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Vinil? Será este o futuro.

Discussão em 'Áudio Estéreo: Sistemas 2 Canais' iniciada por cristian kirinus, 21 Jun 2007.

  1. cristian kirinus

    cristian kirinus Usuário


    Desde 17 Nov 2005
    carazinho rs
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    Estou colocando este topico, pois estive numa audicaocom vinil, e o som realmente me impressionou.Nunca tive toca discos e a ultima coisa que eu pensei era em voltar para o vinil.Porem, a diferenca para o cd é muito grande ainda, e como sempre estamos em busca do melhor,agora o vejo como uma alternativa.Fora o fato que me disseram que na Europa, foram vendidos mais toca discos do que cd players e que existem novos discos de todos os generos musicais.Mas e daí, será que o futuro será vinil outra vez?
     


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  2. MAGUS

    MAGUS Always on time


    Desde 20 Jan 2005
    Rio de Janeiro
    Cristian confira este tópico (y)
     
  3. CJGUIMARAES

    CJGUIMARAES Usuário

    7 0 0

    Desde 15 Mar 2006
    BRASILIA
    Caro Cristian,

    Lembra quando surgiu o CD no Brasil?

    Lembro dos meus amigos eufóricos deslumbrados, com a nova tecnologia, de fato o CD era muito avançado para os dias em que reinava as fitas K-7 e VHS. O CD prometia som limpo e sem chiado.

    Conheci pessoas que tinha coleções completas e discos raros, que aos poucos foram parar em sebos, vendidos aos lotes a preços de banana.

    Toca-discos de marcas vendidos por quase nada, e nas estantes somente lugar para os CD Players, parecia mesmo ser o fim do velho vinil.

    Hoje vejo pessoas desta época lamentando a perda de seus acervos e aparelhos, sem chance de recupera-los. Por sorte eu nao entrei nessa onda.

    De acordo com seu ponto de vista e como apreciador dos bolaçhões, vejo com muita alegria a tíimida volta destes objetos de qualidade sonora, na livraria cultura aqui de Brasília já possivel comprar alguns exemplares, por enquanto importados, acredito que em breve teremos onde comprar discos made in Brasil.

    Grande abraço
    Guima

     
  4. lms

    lms Usuário


    Desde 26 Ago 2005
    [@]
    Acho que o futuro, infelizmente, não é o vinil. Pelo contrário, acho que serão os mp3 e toda a porcariada de formatos digitais comprimidos.

    Qual será que foi o fenômeno na Europa? Foi a queda da venda de cd player, pois as pessoas estão comprando ipods, ou foi o aumento da venda de td´s?

    Luciano
     
    • 1
  5. O Espirito que Anda

    O Espirito que Anda Usuário


    Desde 4 Nov 2007
    Brasil
    Na Europa foi a porcaria dos ipods, o mp3, e tb outra coisa, no mundo ocidental atualmente há uma revisão quanto ao que foi feito pela nova onda digital, e no caso do vinil é provável que ele como produto esteja sendo revalorizado novamente como objeto de arte, como formato de armazenamento de qualidade, etc. Há uma moda vintage tb, pessoas que com a minha idade mais ou menos, (38) veem melhor agora o que é porcaria e o que não é nessa transição para era digital que hoje no presente está mais definida do que nos anos 90.

    Abração (y)
     
  6. oldair

    oldair Usuário


    Desde 28 Set 2006
    Curitiba/Pr - Brasil
    Se fizessemos uma pesquisa, provavelmente teriamos um resultado assim:

    95% das pessoas percebem a praticidade do CD em relação ao vinil.
    90% das pessoas não percebem a qualidade sonora do vinil em relação ao CD.

    Então, acho que o futuro não será vinil
     
    • 2
  7. O Espirito que Anda

    O Espirito que Anda Usuário


    Desde 4 Nov 2007
    Brasil
    Sim o futuro é impossivel de ser o Vinil ao invés de uma midia digital seja CD, seja Blu-ray, mas acho que o vinil se fosse morrer não resurgiria em alguns mercados e não seria bem avaliado como em comunidades como está, só que nunca resurgira para o consumo de massa.
     
