UM GRAVE PROBLEMA

Discussão em 'Tecnologia e Novos Formatos de Áudio' iniciada por ÉdisonCh, 16 Out 2009.

  1. RThomé

    RThomé EASY RIDER


    Desde 6 Jun 2003
    Ipanema/Rio de Janeiro



    Caro JB (y)

    Quem está acostumado a ouvir música ao vivo e a lidar com equipamentos de som, sabe que 99% das caixas acústicas domésticas encontradas no mercado não estão aptas a reproduzir as frequências mais baixas geradas por um pipe organ, portanto, não vai ser a minha bookshelf que fará esse milagre.

    Quanto ao tímpano de uma sinfônica, se vc se posicionar numa fileira intermediária de um bom teatro, como o Municipal, aqui do Rio de Janeiro, verás que os graves são muito rápidos e secos, inexistindo a tal ressonância que vc citou na reprodução deste instrumento, a menos que vc esteja sentado próximo a uma parede ou a um corner, como já aconteceu comigo. Assim, por experiência própria, e principalmente nesse aspecto, penso que as 121 são soberbas na reprodução de música clássica.

    Talvez não sejam caixas apropriadas para a reprodução de música eletrônica, como tecno e funk, mas... também não foram adquiridas para essa finalidade (ainda bem).

    Por outro lado, na reprodução do Amati do Gary Karr, no fabuloso Adagio d’Albinoni, o meu sistema não sofre do efeito “sanfona”, sendo mantido integralmente o corpo harmônico do instrumento durante toda a reprodução da peça, circunstância da qual poucos sistemas conseguem se desincumbir.

    Meu caro amigo, não se esqueça do que eu vou te dizer: Em matéria de áudio, por uma questão de prazer auditivo, na maior parte das vezes é melhor pecar pela falta do que pelo excesso. ;)

    Um grande abraço,
     
  2. MARCUS BRAGA

    MARCUS BRAGA TUTUBARAO


    Desde 20 Set 2007
    RIO DE JANEIRO - IPANEMA
    Lembrando que O JB curte disco music e musica eletronica
    e é meu primo

    por sinal é o maior colecionador de disco music em lps e cds
    tem do mundo todo
    :D:D
    rsrs

    jamais vai gostar de caixas sem subs de 12 polegadas:lol::lol::lol:

    eu mostro o meu som com jazz para amigos, que frequentam a noite,

    eles nao dao valor , nao ficam 10 minutos na poltrona

    as mulheres quando novas acham chato

    falam que é musica de velho

    mas é questao de ir aprendendo a gostar

    hoje gosto de tudo , mas vocal jazz é o que gosto mais

    na concepção de muito jovem sou um chato por ouvir musica erudita e jazz

    so ouço sozinho e me trancam na sala

    dentro do carro nao deixam botar meus cds

    isso me fez frequentar casas de amigos , para poder dividir

    ,com poucos que conheço que tem mesmo gosto, essa paixao

    contos nos dedos quem da valor

    por isso minha luta em iniciar cada vezmais gente para apreciar o bom som e a boa musica

    ta dificil

    achar gente ,com menos de 40 ,que curta jazz é milagre
     
  3. jbmattos

    jbmattos Usuário


    Desde 1 Mai 2004
    santos sp
    Grande Thomé, tudo "bão"?

    Deixa eu explicar umas coisas aqui.

    Primeiro:

    O setup do meu amigo Thomé é hoje a minha referência.

    Só para exemplificar: Uma noite dessas, eu estava ouvindo a faixa 2 do cd "La Pocha Y Su Grupo de Flamenco", também conhecido por "hi-fi Flamenco"na cada do Thomé, e levei um susto.

    É perfeitamente audível, quando a bailarina bate o pé no chão, diferenciarmos o som da sola, batendo uma fração de segundos antes, e com um som mais grave que o do salto. Nunca tinha escutado isso, e olha que é uma das minhas musicas/gravações prediletas.

    Segundo:

    Nenhum setup consegue ser universal. Temos que ter isso em mente.

