relacionada à parte dos graves. Tenho a impressão de que estão mais presentes, o que não é algo muito bem-vindo na minha sala, mas não me prendi a essa característica e não devolvi o chinês anterior especificamente com a intenção de confirmá-la. Tive a impressão de uma pequena sobra ao ouvir um disco do Ivan Lins, mas foi o único que me chamou a atenção para este aspecto, e como não o ouvia há muito tempo, não me recordo especificamente de como eram as nuances da gravação. Todos os demais discos me pareceram melhores do que nunca.

    Na falta de outra referência, não faço ideia do quanto há uma limitação neste ponto do set com o cabo ViaBlue, mas tenho absoluta certeza de que o cabo chinês era vergonhoso. Jamais me permitira extrair muito mais qualidade do transporte enquanto ficasse ali. Comprei o cabo na Audiophonics, e paguei €4,92 pelo metro do cabo, mais €10,42 por cada um dos conectores Telegärtner. O frete não é caro e o preço final é muito bom, mesmo eu tendo pagado imposto sobre o valor integral. E, surpreendentemente, o Ayre continua respondendo bem às melhorias.
     
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  20. FelipeRolim

    FelipeRolim Keep Improving Myself


    Desde 17 Ago 2008
    Quatiguá/Paraná/Brasil
    Essa semana completei 11 anos de HTF. Cadastrei-me aos 15 anos de idade e desde então passei a me dedicar a uma das minhas maiores paixões. Gravei um vídeo para registrar o momento.

     
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