  8. No Noise

    No Noise Usuário


    Desde 2 Fev 2006
    Rio de Janeiro
    Vinil não é prático e só toca bem em toca-discos de alta qualidade. Um TD mediano com um braço mediano e uma cápsula mediana custa muio mais caro que um excelente CD-SACD player. Já um TD audiófilo... Além do mais não é qualquer vinil que toca bem. As prensagens em geral são muito ruins, e a não ser que se disponha a adquirir raros LPs de qualidade audiófila, o que se vai ter é uma grande decepção. Lembro do Clube de Ópera (uns 30 a 40 anos atrás) que fazia apenas uma audição com as obras recém adquiridas em LP, gravando simultaneamente em rolo, pois as audições subsequentes em LP infelizmente iam se degradando progressivamente, o que comprometia a qualidade de audições técnicamente sérias. LP sofre desgaste físico a cada audição, o que só é minimizado com a utilização de braços de qualidade audiófila, cápsulas e agulhas idem, devidamente balanceados e ajustados, tarefa difícil e que exige conhecimento e instrumental adequado. Além do mais há necessidade de um bom pré de fono e cabos adequados (aqui sim os inteconects são sensíveis e tem que ser dos melhores).

    Viajo à serviço frequentemente ao Japão, e nas minhas andanças observo que ainda há uma grande oferta de modelos de toca-discos de excelente qualidade, cápsulas e braços excepcionais, mas a oferta de LPs vem minguando nas boas lojas de Tokyo. Nas prateleiras se vêem poucos títulos, e a variedade escasseia a cada dia. Sobram ainda excelentes sites de venda online, como a Elusivedisc, que possuem um bom catálogo de LPs e quebram o galho de gatos pingados como eu e uns poucos mais que insistem em manter viva esta saudosa tecnologia. Todavia boa parte dos LPs são relançamentos que sofreram remasterização, o que nem sempre é garantia de qualidade para os "bolachões".

    O audio analógico bem gravado e bem prensado realmente é bom, assim como uma boa SLR Nikon F1 ainda dá trabalho a muitas boas câmeras digitais. Porém é tecnologia só que sobrevive ainda graças a uma restrita comunidade de teimosos, e não tem mais futuro nem espaço no grande mercado.

    Quanto a percepção de qualidade do vinil, a verdade é que ainda há milhares de gravações de alto valor artistico, principalmente clássicos, que ainda não foram relançados em CD. Como exemplo, o selo Deutsche Gramophon ainda não relançou em CD boa parte de seu antigo catálogo em analógico. Eu ainda garimpo em sebos e brechos raridades de surpreendente valor artistico e às vezes boa qualidade técnica. Neste último quesito, não achei até hoje nenhuma prensagem nacional tecnicamente aceitável. Já prensagens extrangeiras é mais fácil encontrar aceitáveis. Quanto a qualidade dos CDs, infelizmente a grande maioria é mal gravada, mal mixada e mal remasterizada, não sendo aproveitado o grande potencial técnico do digital, o que coloca a tecnologia em um patamar abaixo do que é possivel se esperar e ouvir. Já gravações audiófilas em CD ou SACD são insuperáveis por qualquer vinil equivalente.


    95% das pessoas percebem a praticidade do CD em relação ao vinil. CD é óptico, não desgasta, não empena e se riscar é só polir.
    90% das pessoas não percebem a qualidade sonora do vinil em relação ao CD, pois qualquer CD player de entrada toca muito melhor do que os TD medianos com cápsulas medianas.

    A banda dinâmica e a relação sinal/ruido do CD são insuperáveis perto da banda dinâmica e relação s/n do LP - para comprovar a importância deste parâmetro é só tentar ouvir as sinfonias de Shostakovich em LP e CD. Vinil não tem suporte para reproduzir certas obras classicas, nem em Solid Machine ou coisa do gênero. Shosta foi redescoberto depois do advento do audio digital. Repetindo, vinil que se iguale a CD só se tocar em TD de boa qualidade e devidamente ajustado, com um bom pré de fono, e mesmo assim sem abranger todas as obras musicais. Fora isso, só efeito psicoacústico (como pode um "museu" desses tocar tão bem!!!).