    Tenho um gosto musical que vai do jazz, passando pelo blues, rock progressivo e chegando na paixão que é a disco music. Então me digam: Vou ajustar o meu setup de que forma?

    Eu prefiro um grave mais presente. Sei escutar, sei o que é "certo" mas procuro deixar o grave mais presente.

    Lógico que quando ouço algo mais "seco" eu noto a diferença, mas isso não quer dizer que o que eu estou ouvindo seja ruim ou menos prazeroso. É diferente.


    Quanto aos tímpanos, pode ser que pelo posicionamento - as duas vezes que eu ouvi, aqui em santos, estava perto e na lateral, eu tenha uma impressão equivocada, pode ser..

    Por hora eu vou parar por aqui. Acabei de chegar da rua, e não estou em condições de pensar muito.. rsrs

    Abraços a todos.
     
  4. MARCUS BRAGA

    MARCUS BRAGA TUTUBARAO


    Desde 20 Set 2007
    RIO DE JANEIRO - IPANEMA
    por isso que eu sempre falo,

    que dificilmente quem escuta rock ,a todo volume , como o zepeliano
    por exemplo, vao gostar de caixas que não deem porrada e sejam impactante nos graves,

    mas tem sistemas ajustados que tocam jazz e rock,

    agora musica eletronica

    não tem jeito,

    melhor é ter caixas de festa, PA:ataque::ataque::ataque:

    pior que eu to começando a gostar da "beonce"

    do Akron

    e etc
    de tanto ouvir isso aqui em casa com minhas sobrinhas

    é uma praga essa musica POP

    kkkkkk
     
  5. vabn

    vabn Usuário


    Desde 2 Jun 2004
    Brasil
    Thomé,

    Se passar seu sistema com bookshelf para bi-amplificação, com a adição de um bom sub, voce vai sim ter a reprodução das frequências mais baixas, e ainda de quebra vai poder controlá-las à vontade.

    Lembre-se que muito antes do advento dos home-theater, já se fabricavam subwoofers para áudio estéreo, exatamente para suprir/controlar a falta/excesso de graves.

    O meu é desta época.

    Poucos sabem disso.

    Victório Benatti
     
  6. vabn

    vabn Usuário


    Desde 2 Jun 2004
    Brasil
    jbmattos,

    Creio que o que voce chama de "ressonam", seja na verdade a "expansão" das ondas graves/subgraves geradas pelo instrumento (no caso o tímpano, ou mesmo bumbo de bateria) a partir da primeira "pancada" (que é um som de frequência média) que foi dada nele.

    Ou seja, logo após a primeira pancada, começam a ser geradas as vibrações cada vez de menor frequência, até pararem. Os tímpanos por serem instrumentos enormes, conseguem fazer estas baixas frequências serem audíveis, mesmo a grandes distâncias.

    Nos órgãos de tubo ocorre caso semelhante.

    Se voce observar durante uma execução, mesmo depois do organista ter parado de acionar a tecla de uma nota grave do órgão, as frequências baixas da expansão desta nota grave ainda continuam durante alguns instantes no ar, desde audíveis até sensíveis no nosso corpo, pois não a ouvimos mais, porém ainda "sentimos".

    Quem mora em SP/Capital, vá assistir aos domingos a missa das 10 h. no Mosteiro de São Bento. Terão a oportunidade de ouvir ao vivo e a cores o que é considerado um dos melhores e mais bem integrado ao ambiente, órgãos de tubo da América Latina.

    A ressonância desta expansão das notas graves é que é o grande problema de graves nos sistemas domésticos.

    No meu sistema, bi-amplificado com sub, sempre faço demonstrações deste aspecto aos que vem à minha sala para conhecer como toca meu conjunto. Tenho controle total sobre o sub, portanto posso fazê-lo desde faltar, ajustado, até sobrar (expansão com ressonância) ao meu bel prazer.

    Não foi isso que ouviu aquí em casa Sr. ÉdisonCh ?

    Victório Benatti
     
  7. Arthurvictor

    Arthurvictor Usuário


    Desde 15 Mar 2009
    Belo Horizonte/MG/BRASIL

    Também tô enjoando de ouvir SUB em músicas... saudade dos estéreos com woofers de 12"....
     