    O ressurgimento do vinil em alguns mercados na verdade se trata de um movimento de redescoberta de "quarentões" para cima que jogaram fora seus acervos e agora tentam recuperar o que perderam. Em geral não é publico novo que compra vinil. Se comprar, não tem hardware decente para tocar. É igual câmera 35mm. Se olhar na BHPhoto, ainda há oferta de muitos bons modelos e grande variedade de filmes, mas quem compra são os antigões que agora podem se dar ao luxo de bancar o caro e antiquado hobby de fotografia analógica. Com vinil é parecido.

    Carburador, máquina de escrever, pneu diagonal, fitas VHS, câmeras 35mm, TV a CRT e outras maravilhas tecnológicas podem ter suas grandes vantagens em relação a seus homólogos atuais - injeção eletrônica, computador pessoal, pneu radial, DVD, câmeras digitais e TV tela plasma/LCD - mas já tiveram sua época e não voltam mais. Com o LP também é assim, infelizmente. Adoro audio analógico, ainda compro LPs, mantenho meu TD com o maior carinho e cuidado, mas não me iludo. Vinil já era!
     
    • 9
  9. ANTUNES CARLOS

    ANTUNES CARLOS Usuário


    Desde 11 Mar 2006
    MINAS GERAIS
    Eu fui um dos burros que vendeu quase todo o acervo de discos de vinil, fiquei sómente com os clássicos do rock, e hoje tô comprando tudo de volta e à preços nada convidativos. Também acho que o vinil será restrito à um nicho de audiófilos que gostam de qualidade musical. Quanto ao mercado musical será dominado por Ipods e Mp3, infelizmente(y)(y)(y)(y)(y).
     
  10. sergioserra

    sergioserra Usuário


    Desde 12 Jan 2005
    Trombudo Central
    Acho que a evolução caminha para arquivos digitais comprimidos, sem cortes na gama de frequencias.
     
  11. JulioCesar

    JulioCesar Habeas Corpus


    Desde 6 Jan 2006
    Aparecida SP
    O futuro será o iPod , sem dúvida . E cada a dia é mais barato e maior a capacidade de armazenamento possibilitando gravar audio sem compressão , é a praticidade aliada à qualidade a um preço ínfimo .
    Players de milhares de dólares serão jogados fora .
    Ótimo !!!!!:aplauso:

    Vinil é fetiche !!!! Mas eu gosto ...(y)
     
    • 1
  12. Pedro .

    Pedro . Ψ The Pneumatic Metal God Ψ


    Desde 2 Mai 2003
    Desert Plains
    Eu nao acho que os Ipods irao acabar com o CD em pouco tempo, ao ponto do download nao ter opção em CD. Denovo, ja participei em 2006 da compra de download de arquivos wma e meses depois acabaram saindo paulatinamente em releases fisicos, box, digipacks etc, e EU estou comprando NOVAMENTE.

    Acho que muita gente nao está preparada para este advento digital quase todo mundo independente da idade, quer ter o booklet, a caixa, quer colecionar etc... Essa proposta de substituicao do IPOD ao CD como aconteceu com o vinil está por vir ha mais de 1 ou quase 2 decadas (y)
     
    • 1
  13. Wagner Dias

    Wagner Dias Música: a "droga" do espírito!


    Desde 19 Abr 2006
    Niterói / RJ
    Gente, acredito que o cd, bem como o vinil vai ter sua demanda reduzida aos poucos com o tempo, mas sempre haverá um mercado segmentado, interessado na mídia! Acabar, não acaba não...(y)
     
  14. SONIC WOLF

    SONIC WOLF Usuário


    Desde 7 Mar 2005
    R E C I F E
    O problema dos LPs é sua fragilidade...mesmo assim tenho uma vontade enorme de possuir novamente um toca-discos...Pode chamar de saudosismo,mas esteticamente falando,um toca-discos é algo MUITO
    BONITO de se ver numa sala de áudio.

    Se os LPs não desapareceram,acredito que muito menos provável seja a extinção da mídia CD.No máximo,o que pode acontecer,seja a sua substituição pelo Blu-Ray,com sua gigantesca capacidade de armazenagem de dados.Os 79 minutos gravados em um CD Redbook
    (44,1kHz/16bits)serão ofuscados por essa mídia.