  8. Ricardo Pontes

    Ricardo Pontes Usuário


    Desde 8 Dez 2004
    fortaleza ce brazil
    Grande TOMÉ[ASSIM MESMO] ,o ht forum estava precisando da sua volta...:aplauso: .

    O hi end a medida qua vai tomando conta do audiófilo,faz o foco ficar voltado para OS GRAVES .

    Como filosofia ESTAR hi end é uma desgraça .

    Historinha .Meu pai que morreu a pouco era meu muro de lamentaçoes .
    Certa vez disse:pai ,aquele cara nao me paga a 4 meses,pÔ,vou dar um
    pau nele !

    Meu pai:faça isso nao filho! . Tem coisa melhor .De noite nas suas oraçoes
    jogue uma praga NELE . Deseje que ele se APAIXONE ! . Um homem apaixonado é um LIQUIDADO . Perde logo 6 kilos ,perde o foco ,fica BURRO
    Quer um castigo pior do que este ?. Meu pai tinha razao !:concordo: .

    Quando cara ESTÁ hi end ,começa o inferno . O cara nao ouve mais musica ,briga com os amigos,fica inquieto na sala de som,se o som nao está de gosto até a mulher sofre,fica irracivel,é uma M . ERDA !!!

    Entao a gente sabe, quer fazer mal a um audiófilo ,é só desejar que ele
    fique HIEND !!:concordo: .

    Este tal do GRAVE em caixa de cone é um suplicio . O cara sempre tem que domar DOIS ENVOLUCRO . A caixa e a caixa do piano . A caixa e a caixa do organ .A caixa e a caixa do violao . A CAIXA E A CAIXA ONDE ESTÁ O SOM !!!. Felizmente o Tomé nao tem caixa em CIMA ,só em baixo
    e pequeninninha .

    Morro de medo quando estou a ouvir SOM [SIM ,SOU AUDIÓFILO E NAO OUÇO MAIS MUSICA.Me jogaram uma praga], e o grave começa a roncar,
    a rosnar,a invadir as notas medias e agudas[sujando por causa do DELAY
    antes da dissipaçao] e estragando tudo ! .

    QUE ADIANTA O CARA TER HIEND NOS EQUIPOS MAS TER UMA SALA HI-FI ??[HIII,VEM AÍ MAIS UM TEMA DO RICARDINHO] .

    Nao acredito que o cara esteja HIEND sem domar seus graves ! .

    Sub para música ?? é como LCD nos paineis ,so servem pra computador...

    Nao tem como,, por mais afinador que se seja ,pegar a PONTA do grave de
    40 retz e AJUSTA-LO com o restante da caixa efetiva do sistema .

    O cara ''pensa'' que consegue .

    Ricardinho . (y)

    :discordo:

    :discordo:

    ---------- Mensagem adicionada às 12:40 ---------- Mensagem anterior foi às 12:31 ----------

    Moderaçao ,por favor consertem aí porque o troço pegou muito papel em
    branco !! .

    Ricardo.(y)
     
  9. vabn

    vabn Usuário


    Desde 2 Jun 2004
    Brasil
    Voce fala e critica à vontade as salas de todo mundo, mas quando criticamos a sua, voce vira um monstro !!!

    Lá vem voce de novo distorcendo o têrmo High-End.

    Fala logo que é uma caixa boa, cara e pronto !!!

    Se tem alguma deficiência, então o som não é High-End.

    Édison, se não me provar que estou errado, não tem acordo.
    E comigo voce sabe, tem que me provar ouvindo música. Aquelas que sempre levo na casa de todos que visito, gravações especiais que estou careca de tanto ouvir.

    Voce considera minhas colocações como agressão porque eu não concordo com a maioria das suas opiniões e de seus argumentos.

    Voce tem em mente uma visão fixa sobre áudio e por conta disso não é capaz de abrir a mente e reciclar seus conceitos.

    Victório Benatti
     
  10. ÉdisonCh

    ÉdisonCh Usuário


    Desde 1 Dez 2005
    Araras/SP/BR
    Victório,

    Que fique claro a todos quem é o encrenqueiro neste Fórum. Você já foi excluído mais de uma vez por causa disso. Tentei evitar a polêmica, mas não consegui.