    A resolução dos novos DACs tem uma tendência forte de crescimento,diminuindo ou até mesmo,ANULANDO a diferença entre a mídia analógica e a digital.Em,no máximo,15 anos,a famigerada "DIGITALITE" vai desaparecer.O SACD aponta para esse caminho.
    Só quem vai poder avaliar esse quesito serão os proprietários de ambos sistemas,pois eu não escuto um "bolachão" desde 1988 e
    nem sei mais como soa um.
     
  15. ANTUNES CARLOS

    ANTUNES CARLOS Usuário


    Desde 11 Mar 2006
    MINAS GERAIS
    Como disse o colega acima, um toca-dsicos em uma sala de som dá mesmo uma impressão linda. Eu já tinha aposentado essa mídia, (vinil e toca-discos), mas quando fui à casa do Ricardo W. Pereira o ano passado e ouvi um vinil tocando em um pré-power valvulado a paixão voltou, desembalei meu TD, comprei mais dois, e comprei alguns vinis, clássicos do rock, que eu tinha vendido. Agora vão ficar comigo por aqui, e viva a qualidade do vinil:aplauso::aplauso::aplauso::aplauso::aplauso:.
     
  16. wandique

    wandique Usuário Intrometido

    Atualmente vinyl não é para todo o mundo não. Nossa sociedade desenvolveu
    necessidades de consumo e rapidez que os lps não podem dar. As gerações mais jovens
    não param para ouvir música como fazia a minha geração, sentar em frente do "som" e
    ouvir. Me parece que hoje a música é algo para ser "fundo musical" somente. Digo isso
    da maioria, é claro que tem gente de todo o tipo. Outra coisa é o prêço do
    equipamento. É mais barato encher um ipod de músicas baixadas gratuitamente da
    internet. E quem cresceu não sabendo o que é "virar o disco" nunca vai querer fazer
    isso.

    Alguém falou em outros formatos nos quais não há perda da qualidade, acho que é por
    aí mesmo.
     
    • 1
  17. Pedro .

    Pedro . Ψ The Pneumatic Metal God Ψ


    Desde 2 Mai 2003
    Desert Plains
    Gostei dessa frase :aplauso:

    Acho que sou "midtempo" aprendi a virar alguns discos:D, tive contato com fitas, e consequentemente 60% da vida com CDs. Acho que a galera que realmente iria estranhar em virar o disco é aquela que nasceu na metade e principalmente no fim da decada de 90.

    Dou graças a Deus a ter tido contato com varios formatos, assim como qualquer audiofilo (y)
     
    • 1
  18. Wagner Dias

    Wagner Dias Música: a "droga" do espírito!


    Desde 19 Abr 2006
    Niterói / RJ
    Sem dúvida, a praticidade do cd na hora de ouvir, assim como a resistência e espaço mais otimizado em casa, fazem dessa mídia algo muito poderoso, em relação ao vinyl... Só que curte muito mesmo os bolachões vai continuar comprando-os...
     
  19. ÉdisonCh

    ÉdisonCh Usuário


    Desde 1 Dez 2005
    Araras/SP/BR
    Já errei muito em correr atrás das novidades. Super K-7, Betamax, LD, Quadrifonia, e tantas mais.

    Mas o Toca discos eu mantive até uns anos atrás. Foi quando percebi que a qualidade do CD já era suficiente para escutar música com qualidade em meu sistema (B&W Matrix com amplificador Sunfire, dos primeiros fabricados pelo Bob Carver).

    Sabia que iria perder em alguns aspectos e ganhar em outros. Mas como áudio é um campo em que sempre se tem que abrir mão de algo para obter seu contrário, decidi-me pela comodidade.

    Não me arrependo. Hoje os CDs estão tocando muito bem.

    Mas acho que sempre haverá um mercado de elite, tanto para CDs (ou seus sucessores audiófilos) quanto para Toca-discos. Só não sei se eles serão iguais aos de hoje.

    Mas, adivinhar é uma tarefa muito ingrata. Prefiro curtir.
     
  20. fazambuja

    fazambuja Usuário


    Desde 8 Jan 2005
    Brasil
    Perfeito Edison (y)
     
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