    Não há como provar nada a você.

    Há dezenas de anos a indústria de áudio e a imprensa especializada fala de cabos de interligação e de força, testam, comprovam, e você, mesmo a gente tendo levado os cabos para você escutar, continua dizendo que isso não existe.

    Estou agora mesmo escutando meu som, e não tem nada de reverberação. Os agudos é que continuam um pouco ardidos.

    Já expliquei tudo, mas com você não adianta.

    Não virei fera com outras pessoas, Victório. Virei com você que veio em casa, disse uma coisa, e depois saiu falando outras: que o computador não tocava bem. Que eu provasse isso para você. Ora, você havia acabado de sair de casa há alguns dias e concordado comigo. Disse que os graves haviam sido controlados (e foram), mas depois desenterrou o passado para atacar a pessoa, não os aparelhos.

    Veja bem:

    Minha sala tem cerca de 53/54 m2 de área total. Nela, existem 6 portas comuns, mais três portas duplas de vidro, mais duas janelas de vidro. No fundo do nicho de som há cerca de 6 m2 de absorvedores de membrana. Tudo isso absorve graves.

    Por problemas exclusivos de posicionamento e de cabos de força, houve um período em que as frequências em torno de 250 Hz estavam reverberando. Depois dos absorvedores de membrana, da troca de 1 cabo de força e do reposicionamento das caixas isso acabou.

    Minha sala tem 29 paredes (planos verticais), alguns com cerca de 1 m. outras com alguns ou vários metros. Por isso, há muito pouco fenômenos de paralelismo, contrariamente á sua sala, cujo estar é retangular.

    O que ocorre é que o nicho de som ficou pequeno para a sonoridade dos Krell EVO + AR REF3 + B&W 803D, quando há grandes pressões sonoras.

    Por isso, tive que aumentar muito a absorção. Ora, a quantidade de materiais absorvedores em minha sala é muito grande. A acústica fica alterada com esse excesso de absorção, criando a uma sensação de constrição, de artificialidade, no áudio.

    Esse é o problema: quando se escuta em alto volume, há uma sensação inexplicável de contenção, de constrição, tirando a sensação de naturalidade que seria ideal. Isso na margem, no limite. Não é um problema essencial, mas deve ser solucionado.

    Não posso reduzir agora a absorção em virtude das limitações do ambiente, e do fato da instalação elétrica ter sido toda alterada, estando ainda ardida.

    Mas isso é um problema marginal. Mais alguns dias e o ardor e metalização dos agudos deve cair para níveis normais. Com isso, poderei reduzir um pouco a absorção e diminuir a sensação de opressão e compressão.

    É um problema de conjuntura, não de estrutura.

    O único problema de estrutura que tenho é que o som não fica confortável escutando muito alto.

    Mas fica excelente escutando em níveis normais. ora, eu apenas escuto áudio em volumes normais. Porque vou fazer uma reforma na casa para quando os auditores do HTF aparecerem?

    Para vocês saberem, nesta última vez que o Victório foi readmitido, eu fui um dos que mais insistiu para que ele o fosse.

    Quero que vocês apontem outro forista que expõe com tanta franqueza as condições de sua sala e de seus aparelhos, assim como as peripécias para acertá-los. Já voltei atrás em minhas posições inúmeras vezes, quando constatei estar errado. Não se iludam. Não estou sendo parcial ou maldoso com o Victório. Mas, ele demonstrou mais uma vez não estar à altura de ser tratado como meu amigo.

    Nunca mais irei responder a nenhuma colocação dele, porque ele não busca o esclarecimento, mas uma competição pessoal.
     
  11. Renato

    Renato Construindo um pinheiro DIY...


    Desde 24 Fev 2003
    Rio de Janeiro
    Amigos,

    De nada adianta grandes equipamentos se os amigos não forem hi-end, por isso, toda discussão será saudável, somente se a amizade e o respeito for maior que o próprio som... pensemos nisso!

    Abração a todos,

    Renato
     
  12. piupa

    piupa Divemaster


    Desde 12 Ago 2004
    são paulo/sp/brasil
    Renato,

    :aplauso::aplauso::aplauso::aplauso::aplauso::aplauso::aplauso::aplauso::aplauso::aplauso::aplauso::aplauso:

    É só o que eu tenho a dizer (y)

    Grande abraço,
    Piupa.
     
  13. ÉdisonCh

    ÉdisonCh Usuário


    Desde 1 Dez 2005
    Araras/SP/BR
    Piupa,

    Toda paciência tem limites.

    Tenho tido paciência com todas as críticas que tenho recebido, e com as explicações e justificativas que tem sido pedidas a mim, sem que eu tenha qualquer obrigação de dá-las.

    Apenas escrevi um artigo sobre graves. O tópico nada tem a ver com o que o Victório vem colocando aqui e em outros tópicos.

    Ele já foi em casa, neste ano, duas vezes. Foi sempre muito bem tratado, e levado em consideração.

    Da primeira vez, havia de fato um problema, que eu já havia identificado e que acabei sanando.

    Da segunda vez, ele veio almoçar conosco, colocou todos os seus discos. E apenas elogiou.

    Fizemos um confronto entre o computador e o player e ele não conseguia distinguir os dois. Face a seu constrangimento, indiquei para ele, a cada faixa, quais as características distinguiam os dois. Mostrou-se admirado, embora, concordando comigo, e a partir de meus argumentos, concordasse que o player continuava melhor.

    Alguns dias depois, em um tópico em que se colocou o assunto, disse que o computador ainda era uma fonte inferior, que eu o chamasse para escutar apenas quando estivesse tocando pelo menos igual ao player.

    Ora, a minha colocação era a de que o computador já podia ser considerada uma fonte high-end. Não que fosse superior aos players high-end. Então, lembrei-lhe de sua dificuldade em distinguir um som do outro, o que demonstraria tal fato.

    Desde então, tenho sido objeto dessas observações restritivas. Meu som virou uma porcaria. Tudo bem. Mas quando isso se repete a ponto de impedir que você exponha suas opiniões, a situação fica insuportável.

    Tenho feito um grande esforço de integração, no HTF, já faz algum tempo. Tento fazer de minha participação a mais útil e integradora possível. Mas tudo tem um limite, e esse limite foi bastante ultrapassado. Virou intriga, perseguição.
     
  14. piupa

    piupa Divemaster


    Desde 12 Ago 2004
    são paulo/sp/brasil
    Concordo com você (y)
    Explicações e justificativas??? Precisa mesmo???
    O Vitório é gente boa, você sabe disso. Só é complicado aqui no Fórum (y)
    Tá bom prá você? É o que importa!!!!
    Nunca ouvi o seu setup, falha minha, mas só ouvi elogios a repeito !!!

    Relaxa e seja feliz, como já é...(y)

    Grande abraço,
    Piupa.
     
  15. vabn

    vabn Usuário


    Desde 2 Jun 2004
    Brasil
    Édison,

    Voce não se conforma de receber críticas de alguém como eu, que possue uma casa simples com uma sala pequena, e equipamentos de áudio que custam menos da metade do que custa somente os cabos do seu sistema.

    Por isso toda esta polêmica.

    Quando voce recebe críticas de pessoas que possuem posses equivalentes às suas ou maiores, aí então voce se sente em casa.

    Vira um professor de áudio.

    Só que voce sabe que - modéstia à parte - conheço muito áudio.

    Fui sim, muito bem recebido na sua casa, nas duas vezes que lá estive, mesmo considerando que o motivo principal da minha visita foi ouvir meus discos - minhas únicas e essenciais ferramentas de trabalho para avaliação de sistemas - em seu conjunto.
    Junto com toda minha bagagem em áudio, claro.

    Pensei que depois de têrmos ouvido recentemente (pena que não estávamos juntos e portanto não ouvimos as mesmas músicas) o mesmo sistema, que produziu som High-End, nossos laços de amizade e compreensão sobre áudio aumentariam de forma significativa.

    Mas não foi isso que aconteceu.

    Voce continuou o sabidão de sempre e me descartou.

    Competição pessoal com voce em têrmos de posses, eu não dou nem pro começo.

    Mas em têrmos de áudio, te dou um banho.

    Continuarei por aquí, atento aos seus posts e de qualquer outro forista.
    Se achar que devo comentar, o farei.

    Em tempo:

    Avaliação de salas para áudio não se faz em metros quadrados, e sim em metros cúbicos.
    Portanto errou feio quando comentou a área da(s) sua(s) sala(s), a boa e a ruim.

    High-End é resultado final, não o meio.

    Se todos aquí não compreenderem esta definição, quem de fora entrar neste site e ler definições equivocadas, vai achar que aquí não é lugar para se aprender nada sobre áudio.

    Tentarei alertar o autor da mensagem na medida do possível.

    Victório Benatti
     
  16. MAGROS

    MAGROS Usuário


    Desde 28 Jan 2005
    São Paulo
    Caro Victório,

    Não o conheço pessoalmente, mas temos um grande amigo em comum, e que parece que respeitamos nesse nosso meio; dê um abraço no DAVID KRON se vc encontrar com ele.
    E eu conheço bem essa história de subwoofer a parte..., e a combinação bookself + sub as vezes ficam excepcionais.

    Grande abraço,
     
  17. fibra

    fibra Áudio & Vídeo com Inteligência


    Desde 2 Ago 2005
    Campinas - SP/Brazil
    Falou e disse !

    :aplauso: :aplauso: :aplauso:
     
  18. vabn

    vabn Usuário


    Desde 2 Jun 2004
    Brasil
    Magros,

    Darei com o maior prazer um abraço no David em seu nome.

    Outro abraço para voce.

    Victório Benatti
     
  19. laol

    laol Usuário


    Desde 6 Mai 2006
    Águas da Prata, SP
    Não tenho um centésimo da bagagem audiófila de nossos colegas high-end. E sempre aprendi demais com as mensagens de cada um deles. :aplauso:
    Mas conheço um pouquinho melhor sobre linguagem, conceitos, formas de expressão e o que provavelmente indicam, com ou sem intenção ou percepção do autor. Metade da palavra é de quem lê, como já sabia Montaigne... e a maioria dos autores raramente costuma lembrar-se disso.

    É das coisas mais difíceis da escrita conseguir repassar, com palavras mudas, experiências da audição. Quase tão difícil (ou impossível mesmo, no caso) quanto repassar experiências gustativas. Por isso sempre achei que esse tipo de esforço é o mais valioso do HTF, e o que o torna de fato valioso.
    Por isso acredito que o MAIS importante para todos nós é que o clima cordial seja mantido. A dificuldade de expressão daquilo que mais ou melhor nos interessa já é colossal. Tudo o que podemos desejar, nós que não temos grande coisa a oferecer em termos de bagagem, é pelo menos contribuir para que o ambiente pareça acolhedor e agradável aos colegas que se dedicam a enfrentar essa parada, generosamente buscando repassar sua bagagem.

    Bom, a meu ver essa intenção de um absoluto sem-deficiências é a chave da polêmica e da discórdia.
    Porque sempre é, não? Sempre foi, em todos os campos do pensamento, de cada área técnica e de cada religião, e das ideologias, da política, da medicina...
    Natural que o seja. Discussão de absolutos só é pertinente ao campo da metafísica.
    Nos demais, gera quando muito calor; mas não luz.

    Para que nós, os do público apreciador dessas discussões, possamos aproveitar um pouco, no que nossas condições permitirem, seria bem melhor se simplesmente os autores procurassem apresentar as linhas de raciocínio, não os conceitos no final delas, real ou potencial. O demais é vaidade, melhor esquecer. Vira palavra de ordem e só poderia impressionar crianças.
     
  20. T.S.Eliot

    T.S.Eliot Burnt Norton


    Desde 11 Jan 2008
    eletromagnetic field
    Brilhante Luigi,
    textos lúcidos como o seu valem muito num mundo
    repleto de donos da verdade.
    Parabéns.
    Alan:aplauso:
     
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